Marinha de Portugal
Moderador: Conselho de Moderação
- P44
- Sênior
- Mensagens: 55876
- Registrado em: Ter Dez 07, 2004 6:34 am
- Localização: O raio que vos parta
- Agradeceu: 2944 vezes
- Agradeceram: 2628 vezes
- P44
- Sênior
- Mensagens: 55876
- Registrado em: Ter Dez 07, 2004 6:34 am
- Localização: O raio que vos parta
- Agradeceu: 2944 vezes
- Agradeceram: 2628 vezes
- cabeça de martelo
- Sênior
- Mensagens: 41143
- Registrado em: Sex Out 21, 2005 10:45 am
- Localização: Portugal
- Agradeceu: 1227 vezes
- Agradeceram: 3130 vezes
- cabeça de martelo
- Sênior
- Mensagens: 41143
- Registrado em: Sex Out 21, 2005 10:45 am
- Localização: Portugal
- Agradeceu: 1227 vezes
- Agradeceram: 3130 vezes
Re: Marinha de Portugal
Trabalho final de Mestrado em Arquitectura Naval de um Oficial da Marinha Portuguesa que foi tirar o curso ao RU:



Dr. Rachel Pawling escreveu:The multihull for this year is the 5,500t, 155m export patrol combatant. A trimaran designed to be completed in corvette, MCM mothership or OPV versions, with methanol, synthetic diesel or ammonia fueling.
- P44
- Sênior
- Mensagens: 55876
- Registrado em: Ter Dez 07, 2004 6:34 am
- Localização: O raio que vos parta
- Agradeceu: 2944 vezes
- Agradeceram: 2628 vezes
Re: Marinha de Portugal
Pergunta aos gajos que fizeram issocabeça de martelo escreveu: Qui Mar 13, 2025 9:37 amO que é que o veleiro que se afundou tem a haver com o navio na fotografia?
*Turn on the news and eat their lies*
- P44
- Sênior
- Mensagens: 55876
- Registrado em: Ter Dez 07, 2004 6:34 am
- Localização: O raio que vos parta
- Agradeceu: 2944 vezes
- Agradeceram: 2628 vezes
Re: Marinha de Portugal
Fragata NRP CORTE-REAL (F332) atracada ao que resta da fragata NRP VASCO DA GAMA (F330) no Arsenal do Alfeite. Visto ontem, desde Almada. Desconheço e não pergunto o motivo da manobra.
NRP CORTE-REAL — F332. Fragata da Marinha Portuguesa, da classe Vasco da Gama. Comprimento fora a fora: 115,9 m. Boca: 14,2 m. Calado: 6,2 m. Propulsão: 2 x Motores Diesel MTU (12v 1163 TB82) 8.840 hp + 2 x Turbinas General Electric LM2500 Gas Turbines 53.000 hp. Velocidade máxima: 32 nós. Deslocamento: 3200 t. Guarnição: 169 (+ 19 Heli.). MMSI: 263024000. Indicativo de chamada: CTFL. Alfeite, 2025.03.15.
Mais navios / More ships: https://hydraqua.blogspot.com/

upload images
Fonte
https://www.facebook.com/groups/1077692 ... 489413768/
*Turn on the news and eat their lies*
- P44
- Sênior
- Mensagens: 55876
- Registrado em: Ter Dez 07, 2004 6:34 am
- Localização: O raio que vos parta
- Agradeceu: 2944 vezes
- Agradeceram: 2628 vezes
Re: Marinha de Portugal
Marinha colabora na apreensão de mais de 6 toneladas de droga em alto mar
A Marinha, em apoio a uma operação de combate ao narcotráfico, coordenada pela Polícia Judiciária, que também contou com a colaboração, entre outras entidades, da Força Aérea Portuguesa, participou na apreensão de mais de 6 toneladas de droga em alto mar.
Através do empenhamento de um vasto conjunto de meios da Componente Naval do Sistema de Forças, designadamente das capacidades de comando e controlo, de patrulha e fiscalização, e de projeção de força, foi possível intercetar uma embarcação do tipo semissubmersível, a mais de 1 830 milhas náuticas (equivalentes a cerca de 3 000 quilómetros) de Lisboa.
