FAB VAI COMPRAR SEU AVIÃO LIFT????
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Re: FAB VAI COMPRAR SEU AVIÃO LIFT????
Falar em helos de ataque na Avex hoje quando não temos sequer uma frota de helos de manobra decente desde a sua recriação, é no mínimo duvidoso, e tira o foco do problema principal que é a falta de capilaridade e manobra da Avex.
A reclamação do pessoal da Avex junto ao comando do exército, MD e governo é justamente essa. Não tem helo que chegue para tantas demandas aos mesmo tempo. Óbvio que não tem como resolver isso só com BH custando os olhos da cara.
O AW-249 ainda nem foi certificado, e isso ainda demora uns anos até estar totalmente operacional no exército italiano. Já AW-139, AW-149, AW-169, AW-119,etc são todos opções mais que válidas e necessárias ao que de fato precisamos aqui. Com off set, tot's e o que mais couber. Sem abaixar a cabeça e abanar o rabo pra ninguém.
A reclamação do pessoal da Avex junto ao comando do exército, MD e governo é justamente essa. Não tem helo que chegue para tantas demandas aos mesmo tempo. Óbvio que não tem como resolver isso só com BH custando os olhos da cara.
O AW-249 ainda nem foi certificado, e isso ainda demora uns anos até estar totalmente operacional no exército italiano. Já AW-139, AW-149, AW-169, AW-119,etc são todos opções mais que válidas e necessárias ao que de fato precisamos aqui. Com off set, tot's e o que mais couber. Sem abaixar a cabeça e abanar o rabo pra ninguém.
Carpe Diem
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Re: FAB VAI COMPRAR SEU AVIÃO LIFT????
Se a informação sobre essa possibilidade de LIFT a jato na FAB se confirmar, há de se prever e esperar que os suecos não fiquem olhando os acontecimentos de longe.
A Embraer é a única que lucra, ou com mais Gripen E/F adicionais, ou com M-346 quebrando o galho de "caça". De um jeito ou de outro ela estará envolvida em qualquer solução que se apresentar.
O preço real do Gripen E/,F é discutível e só FAB/governo e SAAB sabem exatamente onde o calo lhes aperta. Já falaram em 55, 85, 100, 120 milhões e por aí vai. Indiferente está questão, FAB e SAAB estão bem conscientes de que uma eventual compra desses M-346 literalmente enterra de vez o programa do Gripen E/F no Brasil. E ninguém vai lamentar por isso. A não ser certos "países amigos e aliados" que sem fazer esforço vão se locupletar do nosso infortúnio auto imposto, mais uma vez. E com nossa ajuda, claro.
A Embraer é a única que lucra, ou com mais Gripen E/F adicionais, ou com M-346 quebrando o galho de "caça". De um jeito ou de outro ela estará envolvida em qualquer solução que se apresentar.
O preço real do Gripen E/,F é discutível e só FAB/governo e SAAB sabem exatamente onde o calo lhes aperta. Já falaram em 55, 85, 100, 120 milhões e por aí vai. Indiferente está questão, FAB e SAAB estão bem conscientes de que uma eventual compra desses M-346 literalmente enterra de vez o programa do Gripen E/F no Brasil. E ninguém vai lamentar por isso. A não ser certos "países amigos e aliados" que sem fazer esforço vão se locupletar do nosso infortúnio auto imposto, mais uma vez. E com nossa ajuda, claro.
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Re: FAB VAI COMPRAR SEU AVIÃO LIFT????
Em 2024 deveríamos estar recebendo o 36o e último Gripen E/F do primeiro lote, conforme contrato em 2014.
Só temos 9 caças até agora, com 1 emprestado a Embraer/SAAB., o 4100. O planejamento inicial era de 3 lotes a fim de chegarmos aos propalados108 caças.
Dez anos depois, absolutamente ninguém no congresso, no MD, FAB e menos ainda nos sucessivos governos foi questionado ou veio a público fazer um "minha culpa" sobre o fato de um contrato de +4,5 bilhões de dólares não ter encontrado termo no cronograma previsto, e mais, se encontra totalmente atrasado, inadimplente e deficitário em sua contabilidade orçamentária, não uma ou duas vezes, mas ano após ano desde sua assinatura.
