Patrulha da Fronteira.
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Patrulha da Fronteira.
Abro este tópico para debatermos sobre este tema, que, apesar de ser tão importante, é deixado de lado pelos nosso governantes.
Qual será a solução.
Deixar a PF?
Eu acho um erro.
O EB?
Outro erro.
Policias Estaduais?
Também um erro.
E aí, oque vocês acham?
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Re: Patrulha da Fronteira.
Bem mantendo a mesma opinião a cerca de 5 anos qdo da minha entrada no DB re-afirmo. O Brasil precisaria para enfrentar os desafios dos eventos internacionais com que nós nos COMPROMETEMOS, d um ministério do interior que congregasse um DPF/PRF/PFF/GMF(guarda Marítima Federal-proteção portuária)/ bem como da Guarda Federal de Fronteiras, todos esses órgãos integrados por um sistema de inteligência compilado nos moldes do SIVAM e que englobasse tb a Agência Federal de Defesa Civil.prp escreveu:Abro este tópico para debatermos sobre este tema, que, apesar de ser tão importante, é deixado de lado pelos nosso governantes.
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Re: Patrulha da Fronteira.
Concordo com o Walter. O Brasil não pode mais evitar este desafio. Muito mais que a simples problemática da segurança pública, este novo patamar que almejamos nos coloca diante de novos riscos, novos desafios. Um Ministério do Interior e suas ferramentas de inteligência e repressão são fundamentais. É é para ontem.WalterGaudério escreveu:Bem mantendo a mesma opinião a cerca de 5 anos qdo da minha entrada no DB re-afirmo. O Brasil precisaria para enfrentar os desafios dos eventos internacionais com que nós nos COMPROMETEMOS, d um ministério do interior que congregasse um DPF/PRF/PFF/GMF(guarda Marítima Federal-proteção portuária)/ bem como da Guarda Federal de Fronteiras, todos esses órgãos integrados por um sistema de inteligência compilado nos moldes do SIVAM e que englobasse tb a Agência Federal de Defesa Civil.prp escreveu:Abro este tópico para debatermos sobre este tema, que, apesar de ser tão importante, é deixado de lado pelos nosso governantes.
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- Matheus
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Re: Patrulha da Fronteira.
Eu acho que deveria ser criada a Força Ostensiva da União que englobaria PRF, PFF e Guarda Portuária sob um mesmo comando, adicionando efefetivo para uma divisão de fronteiras, liberando os PF para sua "atividade fim".
- prp
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Re: Patrulha da Fronteira.
Também acho que há a necessidade de criar um ministério para que os orgão se integrassem na questã de inteligencia, apesar que a principio este orgão existe que é o MJ.WalterGaudério escreveu:Bem mantendo a mesma opinião a cerca de 5 anos qdo da minha entrada no DB re-afirmo. O Brasil precisaria para enfrentar os desafios dos eventos internacionais com que nós nos COMPROMETEMOS, d um ministério do interior que congregasse um DPF/PRF/PFF/GMF(guarda Marítima Federal-proteção portuária)/ bem como da Guarda Federal de Fronteiras, todos esses órgãos integrados por um sistema de inteligência compilado nos moldes do SIVAM e que englobasse tb a Agência Federal de Defesa Civil.prp escreveu:Abro este tópico para debatermos sobre este tema, que, apesar de ser tão importante, é deixado de lado pelos nosso governantes.
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Deixar a PF?
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Quanto a criar a GMF e GFF, apesar de ser o ideal, fica díficil sua criação por causa dos custos, pelo tamanho da fronteira e do mar territorial do Brasil estas forças teriam que ter no mínimo uns 40 mil integrantes o que é duas veses o tamanho da PF. Imagina os custos, já que como são um orgão federal, os salarios dos integrantes seriam iguais ou equivalentes ao da PF ou PRF.
Deixar a cargo dos Estados seria uma covardia com os mesmos, talvez uma ajuda ou um fundo a mais para estes estados investir na policia de fronteira resolveria. Tipo o Estado fronteiriço cria uma Policia de Fronteira, porém custeado pela União. Esta seria um solução provisoria dada a urgência da situação.
Abraços.
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Re: Patrulha da Fronteira.
