LeandroGCard escreveu:
A conclusão então é que um míssil como o que imaginei (ou um Spike) seria um desperdício, melhor mesmo usar um Carl Gustav para engajar alvos até 800m e além disso não é problema da infantaria, ela que chame o apoio de artilharia ou aéreo? Míssies guiados seriam válidos só contra CC pesadamente blindados, mesmo se pudessem ser mais baratos?
Nas Malvinas por exemplo os Ingleses poderiam ter obtido com Carl Gustav' s o mesmo resultado que obtiveram com os Milan? Em uma conversa que tive com o coronel Gelio Fregapani no final dos anos 80 ele comentou que a arma inglesa que causou mais baixas entre as tropas argentinas foi justamente o míssil guiado Milan.
Eu preferia discutir um caso prático. No caso das malvinas eles não tinha a opção de pedir CAS como fariam os americanos atualmente. A artilharia não era precisa para bater alvos de ponto. Sobrou o Milan.
- Me lembro que usaram sniper para atirar nos buracos das casamatas e induzir os argentinos a se renderem
- Não tinham designador laser suficentes para disparar as Paveway com os Harrier GR.3 (usaram com tropas do SAS e SBS)
- Atualmente poderia ser uma JDAM com as tropas tendo meios para indicar as coordenadas do alvo.
- Dependendo da distancia seria possível usar uma sistema de controle de tiro computadorizado. Imagino uma um binóculos com telemetro laser. Podia ter um computador embutido já indicando a elevação da mira para cada arma (Car Gustav por exemplo), considerando a elevação do alvo.
- No afeganistão usaram bombas comuns com expoleta radar para explodir acima das casamatas. Os talibas saiam feridos (sangrando nariz, ouvido, olhos etc) e eram atacadas com bombas burras em campo aberto. A artilharia talvez tenha alguma potencia nessa função.
- Em distancias muito curtas me lembro dos lancha-chamas. Usaram no Vientã na selva também. O napalm seria o equivalente vindo do ar.
LeandroGCard escreveu:
Aliás, quanto custa um disparo de Carl Gustav?
Bem menos que um míssil.
G-LOC