Não apenas por ser russo. Ainda existem dogmas no EB... Eu vejo isso na educação militar que eu recebi. E eu vejo que isso atrapalha muito nas discussões aqui por exemplo. Talvez venha daí a minha preferência pelo SPADA, Hawk, Oerlinkon...ZeRo4 escreveu: Será que o problema, assim como outros equipamentos, é por que ele é Russo??? Sinceramente, não vejo motivos nem para se pensar em outro sistema... ele é simplesmente imbatível em todas as áreas.
AAA - Na atualidade e sua real eficacia.....
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Re: AAA - Na atualidade e sua real eficacia.....
http://www.tireoide.org.br/tireoidite-de-hashimoto/
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Re: AAA - Na atualidade e sua real eficacia.....
eu sou mais um sistema completo com facilidades de operação e manutenção e para o emprego.
esse seria a grande arma para defender
esse seria a grande arma para defender
Re: AAA - Na atualidade e sua real eficacia.....
Glauberprestes, preferências e gosto todos nós temos. Entretanto, negar algo que é flagrantemente superior beira as raias da loucura. Hoje não existe no mundo sistema de defesa aérea de curta distância melhor que o Pantsir e o Tor... eles são imbatíveis tanto em termos de tecnologia, quanto em termos de preço de mercado.
As GATs e RPs estão em toda cidade!
Como diria Bezerra da Silva: "Malandro é Malandro... Mané é Mané..."
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Re: AAA - Na atualidade e sua real eficacia.....
o sistema e´ bom pena que ainda nos estamos com armas de 1989 e´ muito dificil sera que não sepreucuparam em acompanha a evolução.
SENHORES E´UMA VERDADEIRA TRISTEZA SO TAMPA BURACO
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- Glauber Prestes
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Re: AAA - Na atualidade e sua real eficacia.....
Claro. As minhas preferências, eu posso até mudar, mas a mentalidade do EB ainda é essa. Adotar o Igla foi um grande passo dentro do exército. Mas sistemas maiores, como o Pantsir e o Tor, que envolvem sistemas operacionais complexos, deixam os militares com um pé atras. Quando (e SE) a grana para comprar um sistema desse nivel sinalizar uma aparição, o pantsir deve aparecer entre os finalistas, e só o tempo deve dizer se a "cabeça" dos militares esta mudando.ZeRo4 escreveu:Glauberprestes, preferências e gosto todos nós temos. Entretanto, negar algo que é flagrantemente superior beira as raias da loucura. Hoje não existe no mundo sistema de defesa aérea de curta distância melhor que o Pantsir e o Tor... eles são imbatíveis tanto em termos de tecnologia, quanto em termos de preço de mercado.
dbotura, manera o que escreve. Você é acido, e isso não é bom a longo prazo dentro do forum.
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Re: AAA - Na atualidade e sua real eficacia.....
Olá pessoal..
Quanto aos Mísseis iglas,alguém tem informação de quantos lançadores o EB possui na atualidade?? E quantos mísseis??
Pelo que sei o EB recebeu em 1994, 56 lançadores e 112 mísseis e mais modelos de treinamento.
Após esta aquisição o EB efetuou novas aquisições??
Desde já agradeço se alguém tiver a informação..
Abraço...
Quanto aos Mísseis iglas,alguém tem informação de quantos lançadores o EB possui na atualidade?? E quantos mísseis??
Pelo que sei o EB recebeu em 1994, 56 lançadores e 112 mísseis e mais modelos de treinamento.
Após esta aquisição o EB efetuou novas aquisições??
Desde já agradeço se alguém tiver a informação..
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- talharim
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Re: AAA - Na atualidade e sua real eficacia.....
O EB comprou novos lançadores,mísseis e simuladores depois disso mas muito pouco e em doses homeopáticas.
"I would rather have a German division in front of me than a French
one behind me."
General George S. Patton.
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Re: AAA - Na atualidade e sua real eficacia.....
Seminário sobre Requisitosde Míssil Antiaéreo
Em 10 de março de 2008, foi realizado no CTEx um seminário
com objetivo de analisar e aperfeiçoar os Requisitos
Técnicos Básicos (RTB) do Sistema Míssil Antiaéreo de Baixa
Altura. Participaram do evento integrantes do CTEx, OM
organizadora do evento, do Cmdo 11a Bda Inf L, do CAEx,
da EsACosAAe, do 1o GAAe e da empresa Mectron. O desenvolvimento
de um armamento com características
multidisciplinares e que se encontra entre as mais altas
prioridades do Exército Brasileiro confere ao tema elevada
importância e torna imperativo que os requisitos sejam debatidos
entre representantes dos segmentos envolvidos nas
diversas fases do ciclo de vida do material – o que envolve
pessoal das áreas técnica, operacional e de avaliação.
