Armas anti-tanque brasileiras
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Armas anti-tanque brasileiras
eu tava lendo sobre os rpg na wikipedia e li um fato curioso
http://en.wikipedia.org/wiki/RPG-32
ai diz que o Brasil é operador do rpg-32, é verdade ou erro da wiki???
The Brazilian government has selected the RPG-32 as the replacment for RPG-29s currently in service with the Brazilian armed forces and in 2008 the Brazilian defence conglomorate Avibras signed a contract with Bazalt to manufacture a special tailored version for the Brazilian military.
alguem sabe dizer algo sobre?
e qual as armas que usamos para este fim?
http://en.wikipedia.org/wiki/RPG-32
ai diz que o Brasil é operador do rpg-32, é verdade ou erro da wiki???
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http://ridingaraid.blogspot.com.br/ meu blog
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Re: Armas anti-tanque brasileiras
Até onde sei o EB não usa esse sistema. Apesar de sempre haver a possibilidade de a Brigada de Forças Especiais de Goiania testar vários sistemas de armas. E evidentemente esse pode ser um deles. Mas alguém por aqui teria ficado sabendo disso.U-27 escreveu:eu tava lendo sobre os rpg na wikipedia e li um fato curioso
http://en.wikipedia.org/wiki/RPG-32
ai diz que o Brasil é operador do rpg-32, é verdade ou erro da wiki???
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alguem sabe dizer algo sobre?
e qual as armas que usamos para este fim?
A AVIBRAS tem negociado a licensa ou acordos de produção de vários sistemas russos, principalmente do Complexo KBP Tula. Eu não sei se entre os negócios estabelecidos pela AVIBRAS existe algum com a Bazalt. Seria uma tremenda surpresa.
Só há 2 tipos de navios: os submarinos e os alvos...
Armam-se homens com as melhores armas.
Armam-se Submarinos com os melhores homens.
Os sábios PENSAM
Os Inteligentes COPIAM
Os Idiotas PLANTAM e os
Os Imbecis FINANCIAM...
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Re: Armas anti-tanque brasileiras
Interessante isso. Acho que já li sobre isso em algum lugar essas parcerias entre Avibras e Tula.A AVIBRAS tem negociado a licensa ou acordos de produção de vários sistemas russos, principalmente do Complexo KBP Tula.
De fato a Tula tem produtos bastante interessantes, como as munições guiadas de artilharia de tubo, o sistema anti-mísseis Kashtan-M, o lançador automático de granadas AGS-30 e o próprio Pantsyr.
abraços]
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Re: Armas anti-tanque brasileiras
Aproveitando o tópico, coloco uma pergunta para nosso pessoal com vivência no exército.
Pelo que sei, hoje o EB conta com duas armas de emprego anticarro, o ALAC e o MSS-1. O primeiro é um lança-rojão não guiado relativamente simples e barato, que pode servir também para a apoio de artilharia (como um canhão sem recuo) com um alcance útil de uns 300 ou 400m. O segundo é um míssil bastante sofisticado, pesado e caro, com um alcance de até 4.000m e que só deverá ser empregado contra veículos de alto valor, pois contra outros alvos (casamatas, postos de metralhadoras, construções, etc...) teria uma relação custo-benefício ruim.
A pergunta é: Não existiria espaço para um sistema intermediário, que tivesse um sistema de guiagem mais simples e um peso menor que o MSS-1 mas com alcance, precisão e poder destrutivo maiores que os do ALAC, por um preço também intermediário?
Pergunto isso porque imaginei um conceito para uma arma assim, e na minha empresa estamos em condições de fazer um trabalho conjunto com a faculdade onde alguns dos meus funcionários estudam engenharia para desenvolver este conceito. Mas não gostaria de desperdiçar tempo e dinheiro em um sistema que depois não interessará aos seus clientes em potencial.
O míssil (pois seria um míssil) teria guiamento por câmera de TV usando componentes off-the-shelf, pesaria entre 5 e 6 kg com o container e pronto para lançamento, ogiva de 1,5 a 2 kg , e teria um alcance na faixa dos 2 Km com velocidade de 150 ou 200 km/h. A estabilização seria basicamente aerodinâmica-passiva, para evitar a necessidade de giroscópios e afins, e o custo-objetivo seria algo entre 5 e 10 mil US$. Ao contrário do ALAC e do MSS-1 ele poderia fazer também tiro indireto.
Alguma opinião sobre o um sistema assim?