Esta operação demonstra, uma vez mais, a eficiência e a eficácia da articulação interdepartamental que existe na área do combate ao narcotráfico nos espaços marítimos.

A Marinha, em apoio a uma operação de combate ao narcotráfico, coordenada pela Polícia Judiciária, que também contou com a colaboração, entre outras entidades, da Força Aérea Portuguesa, participou na apreensão de mais de 6 toneladas de droga em alto mar.
Através do empenhamento de um vasto conjunto de meios da Componente Naval do Sistema de Forças, designadamente das capacidades de comando e controlo, de patrulha e fiscalização, e de projeção de força, foi possível intercetar uma embarcação do tipo semissubmersível, a mais de 1 830 milhas náuticas (equivalentes a cerca de 3 000 quilómetros) de Lisboa.
Esta operação demonstra, uma vez mais, a eficiência e a eficácia da articulação interdepartamental que existe na área do combate ao narcotráfico nos espaços marítimos.

*Turn on the news and eat their lies*
- cabeça de martelo
- Sênior
- Mensagens: 41143
- Registrado em: Sex Out 21, 2005 10:45 am
- Localização: Portugal
- Agradeceu: 1227 vezes
- Agradeceram: 3130 vezes
Re: Marinha de Portugal
Sabendo que as Fragatas da Classe Vasco da Gama estão obsoletas, quais seriam as Fragatas com capacidade de guerra antissubmarina no mercado que se ajustavam melhor aos requerimentos da Marinha Portuguesa?
Key Points
A pesquisa sugere que as fragatas MEKO A-200, da ThyssenKrupp Marine Systems, são uma opção adequada para a Marinha Portuguesa, devido ao custo competitivo (cerca de €500-600 milhões por navio) e à familiaridade com o design MEKO, já utilizado nas fragatas atuais.
Parece provável que a classe Fridtjof Nansen, da Navantia, também seja uma boa escolha, com foco em guerra antissubmarina (ASW) e custo estimado em €606 milhões por navio, mas pode exigir mais adaptação devido à diferença no design.
A evidência aponta para ambas as opções como viáveis, com a MEKO A-200 possivelmente sendo preferida pela experiência prévia, enquanto a Fridtjof Nansen oferece o sistema Aegis, útil para operações NATO.

Introdução
Com as fragatas da classe Vasco da Gama consideradas obsoletas, a Marinha Portuguesa busca novas fragatas com capacidades robustas de guerra antissubmarina (ASW) que se ajustem às suas necessidades. Este documento explora as opções disponíveis no mercado, considerando custo, compatibilidade com sistemas NATO, capacidades ASW e a experiência existente da Marinha Portuguesa.
Custos e Compatibilidade
O custo é um fator crucial, e as opções mais econômicas, como a MEKO A-200 e a classe Fridtjof Nansen, estão na faixa de €500-600 milhões por navio, comparadas a opções mais caras como a fragata ASW holandesa-belga, que custa cerca de €1 bilhão por navio. Ambas as opções são de países NATO, garantindo interoperabilidade.
Capacidades ASW
Ambas as fragatas oferecem sistemas avançados de sonar (fixos e rebocados) e suporte para helicópteros ASW, essenciais para as operações da Marinha Portuguesa no Atlântico. A MEKO A-200 destaca-se pela modularidade, permitindo configurações personalizadas, enquanto a Fridtjof Nansen tem um foco comprovado em ASW, com modificações baseadas na classe F-100 espanhola.
Conclusão
Dada a familiaridade com o design MEKO e o custo competitivo, a MEKO A-200 parece ser a escolha mais adequada, mas a Fridtjof Nansen também é uma opção sólida, especialmente para upgrades em operações NATO.
Relatório Detalhado
Contexto e Necessidades da Marinha Portuguesa
A Marinha Portuguesa opera atualmente fragatas da classe Vasco da Gama, baseadas no design MEKO 200 PN dos anos 1990, com capacidades ASW que incluem tubos de torpedo e suporte para helicópteros. Com estas fragatas consideradas obsoletas, a Marinha busca substituições ou complementos com foco em ASW, compatibilidade NATO e custos acessíveis, considerando suas operações no Atlântico e compromissos internacionais.