Prp, tenho que levar tuas observações em conta certamente. Mas o colega esquece que estamos em uma fase de quebra de paradigmas tecnológicos. E na própria PF. veja o início do uso dos UAVs. Não sou desses que considera os UAVs uma panacéia desmedida. Mas acredito qu tenhamos por aí uma solução viável para o problema do (super) efetivo mínimo que teríamos que formar como tu bem disse.prp escreveu:Também acho que há a necessidade de criar um ministério para que os orgão se integrassem na questã de inteligencia, apesar que a principio este orgão existe que é o MJ.WalterGaudério escreveu: Bem mantendo a mesma opinião a cerca de 5 anos qdo da minha entrada no DB re-afirmo. O Brasil precisaria para enfrentar os desafios dos eventos internacionais com que nós nos COMPROMETEMOS, d um ministério do interior que congregasse um DPF/PRF/PFF/GMF(guarda Marítima Federal-proteção portuária)/ bem como da Guarda Federal de Fronteiras, todos esses órgãos integrados por um sistema de inteligência compilado nos moldes do SIVAM e que englobasse tb a Agência Federal de Defesa Civil.
Quanto a criar a GMF e GFF, apesar de ser o ideal, fica díficil sua criação por causa dos custos, pelo tamanho da fronteira e do mar territorial do Brasil estas forças teriam que ter no mínimo uns 40 mil integrantes o que é duas veses o tamanho da PF. Imagina os custos, já que como são um orgão federal, os salarios dos integrantes seriam iguais ou equivalentes ao da PF ou PRF.
Deixar a cargo dos Estados seria uma covardia com os mesmos, talvez uma ajuda ou um fundo a mais para estes estados investir na policia de fronteira resolveria. Tipo o Estado fronteiriço cria uma Policia de Fronteira, porém custeado pela União. Esta seria um solução provisoria dada a urgência da situação.
Abraços.
Mas é justamente aí que entraria o componente de inteligência , que teria como produtores de infos, exatamente UAVs, Humint, sigint, phonint, e o bom e velho "alcagueta". O efetivo seria similar ao da PF, mas voltado para ações ostensivas e de intervenção mesmo, como por exemplo para se flagrar a "exportação" de veículos "subtraídos" no Brasil pelo lago de Itaipu até o Paraguai.
Esse tópico é bom mesmo. Podemos melhorar bastante esta discussão. Agradeço desde já as contribuições.
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Re: Patrulha da Fronteira.
O controle da entrada de pessoas pelas fronteiras já é feito pela Policia Federal e o de mercadorias pela Receita Federal. Fica então em aberto o tráfico ilegal de pessoas e mercadorias que burlam a fiscalização e adentram ou saem do Brasil sem prestar contas às autoridades. A solução mais barata e rápida é usar a PM dos estados como força auxiliar de fiscalização. Bastaria treinar os policiais lotados nos municipios e localidades de fronteira, onde não há agentes federais, no combate ao crime de contrabando e tráfico. Os suspeitos detidos, junto com o material, seriam conduzido para a Delegacia de Policia Federal mais próxima para os trâmites legais. A união, por um convênio, pagaria algum plus e forneceria equipamentos, armas e treinamento. O estado entraria com o pessoal.
saudações
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Todas coisas que nós ouvimos são uma opinião, não um fato. Todas coisas que nós vemos são uma perspectiva, não a verdade. by Marco Aurélio, imperador romano.
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Re: Patrulha da Fronteira.
É uma outra idéia. Válida e bem mais pragmática com certeza. Mas como eu já havia mencionado não dá para querer albergar eventos de classe mundial improvisando na segurança. No mínimo um orgão coordenador, o Ministério do Interior, deveria ser criado para dar "pega" na integração dos órgãos subordinados, usando até mesmo, porque não?, a colaboração das forças estaduais.delmar escreveu:O controle da entrada de pessoas pelas fronteiras já é feito pela Policia Federal e o de mercadorias pela Receita Federal. Fica então em aberto o tráfico ilegal de pessoas e mercadorias que burlam a fiscalização e adentram ou saem do Brasil sem prestar contas às autoridades. A solução mais barata e rápida é usar a PM dos estados como força auxiliar de fiscalização. Bastaria treinar os policiais lotados nos municipios e localidades de fronteira, onde não há agentes federais, no combate ao crime de contrabando e tráfico. Os suspeitos detidos, junto com o material, seriam conduzido para a Delegacia de Policia Federal mais próxima para os trâmites legais. A união, por um convênio, pagaria algum plus e forneceria equipamentos, armas e treinamento. O estado entraria com o pessoal.
