Qual o futuro da infantaria brasileira?

Assuntos em discussão: Exército Brasileiro e exércitos estrangeiros, armamentos, equipamentos de exércitos em geral.

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Guerra
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Re: Qual o futuro da infantaria brasileira?

#346 Mensagem por Guerra » Qua Abr 15, 2009 11:22 am

Voltando ao assunto da MAG, e aproveitando a noticia do FM, encontrei um artigo de um capitão sobre a metralhadora na infantaria mecanizada.
Eu grifei umas partes interesantes

METRALHADORAS
A metralhadora é uma arma coletiva capaz de desencadear um fogo contínuo e
potente. É a principal arma de apoio, contra pessoal, de tiro direto. As metralhadoras, de
acordo com o peso e calibre podem ser classificadas como: leves, médias e pesadas.
A infantaria mecanizada pode ser dotada de metralhadoras pesadas nos veículos
blindados, que poderão proporcionar um apoio de fogo e metralhadoras médias e leves
dotando as frações de fuzileiros proporcionando um apoio cerrado e contínuo.
Pela grande mobilidade de seus pelotões, as metralhadoras deverão estar na maioria
das situações em reforço aos mesmos. Em virtude disto, os exércitos vem descentralizando as
metralhadoras nas pequenas frações, como pelotão e grupo de combate, como acontece no
exército norte-americano.
Desta forma, como ocorre no batalhão mecanizado norte-americano, só em
determinadas operações (na defensiva, por exemplo) é que poderão ser criadas frações
provisórias de metralhadoras, centralizando-as sob o controle do batalhão, pela necessidade de
uma visão global no nível tático.
Com estas mudanças no emprego das metralhadoras, (pulverização pelas
subunidades), houve a necessidade de redução da guarnição da peça de quatro ou até mais
para dois homens, para que o pelotão de fuzileiros não tivesse o efetivo muito aumentado, o
que poderia comprometer inclusive a capacidade de transporte de pessoal das viaturas
orgânicas.
Com isso, o emprego do reparo da metralhadora passou a ser um acessório
empregado geralmente em operações estáticas (defensiva, por exemplo), onde os
deslocamentos desembarcados da peça de metralhadora são menores. A condução a braço, do
reparo da metralhadora, é dificultada em virtude do pequeno efetivo da peça.
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Nas operações ofensivas, nas quais haja combate desembarcado, o pelotão de
fuzileiros mecanizado, deverá empregar as suas metralhadoras em posições de tiro sucessivas
mais elevadas, para permitir melhor alcance dos tiros tensos e volume do fogo sobre o
inimigo.
Com o emprego das metralhadoras sem o reparo (tiro sobre bipé), o alcance útil do
tiro tenso sofre uma redução considerável. Todavia, nos ataques desembarcados, as
metralhadoras normalmente estarão apoiando a conquista do próximo objetivo intermediário,
o que lhes será possível mesmo mediante o emprego do bipé.
A Cia Fuz Mec deve possuir em cada pelotão de fuzileiros, pelo menos duas peças de
metralhadora média como a MAG e a M240, a fim de que fique garantida a continuidade dos
fogos, e apoio mútuo entre as armas.
O aumento do poder de combate dos grupos é
consideravelmente aumentado com o emprego de metralhadoras leves ou fuzil metralhador
.




A HONESTIDADE É UM PRESENTE MUITO CARO, NÃO ESPERE ISSO DE PESSOAS BARATAS!
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Re: Qual o futuro da infantaria brasileira?

#347 Mensagem por Clermont » Qua Abr 15, 2009 12:38 pm

eu sou eu escreveu:esses dias tiva a paciencia de contar os batalhões de inf. do eb, são mais de 50, somando os BIS, BIL, BIMTZ, BI, BIPQD, FRONTEIRA, MONTANHA, BIBS, não contei os de Caçadores, nem os da PE, se tudo estiver operacional, estamos bem na foto
Por um acaso, não seriam 70 (setenta) batalhões, incluindo caçadores (uns quatro) mas sem a PE?




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