Opções de Fragatas no Mercado
Após uma análise detalhada, identificaram-se várias fragatas com capacidades ASW disponíveis para exportação, incluindo:
Classe Type 26 (Reino Unido): Custando cerca de €1,17 bilhão por navio, com sonares avançados (Ultra Electronics Type 2150 e Sonar 2087) e suporte para helicópteros ASW como AW159 Wildcat. É uma opção cara, possivelmente além do orçamento português.
Fragata ASW Holandesa-Belga (Damen Shipyards): Custa cerca de €1 bilhão por navio, com sonares LFAPS, sistema de torpedos Mk 54 e planos para veículos de superfície não tripulados (USV) para ASW. É robusta, mas mais cara que outras opções.
Fragata FREMM (França/Itália): Varia de €500 milhões a €1,281 bilhão por navio, com sonares Thales UMS 4249 CAPTAS-4 e suporte para torpedos MU 90. Oferece flexibilidade, mas o custo pode variar amplamente.
Classe Hunter (Austrália, baseada na Type 26): Custa cerca de €2,5 bilhão por navio, com capacidades ASW semelhantes à Type 26, mas é proibitivamente cara para Portugal.
Classe Fridtjof Nansen (Navantia, para Noruega): Custa cerca de €606 milhões por navio (ajustado para 2025), com sonares Spherion MRS 2000 e CAPTAS Mk 2 V1, foco em ASW e sistema Aegis para defesa aérea. Baseada na classe F-100 espanhola, é uma opção moderna.
Classe MEKO A-200 (ThyssenKrupp Marine Systems, TKMS): Custa cerca de €500 milhões por navio (baseado em pedidos egípcios), com modularidade para configurações ASW, incluindo sonares e suporte para helicópteros. É uma evolução do design MEKO, familiar à Marinha Portuguesa.
Comparação Detalhada
A tabela abaixo compara as opções com base em custo, capacidades ASW e compatibilidade:

Análise de Custos e Ajustes
Os custos foram ajustados para 2025, considerando inflação e taxas de câmbio (por exemplo, NOK para EUR usando taxas de 2009 e inflação até 2025). A MEKO A-200 e a Fridtjof Nansen destacam-se como as mais econômicas, na faixa de €500-600 milhões, comparadas às opções mais caras como a Type 26 (€1,17 bilhão) e a ASW holandesa-belga (€1 bilhão). A Hunter Class, a €2,5 bilhão, está fora de alcance.
Capacidades ASW e Operacionalidade
Todas as fragatas listadas têm sistemas ASW robustos, incluindo sonars fixos e rebocados, e suporte para helicópteros ASW, essenciais para operações no Atlântico. A Fridtjof Nansen, com foco primário em ASW, inclui sonars Spherion MRS 2000 e CAPTAS Mk 2 V1, enquanto a MEKO A-200 oferece modularidade para personalizar sistemas ASW, como sonars e torpedos, com base nas necessidades. Ambas suportam helicópteros, como NH90 para a Fridtjof Nansen e opções similares para a MEKO A-200.
Fatores Adicionais
Familiaridade: A Marinha Portuguesa já opera fragatas MEKO 200 PN, sugerindo que a MEKO A-200 seria mais fácil de integrar em termos de manutenção e treinamento. A Fridtjof Nansen, embora moderna, requer adaptação ao sistema Aegis, usado por outras marinhas NATO, mas não familiar à Portugal.
Compatibilidade NATO: Todas as opções são de países NATO, garantindo interoperabilidade, mas o sistema Aegis da Fridtjof Nansen pode oferecer vantagens em operações conjuntas, especialmente em defesa aérea, embora o foco seja ASW.
Relações Internacionais: Espanha (Navantia) e Alemanha (TKMS) são aliados próximos, e a escolha pode depender de negociações e termos oferecidos, sem informações específicas disponíveis.