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- FCarvalho
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Re: Patrulha da Fronteira.
Sempre achei que o problema da vigilancia das fronteiras, terrestre e maritima, poderia ser parcialmente resolvido com a criação de um "Corpo de Carabineiros do Brasil", em moldes similares aos existentes na Argentina, Chile e Itália.
E não é só questão de inventar mais um órgão, ou aumentar o numero de funcionários públicos. Mas antes, investir em tecnologia e em formação e capacitação de pessoal.
Nas minhas contas, uma unidade deste "CCB" em nivel blt, com pouco mais de mil homens, em cada estado fronteiriço, daria em torno de uns 12 mil. Estas unidades seriam composta por pessoal adm, inteligencia/tecnologia, tropa, logistica/apoio e aéreo. Seria uma especie de batalhao de infantaria vitaminado, mas bem melhor dotado e organizado, e focado na missão.
E deixa a PF fazer o seu trabalho de policia juduciária.
Antes que digam que seria pouco, olhando as nossas fornteiras, principalmente aqui no norte, e lembrando que as mesmas são aéreas sob responsabilidade federal, cabe ressaltar que sua vigilância, exige mais do que quantidade, mas integração e interoperacionalidade entre todos os órgãos governamentais de todas as esferas do poder público. Se isso começar a ser feito com mais qualidade, nossas fronteiras vão deixar de ser a peneira que são.
Sabem porque o EB nem sequer imagina abrir mão de ter as PM's destes país como forças auxiliares? É só dar uma boa olhada para a situação e os ilicitos da maior parte das nossas fronteiras. E dar uma olhadinha também dentro da maioria de nossas OM's.
abraços.
E não é só questão de inventar mais um órgão, ou aumentar o numero de funcionários públicos. Mas antes, investir em tecnologia e em formação e capacitação de pessoal.
Nas minhas contas, uma unidade deste "CCB" em nivel blt, com pouco mais de mil homens, em cada estado fronteiriço, daria em torno de uns 12 mil. Estas unidades seriam composta por pessoal adm, inteligencia/tecnologia, tropa, logistica/apoio e aéreo. Seria uma especie de batalhao de infantaria vitaminado, mas bem melhor dotado e organizado, e focado na missão.
E deixa a PF fazer o seu trabalho de policia juduciária.
Antes que digam que seria pouco, olhando as nossas fornteiras, principalmente aqui no norte, e lembrando que as mesmas são aéreas sob responsabilidade federal, cabe ressaltar que sua vigilância, exige mais do que quantidade, mas integração e interoperacionalidade entre todos os órgãos governamentais de todas as esferas do poder público. Se isso começar a ser feito com mais qualidade, nossas fronteiras vão deixar de ser a peneira que são.
Sabem porque o EB nem sequer imagina abrir mão de ter as PM's destes país como forças auxiliares? É só dar uma boa olhada para a situação e os ilicitos da maior parte das nossas fronteiras. E dar uma olhadinha também dentro da maioria de nossas OM's.
abraços.
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Re: Patrulha da Fronteira.
Câmara aprova poder de polícia para Forças Armadas nas fronteiras
Defesa
Escrito por Defesa Brasil
Ter, 09 de Março de 2010 22:44
Projeto segue para análise do Senado Federal; Proposta amplia poder do ministro da Defesa.

(G1) - A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (9) um projeto que dá poder de polícia para as Forças Armadas nas regiões de fronteiras. Os deputados incluíram na proposta que o poder de polícia para Exército, Marinha e Aeronáutica vale também em áreas com finalidades específicas, como reservas indígenas. O projeto segue agora para o Senado Federal.
