nivel de ridiculo chego a esse ponto.

Moderador: Conselho de Moderação
Não vejo problemas nisso, na Austrália é muito propagado um mapa mundi onde os hemisférios são invertidos para mostrar que eles estão no topo e não o contrário... tudo autoafirmação...Sterrius escreveu:e eu pensando que era fake isso.....
nivel de ridiculo chego a esse ponto.
fonte: http://www.campograndenews.com.br/colunistas/em-pauta
Bolívia e Petrobras muito além das eleições
O Brasil e a Bolívia começam a tomar seus postos para as primeiras negociações visando renovar o contrato de fornecimento de gás. E o embaixador boliviano, Jerjes Justiniano, começa a contenda partindo para o ataque, aproveitando o período eleitoral e a fragilidade da Petrobras. Para ele, a Petrobras não é uma estatal brasileira, mas uma multinacional com capitais norte-americanos, que sabe onde há gás na Bolívia, mas não quer dizer ao governo de seu país.
Justiniano defende um valor mais alto para o gás e diz que, à época do governo anterior, comandado por Sánchez de Lozada, falava-se que as reservas eram de 11,5 TCF (trilhões de pés cúbicos). Ou seja, era uma reserva espetacular. E agora falam que as reservas são de 6,5 TCF ou 7 TCF. E questiona: o gás desapareceu? Ou é uma manobra das multinacionais?
O embaixador afirma que existe gás, mas o seu governo não tem a informação. Começou a "batalha do gás", como era previsível. E essa, sim, preocupa o Mato Grosso do Sul.
Neoliberal do Armário
Em junho, o relógio da cúpula do Palácio Legislativo em La Paz, Bolívia, começou a girar em sentido antihorário, para a esquerda. Os números também haviam sido invertidos: o 11 ocupando o lugar da 1 hora, o 10 no lugar das 2 e assim por diante. O vicepresidente, Álvaro García Linera, explicou que os relógios dos “colonizadores” seguiam a sombra do sol nos relógios solares do Hemisfério Norte. “Durante séculos tivemos que fazer as coisas como fazem no norte. A mudança no relógio ajuda a mostrar de forma diferente e abre a mente”, afirmou. No entanto, analistas opinam que por trás do tom revolucionário para a militância – que inclui críticas à CocaCola e elogios a Fidel Castro – escondese o pragmatismo do presidente Evo Morales: o governo, embora tenha trocado o lugar dos números nos relógios, não mudou a hora do país.
O protagonista do pragmatismo é o ministro da Economia, Luis Alberto Arce, de 51 anos, cujo escritório ostenta um retrato do ícone da Revolução Cubana, Ernesto Che Guevara. Seus críticos, com sarcasmo, o definem como “um neoliberal que não saiu do armário”. Arce argumenta que Karl Marx sustentava que “é preciso primeiro desenvolver as forças produtivas para dar depois o salto para o socialismo”. Ao contrário dos ministros de governos aliados como Argentina e Venezuela, Arce aumentou as reservas do Banco Central boliviano, que passaram de US$ 1 bilhão para US$ 15,4 bilhões. Sob sua gestão, o PIB cresceu 5% em média desde 2006 e pode crescer 6,5% este ano. Embora ainda seja o país mais pobre da América do Sul, a pobreza na Bolívia caiu de 60% para 45%. Ao mesmo tempo que simpatizantes do governo incineram a bandeira dos EUA e criticam a cultura americana, a administração Morales dá bolsas de estudo para jovens bolivianos estudarem em Harvard. Arce, afirmam em off no âmbito político, dissuadiu Morales de realizar mais estatizações, marca do presidente em seu primeiro mandato que se abrandou no segundo.
O rigor fiscal de Arce – funcionário do BC boliviano por duas décadas – propiciou ao governo Morales elogios do FMI e do Banco Mundial. Wall Street também confia em Morales, já que seu governo emitiu – pela primeira vez em cem anos – títulos da dívida pública com taxas de 6% a 7%. O índice, baixo, é sinal de que os mercados – acima dos pirotécnicos slogans antiianques e antiimperialistas – não encaram o excocaleiro como “agente soviético”. Mas essa estabilidade política e econômica, pela qual Arce é um dos responsáveis, foi uma commodity escassa ao longo da história boliviana.
Principal constante da história do país, a instabilidade levou, em 1944, o correspondente americano John Gunther a dizer: “A Bolívia não é um país, é um problema”. Entre a independência, em 1825, e 1982, quando se encerrou o governo da última junta militar, A Bolívia sofreu 193 golpes de Estado, incluindo as tentativas frustradas.