O seminário permitiu que conhecimentos e experiências
fundamentais fossem agregados ao conjunto
de requisitos desse sistema cuja capacitação na pesquisa,
desenvolvimento e produção autóctones terá
grande reflexo na operacionalidade da Força Terrestre.
CTEx – Centro Tecnológico do Exército
Cmdo 11a Bda Inf L – Comando da 11a Brigada de Infantaria Leve
CAEx – Centro de Avaliações do Exército
EsCosAAe – Escola de Artilharia de Costa e Antiaérea
1o GAAe – 1o Grupo de Artilharia Antiaérea
Em 10 de março de 2008, foi realizado no CTEx um seminário
com objetivo de analisar e aperfeiçoar os Requisitos
Técnicos Básicos (RTB) do Sistema Míssil Antiaéreo de Baixa
Altura. Participaram do evento integrantes do CTEx, OM
organizadora do evento, do Cmdo 11a Bda Inf L, do CAEx,
da EsACosAAe, do 1o GAAe e da empresa Mectron. O desenvolvimento
de um armamento com características
multidisciplinares e que se encontra entre as mais altas
prioridades do Exército Brasileiro confere ao tema elevada
importância e torna imperativo que os requisitos sejam debatidos
entre representantes dos segmentos envolvidos nas
diversas fases do ciclo de vida do material – o que envolve
pessoal das áreas técnica, operacional e de avaliação.
O seminário permitiu que conhecimentos e experiências
fundamentais fossem agregados ao conjunto
de requisitos desse sistema cuja capacitação na pesquisa,
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"A disciplina militar prestante não se aprende senhor, sonhando e na fantasia, mas labutando e pelejando." (CAMÕES)
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Re: AAA - Na atualidade e sua real eficacia.....
Palestra sobre o Projeto do Sistema Míssil MSA 3.1
Em 12 de novembro de 2007, o Chefe do Centro Tecnológico
do Exército, General-de-Brigada Aléssio Ribeiro
Souto, acompanhado do Gerente do Projeto do Sistema
Míssil Superfície-Ar 3.1 (Míssil
MSA 3.1), Capitão Engenheiro
Militar Francisco Eduardo Lima
de Medeiros, apresentou palestra
sobre o Projeto no Espaço
Tecno-cultural do Departamento
de Ciência e Tecnologia (DCT).
O evento foi prestigiado pelo
Chefe do DCT, General-de-Exército
Darke Nunes de Figueiredo,
pelo Vice-Chefe do DCT, General-de-Divisão Renato Joaquim
Ferrarezi, pelo Vice-Chefe do Departamento Logístico (D Log),
General-de-Divisão Sinclair James Mayer, pelo Chefe da
Diretoria de Serviço Geográfico (DSG), General-de-Divisão
Carlos Cesar Paiva de Sá e outros oficiais convidados.
O Chefe do CTEx na sua apresentação contextualizou
o Projeto do Sistema Míssil MSA 3.1 – elencado na lista dos
Projetos Prioritários do Exército –
e discorreu sobre a demanda de
recursos humanos e financeiros
necessários para atender a plenitude
das atividades concernentes
ao Projeto. Em seguida, o
Gerente do Projeto apresentou o
Anteprojeto, o Estudo de Viabilidade
Técnico-Econômica e o Projeto
Básico do Sistema Míssil MSA 3.1.
Maj QEM Marco Antonio Alvares dos Prazeres
pmarco@ctex.eb.br
TC QEM Roberto Castelo Branco Jorge
castelo@ctex.eb.br
Em 12 de novembro de 2007, o Chefe do Centro Tecnológico
do Exército, General-de-Brigada Aléssio Ribeiro
Souto, acompanhado do Gerente do Projeto do Sistema
Míssil Superfície-Ar 3.1 (Míssil
MSA 3.1), Capitão Engenheiro
Militar Francisco Eduardo Lima
de Medeiros, apresentou palestra
sobre o Projeto no Espaço
Tecno-cultural do Departamento
de Ciência e Tecnologia (DCT).
O evento foi prestigiado pelo
Chefe do DCT, General-de-Exército
Darke Nunes de Figueiredo,
pelo Vice-Chefe do DCT, General-de-Divisão Renato Joaquim
Ferrarezi, pelo Vice-Chefe do Departamento Logístico (D Log),
General-de-Divisão Sinclair James Mayer, pelo Chefe da
Diretoria de Serviço Geográfico (DSG), General-de-Divisão
Carlos Cesar Paiva de Sá e outros oficiais convidados.
O Chefe do CTEx na sua apresentação contextualizou
o Projeto do Sistema Míssil MSA 3.1 – elencado na lista dos
Projetos Prioritários do Exército –
e discorreu sobre a demanda de
recursos humanos e financeiros
necessários para atender a plenitude
das atividades concernentes
ao Projeto. Em seguida, o
Gerente do Projeto apresentou o
Anteprojeto, o Estudo de Viabilidade
Técnico-Econômica e o Projeto
Básico do Sistema Míssil MSA 3.1.