Leandro G. Card
Pelo que sei, hoje o EB conta com duas armas de emprego anticarro, o ALAC e o MSS-1. O primeiro é um lança-rojão não guiado relativamente simples e barato, que pode servir também para a apoio de artilharia (como um canhão sem recuo) com um alcance útil de uns 300 ou 400m. O segundo é um míssil bastante sofisticado, pesado e caro, com um alcance de até 4.000m e que só deverá ser empregado contra veículos de alto valor, pois contra outros alvos (casamatas, postos de metralhadoras, construções, etc...) teria uma relação custo-benefício ruim.
A pergunta é: Não existiria espaço para um sistema intermediário, que tivesse um sistema de guiagem mais simples e um peso menor que o MSS-1 mas com alcance, precisão e poder destrutivo maiores que os do ALAC, por um preço também intermediário?
Pergunto isso porque imaginei um conceito para uma arma assim, e na minha empresa estamos em condições de fazer um trabalho conjunto com a faculdade onde alguns dos meus funcionários estudam engenharia para desenvolver este conceito. Mas não gostaria de desperdiçar tempo e dinheiro em um sistema que depois não interessará aos seus clientes em potencial.
O míssil (pois seria um míssil) teria guiamento por câmera de TV usando componentes off-the-shelf, pesaria entre 5 e 6 kg com o container e pronto para lançamento, ogiva de 1,5 a 2 kg , e teria um alcance na faixa dos 2 Km com velocidade de 150 ou 200 km/h. A estabilização seria basicamente aerodinâmica-passiva, para evitar a necessidade de giroscópios e afins, e o custo-objetivo seria algo entre 5 e 10 mil US$. Ao contrário do ALAC e do MSS-1 ele poderia fazer também tiro indireto.
Alguma opinião sobre o um sistema assim?
Leandro G. Card
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Re: Armas anti-tanque brasileiras
Hoje as armas AC do EB são, em ordem de alcance:
- Gr de Bocal (25 a 150m)
- AT-4/ALAC (25 a 300m)
- Carl Gustav M-3 (25 a 500m com munição HEAT551)
- Eryx (25 a 600m)
- Milan (50 a 2.000m)
- MSS 1.2 (100 a 3.000m+)
O MSS 1.2 pode ser usado contra alvos tipo casamata ou trincheira, da mesma forma que os gringos usam o Milan, Spike MR e Javelin. Só que no caso do MSS, por ser mais barato que os estrangeiros, o custo-benefício é maior, e por ser fabricado aqui, a vantagem é muito maior (em tese, estoque ilimitado). Acho que é perfeitamente viável o uso de um MSS 1.2 num alvo de alto valor militar tático, como uma casamata bem defendida ou uma metralhadora abrigada, pois as perdas humanas que ocorreriam num assalto a uma posição destas seriam consideráveis, justficando plenamente o emprego do míssil, como já descobriram os ingleses desde as Malvinas, afinal, se o míssil é caro, quanto custa selecionar, formar, treinar e equipar um tenente ou um sargento, ou mesmo um soldado profissional? De qualquer modo o custo-benefício é positivo.
O que você pensa em fazer, e eu penso que seria muito bom, seria um Eryx de maior alcance (cerca de 1.000 - 1.500 m), um conceito similar ao protótipo de míssil multi-emprego leve Spike norte-americano. Uma arma operada por uma guarnição de dois homens (atirador, carregando o lançador e mais uma carga, e municiador, levando mais duas ou três cargas), que seria multi-emprego e apta a substituir o Carl Gustav em nível de Companhia de Fuzileiros, podendo ser usada para destruir uma posição fortificada, um veículo blindado médio ou uma embarcação leve em movimento, etc.
- Gr de Bocal (25 a 150m)
- AT-4/ALAC (25 a 300m)
- Carl Gustav M-3 (25 a 500m com munição HEAT551)
- Eryx (25 a 600m)
- Milan (50 a 2.000m)
- MSS 1.2 (100 a 3.000m+)
O MSS 1.2 pode ser usado contra alvos tipo casamata ou trincheira, da mesma forma que os gringos usam o Milan, Spike MR e Javelin. Só que no caso do MSS, por ser mais barato que os estrangeiros, o custo-benefício é maior, e por ser fabricado aqui, a vantagem é muito maior (em tese, estoque ilimitado). Acho que é perfeitamente viável o uso de um MSS 1.2 num alvo de alto valor militar tático, como uma casamata bem defendida ou uma metralhadora abrigada, pois as perdas humanas que ocorreriam num assalto a uma posição destas seriam consideráveis, justficando plenamente o emprego do míssil, como já descobriram os ingleses desde as Malvinas, afinal, se o míssil é caro, quanto custa selecionar, formar, treinar e equipar um tenente ou um sargento, ou mesmo um soldado profissional? De qualquer modo o custo-benefício é positivo.