A proposta de dar poder de polícia para as Forças Armadas nas regiões de fronteiras foi enviada pelo Executivo em dezembro do ano passado. Pelo texto, será permitido às Forças Armadas nestas áreas fazer patrulhamento, revista de pessoas, veículos, embarcações e aeronaves e prisões em flagrante. Estas atividades são permitidas tanto nas fronteiras terrestres quanto nas marítimas.
No plenário da Câmara, os deputados aprovaram uma emenda de Antonio Carlos Pannunzio (PSDB-SP) enfatizando que este poder independe da “posse, propriedade ou finalidade” da terra. Com isso, Pannunzio acredita estar autorizado o patrulhamento pelas Forças Armadas das terras indígenas.
O projeto faz outras reestruturações na estrutura nacional de Defesa do país e aumenta o poder do ministro da Defesa. Caberá a ele e não mais ao presidente da República a indicação dos comandantes do Exército, da Aeronáutica e da Marinha.
Este foi o único projeto votado nesta noite. A polêmica decisão sobre a liberação dos bingos ficou para ser discutida na quarta-feira (10). O líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), defende a aprovação argumentando que é no jogo ilegal que se realizam crimes como lavagem de dinheiro e corrupção policial.
Também para quarta-feira está previsto o embate final sobre os royalties do petróleo dentro do projeto que trata da mudança do modelo de exploração de concessão para partilha na camada pré-sal.
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Defesa
Escrito por Defesa Brasil
Ter, 09 de Março de 2010 22:44
Projeto segue para análise do Senado Federal; Proposta amplia poder do ministro da Defesa.

(G1) - A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (9) um projeto que dá poder de polícia para as Forças Armadas nas regiões de fronteiras. Os deputados incluíram na proposta que o poder de polícia para Exército, Marinha e Aeronáutica vale também em áreas com finalidades específicas, como reservas indígenas. O projeto segue agora para o Senado Federal.
A proposta de dar poder de polícia para as Forças Armadas nas regiões de fronteiras foi enviada pelo Executivo em dezembro do ano passado. Pelo texto, será permitido às Forças Armadas nestas áreas fazer patrulhamento, revista de pessoas, veículos, embarcações e aeronaves e prisões em flagrante. Estas atividades são permitidas tanto nas fronteiras terrestres quanto nas marítimas.
No plenário da Câmara, os deputados aprovaram uma emenda de Antonio Carlos Pannunzio (PSDB-SP) enfatizando que este poder independe da “posse, propriedade ou finalidade” da terra. Com isso, Pannunzio acredita estar autorizado o patrulhamento pelas Forças Armadas das terras indígenas.
O projeto faz outras reestruturações na estrutura nacional de Defesa do país e aumenta o poder do ministro da Defesa. Caberá a ele e não mais ao presidente da República a indicação dos comandantes do Exército, da Aeronáutica e da Marinha.
Este foi o único projeto votado nesta noite. A polêmica decisão sobre a liberação dos bingos ficou para ser discutida na quarta-feira (10). O líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), defende a aprovação argumentando que é no jogo ilegal que se realizam crimes como lavagem de dinheiro e corrupção policial.
Também para quarta-feira está previsto o embate final sobre os royalties do petróleo dentro do projeto que trata da mudança do modelo de exploração de concessão para partilha na camada pré-sal.
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AD ASTRA PER ASPERA
Re: Patrulha da Fronteira.
Pará será o primeiro estado a ter unidade
de policiamento especializado de fronteiras
O programa de Policiamento Especializado de Fronteiras (Pefron), iniciativa do Programa Nacional de Segurança Pública (Pronasci), terá duas bases instaladas no Pará. A primeira será em Breves, município do arquipélago do Marajó; a localização da segunda ainda está sob estudo. O anúncio foi feito no final da tarde desta segunda-feira, (22), pelo coordenador técnico do Pefron, Daniel Rocha, durante reunião com a governadora Ana Júlia Carepa, em Belém.
O objetivo do projeto é combater, de forma repreensiva e combativa, a criminalidade nas áreas de fronteira do país, como contrabando de armas e munições, crimes ambientais, roubo de cargas e veículos, entre outros delitos. Sendo o Brasil um país que tem 16,8 mil quilômetros de áreas de fronteira, o Pefron torna-se ainda mais estratégico. Além do Pará, o projeto também será instalado no Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima.