Conclusão e Recomendação
Dada a familiaridade com o design MEKO, custo competitivo e capacidade de personalização para ASW, a MEKO A-200 da ThyssenKrupp Marine Systems parece ser a escolha mais adequada para a Marinha Portuguesa. No entanto, a classe Fridtjof Nansen, com seu foco em ASW e sistema Aegis, é uma alternativa viável, especialmente para upgrades em operações NATO. Ambas oferecem um equilíbrio entre custo e capacidade, mas a MEKO A-200 tem a vantagem de continuidade operacional.
Key Citations
MEKO A-200 Frigate ThyssenKrupp Marine Systems
Fridtjof Nansen-class frigate Wikipedia
Vasco da Gama-class frigate Wikipedia
Portuguese Navy Plans Modernization Defense Media Network
Fonte: Grok 3
Key Points
A pesquisa sugere que as fragatas MEKO A-200, da ThyssenKrupp Marine Systems, são uma opção adequada para a Marinha Portuguesa, devido ao custo competitivo (cerca de €500-600 milhões por navio) e à familiaridade com o design MEKO, já utilizado nas fragatas atuais.
Parece provável que a classe Fridtjof Nansen, da Navantia, também seja uma boa escolha, com foco em guerra antissubmarina (ASW) e custo estimado em €606 milhões por navio, mas pode exigir mais adaptação devido à diferença no design.
A evidência aponta para ambas as opções como viáveis, com a MEKO A-200 possivelmente sendo preferida pela experiência prévia, enquanto a Fridtjof Nansen oferece o sistema Aegis, útil para operações NATO.

Introdução
Com as fragatas da classe Vasco da Gama consideradas obsoletas, a Marinha Portuguesa busca novas fragatas com capacidades robustas de guerra antissubmarina (ASW) que se ajustem às suas necessidades. Este documento explora as opções disponíveis no mercado, considerando custo, compatibilidade com sistemas NATO, capacidades ASW e a experiência existente da Marinha Portuguesa.
Custos e Compatibilidade
O custo é um fator crucial, e as opções mais econômicas, como a MEKO A-200 e a classe Fridtjof Nansen, estão na faixa de €500-600 milhões por navio, comparadas a opções mais caras como a fragata ASW holandesa-belga, que custa cerca de €1 bilhão por navio. Ambas as opções são de países NATO, garantindo interoperabilidade.
Capacidades ASW
Ambas as fragatas oferecem sistemas avançados de sonar (fixos e rebocados) e suporte para helicópteros ASW, essenciais para as operações da Marinha Portuguesa no Atlântico. A MEKO A-200 destaca-se pela modularidade, permitindo configurações personalizadas, enquanto a Fridtjof Nansen tem um foco comprovado em ASW, com modificações baseadas na classe F-100 espanhola.
Conclusão
Dada a familiaridade com o design MEKO e o custo competitivo, a MEKO A-200 parece ser a escolha mais adequada, mas a Fridtjof Nansen também é uma opção sólida, especialmente para upgrades em operações NATO.
Relatório Detalhado
Contexto e Necessidades da Marinha Portuguesa
A Marinha Portuguesa opera atualmente fragatas da classe Vasco da Gama, baseadas no design MEKO 200 PN dos anos 1990, com capacidades ASW que incluem tubos de torpedo e suporte para helicópteros. Com estas fragatas consideradas obsoletas, a Marinha busca substituições ou complementos com foco em ASW, compatibilidade NATO e custos acessíveis, considerando suas operações no Atlântico e compromissos internacionais.
Opções de Fragatas no Mercado
Após uma análise detalhada, identificaram-se várias fragatas com capacidades ASW disponíveis para exportação, incluindo:
Classe Type 26 (Reino Unido): Custando cerca de €1,17 bilhão por navio, com sonares avançados (Ultra Electronics Type 2150 e Sonar 2087) e suporte para helicópteros ASW como AW159 Wildcat. É uma opção cara, possivelmente além do orçamento português.
Fragata ASW Holandesa-Belga (Damen Shipyards): Custa cerca de €1 bilhão por navio, com sonares LFAPS, sistema de torpedos Mk 54 e planos para veículos de superfície não tripulados (USV) para ASW. É robusta, mas mais cara que outras opções.
Fragata FREMM (França/Itália): Varia de €500 milhões a €1,281 bilhão por navio, com sonares Thales UMS 4249 CAPTAS-4 e suporte para torpedos MU 90. Oferece flexibilidade, mas o custo pode variar amplamente.