O que você pensa em fazer, e eu penso que seria muito bom, seria um Eryx de maior alcance (cerca de 1.000 - 1.500 m), um conceito similar ao protótipo de míssil multi-emprego leve Spike norte-americano. Uma arma operada por uma guarnição de dois homens (atirador, carregando o lançador e mais uma carga, e municiador, levando mais duas ou três cargas), que seria multi-emprego e apta a substituir o Carl Gustav em nível de Companhia de Fuzileiros, podendo ser usada para destruir uma posição fortificada, um veículo blindado médio ou uma embarcação leve em movimento, etc.
Se chiar resolvesse, Sonrisal não morria afogado.
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Re: Armas anti-tanque brasileiras
Eu já vi o MSS1.2 montado numa sala de estar
é enorme, um trambolho. O míssil é gigante. Imagino que ele faça parte da 'porrada mais forte' do conjunto. Eu sonho com um Eryx, abrasileirado, com desempenho melhorado, nos moldes que o Beraldi falou. Seria uma baita arma.
Duas perguntas: o que acham do Kornet? E em que unidade estão os Eryx e Milan?

Duas perguntas: o que acham do Kornet? E em que unidade estão os Eryx e Milan?
"Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu."
Darcy Ribeiro (1922 - 1997)
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Re: Armas anti-tanque brasileiras
Curto muito o Kornet, mas acho o Javelin extremamente bom.. mas seria de uma classe diferente, não?
- Bolovo
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Re: Armas anti-tanque brasileiras
Bah! O Javelin é bom, mas não é para o nosso bico. Cerca de +100 mil doletas cada! É coisa pra americano e inglês...
O Kornet-E, não sei quanto custa, mas deve ser obviamente muito mais barato e é bem moderno e eficiente.

O Kornet-E, não sei quanto custa, mas deve ser obviamente muito mais barato e é bem moderno e eficiente.
"Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu."
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Re: Armas anti-tanque brasileiras
Olá A.K.,A.K. for T-7 escreveu: O que você pensa em fazer, e eu penso que seria muito bom, seria um Eryx de maior alcance (cerca de 1.000 - 1.500 m), um conceito similar ao protótipo de míssil multi-emprego leve Spike norte-americano. Uma arma operada por uma guarnição de dois homens (atirador, carregando o lançador e mais uma carga, e municiador, levando mais duas ou três cargas), que seria multi-emprego e apta a substituir o Carl Gustav em nível de Companhia de Fuzileiros, podendo ser usada para destruir uma posição fortificada, um veículo blindado médio ou uma embarcação leve em movimento, etc.
A idéia é exatamente esta, o tamanho da ogiva e o peso total foram escolhidos para facilitar o transporte a pé, com o atirador carregando a maleta de controle (um noteebook de aplicação industrial, resistente a impactos), e os demais mísseis sendo carregados por outros soldados do pelotão ou companhia.
O alcance foi escolhido justamente para permitir atacar posições de metralhadora de uma distância segura. O sistema não seria CLOS e poderia fazer tiro indireto em trajetória elevada, assim daria para pegar o inimigo atrás de uma colina ou de um grupo de casas sem se expor ao fogo. Esta aliás seria a forma mais adequada de emprego para maximizar o alcance. O míssil decola de forma propulsada de dentro de seu contêiner apoiado no solo (ou sobre um veículo), sobe até a altidute ideal e passa para um planeio em alta velocidade até o alvo, sendo guiado através da imagem de TV. Ele manobraria em 2 eixos (elevação e giro lateral) sendo travado no terceiro (giro longitudinal) por meio de assimetria aerodinâmica, posição baixa do centro de gravidade e coordenação das superfícies móveis.
A ogiva seria menor e mais simples que a dos mísseis anti-carro mais típicos, para manter o peso e o custo os mais baixos possíveis. A idéia não é concorrer contra estes mísseis, pois já existem muitos no mercado, e sim complementá-los com uma arma mais barata e fácil transportar, para atacar alvos onde todo o poder de um Milan, um Erix ou um MSS-1 não são realmente necessários.
Estou preparando umas imagens para postar mostrando os conceitos do projeto, quando estiverem prontas coloco aqui.
Obrigado pelos comentários e um grande abraço,
Leandro G. Card
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Re: Armas anti-tanque brasileiras
Não sei de nada...! Mas pergunta pro Rodrigo sobre os brinquedos russos na Brigada, nego e branco vão ter treco! Orgasmo! Ataque do coração...!!!Walterciclone escreveu:Até onde sei o EB não usa esse sistema. Apesar de sempre haver a possibilidade de a Brigada de Forças Especiais de Goiania testar vários sistemas de armas. E evidentemente esse pode ser um deles. Mas alguém por aqui teria ficado sabendo disso.U-27 escreveu:eu tava lendo sobre os rpg na wikipedia e li um fato curioso
http://en.wikipedia.org/wiki/RPG-32
ai diz que o Brasil é operador do rpg-32, é verdade ou erro da wiki???