Rocha explica que o Pefron é elaborado de acordo com a realidade demográfica de cada região. No caso do Pará, o projeto apresentado prevê a instalação de duas bases. Cada uma com 12 contêineres articulados e adaptados para receber alojamentos, escritórios, salas de reunião; seis caminhonetes; dois caminhões específicos; lanchas de 35 pés, jet boat, barcos que precisam de apenas 25 cm de profundidade para navegação, jet skis para 3 tripulantes; voadeiras, armamentos e munição; além de equipamentos como óculos de visão noturna, rádios comunicadores de alta potência; itens de proteção individual (coletes a prova de balas, capacetes); e um efetivo de 46 homens e mulheres.
Para a governadora, a parceria entre os governos federal e estadual trará mais segurança não só para a região do Marajó, mas para todo o Pará. "Os governos vão atuar de forma conjunta, defendendo o território nacional e, principalmente, combatendo a violência nessas áreas. E com o detalhe característico da base, que é a mobilidade. Isso significa que a mesma estrutura que teremos, primeiramente em Breves, poderá ser deslocada para outros municípios", disse ela.
O governo do Pará assumirá o custeio com combustível para as embarcações e viaturas, além de munição para as armas. O governo federal, através do Ministério da Justiça, assumirá o pagamento de diárias para os agentes de segurança, que, segundo estimativas da coordenação do Pefron, significa um incremento de até R$ 1.700,00 mensais sobre o valor dos vencimentos. "Este adicional serve para motivar o profissional para atuar nessa missão. Ele se sente melhor valorizado, até porque estará longe da família e em área de fronteira", pondera.
Célia Moreno - Ex Libris
Mais informações: Assessoria de imprensa do Governo do Pará
de policiamento especializado de fronteiras
O programa de Policiamento Especializado de Fronteiras (Pefron), iniciativa do Programa Nacional de Segurança Pública (Pronasci), terá duas bases instaladas no Pará. A primeira será em Breves, município do arquipélago do Marajó; a localização da segunda ainda está sob estudo. O anúncio foi feito no final da tarde desta segunda-feira, (22), pelo coordenador técnico do Pefron, Daniel Rocha, durante reunião com a governadora Ana Júlia Carepa, em Belém.
O objetivo do projeto é combater, de forma repreensiva e combativa, a criminalidade nas áreas de fronteira do país, como contrabando de armas e munições, crimes ambientais, roubo de cargas e veículos, entre outros delitos. Sendo o Brasil um país que tem 16,8 mil quilômetros de áreas de fronteira, o Pefron torna-se ainda mais estratégico. Além do Pará, o projeto também será instalado no Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima.
Rocha explica que o Pefron é elaborado de acordo com a realidade demográfica de cada região. No caso do Pará, o projeto apresentado prevê a instalação de duas bases. Cada uma com 12 contêineres articulados e adaptados para receber alojamentos, escritórios, salas de reunião; seis caminhonetes; dois caminhões específicos; lanchas de 35 pés, jet boat, barcos que precisam de apenas 25 cm de profundidade para navegação, jet skis para 3 tripulantes; voadeiras, armamentos e munição; além de equipamentos como óculos de visão noturna, rádios comunicadores de alta potência; itens de proteção individual (coletes a prova de balas, capacetes); e um efetivo de 46 homens e mulheres.
Para a governadora, a parceria entre os governos federal e estadual trará mais segurança não só para a região do Marajó, mas para todo o Pará. "Os governos vão atuar de forma conjunta, defendendo o território nacional e, principalmente, combatendo a violência nessas áreas. E com o detalhe característico da base, que é a mobilidade. Isso significa que a mesma estrutura que teremos, primeiramente em Breves, poderá ser deslocada para outros municípios", disse ela.
O governo do Pará assumirá o custeio com combustível para as embarcações e viaturas, além de munição para as armas. O governo federal, através do Ministério da Justiça, assumirá o pagamento de diárias para os agentes de segurança, que, segundo estimativas da coordenação do Pefron, significa um incremento de até R$ 1.700,00 mensais sobre o valor dos vencimentos. "Este adicional serve para motivar o profissional para atuar nessa missão. Ele se sente melhor valorizado, até porque estará longe da família e em área de fronteira", pondera.
