o poder de dissuasão do EB
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o poder de dissuasão do EB
Gostaria de propor este tópico para discutir o que seria o poder de dissuasão do Exercito Brasileiro. fato que não está claro para mim.
Frente aos paises da America do Sul acredito que a dissuasão não é do EB e sim da Economia Brasileira. Qualquer pais sulamericano que declarasse ao guerra ao Brasil entraria em grave situação financeira. Os possiveis conflitos seriam ataques contra guerrilheiros, guerras de uma semana, ataque chavistas,etc. Na minha opinão, para estes conflitos, o EB apresenta ainda um fator de dissuasão.
Olhando como possiveis novos inimigos, a curto prazo, teríamos EUA ou UE ou uma coligação EUA/UE. Fatores de atritos seriam vários: Amazonia, petróleo, agua, atritos comerciais,etc.
Ai o poder de dissuasão do EB cai drasticamente. Se a FAB pensa em seus novos caças e a guerra via redes(seria suficiente?) e a MB sonha com seus submarinos nucleares como fator de dissuasão, o que sobra ao EB?
O EB apresentaria que fator predominante como dissuasão? Um possivel inimigo veria que fator que o desanimaria de enfrentar o EB? Um grupo bem treinado? uma aviação bem treinada? uma capacidade de grande mobilização de pessoal?
Espero os comentários dos colegas.
Frente aos paises da America do Sul acredito que a dissuasão não é do EB e sim da Economia Brasileira. Qualquer pais sulamericano que declarasse ao guerra ao Brasil entraria em grave situação financeira. Os possiveis conflitos seriam ataques contra guerrilheiros, guerras de uma semana, ataque chavistas,etc. Na minha opinão, para estes conflitos, o EB apresenta ainda um fator de dissuasão.
Olhando como possiveis novos inimigos, a curto prazo, teríamos EUA ou UE ou uma coligação EUA/UE. Fatores de atritos seriam vários: Amazonia, petróleo, agua, atritos comerciais,etc.
Ai o poder de dissuasão do EB cai drasticamente. Se a FAB pensa em seus novos caças e a guerra via redes(seria suficiente?) e a MB sonha com seus submarinos nucleares como fator de dissuasão, o que sobra ao EB?
O EB apresentaria que fator predominante como dissuasão? Um possivel inimigo veria que fator que o desanimaria de enfrentar o EB? Um grupo bem treinado? uma aviação bem treinada? uma capacidade de grande mobilização de pessoal?
Espero os comentários dos colegas.
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Re: o poder de dissuasão do EB
Como contribuição vamos às entrevistas recentes do Gen Heleno.
TV Educativa do PR - Entrevista Gen Heleno
O General Augusto Heleno participou do “Falando Francamente” desta sexta-feira, dia 09 de outubro de 2009.
O General Augusto Heleno foi o entrevistado do jornalista Carlos Chagas no “Falando Francamente” que foi ao ar nesta sexta-feira, às 19h45, pela Paraná Educativa. Na entrevista, são abordados temas como o interesse internacional na Amazônia e a situação dos povos indígenas no Brasil. O General fala, ainda, da missão militar brasileira no Haiti, das dificuldades encontradas e de como os soldados brasileiros conseguiram, com muita dificuldade, conquistar a confiança da população local.
O General Heleno é comandante do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército (DCT), foi Comandante Militar na Amazônia durante dois anos e o primeiro Comandante Militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti.
Foi declarado Aspirante a Oficial de Cavalaria em 1969, na Academia Militar das Agulhas Negras (RJ), sendo o primeiro colocado na sua turma. Foi também o primeiro colocado na turma de cavalaria na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO) e na Escola de Comando e Estado Maior do Exército (ECEME), recebendo por isso a Medalha Marechal Hermes de prata dourada com três coroas. No posto de Tenente-Coronel, integrou a missão militar brasileira de instrução no Paraguai. Como Coronel, comandou a Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), em Campinas. Foi Adido Militar da Embaixada do Brasil, em Paris. Como Oficial-General, foi comandante do Centro de Capacitação Física do Exército, Chefe do Centro de Comunicação e do Gabinete do Comandante.
Clique aqui para acessar a entrevista!
Parte 01
http://www.rtve.pr.gov.br/modules/debas ... hp?id=2795
Parte 02
http://www.rtve.pr.gov.br/modules/debas ... hp?id=2794
Parte 03
http://www.rtve.pr.gov.br/modules/debas ... hp?id=2793
TV Educativa do PR - Entrevista Gen Heleno
O General Augusto Heleno participou do “Falando Francamente” desta sexta-feira, dia 09 de outubro de 2009.