No Brasil falar de defesa aérea soa tão ou mais estranho quanto o Burundi ganhar uma copa do mundo de futebol. Mesmo para a FAB é um assunto refratário, se comparado a outros temas caros a si. A gestão anterior do cmdo da força aérea decidiu privilegiar o programa Gripen E com fins de voltar-se para suas missões primárias, mesmo com prejuízo de um projeto nacional na forma do KC 390. Aparentemente essa decisão não surtiu os efeitos desejados, mesmo piorando a situação já caótica do caça sueco no Brasil.
A resposta para a falta de responsabilidade e empenho com o Gripen E/F na FAB está sendo atirar para todos os lados e ver se alguma coisa cola. Atitude típica de quem não se importa de fato com as consequências de seus atos, e omissões, em tempo algum, mas apenas com as aparências, e a manutenção de um status quo irreal e falso de uma força aérea que mal consegue dar conta de si, além de subserviente e alienada aos reais interesses do país frente à politicalha local.
Em 2024, dez anos depois de assinado o contrato do FX-2 absolutamente ninguém foi chamado à responsabilidade pelo fracasso gritante do programa. Menos pelo caça em si, do que pela omissão e negligência recorrente de todos os governos desde então.
Mais que passou da hora de dar nomes aos bois e chamar quem de obrigação a assumir as responsabilidades pelo que vemos no programa Gripen E. Político, gestores civis e militares, empresas, enfim. Cabe mais do que apenas uma explicação de linha de rodapé à sociedade do porquê do fracasso desse programa. E não vale dizer que "não tenho nada com isso" não fui eu que fiz.
Só temos 9 caças até agora, com 1 emprestado a Embraer/SAAB., o 4100. O planejamento inicial era de 3 lotes a fim de chegarmos aos propalados108 caças.
Dez anos depois, absolutamente ninguém no congresso, no MD, FAB e menos ainda nos sucessivos governos foi questionado ou veio a público fazer um "minha culpa" sobre o fato de um contrato de +4,5 bilhões de dólares não ter encontrado termo no cronograma previsto, e mais, se encontra totalmente atrasado, inadimplente e deficitário em sua contabilidade orçamentária, não uma ou duas vezes, mas ano após ano desde sua assinatura.
No Brasil falar de defesa aérea soa tão ou mais estranho quanto o Burundi ganhar uma copa do mundo de futebol. Mesmo para a FAB é um assunto refratário, se comparado a outros temas caros a si. A gestão anterior do cmdo da força aérea decidiu privilegiar o programa Gripen E com fins de voltar-se para suas missões primárias, mesmo com prejuízo de um projeto nacional na forma do KC 390. Aparentemente essa decisão não surtiu os efeitos desejados, mesmo piorando a situação já caótica do caça sueco no Brasil.
A resposta para a falta de responsabilidade e empenho com o Gripen E/F na FAB está sendo atirar para todos os lados e ver se alguma coisa cola. Atitude típica de quem não se importa de fato com as consequências de seus atos, e omissões, em tempo algum, mas apenas com as aparências, e a manutenção de um status quo irreal e falso de uma força aérea que mal consegue dar conta de si, além de subserviente e alienada aos reais interesses do país frente à politicalha local.
Em 2024, dez anos depois de assinado o contrato do FX-2 absolutamente ninguém foi chamado à responsabilidade pelo fracasso gritante do programa. Menos pelo caça em si, do que pela omissão e negligência recorrente de todos os governos desde então.
Mais que passou da hora de dar nomes aos bois e chamar quem de obrigação a assumir as responsabilidades pelo que vemos no programa Gripen E. Político, gestores civis e militares, empresas, enfim. Cabe mais do que apenas uma explicação de linha de rodapé à sociedade do porquê do fracasso desse programa. E não vale dizer que "não tenho nada com isso" não fui eu que fiz.
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- cabeça de martelo
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Re: FAB VAI COMPRAR SEU AVIÃO LIFT????
China proposes J-10CE fighter jets to Brazil in exchange for strategic satellite launch site access.
10 Jan, 2025
According to information published by Veja on January 4, 2025, China offered the Brazilian government a batch of Chengdu J-10 fighter jets. Discussions with Brazil’s military authorities did not advance due to budget constraints and a decision to prioritize the Saab Gripen fighter program. Officials at the Defense Ministry indicated that China frequently offers military equipment to Brazil, but financial limitations often prevent progress.