The Brazilian government has selected the RPG-32 as the replacment for RPG-29s currently in service with the Brazilian armed forces and in 2008 the Brazilian defence conglomorate Avibras signed a contract with Bazalt to manufacture a special tailored version for the Brazilian military.
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e qual as armas que usamos para este fim?
A AVIBRAS tem negociado a licensa ou acordos de produção de vários sistemas russos, principalmente do Complexo KBP Tula. Eu não sei se entre os negócios estabelecidos pela AVIBRAS existe algum com a Bazalt. Seria uma tremenda surpresa.
PS: O Orestes sabe desde quando!
Abraços
- rodrigo
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Re: Armas anti-tanque brasileiras
Oxente! Você sempre joga essas pra mim! Mas eu conheci RPG láMas pergunta pro Rodrigo sobre os brinquedos russos na Brigada, nego e branco vão ter treco! Orgasmo! Ataque do coração...!!!
![[046]](./images/smilies/046.gif)
"O correr da vida embrulha tudo,
a vida é assim: esquenta e esfria,
aperta e daí afrouxa,
sossega e depois desinquieta.
O que ela quer da gente é coragem."
João Guimarães Rosa
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Re: Armas anti-tanque brasileiras
Tem nenhuma fotinha para botar aqui no DB?rodrigo escreveu:Oxente! Você sempre joga essas pra mim! Mas eu conheci RPG láMas pergunta pro Rodrigo sobre os brinquedos russos na Brigada, nego e branco vão ter treco! Orgasmo! Ataque do coração...!!!

[centralizar]Mazel Tov![/centralizar]
Re: Armas anti-tanque brasileiras
Beraldi, os israelenses tem um kit adaptável a foguetes de 70mm que é apenas uma cabeça guiada a laser e aletas diretoras nesta mesma cabeça. Pega-se um SBAT-70, coloca um cabeça de guiagem e vira um míssil de precisão barato.
Não seria possível algo assim, já aproveitando uma arma simples e existente?
Sobre o Kornet, só sei que os Merkava sofreram horrores na mão deles no Líbano. Tem uma filmagem de um impacto lateral que se vê e saída do sopro da explosão do outro lado do carro atingido. Se faz isso no carro que é tido como o mais bem blindado do mundo...
Não seria possível algo assim, já aproveitando uma arma simples e existente?
Sobre o Kornet, só sei que os Merkava sofreram horrores na mão deles no Líbano. Tem uma filmagem de um impacto lateral que se vê e saída do sopro da explosão do outro lado do carro atingido. Se faz isso no carro que é tido como o mais bem blindado do mundo...
Re: Armas anti-tanque brasileiras
Como já citaram aqui existe o Spike ATGM sendo desenvolvido pelos americanos(não confundir com o sistema de mesmo nome usado por Israel), e um missel compacto e extremamente moderno com com capacidade "Fire-and-Forget" o uso principal desse missel é contra veículos leves e rápidos, outros sistemas atuais como o Javelin tem dificuldade em acertar isso tipo veiculo, a maior vantagem desse sistema sobre os atuais em operação são o preço, o missel do spike custaria menos de 5000 dolares, só para comparar o do javelin está custando em torno de 600.000 dolares.
- LeandroGCard
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Re: Armas anti-tanque brasileiras
Olá xvss,xvss escreveu:Como já citaram aqui existe o Spike ATGM sendo desenvolvido pelos americanos(não confundir com o sistema de mesmo nome usado por Israel), e um missel compacto e extremamente moderno com com capacidade "Fire-and-Forget" o uso principal desse missel é contra veículos leves e rápidos, outros sistemas atuais como o Javelin tem dificuldade em acertar isso tipo veiculo, a maior vantagem desse sistema sobre os atuais em operação são o preço, o missel do spike custaria menos de 5000 dolares, só para comparar o do javelin está custando em torno de 600.000 dolares.
Onde você conseguiu estes números? Um Javelin por US$600.000,00 me parece muito caro, e por outro lado um Spike por apenas US$ 5.000,00 parece absurdamente barato! As empresas americanas não costumam nem mesmo ter interesse em desenvolver armamentos tão baratos assim devido à forma como as compras governamentais são efetuadas por lá. Mesmo na versão mais simples com apenas 800m de alcance ele deve ficar muito mais caro do que isso.
Leandro G. Card