O General Augusto Heleno foi o entrevistado do jornalista Carlos Chagas no “Falando Francamente” que foi ao ar nesta sexta-feira, às 19h45, pela Paraná Educativa. Na entrevista, são abordados temas como o interesse internacional na Amazônia e a situação dos povos indígenas no Brasil. O General fala, ainda, da missão militar brasileira no Haiti, das dificuldades encontradas e de como os soldados brasileiros conseguiram, com muita dificuldade, conquistar a confiança da população local.
O General Heleno é comandante do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército (DCT), foi Comandante Militar na Amazônia durante dois anos e o primeiro Comandante Militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti.
Foi declarado Aspirante a Oficial de Cavalaria em 1969, na Academia Militar das Agulhas Negras (RJ), sendo o primeiro colocado na sua turma. Foi também o primeiro colocado na turma de cavalaria na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO) e na Escola de Comando e Estado Maior do Exército (ECEME), recebendo por isso a Medalha Marechal Hermes de prata dourada com três coroas. No posto de Tenente-Coronel, integrou a missão militar brasileira de instrução no Paraguai. Como Coronel, comandou a Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), em Campinas. Foi Adido Militar da Embaixada do Brasil, em Paris. Como Oficial-General, foi comandante do Centro de Capacitação Física do Exército, Chefe do Centro de Comunicação e do Gabinete do Comandante.
Clique aqui para acessar a entrevista!
Parte 01
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Parte 02
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Parte 03
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"A disciplina militar prestante não se aprende senhor, sonhando e na fantasia, mas labutando e pelejando." (CAMÕES)
Jauro.
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Re: o poder de dissuasão do EB
Transmitindo clareza, sinceridade e simpatia.
Muito boa esta entrevista.
Obrigado jauro pela contribuição!
![Maneiro [000]](./images/smilies/000.gif)
Muito boa esta entrevista.
Obrigado jauro pela contribuição!
![Maneiro [000]](./images/smilies/000.gif)
Se na batalha de Passo do Rosário houve controvérsias. As Vitórias em Lara-Quilmes e Monte Santiago, não deixam duvidas de quem às venceu!
- FCarvalho
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Re: o poder de dissuasão do EB
Foi declarado Aspirante a Oficial de Cavalaria em 1969, na Academia Militar das Agulhas Negras (RJ), sendo o primeiro colocado na sua turma. Foi também o primeiro colocado na turma de cavalaria na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO) e na Escola de Comando e Estado Maior do Exército (ECEME), recebendo por isso a Medalha Marechal Hermes de prata dourada com três coroas. No posto de Tenente-Coronel, integrou a missão militar brasileira de instrução no Paraguai. Como Coronel, comandou a Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), em Campinas. Foi Adido Militar da Embaixada do Brasil, em Paris. Como Oficial-General, foi comandante do Centro de Capacitação Física do Exército, Chefe do Centro de Comunicação e do Gabinete do Comandante.
GENERAL HELENO PARA PRESIDENTE JÁ

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Carpe Diem
- lobo_guara
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Re: o poder de dissuasão do EB
Numa guerra total contra uma potência estrangeira o maior fator dissuasivo do EB é o coeficiente populacional brasileiro, por isso a importância da manutenção do serviço militar obrigatório e de um eficiente sistema de mobilização além é claro de capacidade industrial para a produção dos equipamentos e insumos básicos tais como o armamento individual, morteiros, metraladoras, lança rojão, mísseis anti-carro, veículos militares em geral (caminhões, pick-ups e jeeps), obuseiros, canhões, rádios e sistemas de comunicação, misseis anti-aéreos, radares e veículos blindados bem como as suas munições. Isso permitiria num caso extremo mantermos uma guerra de resistência a partir do interior do país por um longo tempo, algo terrivelmente insuportável para qualquer superpotência haja vistas os resultados danosos disso tanto para sua economia, pois custa muito caro a manutenção de um aparato militar high-tech por um tempo muito grande, mesmo para os países mais ricos do planeta, como para a sua imagem junto a opinião pública internacional e também interna. Felizmente o governo para entender da mesma forma e esta trabalhando para que tenhamos autonomia na maior parte desses equipamentos, os quais em grande parte já os fábricamos ou temos capacidade para faze-lo em curto e médio prazo, exemplo disso é o esforço para fortalecer a atual base industrial existente no setor, tal como ocorre no processo de recuperação da Avibras, ou no projeto da nova família de blindados sobre rodas do EB.
Deve, pois, um príncipe não ter outro objetivo nem outro pensamento, nem tomar qualquer outra coisa por fazer, senão a guerra e a sua organização e disciplina, pois que é essa a única arte que compete a quem comanda. (Machiavelli)
Re: o poder de dissuasão do EB
nevermind.
NÃO À DROGA! NÃO AO CRIME LEGALIZADO! HOJE ÁLCOOL, AMANHÃ COGUMELO, DEPOIS NECROFILIA! QUANDO E ONDE IREMOS PARAR?