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Re: AAA - Na atualidade e sua real eficacia.....
Para acompanhar as unidades do EB, apenas os MANPADS são insuficientes.glauberprestes escreveu:Poxa tio, eu não sabia que introduziram um novo míssil, aumentando o alcance do pantsir. (sou vestibulando desde 2005, meu tempo pra esse tipo de pesquisa foi pro saco...)ZeRo4 escreveu: Glauber, o Pantsir não é perna curta não filho... ele tinha 15km de alcance, mas já introduziram um novo míssil e o alcance passou para 20km...
Bom, o pantsir passa a ser mais divertido (apesar de começar a conflitar com um MSA transportado em blindados), e uma opção bem legal.
O EB precisa de uma unidade de médio alcance com boa mobilidade e rápida aquisição e disparo.
Outro detalhe: a revista T&D cita esses 3 mísseis "entre as opções a serem analisadas". Portanto, o EB pode estar avaliando mais opções.
Se alguém tiver fontes próximas, poderia garimpar essa info pra gente.
- jambockrs
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Re: AAA - Na atualidade e sua real eficacia.....
Prezado ZeRo4, concordo com você em gênero, número e grau! Eis um artigo muito interessante sobre o Pantsyr:ZeRo4 escreveu:Glauberprestes, são dois pontos cara... um é a defesa da tropa, tanto a pé como motorizada/mecanizada como blindada! O MSA que seria o MANPAD defenderia essas tropas.
Outra completamente diferente é a utilização do Pantsir ou outro sistema para defender primariamente pontos fixos. Não acho que exista conflito nenhum nisso, um sistema desenvolvido localmente e outro de maior alcance adquirido de qualquer país estrangeiro. Não teria como comprar Pantsir para todas as tropas combatentes do EB... então o conjunto Saber/MSA ficaria para as tropas de frente e o Pantsir poderia ficar no comando da Brigada por exemplo.
(...)
Só me pergunto pq o Pantsyr fica de fora da preferência de todo mundo se além de fazer bem feito o q faz o Bamse e o Spada, é mais barato, móvel, conta com mais dois canhões de 30mm e que além de enganjar alvos aéreos pode enganjar alvos em terra tanto com os mísseis quanto com os canhões.
Será que o problema, assim como outros equipamentos, é por que ele é Russo??? Sinceramente, não vejo motivos nem para se pensar em outro sistema... ele é simplesmente imbatível em todas as áreas.
http://www.militaryphotos.net/forums/sh ... p?t=111708
Um abraço e até mais...
Re: AAA - Na atualidade e sua real eficacia.....
http://www.clicrbs.com.br/jornais/pione ... odovisual=Exército
Militares concluem treinamento
Operação Guardiões do Horizonte reuniu aviões, radar, canhões, 100 homens e outros equipamentos bélicos
RÉGIS VARGAS
FAB e 3º GAAAé usaram aeroclube para simulação de ataques de aeronaves e defesa baseada na terra
Garibaldi - Um arsenal militar tomou conta do aeroclube de Garibaldi, que serviu de cenário para uma batalha simulada do 3º Grupo de Artilharia Antiaérea (3º GAAAé), de Caxias do Sul, e Força Aérea Brasileira (FAB). Durante a semana, cerca de 100 homens do Exército participaram de um treinamento de defesa e ataque com dois aviões, canhões, lançadores de mísseis, radares e outros equipamentos.
A Operação Guardiões do Horizonte, que simulou um ataque inimigo por pilotos da FAB ao pelotão do 3º GAAAé, permitiu aos militares avaliarem e conhecerem técnicas e estratégias. O capitão e chefe de operações do 3º GAAAé, Júlio Cesar Dutra de Oliveira, explica a importância dos exercícios:
- Permite aprimorar as ações de soldados e pilotos, que adquirem maior experiência, por meio de uma operação com baixo custo e que não apresenta perigo aos militares nem à população, porque não utiliza munição de verdade.
Uma estrutura de defesa antiaérea, composta por dois canhões, quatro unidades de míssil e uma de radar, mais caminhões de apoio, ambulância e outros veículos militares foi distribuída estrategicamente na pista do aeroporto. Os participantes recebiam orientações do Centro de Operação Antiaérea (COAA), montado em uma sala. Os aviões responsáveis pelos ataques foram um Tucano e um AMX, que partiram das bases de Canoas e Santa Maria.
O arsenal
http://www.clicrbs.com.br/pdf/5318063.pdf
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Re: AAA - Na atualidade e sua real eficacia.....
3ª Bateria de Artilharia Antiaérea
Uruguaiana (RS) - A Bateria participou da Operação São Simão. Na oportunidade, foi realizado o tiro com o simulador do míssil Igla, desenvolvido pela OM.


Uruguaiana (RS) - A Bateria participou da Operação São Simão. Na oportunidade, foi realizado o tiro com o simulador do míssil Igla, desenvolvido pela OM.


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