China's proposal included the potential donation of J-10CE fighters in exchange for Chinese access to the Alcântara Launch Center in Maranhão, a satellite launch site. (Picture source: Chinese social media)
Brazilian media have also reported a renewed proposal from China involving the Chengdu J-10CE, a multirole fighter suggested to fill the operational gap between Brazil’s Super Tucano and Gripen fleets. This proposal included the potential donation of J-10CE units in exchange for Chinese access to the Alcântara Launch Center in Maranhão, a satellite launch site. Brazil rejected the proposal, citing financial constraints and strategic priorities. Analysts have suggested that granting Chinese access to Alcântara could create challenges with Brazil’s other defense partnerships. The Defense Ministry’s response aligns with its budgetary limitations and focus on existing alliances.
China proposed providing J-10CE fighter jets to Brazil in exchange for access to the Alcântara Launch Center, located near the equator. This location allows for more efficient satellite launches into geosynchronous orbits, reducing fuel requirements due to its geographic advantage. Such access would enable China to enhance its satellite launch capabilities while expanding its activities in Latin America. The offer of J-10CE jets was positioned as an incentive to support Brazil’s air force modernization while potentially granting China a strategically valuable foothold in a key space launch site.
Brazil is working to replace its aging Northrop F-5 fighter fleet, which has been in service with the Brazilian Air Force (FAB) since the 1970s. The F-5 fleet was acquired in several batches: 42 units in 1973, 26 units in 1988, and 11 second-hand units from Jordan in 2000. Modernization efforts from 2005 to 2020 extended the fleet’s operational life. However, the F-5 is expected to be retired after 2030, prompting the FAB to explore options to complement its Gripen NG fighters while maintaining operational flexibility with two-to-three fighter types.
In September 2024, discussions occurred between Brazil and India regarding the HAL Tejas as a potential candidate. Brazilian Air Force Commander Lieutenant Brigadier Marcelo Kanitz Damasceno met with Indian defense officials, including Air Chief Marshal V.R. Chaudhari and Chief of Army Staff General Upendra Dwivedi. The Tejas, which first flew in 2001 and entered service in 2016, is a single-engine multirole aircraft with variants such as the Mk1, Mk1A, Mk2, and a naval version. The Tejas Mk1A includes an AESA radar and advanced avionics, while the Mk2 is expected to feature a more powerful engine and updated systems. Damasceno noted that Brazilian regulations require maintaining two or three fighter types, and the Tejas could potentially enter service after the F-5’s retirement.
Under the F-X2 program, Brazil signed a $4.25 billion contract with Saab in 2013 to acquire 36 Gripen NG fighters, including 28 single-seat F-39E and eight dual-seat F-39F variants. This program aimed to replace the F-5 fleet and included technology transfer provisions, with Embraer involved in production and integration. The program, initially scheduled for completion by 2027, has faced delays due to budgetary constraints. By late 2023, nine Gripens were operational at Anápolis Air Base, with the 1st Air Defense Group focusing on air defense missions. Plans are in place to establish a new squadron for air-to-ground operations, reactivating the Pacau Squadron for this purpose.
The Gripen’s design includes a delta wing and canard configuration powered by the GE F414-GE-39E turbofan engine, achieving speeds of Mach 2. It is equipped for air-to-air combat, ground attack, and reconnaissance, with a combat range of approximately 1,500 kilometers and a ferry range of up to 4,000 kilometers using external fuel tanks. The aircraft’s AESA radar, electronic warfare systems, and advanced avionics provide operational capabilities. It has ten hardpoints and can carry up to 7,200 kilograms of payload, including missiles, bombs, and reconnaissance pods. Despite these capabilities, financial and logistical challenges have delayed its delivery.
Observers note that the Brazilian government lacks sufficient resources to complete existing deliveries of the Gripen, which have been delayed due to budget cuts. On September 24, 2024, the FAB reported the arrival of another Saab F-39 Gripen (tail number 4108) from Sweden via the port of Navegantes. After technical preparations at Navegantes International Airport, it was transferred to Anápolis Air Base. Pilot training has been supported by the Swedish Air Force’s Phoenix Squadron. Additionally, on March 13, 2024, the FAB considered creating a new Gripen squadron at Anápolis Air Base. An order dated March 5, 2024, established a working group to plan the reactivation of the 1st/4th GAV Pacau Squadron for air-to-ground missions, allowing the 1st Air Defense Group to focus on air-to-air roles. By December 2023, the 1st Air Defense Group operated seven Gripen fighters, including a test aircraft (4100) undergoing evaluations at Embraer’s flight test center in Gavião Peixoto.

