


Descoberta do P44.
Moderador: Conselho de Moderação
Será um belo de um alvo...FCarvalho escreveu:Exatamente o que pensei. O que farão, e o que estão pensando, os almirantes gregos, sob tal perspectiva vendo a marinha turca alçar uma posição, e capacidade, nunca antes vista no mediterrâneo oriental. Já não bastasse os egípcios levarem de lambuja dois Mistral, e agora temos mais essa.
Quebrados como estão, os gregos poderão voltar-se mais ainda para os primos eslavos no leste para tentar manter um mínimo de paridade bélica em relação ao vizinhos. Se os turcos podem ter Navios de Propósitos Múltiplos e F-35B, os gregos podem começar a pensar seriamente no médio/longo prazo em PAK-FA e outros brinquedinhos russos.
Afinal eles ainda tem alguns F-4's para substituir e muitos F-16A/B também na linha para a aposentadoria. Ademais, projetos russos de navios novos é que não faltam. Falta talvez, é a oportunidade casar com a vontade.
Mais uma possível dor de cabeça para a Otan resolver.
abs.
Continua sendo alvo, isso aí não garante muita coisa...
Olá camarada, um navio como esse é acompanhado por diversos escoltas: submarinos, navios escoltas AEW e etc.
Qualé meu!!! Tu sabe melhor do que ninguém que vai pro fundo do mar igual. Vai gerar só um pouco de desafio e dificuldade a mais para os U-2014 Helênicos. Pode até ter algum valor para missões humanitárias e Task Forces da OTAN em guerras dissimilares, mas para um hipotético conflito Turquia x Grécia iria virar coral.ABULDOG74 escreveu:Olá camarada, um navio como esse é acompanhado por diversos escoltas: submarinos, navios escoltas AEW e etc.Juniorbombeiro escreveu: Continua sendo alvo, isso aí não garante muita coisa...
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Acho difícil um país membro da OTAN optar pela compra de aviões russos.FCarvalho escreveu:Exatamente o que pensei. O que farão, e o que estão pensando, os almirantes gregos, sob tal perspectiva vendo a marinha turca alçar uma posição, e capacidade, nunca antes vista no mediterrâneo oriental. Já não bastasse os egípcios levarem de lambuja dois Mistral, e agora temos mais essa.
Quebrados como estão, os gregos poderão voltar-se mais ainda para os primos eslavos no leste para tentar manter um mínimo de paridade bélica em relação ao vizinhos. Se os turcos podem ter Navios de Propósitos Múltiplos e F-35B, os gregos podem começar a pensar seriamente no médio/longo prazo em PAK-FA e outros brinquedinhos russos.
Afinal eles ainda tem alguns F-4's para substituir e muitos F-16A/B também na linha para a aposentadoria. Ademais, projetos russos de navios novos é que não faltam. Falta talvez, é a oportunidade casar com a vontade.
Mais uma possível dor de cabeça para a Otan resolver.
abs.
Como os blindados com armas anti-tanques, como os aviões com mísseis terra-ar ou outros aviões e etc.Juniorbombeiro escreveu:Qualé meu!!! Tu sabe melhor do que ninguém que vai pro fundo do mar igual. Vai gerar só um pouco de desafio e dificuldade a mais para os U-2014 Helênicos. Pode até ter algum valor para missões humanitárias e Task Forces da OTAN em guerras dissimilares, mas para um hipotético conflito Turquia x Grécia iria virar coral.ABULDOG74 escreveu: Olá camarada, um navio como esse é acompanhado por diversos escoltas: submarinos, navios escoltas AEW e etc.
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Vamos dizer, meu caro J.Ricardo, que os helênicos tem uma relação um pouco diferente com os seus primos russos.J.Ricardo escreveu:Acho difícil um país membro da OTAN optar pela compra de aviões russos.FCarvalho escreveu:Exatamente o que pensei. O que farão, e o que estão pensando, os almirantes gregos, sob tal perspectiva vendo a marinha turca alçar uma posição, e capacidade, nunca antes vista no mediterrâneo oriental. Já não bastasse os egípcios levarem de lambuja dois Mistral, e agora temos mais essa...
Com todo o respeito, eu discordo. Sei que isso já virou um Off-Topic, mas só quero deixar claro o meu ponto de vista. Vamos falar de um hipotético conflito Turquia x Grécia: Eles tem um pequena fronteira terrestre, mas suas maiores divergências são marítimas. Não me parece crível que os gregos iriam assistir passíveis um suposto desembarque anfíbio de seus maiores rivais. Exercícios diversos entre várias marinhas, inclusive entre MB e US NAVY/OTAN, mostram que submarinos diesel elétrico podem botar a pique um navio de alto valor militar, como um porta aviões ou um Navio de desembarque anfíbio, apesar de todo o aparato de caça a submarino, ainda mais em um cenário defensivo e limitado geograficamente como o proposto. A própria US Navy passou recentemente pela vergonha de ver um Submarino chinês emergir no meio de uma de suas task forces nucleares. Tudo bem que jogo é jogo, treino é treino e uma guerra não se resumiria apenas a isso. Mas se você fosse o comandante de um submarino grego vendo um Navio desses se aproximando da costa em um perímetro dentro de sua zona de soberania, faria o que??? Lembre-se que o dedo do gatilho é bem nervoso naquela região.FCarvalho escreveu:Junior, ao contrário do que possas pensar, afundar um Nae, ou NPM, como os chamamos por aqui, como o Juan Carlos I, visto acima, não é algo necessariamente fácil como você quer fazer crer.
É só perguntar para qualquer submarinista. Estes alvos, apesar de serem de grande valor, via de regra não andam sozinhos e sem cobertura. Lembre-se que para um submarino encontrar um ponto de disparo seguro que faça com que o ataque valha o risco, é preciso muito mais que bons torpedos e um bom navio.
A coisa é mais complicada que podes pensar.
Ademais, um bom submarinista que se preze não sai por aí gastando todo o seu tempo a cata de um único Nae só para ter o prazer de tê-lo na mira do telescópio. Por princípio, e até por questão de estratégia, a decisão por atingir ou não um navio capital deste porte, sequer é do capitão do submarino.
Uma guerra não vai terminar porque se perdeu um Nae/NPM. Pelo contrário até, o efeito pode ser bem o contrário. Há muitas coisas em jogo entre a mira, o disparo e o alvo de um telescópio.
abs.