India compra o Spyder
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Re: India compra o Spyder
Uou! Esse Spyder aí tá baseado em um Roman DAC-25.360, caminhão usado pelos Georgianos para vários sistemas, até para o sistema LAROM...
E sinceramente, pelo cenário, pelo pouco cuidado com várias coisas como se estivessem em guerra mesmo...me faz tender a acreditar nessa história de ser georgiano mesmo. Até por que o Spyder em Israel é baseado em outro veículo.
Mas não acredito que tenha sido capturado.
E sinceramente, pelo cenário, pelo pouco cuidado com várias coisas como se estivessem em guerra mesmo...me faz tender a acreditar nessa história de ser georgiano mesmo. Até por que o Spyder em Israel é baseado em outro veículo.
Mas não acredito que tenha sido capturado.
AD ASTRA PER ASPERA
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Re: India compra o Spyder
Projeto MAA-1B

A Mectron/CTA/IAE apresentaram a nova configuração do míssil ar-ar MAA-1B (Bravo) durante a LAAD 2007. O míssil usa a estrutura principal da fuselagem, a ogiva e a espoleta de proximidade e impacto do MAA-1A (Alpha), sendo o restante totalmente novo. O novo sensor de banda dupla (UV e IR) tem 80% de nacionalização, com grande capacidade de contra contramedidas, grande capacidade off-boresight (até 90 graus), com um buscador de altíssima velocidade, podendo ser apontada para o alvo pelo radar, pelo capacete do piloto ou ainda realizar busca autônoma. O piloto automático está programado para acompanhamento do tipo "lag pursuit" em um engajamento frontal de forma semelhante ao Python 4.
A configuração é do tipo canard duplo, com quatro canards fixos seguidos de quatro grandes canards móveis. Mais duas aletas foram adicionadas para controle de giro. A retirada dos rollerons sugere que o míssil tem um sistema de piloto automático digital que é necessário para mísseis de grande agilidade. Os atuadores tem o dobro da potência dos atuadores do modelo Alfa e pode puxar 60 g´s. O motor terá novo propelente "sem fumaça" aumentado o alcance em até 50% com impulso de dois estágios que queimam por seis segundos ao invés de dois segundos do MAA-1A. O piloto pode escolher o tipo de modo de operação de acordo com a ameaça, otimizando o desempenho para cada alvo. O comprimento e o diâmetro foram mantidos, mas o peso aumentou um pouco. O software será diferente para que o F-5EM não o perceba como sendo um MAA-1A e não aproveite toda sua capacidade.
O míssil pode ser considerado de Quarta Geração, considerado pelos técnicos como superior ao R-73 russo, mas inferior ao Python 4 israelense, com preço muito inferior aos similares no mercado. O custo previsto é de US$ 250 a 300 mil.
O período de desenvolvimento foi bem mais rápido em função das lições aprendidas com o MAA-1A. O projeto foi iniciado em 2005 com a produção de pré-série está prevista para o segundo semestre de 2008, com testes e homologação para o fim de 2008. A entrada em operação está prevista para 2009. O Projeto MAA-1B recebeu um orçamento de R$ 3 milhões em 2006. Ainda em 2006 foi terminada a oitava etapa do projeto (de 11 no total).
Um lote de Python 5 (ou Python4) para armar os F-5EM/FM ainda está prevista para 2007, junto com a aparência e conceitos semelhantes ao Python 4, que off-sets tecnológicos podem estar sendo usados no MAA-1B. O projeto conjunto do A-Darter, de quinta geração, com os sul-africanos continua e deve terminar por volta de 2015, mas pode ter o projeto acelerado.
Em 2004, o EB, FAB e MB estavam estudando uma versão lançada do solo do MAA-1 Piranha e o assunto voltou a ser estudado em 2007 sob iniciativa da Mectron. A Mectron provavelmente está interessada em desenvolver uma versão superfície-ar do MAA-1B com desempenho muito melhor e mais adequada para a função. O míssil teria o dobro do alcance do Igla já usado pelo EB e FAB. Um booster pode ser instalado para aumentar o alcance podendo ser usado contra novas ameaças como aeronaves atacando a média altitude com armas guiadas ou pontaria automatizada (CCIP/CCRP) quando estariam fora do alcance da artilharia antiaérea ou mísseis de curto alcance como o Igla, Mistral e Roland (não mais usado pelo EB).

Montagem de um sistema antiaéreo montado em blindados com uma versão lançada de terra do MAA-1B com um motor foguete acelerador adicional.

