O VT-4 ou VT-15 + VN-17, se os chineses conseguirem provar na teoria e na prática tudo o que dizem quanto à transferência de tecnologia, e adaptação de seus blindados aos requisitos do EB nestes programas, inclusive torre, canhão, sistema de carregamento e munições, eles tem condições objetivas de serem candidatos sérios a considerar.knigh7 escreveu: Qui Mar 27, 2025 7:23 pm 27/03/2025
Por: Paulo Roberto Bastos Jr.
Nova Família de Blindados – O substituto do Leopard toma forma
https://tecnodefesa.com.br/nova-familia ... oma-forma/
Dos concorrentes que importam mesmo, a única proposta que não ofereceu com a torre HITFACT II foi a da BAE com CV90120.
Quanto á questão dos sistemas rádio, é surpreendente que o EB possa se colocar em uma situação ao ponto de eliminar previamente este ou aquele candidato por causa de um único subsistema, que poderia ser facilmente substituído por outro capaz de ser integrado à gama de comando e controle que possui, sem as limitações citadas. Afinal de contas, para que serve então o tal RDS que estão colocando tanto dinheiro?
Bom, por melhor que a proposta turca pareça, e eu sou muito fã do Tulpar enquanto IFV para dizer isso, ela em nada diminui o problema de estarmos substituindo um CC por um conceito que até hoje não é usado por ninguém, a não ser a Indonésia, que utiliza os seus Kaplan MT em cenários muito específicos, e como complemento dos Leo II que possui. Se o bldo turco levar a VBC Fuz já vou ficar muito satisfeito.
E penso que se o VT-4 puder ser devidamente ocidentalizado, principalmente com a mudança do canhão e do sistema de carregamento, uma versão BR dele não é impossível. As 3 ton extras do CC, me parece, não invalida o mesmo em termos de capacidade de emprego em todos os ambientes do país, já que, até prova em contrário, eles serão utilizados apenas no RS, PR e MS, onde as condições do terreno são mais que conhecidas, além de que, os M-60A3 TTS, com suas mais de 50 ton de peso de combate, nunca foram vistos atolados e\ou presos em nenhum destes estados, até onde sei. E como na cabeça dos generais do EB, utilizar CC em outras regiões fora destas parece ser algo totalmente fora de questão, o peso a mais não inviabiliza na prática a adoção deste bldo. A não ser que o EB assim decida.