Em quatro ocasiões também passou por períodos de 5 a 23 dias em que não teve presidente algum. De seus 84 presidentes (incluindo Evo Morales), 32 foram ditadores (de simples majores até marechais). A instabilidade não foi exclusividade dos séculos 19 e 20. Entre 2001 e 2006 o país teve cinco presidentes. Morales foi o único a completar o mandato. A mudança da Carta Magna foi outra constante. Desde a independência, o país teve 16 Constituições. A Bolívia também ostenta o recorde de hiperinflação da América do Sul. Em 1985, o índice chegou a 8.170,5%.
Além dos problemas internos, a Bolívia teve problemas de fronteira com todos os vizinhos – Argentina, Chile, Peru, Paraguai e Brasil. Em guerras ou disputas diplomáticas, seu território encolheu de 2,3 milhões de km² na época da independência para 1 milhão hoje. A Bolívia perdeu sua saída ao mar para o Chile em 1879. No entanto, mantém uma Marinha de Guerra, que sonha em voltar ao Pacífico. A Marinha treina seus mais de 5 mil homens no maior espaço de água do país, o Lago Titicaca, na fronteira com o Peru. Em 1903, foi a vez de outra perda territorial, quando o país teve que entregar o Acre ao Brasil. A última perda ocorreu em 1935, quando teve de ceder o Chaco ao Paraguai. Mas, apesar da instabilidade e das rebeliões, a Bolívia só teve uma grande guerra civil, em 1898.
A denominação da sede de governo – Palacio Quemado (Palácio Queimado) – ilustra a violência que a Bolívia padeceu ao longo da maior parte de sua história. Em 1860, o palácio foi quase totalmente queimado durante um levante popular. O palácio também foi o cenário do único linchamento no século 20 de um presidente na América do Sul. Gualberto Villarroel foi assassinado por uma multidão que entrou no palácio presidencial, jogado pela janela e pendurado de cabeça para baixo em um poste na calçada da frente. Villarroel, simpatizante do fascismo, entrou para a história com o apelido de “El Colgado” (O
Pendurado).
http://alias.estadao.com.br/noticias/ge ... io,1578668
Os mineiros bolivianos iniciaram um série de protesto contra o Evo Morales, promovendo o bloqueio de estradas. Um ministro foi lá tentar negociar e os mineiros deram uma surra nele, tão violenta que o cidadão veio a falecer. Não tem mais conversa por lá.El viceministro del Interior de Bolivia, Rodolfo Illanes, secuestrado por mineros que cortaban una ruta en protesta por reivindicaciones laborales, fue asesinado por sus captores, informó este jueves el ministro de Gobierno (Interior), Carlos Romero.
Illanes murió por un derrame cerebral causado por los golpes que le propinaron los mineros que lo tuvieron secuestrado durante horas, informó la Fiscalía de La Paz.
Un informe forense preliminar señala que la muerte de Illanes se debió a los golpes que le propinaron "con saña", sobre todo en la cabeza y el tórax, dijo el fiscal de Distrito de La Paz, Edwin Blanco, en una entrevista con el canal de televisión Cadena A.
"Todavía no tenemos el informe oficial (...) A grandes rasgos, se ha podido denotar una serie de equimosis múltiples, es decir (que hubo) agresión física múltiple, agresión en la cabeza y el tórax. Incluso hubo un derrame cerebral y costillas fracturadas", señaló.
Según Blanco, hubo "un maltrato rudo" en contra de Illanes y "ha sido muy lamentable ver el cuerpo de una autoridad en esas condiciones".
Agregó que los peritos forenses continúan trabajando para dar un informe final sobre las causas del deceso, mientras que los fiscales asignados al caso empezaron desde anoche las investigaciones para establecer las responsabilidades.
Bem, mas também morreu um dos manifestantes. Se for parar pra pensar, só devolveram o "carinho".Sterrius escreveu:ja prenderam 100 suspeitos.
A coisa ta preta por la.
Os mineiros querem poder vender suas concessões pra empresas estrangeiras, o que é proibido pela constituição. Liberação de 10 mineiros presos num protesto passado e algumas outras reinvidicações.
Mas matar o vice-prefeito foi a maior burrice que podiam ter feito. Agora não da mais pra negociar.
Não é justificar nada, meu caro. Só quis demostrar que quem está levando a situação ao extremo não é apenas um dos lados.EduClau escreveu:Uff, claro que deve ser assim, talião é uma lei avançadissima apesar de existir desde o 2 milenio antes da era cristã, por aí se vê como a humanidade está avançando a olhos vistos.
Por isso que eu quase já não entro mais aqui, cansei de ler m... para justificar qualquer coisa.
sds.