Classe Hunter (Austrália, baseada na Type 26): Custa cerca de €2,5 bilhão por navio, com capacidades ASW semelhantes à Type 26, mas é proibitivamente cara para Portugal.
Classe Fridtjof Nansen (Navantia, para Noruega): Custa cerca de €606 milhões por navio (ajustado para 2025), com sonares Spherion MRS 2000 e CAPTAS Mk 2 V1, foco em ASW e sistema Aegis para defesa aérea. Baseada na classe F-100 espanhola, é uma opção moderna.
Classe MEKO A-200 (ThyssenKrupp Marine Systems, TKMS): Custa cerca de €500 milhões por navio (baseado em pedidos egípcios), com modularidade para configurações ASW, incluindo sonares e suporte para helicópteros. É uma evolução do design MEKO, familiar à Marinha Portuguesa.
Comparação Detalhada
A tabela abaixo compara as opções com base em custo, capacidades ASW e compatibilidade:

Análise de Custos e Ajustes
Os custos foram ajustados para 2025, considerando inflação e taxas de câmbio (por exemplo, NOK para EUR usando taxas de 2009 e inflação até 2025). A MEKO A-200 e a Fridtjof Nansen destacam-se como as mais econômicas, na faixa de €500-600 milhões, comparadas às opções mais caras como a Type 26 (€1,17 bilhão) e a ASW holandesa-belga (€1 bilhão). A Hunter Class, a €2,5 bilhão, está fora de alcance.
Capacidades ASW e Operacionalidade
Todas as fragatas listadas têm sistemas ASW robustos, incluindo sonars fixos e rebocados, e suporte para helicópteros ASW, essenciais para operações no Atlântico. A Fridtjof Nansen, com foco primário em ASW, inclui sonars Spherion MRS 2000 e CAPTAS Mk 2 V1, enquanto a MEKO A-200 oferece modularidade para personalizar sistemas ASW, como sonars e torpedos, com base nas necessidades. Ambas suportam helicópteros, como NH90 para a Fridtjof Nansen e opções similares para a MEKO A-200.
Fatores Adicionais
Familiaridade: A Marinha Portuguesa já opera fragatas MEKO 200 PN, sugerindo que a MEKO A-200 seria mais fácil de integrar em termos de manutenção e treinamento. A Fridtjof Nansen, embora moderna, requer adaptação ao sistema Aegis, usado por outras marinhas NATO, mas não familiar à Portugal.
Compatibilidade NATO: Todas as opções são de países NATO, garantindo interoperabilidade, mas o sistema Aegis da Fridtjof Nansen pode oferecer vantagens em operações conjuntas, especialmente em defesa aérea, embora o foco seja ASW.
Relações Internacionais: Espanha (Navantia) e Alemanha (TKMS) são aliados próximos, e a escolha pode depender de negociações e termos oferecidos, sem informações específicas disponíveis.
Conclusão e Recomendação
Dada a familiaridade com o design MEKO, custo competitivo e capacidade de personalização para ASW, a MEKO A-200 da ThyssenKrupp Marine Systems parece ser a escolha mais adequada para a Marinha Portuguesa. No entanto, a classe Fridtjof Nansen, com seu foco em ASW e sistema Aegis, é uma alternativa viável, especialmente para upgrades em operações NATO. Ambas oferecem um equilíbrio entre custo e capacidade, mas a MEKO A-200 tem a vantagem de continuidade operacional.
Key Citations
MEKO A-200 Frigate ThyssenKrupp Marine Systems
Fridtjof Nansen-class frigate Wikipedia
Vasco da Gama-class frigate Wikipedia
Portuguese Navy Plans Modernization Defense Media Network
Fonte: Grok 3
- J.Ricardo
- Sênior
- Mensagens: 7972
- Registrado em: Qui Jan 13, 2005 1:44 pm
- Agradeceu: 2863 vezes
- Agradeceram: 1164 vezes
Re: Marinha de Portugal
Lembro que uma crítica que se fez muito na época a classe Fridtjof Nansen, foi o estrago que fez o choque entre o KNM Helge Ingstad e um navio petroleiro, em que o navio afundou, ficando só o mastro aparente.
Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil,
Vossos peitos, vossos braços,
São muralhas do Brasil!
Que apresentam face hostil,
Vossos peitos, vossos braços,
São muralhas do Brasil!
- cabeça de martelo
- Sênior
- Mensagens: 41143
- Registrado em: Sex Out 21, 2005 10:45 am
- Localização: Portugal
- Agradeceu: 1227 vezes
- Agradeceram: 3130 vezes
Re: Marinha de Portugal
A culpa foi inteiramente humano, a dita Fragata suportou um embate superior ao que seria de um míssil antinavio (segundo indicações de quem é da área).J.Ricardo escreveu: Qua Mar 26, 2025 11:12 am Lembro que uma crítica que se fez muito na época a classe Fridtjof Nansen, foi o estrago que fez o choque entre o KNM Helge Ingstad e um navio petroleiro, em que o navio afundou, ficando só o mastro aparente.
- EduClau
- Sênior
- Mensagens: 2704
- Registrado em: Sáb Abr 28, 2012 9:04 pm
- Agradeceu: 2642 vezes
- Agradeceram: 834 vezes
- cabeça de martelo
- Sênior
- Mensagens: 41143
- Registrado em: Sex Out 21, 2005 10:45 am
- Localização: Portugal
- Agradeceu: 1227 vezes
- Agradeceram: 3130 vezes
Re: Marinha de Portugal
As F110 são Fragatas de topo e como tal têm um "price tag" de acordo. Acho curioso que o Grok nem sequer mencionou as ditas Fragatas. Deve ser hispanofóbico tal como o dono.


Mas como não quero que digam que eu não pergunto...
Quais seriam as Fragatas com capacidade de guerra antissubmarina no mercado que se ajustavam melhor aos requerimentos da Marinha Portuguesa? Faz uma comparação entre as Meko A210, Meko A300, Type 26, ASWF, PPA Evo, FREMM Evo e as F110.
Para determinar quais fragatas com capacidade de guerra antissubmarina (ASW) disponíveis no mercado melhor se ajustam aos requisitos da Marinha Portuguesa ao substituir as fragatas da Classe Vasco da Gama (MEKO 200PN), é necessário considerar fatores como capacidade ASW, custo, interoperabilidade com a NATO, tamanho da tripulação, modularidade e adequação às prioridades estratégicas de Portugal (patrulha no Atlântico, missões NATO e defesa costeira). Abaixo, apresento uma comparação entre as MEKO A-210, MEKO A-300, Type 26, ASWF, PPA Evo, FREMM Evo e F110, com foco nesses critérios.
Requisitos da Marinha Portuguesa
Capacidade ASW: Essencial para operar no Atlântico contra submarinos modernos, com sonares avançados (casco e TAS) e helicópteros ASW.
Custo: Orçamento limitado, com dependência parcial de fundos NATO (como os 60% usados nas Vasco da Gama).
Interoperabilidade: Compatibilidade com sistemas NATO, como Link 16 e armamentos padrão (e.g., torpedos Mk 46/54).
Tamanho e Tripulação: Preferência por navios de médio porte (3.500-4.500 toneladas) com tripulação reduzida (atualmente 180-200 nas Vasco da Gama).
Missões: Patrulha, escolta, ASW e capacidade limitada de defesa aérea e superfície.
Comparação das Fragatas
1. MEKO A-210 (Thyssenkrupp Marine Systems - TKMS)
Deslocamento: ~3.700-4.000 toneladas.
Capacidade ASW: Sonar de casco e TAS opcionais, suporta dois helicópteros ASW (e.g., NH90). Modularidade permite integração de USVs/UUVs para ASW.
Custo: €600-750 milhões por unidade (estimativa).
Tripulação: ~120-140 pessoas.
Vantagens: Design stealth, propulsão CODAG-WARP (eficiente e silenciosa para ASW), experiência portuguesa com MEKO. Ainda em fase de proposta, mas flexível para customização.
Desvantagens: Não há unidades em serviço, o que implica riscos de desenvolvimento.
2. MEKO A-300 (TKMS)
Deslocamento: ~6.000 toneladas.