Célia Moreno - Ex Libris
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Re: Patrulha da Fronteira.
Um texto de um colega para debate:
"Começo contando que tive a oportunidade de fazer faculdade de Administração, com enfoque em Comércio Exterior. Foram 02 anos só de trabalhos, pesquisas etc focado em Comércio Internacional, Relações Internacionais, entre outros temas relacionados. Pois bem, eis que analisando alguns fatores, vejam como a mídia e com toda certeza os governantes (talvez propositadamente) nunca mencionam a questão dos mares. Sabiam colegas, que a RF só consegue fiscalizar 2% (isso mesmo: dois porcento) de toda a mercadoria que chega pelos containeres via marítimo? Como acham que chegam às mãos dos mafiosos (traficantes de drogas principalmente) as grandes quantidades de AK 47, HK, etc, metralhadoras das mais diversas marcas e calibres? DENTRO DESSES CONTAINERES vindos pelo mar do Oriente Médio, da Europa, EUA. Pasmem, por exemplo, eles cruzam a BR 277 de Paranaguá até Foz, na modalidade de trânsito aduaneiro, até um recinto alfandegado do Paraguai, encomendados por traficantes paraguaios. Já no Paraguai, essas armas retornam para o Brasil ou se destinam aos demais países limítrofes. O que nos atrapalha é a Legislação Aduaneira do Brasil, retrógrada e engendrada pela RF, que dificulta de todas as formas nossa fiscalização de containeres (Deus me livre se abrirmos um container sem fundada suspeita...). Só para que entendamos mais um pouco, na Zona Primária 2% passam no Canal Vermelho (verificação física e documental), outros 10% passam no Canal Cinza (verificação documental) e os demais passam no Canal Verde (passagem livre).Com certeza os traficantes de armas sabem disso, pois têm mais de 90 % de chance de atravessar containeres carregadinhos de armas não só para o Brasil, mas aproveitando-se de nosso território para levar aos demais países da América do Sul. Nem a PF se mete a mexer nesses containeres se não tiver um mandado ou uma denúncia muito bem fundamentada."
"Começo contando que tive a oportunidade de fazer faculdade de Administração, com enfoque em Comércio Exterior. Foram 02 anos só de trabalhos, pesquisas etc focado em Comércio Internacional, Relações Internacionais, entre outros temas relacionados. Pois bem, eis que analisando alguns fatores, vejam como a mídia e com toda certeza os governantes (talvez propositadamente) nunca mencionam a questão dos mares. Sabiam colegas, que a RF só consegue fiscalizar 2% (isso mesmo: dois porcento) de toda a mercadoria que chega pelos containeres via marítimo? Como acham que chegam às mãos dos mafiosos (traficantes de drogas principalmente) as grandes quantidades de AK 47, HK, etc, metralhadoras das mais diversas marcas e calibres? DENTRO DESSES CONTAINERES vindos pelo mar do Oriente Médio, da Europa, EUA. Pasmem, por exemplo, eles cruzam a BR 277 de Paranaguá até Foz, na modalidade de trânsito aduaneiro, até um recinto alfandegado do Paraguai, encomendados por traficantes paraguaios. Já no Paraguai, essas armas retornam para o Brasil ou se destinam aos demais países limítrofes. O que nos atrapalha é a Legislação Aduaneira do Brasil, retrógrada e engendrada pela RF, que dificulta de todas as formas nossa fiscalização de containeres (Deus me livre se abrirmos um container sem fundada suspeita...). Só para que entendamos mais um pouco, na Zona Primária 2% passam no Canal Vermelho (verificação física e documental), outros 10% passam no Canal Cinza (verificação documental) e os demais passam no Canal Verde (passagem livre).Com certeza os traficantes de armas sabem disso, pois têm mais de 90 % de chance de atravessar containeres carregadinhos de armas não só para o Brasil, mas aproveitando-se de nosso território para levar aos demais países da América do Sul. Nem a PF se mete a mexer nesses containeres se não tiver um mandado ou uma denúncia muito bem fundamentada."