Under the F-X2 program, Brazil signed a $4.25 billion contract with Saab in 2013 to acquire 36 Gripen NG fighters, including 28 single-seat F-39E and eight dual-seat F-39F variants. (Picture source: FAB)
The FAB is also modernizing its Embraer A-29 Super Tucano fleet, upgrading 68 aircraft to the A-29M standard beginning in 2025. Enhancements include BR-2 data links for interoperability with Gripens, new cockpit displays, electro-optical sensors, laser-guided weapons, and reinforced protection systems. These upgrades aim to extend the aircraft’s service life by 15 years, supporting roles in low-intensity conflicts, border patrols, and training missions. The FAB is also developing an ISR-capable variant of the C-390 Millennium for maritime patrol, incorporating advanced sensors and synthetic aperture radar.
Brazil plans to enhance its helicopter fleet by acquiring 12 Sikorsky UH-60M Black Hawk helicopters through a $950 million Foreign Military Sales agreement with the United States. Deliveries are expected between 2025 and 2029 to replace older UH-60L and Airbus AS532UE Cougars. These helicopters are intended for troop transport, medical evacuation, and disaster response. Additional modernization efforts include adapting existing platforms for ISR roles to address territorial security and disaster management requirements.
The Chengdu J-10 Vigorous Dragon, developed by the Chengdu Aircraft Corporation, is a single-engine, multirole combat aircraft featuring a delta wing and canard layout. It was introduced in 2004 and has been developed into several variants, including the J-10A, J-10B, and J-10C. The export-oriented J-10CE includes an AESA radar, IRST system, and compatibility with advanced munitions like PL-15 missiles. It is marketed as a cost-effective option for multirole missions. The PLAAF operates over 600 J-10s, and the J-10CE has been exported to Pakistan, which received 36 units in 2022. Bangladesh and Egypt have evaluated the J-10CE, with Bangladesh reportedly considering 16 units. Other countries, such as Saudi Arabia and Sudan, have shown interest in the platform.
Integrating the J-10CE into Brazil’s fleet could provide additional operational flexibility, as its AESA radar and compatibility with PL-15 missiles offer multirole capabilities. However, interoperability, training, and maintenance infrastructure requirements, as well as geopolitical considerations, would need to be addressed. Brazil’s focus on existing programs and partnerships reflects its approach to managing financial and strategic challenges in modernizing its air force.
https://www.armyrecognition.com/news/ae ... t=cmp-true
10 Jan, 2025
According to information published by Veja on January 4, 2025, China offered the Brazilian government a batch of Chengdu J-10 fighter jets. Discussions with Brazil’s military authorities did not advance due to budget constraints and a decision to prioritize the Saab Gripen fighter program. Officials at the Defense Ministry indicated that China frequently offers military equipment to Brazil, but financial limitations often prevent progress.

China's proposal included the potential donation of J-10CE fighters in exchange for Chinese access to the Alcântara Launch Center in Maranhão, a satellite launch site. (Picture source: Chinese social media)
Brazilian media have also reported a renewed proposal from China involving the Chengdu J-10CE, a multirole fighter suggested to fill the operational gap between Brazil’s Super Tucano and Gripen fleets. This proposal included the potential donation of J-10CE units in exchange for Chinese access to the Alcântara Launch Center in Maranhão, a satellite launch site. Brazil rejected the proposal, citing financial constraints and strategic priorities. Analysts have suggested that granting Chinese access to Alcântara could create challenges with Brazil’s other defense partnerships. The Defense Ministry’s response aligns with its budgetary limitations and focus on existing alliances.
China proposed providing J-10CE fighter jets to Brazil in exchange for access to the Alcântara Launch Center, located near the equator. This location allows for more efficient satellite launches into geosynchronous orbits, reducing fuel requirements due to its geographic advantage. Such access would enable China to enhance its satellite launch capabilities while expanding its activities in Latin America. The offer of J-10CE jets was positioned as an incentive to support Brazil’s air force modernization while potentially granting China a strategically valuable foothold in a key space launch site.
Brazil is working to replace its aging Northrop F-5 fighter fleet, which has been in service with the Brazilian Air Force (FAB) since the 1970s. The F-5 fleet was acquired in several batches: 42 units in 1973, 26 units in 1988, and 11 second-hand units from Jordan in 2000. Modernization efforts from 2005 to 2020 extended the fleet’s operational life. However, the F-5 is expected to be retired after 2030, prompting the FAB to explore options to complement its Gripen NG fighters while maintaining operational flexibility with two-to-three fighter types.
