GLAUBER, notar as datas: pesquisei e não achei nenhuma referência posterior a 2003 a esta munição. Se está em uso isso não tem sido reportado publicamente mas a substituição do M203 pelo M320, cópia do lançador basculante da HK sim, e este pode disparar munições mais longas e poderosas...
Mas isso nos deixa outra abertura: fazer uma termobárica curtinha como essa para os M203/M79/GL6...
Túlio escreveu:GLAUBER, notar as datas: pesquisei e não achei nenhuma referência posterior a 2003 a esta munição. Se está em uso isso não tem sido reportado publicamente mas a substituição do M203 pelo M320, cópia do lançador basculante da HK sim, e este pode disparar munições mais longas e poderosas...
Mas isso nos deixa outra abertura: fazer uma termobárica curtinha como essa para os M203/M79/GL6...
É exatamente onde eu queria chegar.
Se houver sucesso numa eventual manufatura, é possível alcançar um mercado enorme, de operadores de M-203 e similares, que não é pequeno!
Ontem assisti Homem de Ferro. Duas coisas me chamaram a atenção.
Uma é possível fazer uma cirurgia de alto risco e criar um reator miniaturizado limpo de alta tecnologia baseada para te manter vivo. Ainda em menos de três semanas continuar vivo, forte e trabalhar em um exoesqueleto altamente resistente e automatizado. Fazendo tudo isso em caverno no Afeganistão. Depois de ser resgatado voltar para casa e fazer um exoesqueleto muito mais foda em menos de três semanas.
A outra Tony Stark é dono das industrias Stark que é um grande fornecedor das FA's norte-americanas. Além de possuir relações carnais com os oficiais e políticos. Tanto que quando anuncia que não fabrica mais armas o tiram do comando.
Onde quero chegar é como vão enfrentar o lobby maldito na empresa DB?
Bourne escreveu:Ontem assisti Homem de Ferro. Duas coisas me chamaram a atenção.
Uma é possível fazer uma cirurgia de alto risco e criar um reator miniaturizado limpo de alta tecnologia baseada para te manter vivo. Ainda em menos de três semanas continuar vivo, forte e trabalhar em um exoesqueleto altamente resistente e automatizado. Fazendo tudo isso em caverno no Afeganistão. Depois de ser resgatado voltar para casa e fazer um exoesqueleto muito mais foda em menos de três semanas.
A outra Tony Stark é dono das industrias Stark que é um grande fornecedor das FA's norte-americanas. Além de possuir relações carnais com os oficiais e políticos. Tanto que quando anuncia que não fabrica mais armas o tiram do comando.
Onde quero chegar é como vão enfrentar o lobby maldito na empresa DB?
Uma opção é usando a tática de guerrilha, como descrita no livro "Marketing de Guerra". Que é aliás o que toda empresa iniciante deve fazer.
Pessoal, eu sei que jet-pulse é mais barato e da pra fazer e etc, mas por que não utilizarmos turbinas de aeromodelos a jato? O projeto pode ser totalmente brasileiro mas com o componente de propulsão importado. Existem turbinas a jato por menos de 3mil dólares com 10kg de força, ou 5 mil dólares com mais de 20kgf. Pode-se utilizar outro meio de lançar o alvo, e a turbina o manteria no ar em velocidade razoável, dependendo do peso da criança que queremos parir.
OU, podemos fazer como os chineses, e "nacionalizar" uma turbina dessas.
Eu vejo alguns problemas:
1-A quantidade de partes móveis, e a precisão necessária para a construção de uma turbina;
2-A quantidade de tornos de precisão ($$$);
3-Com 5 mil dólares, é possível montar um pulso-Jato Valveless enorme, gigante mesmo, já que a concepção é simplíssima. Eu penso que podemos começar pensando numa valveless, e depois aprimorar o produto.
SKY, para mim a opção primeira SEMPRE seria a turbina mas devemos ter em conta que é para botar num ALVO, cuja função, se fizer seu trabalho direito, é decolar e jamais pousar novamente, será DESTRUÍDO!
Assim, se a gente pode fazer um propulsor mais simples e barato se terá muito mais chance do que com um mais complexo e muitas vezes mais caro, e torno a frisar que NÃO considero EB um cliente em potencial...
Túlio escreveu:SKY, para mim a opção primeira SEMPRE seria a turbina mas devemos ter em conta que é para botar num ALVO, cuja função, se fizer seu trabalho direito, é decolar e jamais pousar novamente, será DESTRUÍDO!
Assim, se a gente pode fazer um propulsor mais simples e barato se terá muito mais chance do que com um mais complexo e muitas vezes mais caro, e torno a frisar que NÃO considero EB um cliente em potencial...