A Mectron/CTA/IAE apresentaram a nova configuração do míssil ar-ar MAA-1B (Bravo) durante a LAAD 2007. O míssil usa a estrutura principal da fuselagem, a ogiva e a espoleta de proximidade e impacto do MAA-1A (Alpha), sendo o restante totalmente novo. O novo sensor de banda dupla (UV e IR) tem 80% de nacionalização, com grande capacidade de contra contramedidas, grande capacidade off-boresight (até 90 graus), com um buscador de altíssima velocidade, podendo ser apontada para o alvo pelo radar, pelo capacete do piloto ou ainda realizar busca autônoma. O piloto automático está programado para acompanhamento do tipo "lag pursuit" em um engajamento frontal de forma semelhante ao Python 4.
A configuração é do tipo canard duplo, com quatro canards fixos seguidos de quatro grandes canards móveis. Mais duas aletas foram adicionadas para controle de giro. A retirada dos rollerons sugere que o míssil tem um sistema de piloto automático digital que é necessário para mísseis de grande agilidade. Os atuadores tem o dobro da potência dos atuadores do modelo Alfa e pode puxar 60 g´s. O motor terá novo propelente "sem fumaça" aumentado o alcance em até 50% com impulso de dois estágios que queimam por seis segundos ao invés de dois segundos do MAA-1A. O piloto pode escolher o tipo de modo de operação de acordo com a ameaça, otimizando o desempenho para cada alvo. O comprimento e o diâmetro foram mantidos, mas o peso aumentou um pouco. O software será diferente para que o F-5EM não o perceba como sendo um MAA-1A e não aproveite toda sua capacidade.
O míssil pode ser considerado de Quarta Geração, considerado pelos técnicos como superior ao R-73 russo, mas inferior ao Python 4 israelense, com preço muito inferior aos similares no mercado. O custo previsto é de US$ 250 a 300 mil.
O período de desenvolvimento foi bem mais rápido em função das lições aprendidas com o MAA-1A. O projeto foi iniciado em 2005 com a produção de pré-série está prevista para o segundo semestre de 2008, com testes e homologação para o fim de 2008. A entrada em operação está prevista para 2009. O Projeto MAA-1B recebeu um orçamento de R$ 3 milhões em 2006. Ainda em 2006 foi terminada a oitava etapa do projeto (de 11 no total).
Um lote de Python 5 (ou Python4) para armar os F-5EM/FM ainda está prevista para 2007, junto com a aparência e conceitos semelhantes ao Python 4, que off-sets tecnológicos podem estar sendo usados no MAA-1B. O projeto conjunto do A-Darter, de quinta geração, com os sul-africanos continua e deve terminar por volta de 2015, mas pode ter o projeto acelerado.
Em 2004, o EB, FAB e MB estavam estudando uma versão lançada do solo do MAA-1 Piranha e o assunto voltou a ser estudado em 2007 sob iniciativa da Mectron. A Mectron provavelmente está interessada em desenvolver uma versão superfície-ar do MAA-1B com desempenho muito melhor e mais adequada para a função. O míssil teria o dobro do alcance do Igla já usado pelo EB e FAB. Um booster pode ser instalado para aumentar o alcance podendo ser usado contra novas ameaças como aeronaves atacando a média altitude com armas guiadas ou pontaria automatizada (CCIP/CCRP) quando estariam fora do alcance da artilharia antiaérea ou mísseis de curto alcance como o Igla, Mistral e Roland (não mais usado pelo EB).

Montagem de um sistema antiaéreo montado em blindados com uma versão lançada de terra do MAA-1B com um motor foguete acelerador adicional.
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Re: India compra o Spyder
Será esse o sistema de média altura tão falado?
http://www.tireoide.org.br/tireoidite-de-hashimoto/
Cuidado com os sintomas.
Você é responsável pelo ambiente e a qualidade do fórum que participa. Faça sua parte.
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Re: India compra o Spyder
Prefiro a minha mescla de caminhão Tectran, radar SABER e míssil Umkhonto. Muito mais eficiente. 

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Darcy Ribeiro (1922 - 1997)
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Re: India compra o Spyder
Pow se vamos pagar US$ 1 milhão por cada Umkhonto é melhor comprar mais Derby que também podem ser usados pelos caças da FAB e MB.Bolovo escreveu:Prefiro a minha mescla de caminhão Tectran, radar SABER e míssil Umkhonto. Muito mais eficiente.
O MAA-1B com booster deve chegar até 15km, ou seja, seria comparável com mísseis ACLOS (Roland II, Crotale, Barak...);
Por mais que todo mundo sonhe com Tor, BAMSE, Spyder, Buk, S-300....produzidos no Brasil, essa seria a melhor, se não a unica opção nacional.
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Re: India compra o Spyder
Iriamos comprar 1 milhão de mísseis. Vamos baratear a bagaça. 

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Re: India compra o Spyder
Falando em Spyder georgiano... isso lembra alguma coisa?









RESULTADO

LEMBRA?