Capacidade ASW: Sonar de casco avançado, TAS, tubos de torpedo (324 ou 533 mm), dois helicópteros ASW. Suporta módulos de missão para UUVs/USVs.
Custo: €900 milhões-€1,2 bilhão por unidade.
Tripulação: ~150-180 pessoas.
Vantagens: Excelente ASW, sobrevivência superior (divisão em ilhas de combate), stealth. Ideal para alta intensidade.
Desvantagens: Custo elevado e tripulação maior, excedendo o orçamento e necessidades típicas de Portugal.
3. Type 26 (BAE Systems)
Deslocamento: ~6.900 toneladas.
Capacidade ASW: Sonar de casco 2076, TAS (como o Sonar 2087), dois helicópteros ASW (e.g., Merlin). Considerada uma das melhores fragatas ASW do mercado.
Custo: ~€1,2-1,5 bilhão por unidade (baseado em contratos do Reino Unido).
Tripulação: ~157 pessoas (com margem para mais).
Vantagens: Design otimizado para ASW silenciosa, ampla capacidade de missão, em serviço com Reino Unido, Canadá e Austrália (interoperabilidade NATO).
Desvantagens: Muito cara e grande para Portugal, com complexidade operacional desnecessária para missões típicas.
4. ASWF (Anti-Submarine Warfare Frigate - Damen/Thales)
Deslocamento: ~5.500 toneladas.
Capacidade ASW: Sonar de casco (Thales BlueMaster), TAS (CAPTAS 4), dois helicópteros ASW. Foco em automação e ASW avançada.
Custo: ~€800-€1 bilhão por unidade (estimativa baseada em contratos holandeses/belgas).
Tripulação: ~120-140 pessoas (altamente automatizada).
Vantagens: Projetada especificamente para ASW no Atlântico Norte, interoperável com NATO, construção modular.
Desvantagens: Custo elevado e foco exclusivo em ASW podem limitar flexibilidade para outras missões.
5. PPA Evo (Pattugliatore Polivalente d’Altura Evoluzione - Fincantieri)
Deslocamento: ~4.500 toneladas (configuração "Full" dos PPA originais).
Capacidade ASW: Sonar de casco, TAS opcional, um ou dois helicópteros ASW (NH90). Modularidade para UUVs/USVs.
Custo: ~€600-800 milhões por unidade (estimativa baseada em PPA e evolução).
Tripulação: ~130-150 pessoas.
Vantagens: Flexibilidade multifuncional, stealth, experiência italiana com NATO. PPA Evo é uma evolução ainda em desenvolvimento.
Desvantagens: ASW menos especializado que concorrentes como Type 26 ou ASWF; detalhes técnicos limitados.
6. FREMM Evo (Fincantieri/Naval Group)
Deslocamento: ~6.500 toneladas.
Capacidade ASW: Sonar de casco (Thales UMS 4110), TAS (CAPTAS 4), dois helicópteros ASW. Versão ASW Enhanced já em serviço na Itália.
Custo: ~€900 milhões-€1,2 bilhão por unidade.
Tripulação: ~130-150 pessoas (automatização avançada).
Vantagens: Comprovada em serviço (França, Itália), excelente ASW, interoperável com NATO. FREMM Evo adiciona guerra eletrônica e resistência cibernética.
Desvantagens: Custo alto e tamanho excessivo para Portugal; foco em alta intensidade pode ser desproporcional.
7. F110 (Navantia)
Deslocamento: ~6.100 toneladas.
Capacidade ASW: Sonar de casco (Thales BlueMaster), TAS (CAPTAS 4 Compact), um helicóptero ASW (expansível a dois). Suporte a UUVs.
Custo: ~€800-950 milhões por unidade (baseado em contrato espanhol).
Tripulação: ~130-150 pessoas.
Vantagens: Design moderno, ASW robusto, integração com sistemas NATO (Aegis-lite). Construção em curso para Espanha.
Desvantagens: Custo moderadamente alto, tripulação e tamanho superiores ao ideal para Portugal.

ASW (1-5): Avaliação da capacidade antissubmarina com base em sensores, armas e helicópteros.