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Re: Patrulha da Fronteira.
Escabroso. Vai ver que será uma copa do Mundo muito Tranquila, idem para as olimpíadas. Isso sem esquecer que não temos uma legislação realista anti-terror...Matheus escreveu:Um texto de um colega para debate:
"Começo contando que tive a oportunidade de fazer faculdade de Administração, com enfoque em Comércio Exterior. Foram 02 anos só de trabalhos, pesquisas etc focado em Comércio Internacional, Relações Internacionais, entre outros temas relacionados. Pois bem, eis que analisando alguns fatores, vejam como a mídia e com toda certeza os governantes (talvez propositadamente) nunca mencionam a questão dos mares. Sabiam colegas, que a RF só consegue fiscalizar 2% (isso mesmo: dois porcento) de toda a mercadoria que chega pelos containeres via marítimo? Como acham que chegam às mãos dos mafiosos (traficantes de drogas principalmente) as grandes quantidades de AK 47, HK, etc, metralhadoras das mais diversas marcas e calibres? DENTRO DESSES CONTAINERES vindos pelo mar do Oriente Médio, da Europa, EUA. Pasmem, por exemplo, eles cruzam a BR 277 de Paranaguá até Foz, na modalidade de trânsito aduaneiro, até um recinto alfandegado do Paraguai, encomendados por traficantes paraguaios. Já no Paraguai, essas armas retornam para o Brasil ou se destinam aos demais países limítrofes. O que nos atrapalha é a Legislação Aduaneira do Brasil, retrógrada e engendrada pela RF, que dificulta de todas as formas nossa fiscalização de containeres (Deus me livre se abrirmos um container sem fundada suspeita...). Só para que entendamos mais um pouco, na Zona Primária 2% passam no Canal Vermelho (verificação física e documental), outros 10% passam no Canal Cinza (verificação documental) e os demais passam no Canal Verde (passagem livre).Com certeza os traficantes de armas sabem disso, pois têm mais de 90 % de chance de atravessar containeres carregadinhos de armas não só para o Brasil, mas aproveitando-se de nosso território para levar aos demais países da América do Sul. Nem a PF se mete a mexer nesses containeres se não tiver um mandado ou uma denúncia muito bem fundamentada."
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Re: Patrulha da Fronteira.
O assunto refere-se aos conteineres em geral ou especificamente aqueles destinados ao Paraguai? No caso dos destinados a outros países e que apenas transitam fechados pelo Brasil, não podem realmente serem abertos para fiscalização em trânsito. Já a mercadoria destinada ao Brasil pode ser fiscalizada quando do ingresso.
O que está sendo muito usado, atualmente, são os aparelhos de raio X. Existem aparelhos que examinam um conteiner inteiro sem abrir. Muitos já foram instalados nos portos brasileiros.
O que está sendo muito usado, atualmente, são os aparelhos de raio X. Existem aparelhos que examinam um conteiner inteiro sem abrir. Muitos já foram instalados nos portos brasileiros.
Todas coisas que nós ouvimos são uma opinião, não um fato. Todas coisas que nós vemos são uma perspectiva, não a verdade. by Marco Aurélio, imperador romano.
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Re: Patrulha da Fronteira.
Mas por algum motivo muito misterioso, o que existe em Paranaguá, vive em pane, e não tem uma manutenção, digamos, ágil...delmar escreveu:O assunto refere-se aos conteineres em geral ou especificamente aqueles destinados ao Paraguai? No caso dos destinados a outros países e que apenas transitam fechados pelo Brasil, não podem realmente serem abertos para fiscalização em trânsito. Já a mercadoria destinada ao Brasil pode ser fiscalizada quando do ingresso.
O que está sendo muito usado, atualmente, são os aparelhos de raio X. Existem aparelhos que examinam um conteiner inteiro sem abrir. Muitos já foram instalados nos portos brasileiros.
Só há 2 tipos de navios: os submarinos e os alvos...
Armam-se homens com as melhores armas.
Armam-se Submarinos com os melhores homens.
Os sábios PENSAM
Os Inteligentes COPIAM
Os Idiotas PLANTAM e os
Os Imbecis FINANCIAM...
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