In September 2024, discussions occurred between Brazil and India regarding the HAL Tejas as a potential candidate. Brazilian Air Force Commander Lieutenant Brigadier Marcelo Kanitz Damasceno met with Indian defense officials, including Air Chief Marshal V.R. Chaudhari and Chief of Army Staff General Upendra Dwivedi. The Tejas, which first flew in 2001 and entered service in 2016, is a single-engine multirole aircraft with variants such as the Mk1, Mk1A, Mk2, and a naval version. The Tejas Mk1A includes an AESA radar and advanced avionics, while the Mk2 is expected to feature a more powerful engine and updated systems. Damasceno noted that Brazilian regulations require maintaining two or three fighter types, and the Tejas could potentially enter service after the F-5’s retirement.
Under the F-X2 program, Brazil signed a $4.25 billion contract with Saab in 2013 to acquire 36 Gripen NG fighters, including 28 single-seat F-39E and eight dual-seat F-39F variants. This program aimed to replace the F-5 fleet and included technology transfer provisions, with Embraer involved in production and integration. The program, initially scheduled for completion by 2027, has faced delays due to budgetary constraints. By late 2023, nine Gripens were operational at Anápolis Air Base, with the 1st Air Defense Group focusing on air defense missions. Plans are in place to establish a new squadron for air-to-ground operations, reactivating the Pacau Squadron for this purpose.
The Gripen’s design includes a delta wing and canard configuration powered by the GE F414-GE-39E turbofan engine, achieving speeds of Mach 2. It is equipped for air-to-air combat, ground attack, and reconnaissance, with a combat range of approximately 1,500 kilometers and a ferry range of up to 4,000 kilometers using external fuel tanks. The aircraft’s AESA radar, electronic warfare systems, and advanced avionics provide operational capabilities. It has ten hardpoints and can carry up to 7,200 kilograms of payload, including missiles, bombs, and reconnaissance pods. Despite these capabilities, financial and logistical challenges have delayed its delivery.
Observers note that the Brazilian government lacks sufficient resources to complete existing deliveries of the Gripen, which have been delayed due to budget cuts. On September 24, 2024, the FAB reported the arrival of another Saab F-39 Gripen (tail number 4108) from Sweden via the port of Navegantes. After technical preparations at Navegantes International Airport, it was transferred to Anápolis Air Base. Pilot training has been supported by the Swedish Air Force’s Phoenix Squadron. Additionally, on March 13, 2024, the FAB considered creating a new Gripen squadron at Anápolis Air Base. An order dated March 5, 2024, established a working group to plan the reactivation of the 1st/4th GAV Pacau Squadron for air-to-ground missions, allowing the 1st Air Defense Group to focus on air-to-air roles. By December 2023, the 1st Air Defense Group operated seven Gripen fighters, including a test aircraft (4100) undergoing evaluations at Embraer’s flight test center in Gavião Peixoto.

Under the F-X2 program, Brazil signed a $4.25 billion contract with Saab in 2013 to acquire 36 Gripen NG fighters, including 28 single-seat F-39E and eight dual-seat F-39F variants. (Picture source: FAB)
The FAB is also modernizing its Embraer A-29 Super Tucano fleet, upgrading 68 aircraft to the A-29M standard beginning in 2025. Enhancements include BR-2 data links for interoperability with Gripens, new cockpit displays, electro-optical sensors, laser-guided weapons, and reinforced protection systems. These upgrades aim to extend the aircraft’s service life by 15 years, supporting roles in low-intensity conflicts, border patrols, and training missions. The FAB is also developing an ISR-capable variant of the C-390 Millennium for maritime patrol, incorporating advanced sensors and synthetic aperture radar.
Brazil plans to enhance its helicopter fleet by acquiring 12 Sikorsky UH-60M Black Hawk helicopters through a $950 million Foreign Military Sales agreement with the United States. Deliveries are expected between 2025 and 2029 to replace older UH-60L and Airbus AS532UE Cougars. These helicopters are intended for troop transport, medical evacuation, and disaster response. Additional modernization efforts include adapting existing platforms for ISR roles to address territorial security and disaster management requirements.
The Chengdu J-10 Vigorous Dragon, developed by the Chengdu Aircraft Corporation, is a single-engine, multirole combat aircraft featuring a delta wing and canard layout. It was introduced in 2004 and has been developed into several variants, including the J-10A, J-10B, and J-10C. The export-oriented J-10CE includes an AESA radar, IRST system, and compatibility with advanced munitions like PL-15 missiles. It is marketed as a cost-effective option for multirole missions. The PLAAF operates over 600 J-10s, and the J-10CE has been exported to Pakistan, which received 36 units in 2022. Bangladesh and Egypt have evaluated the J-10CE, with Bangladesh reportedly considering 16 units. Other countries, such as Saudi Arabia and Sudan, have shown interest in the platform.