Concordo, e ainda mais que estas turbinas miniatura são bem difíceis de fazer pegar, exigem um procedimento bem complicado... . E também emitem bem menos IR.
Túlio escreveu:SKY, para mim a opção primeira SEMPRE seria a turbina mas devemos ter em conta que é para botar num ALVO, cuja função, se fizer seu trabalho direito, é decolar e jamais pousar novamente, será DESTRUÍDO!
Assim, se a gente pode fazer um propulsor mais simples e barato se terá muito mais chance do que com um mais complexo e muitas vezes mais caro, e torno a frisar que NÃO considero EB um cliente em potencial...
Pois é túlio, concordo em gênero número e grau. Mas qual será o preço final do produto com pulse-jet e qual será com a turbina? SE conseguirmos fazer subir uma aeronave radio-controlada de tamanho considerável com pulse-jet e um preço 'baixo", beleza, mas se até isso ficar caro após os processos de desenvolvimento e manufatura da pulse-jet em série serem estabelecidos, talvez o uso da turbina importada seja viável. E se os valores forem similares, não importa qual a propulsão, ela será destruída mesmo. Só importaria então a performance da aeronave que acredito que seria melhor com a turbina.
Vamos ver a opção da Pulse-jet, é simples e atrativo, mas queria deixar registrado a opção existente da turbina.
Túlio escreveu:SKY, para mim a opção primeira SEMPRE seria a turbina mas devemos ter em conta que é para botar num ALVO, cuja função, se fizer seu trabalho direito, é decolar e jamais pousar novamente, será DESTRUÍDO!
Assim, se a gente pode fazer um propulsor mais simples e barato se terá muito mais chance do que com um mais complexo e muitas vezes mais caro, e torno a frisar que NÃO considero EB um cliente em potencial...
Concordo, e ainda mais que estas turbinas miniatura são bem difíceis de fazer pegar, exigem um procedimento bem complicado... . E também emitem bem menos IR.
Leandro G. Card
Algo sobre a emissão de IR que eu estava pensando. Tanto em Pulse-jet quanto em uma turbina de RC, a emissão poderia ser aumentada com artifícios no próprio grupo propulsor, como liberar algum gás, ou liquido, ou até mesmo algum sólido que quando queima, libere uma chama mais quente e mais forte. Ou seja, pós combustão, porém, com algo que aumente o calor da chama, e não simplesmente o combustível da aeronave. Não sou químico, mas sei que algumas substâncias liberam uma quantidade de calor enorme, gerando uma chama bem azulada, só não lembro quais são. (quem mandou dormir durante os cursos de artigos perigosos...rsrs)
TUDO vale como hipótese de trabalho. O que ainda está por ser provado é qual comprimento de onda - e em que quantidade - infravermelha é emitido por um pulsojato...
Túlio escreveu:TUDO vale como hipótese de trabalho. O que ainda está por ser provado é qual comprimento de onda - e em que quantidade - infravermelha é emitido por um pulsojato...
Bom, se chega a ficar incandescente então emite forte também no infravermelho. E os pulsojatos sempre parecem mais incandescentes do que as turbinas tradicionais, porque nestas a câmara de combustão é interna e nos pulsejets é aparente (claro, praticamente o motor inteiro é a câmara de combustão). O vídeo abaixo dá uma idéia do que se pode esperar:
Agora, o quanto um motor como o acima realmente emite de IR no total, e se é uma quantidade comparável ao motor de uma aeronave, aí é um ponto a verificar.
LEANDRO, no meu ponto de vista de leigo, se a gente pode ver o calor com nossos próprios olhos, ou seja, se ele chega ao comprimento de onda da luz visível, então é porque nos comprimentos não-visíveis já aparece de montão.
Mas claro, charla de leigo, não tenho embasamento para falar a este respeito com propriedade. Alguém aí sabe mais e pode ajudar?
Túlio escreveu:LEANDRO, no meu ponto de vista de leigo, se a gente pode ver o calor com nossos próprios olhos, ou seja, se ele chega ao comprimento de onda da luz visível, então é porque nos comprimentos não-visíveis já aparece de montão.
Você disse exatamente o mesmo que eu, só com outras palavras.
O ponto é que pelo menos em algumas regiões a superfície exposta de um pulsojato é mais quente que a de qualquer turbina, e isso é fácil de perceber. Porém, permanece a questão de que uma turbina de aeronave deve em geral ter uma área exposta maior, por ser mais volumosa, e produz mais calor total (queima mais combustível por segundo). Como então cada uma aparece nos sensores infravermelho? Serão equivalentes, ou muito fáceis de diferenciar?
Mas acho que isso pode ser fácil de verificar com uma simples câmera fotográfica (ou filmadora) e um filtro IR, que não deve ser assim tão difícil de conseguir. Ou será que é?