![Maneiro [000]](./images/smilies/000.gif)









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Re: India compra o Spyder
As primeiras versões do Spyder era com Python IV (guiagem IR/UV) e Derby em arranjos bem simples, ou seja, sem booster, torreta Toplite, casulo.....e todo mundo babava.
Um sistema nacional com MAA-1B + Derby não ficava devendo nada para o Spyder.
Nesse caso sim teriamos um maior volume de encomendas e poderiamos diminuir o preço do MAA-1B, Saber M200 e até mesmo do Derby.
Um sistema nacional com MAA-1B + Derby não ficava devendo nada para o Spyder.
Nesse caso sim teriamos um maior volume de encomendas e poderiamos diminuir o preço do MAA-1B, Saber M200 e até mesmo do Derby.
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Re: India compra o Spyder
Não precisava nem botar a última foto...Bolovo escreveu:Falando em Spyder georgiano... isso lembra alguma coisa?![]()
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LEMBRA?
Interessante o que se encontra pelo mundo quando um conflito estoura né?
Imaginem quanta coisa existe em poder de países que nós não sabemos, e se nenhum conflito estourar provavelmente nem saberemos?
Um abraço!
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Re: India compra o Spyder
Caraca, consegui identificar a vítima da penúltima foto...é um Su-24 Fencer com um soldado Georgiano apoiando o pé no bordo de fuga da asa direita de cabeça para baixo.

Ta aí a foto para comparação:


Ta aí a foto para comparação:

AD ASTRA PER ASPERA
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Re: India compra o Spyder
O Su-24 é um avião fanstastico, porém foi derrubado por um Spyder (ou Igla da vida) que com certeza não era operado pelos melhores soldados do mundo. Isso prova uma coisa, mesmo com um sistema barato e simples como o Spyder, você pode causar perdas sérias aos inimigos. Essa guerra na Georgia foi um massacre, os georgianos nem tiveram chance, mas os russos perderam algumas joias raras, entre eles um Tu-22 e dois Su-24. Não sei se são confirmados. E não sei sobre outros aviões, como Su-25 e helis da Mil. Mas os russos tiveram sim perdas aéreas.
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Darcy Ribeiro (1922 - 1997)
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Re: India compra o Spyder
Essa foto é uma prova de um Su-24 derrubado...percebe-se pelas marcas de estilhaços na asa. E se a bandeira da Geórgia no ombro do soltado não for montagem, então ele foi derrubado no último conflito. Pois não imagino outra maneira de um soldado Georgiano entrar em contato com destroços recentes de um Su-24.
Com certeza um sistema simples pode causar sérias baixas. Não sei qual sistema derrubou esse aí, mas pode ter sido mesmo um simples como Igla ou um (até então inédito na região) Python.
Sendo isso, mostra mesmo a validade de um sistema como o Spyder...e se nós temos um míssil perfeito para inutilizar ele....
E tambem precisamos de um sistema desses, que na América do Sul é uma baita arma.
Um abraço!
Com certeza um sistema simples pode causar sérias baixas. Não sei qual sistema derrubou esse aí, mas pode ter sido mesmo um simples como Igla ou um (até então inédito na região) Python.
Sendo isso, mostra mesmo a validade de um sistema como o Spyder...e se nós temos um míssil perfeito para inutilizar ele....
![Cool 8-]](./images/smilies/icon_cool.gif)

E tambem precisamos de um sistema desses, que na América do Sul é uma baita arma.
Um abraço!
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Re: India compra o Spyder
Não só a bandeira georgiana, mas as botas de deserto, o colete blackhawk e a camuflagem marpat provam que é um georgiano. Só eles mesmo para acreditar que mudar de fuzil, bota, colete, camuflagem, achar que é amigo dos EUA, achar que faz parte da UE e achar que a OTAN se importa com eles e assim, ficar invenciveis frente os russos. Só eles mesmo hahaha!
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Re: India compra o Spyder
O SABER é fabricado pela empresa Orbisat que é uma empresa rasileira que atua nas áreas de sensoriamento remoto, cartografia e eletrônica, e claro, contou com intensa participação do CETEX no seu desenvolvimento.Bolovo escreveu:Acho que o SABER (quem o fabrica? o próprio Ctex?!) e os mísseis da Mectron tem que evoluir um bucadinho para chegar ao nível do sistema da Rafael, que é muito bom.
Deve, pois, um príncipe não ter outro objetivo nem outro pensamento, nem tomar qualquer outra coisa por fazer, senão a guerra e a sua organização e disciplina, pois que é essa a única arte que compete a quem comanda. (Machiavelli)
Re: India compra o Spyder
O Umkhonto é um sistema que tbm as mesmas característica dos Python/Derby, mas foi desenhado desde o princípio como SAM, mto provavelmente tem melhor desempenho.Sideshow escreveu:Pow se vamos pagar US$ 1 milhão por cada Umkhonto é melhor comprar mais Derby que também podem ser usados pelos caças da FAB e MB.Bolovo escreveu:Prefiro a minha mescla de caminhão Tectran, radar SABER e míssil Umkhonto. Muito mais eficiente.
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Esqueça o MAA-1B para SAM, ele nunca seria comparável com um míssil ACLOS, nem mesmo mísseis guiados por IIR podem ser comparados com mísseis ACLOS.
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Como diria Bezerra da Silva: "Malandro é Malandro... Mané é Mané..."
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