Adequação a Portugal: Considera custo, tamanho, tripulação e alinhamento com missões típicas.
Recomendação
Melhor Escolha: MEKO A-210
Por quê?: Equilibra custo (€600-750M) e capacidade ASW sólida (sonar, TAS, dois helicópteros). A tripulação reduzida e o tamanho (~4.000 toneladas) são ideais para Portugal, enquanto a herança MEKO garante familiaridade operacional. A modularidade permite ajustes ao orçamento e às necessidades específicas.
Risco: Ausência de unidades em serviço exige confiança na TKMS para entrega sem atrasos.
Alternativa Viável: PPA Evo
Por quê?: Custo competitivo (€600-800M), flexibilidade multifuncional e interoperabilidade NATO. Embora o ASW seja menos especializado, o TAS e helicópteros atendem às demandas do Atlântico. A evolução do PPA promete modernidade a preço acessível.
Risco: Menos foco em ASW puro e detalhes técnicos ainda em desenvolvimento.
Opção Premium (menos provável): ASWF
Por quê?: ASW de ponta, projetada para o Atlântico Norte, com automação que reduz custos operacionais a longo prazo. Custo (€800-1000M) é alto, mas justificável para máxima capacidade ASW.
Limitação: Excede o orçamento típico sem apoio significativo da NATO.
Conclusão
A MEKO A-210 é a fragata que melhor se ajusta aos requisitos da Marinha Portuguesa, oferecendo uma solução moderna, econômica e alinhada com a experiência existente (MEKO 200PN), além de atender às necessidades ASW no Atlântico e às missões NATO. A PPA Evo é uma alternativa atraente se Portugal priorizar versatilidade a custo moderado. Modelos como Type 26, FREMM Evo e MEKO A-300, embora superiores em ASW, são caros e grandes demais para o contexto português, enquanto a F110 e a ASWF, apesar de excelentes, também extrapolam o orçamento ideal sem oferecer vantagens proporcionais às necessidades estratégicas. A escolha final dependerá do financiamento disponível e da disposição para assumir riscos em projetos ainda não testados (como A-210 e PPA Evo).
- J.Ricardo
- Sênior
- Mensagens: 7972
- Registrado em: Qui Jan 13, 2005 1:44 pm
- Agradeceu: 2863 vezes
- Agradeceram: 1164 vezes
Re: Marinha de Portugal
Essa PPA Evo é muito feia, deve assustar pela feiura qualquer adversário, ao mesmo tempo ASWF é linda, como toda família da Damen, mas acho que para Portugal a Meko A-210 é o mais racional também.
Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil,
Vossos peitos, vossos braços,
São muralhas do Brasil!
Que apresentam face hostil,
Vossos peitos, vossos braços,
São muralhas do Brasil!
- cabeça de martelo
- Sênior
- Mensagens: 41143
- Registrado em: Sex Out 21, 2005 10:45 am
- Localização: Portugal
- Agradeceu: 1227 vezes
- Agradeceram: 3130 vezes
Re: Marinha de Portugal
Tanto as Meko A200/210 como as SIGMA Multi Mission Frigate 12516 têm um rácio custo-beneficio altíssimo.J.Ricardo escreveu: Qua Mar 26, 2025 2:36 pm Essa PPA Evo é muito feia, deve assustar pela feiura qualquer adversário, ao mesmo tempo ASWF é linda, como toda família da Damen, mas acho que para Portugal a Meko A-210 é o mais racional também.
- EduClau
- Sênior
- Mensagens: 2704
- Registrado em: Sáb Abr 28, 2012 9:04 pm
- Agradeceu: 2642 vezes
- Agradeceram: 834 vezes
Re: Marinha de Portugal
Esqueçam palpites de IA, sabe nada. Pois vossa necessidade de fragatas foi atendida:
LAAD: Embraer apresenta portfólio de Defesa & Segurança

https://www.defesaaereanaval.com.br/def ... -seguranca
![Cool 8-]](./images/smilies/icon_cool.gif)
LAAD: Embraer apresenta portfólio de Defesa & Segurança

https://www.defesaaereanaval.com.br/def ... -seguranca
![Cool 8-]](./images/smilies/icon_cool.gif)