Integrating the J-10CE into Brazil’s fleet could provide additional operational flexibility, as its AESA radar and compatibility with PL-15 missiles offer multirole capabilities. However, interoperability, training, and maintenance infrastructure requirements, as well as geopolitical considerations, would need to be addressed. Brazil’s focus on existing programs and partnerships reflects its approach to managing financial and strategic challenges in modernizing its air force.
https://www.armyrecognition.com/news/ae ... t=cmp-true
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Re: FAB VAI COMPRAR SEU AVIÃO LIFT????
Agora é esperar a contra-oferta dos americanos. Foi isso que os argentinos fizeramcabeça de martelo escreveu: Sex Jan 10, 2025 12:56 pm China proposes J-10CE fighter jets to Brazil in exchange for strategic satellite launch site access.
10 Jan, 2025
According to information published by Veja on January 4, 2025, China offered the Brazilian government a batch of Chengdu J-10 fighter jets. Discussions with Brazil’s military authorities did not advance due to budget constraints and a decision to prioritize the Saab Gripen fighter program. Officials at the Defense Ministry indicated that China frequently offers military equipment to Brazil, but financial limitations often prevent progress.
China's proposal included the potential donation of J-10CE fighters in exchange for Chinese access to the Alcântara Launch Center in Maranhão, a satellite launch site. (Picture source: Chinese social media)
Brazilian media have also reported a renewed proposal from China involving the Chengdu J-10CE, a multirole fighter suggested to fill the operational gap between Brazil’s Super Tucano and Gripen fleets. This proposal included the potential donation of J-10CE units in exchange for Chinese access to the Alcântara Launch Center in Maranhão, a satellite launch site. Brazil rejected the proposal, citing financial constraints and strategic priorities. Analysts have suggested that granting Chinese access to Alcântara could create challenges with Brazil’s other defense partnerships. The Defense Ministry’s response aligns with its budgetary limitations and focus on existing alliances.
China proposed providing J-10CE fighter jets to Brazil in exchange for access to the Alcântara Launch Center, located near the equator. This location allows for more efficient satellite launches into geosynchronous orbits, reducing fuel requirements due to its geographic advantage. Such access would enable China to enhance its satellite launch capabilities while expanding its activities in Latin America. The offer of J-10CE jets was positioned as an incentive to support Brazil’s air force modernization while potentially granting China a strategically valuable foothold in a key space launch site.
Brazil is working to replace its aging Northrop F-5 fighter fleet, which has been in service with the Brazilian Air Force (FAB) since the 1970s. The F-5 fleet was acquired in several batches: 42 units in 1973, 26 units in 1988, and 11 second-hand units from Jordan in 2000. Modernization efforts from 2005 to 2020 extended the fleet’s operational life. However, the F-5 is expected to be retired after 2030, prompting the FAB to explore options to complement its Gripen NG fighters while maintaining operational flexibility with two-to-three fighter types.
In September 2024, discussions occurred between Brazil and India regarding the HAL Tejas as a potential candidate. Brazilian Air Force Commander Lieutenant Brigadier Marcelo Kanitz Damasceno met with Indian defense officials, including Air Chief Marshal V.R. Chaudhari and Chief of Army Staff General Upendra Dwivedi. The Tejas, which first flew in 2001 and entered service in 2016, is a single-engine multirole aircraft with variants such as the Mk1, Mk1A, Mk2, and a naval version. The Tejas Mk1A includes an AESA radar and advanced avionics, while the Mk2 is expected to feature a more powerful engine and updated systems. Damasceno noted that Brazilian regulations require maintaining two or three fighter types, and the Tejas could potentially enter service after the F-5’s retirement.
Under the F-X2 program, Brazil signed a $4.25 billion contract with Saab in 2013 to acquire 36 Gripen NG fighters, including 28 single-seat F-39E and eight dual-seat F-39F variants. This program aimed to replace the F-5 fleet and included technology transfer provisions, with Embraer involved in production and integration. The program, initially scheduled for completion by 2027, has faced delays due to budgetary constraints. By late 2023, nine Gripens were operational at Anápolis Air Base, with the 1st Air Defense Group focusing on air defense missions. Plans are in place to establish a new squadron for air-to-ground operations, reactivating the Pacau Squadron for this purpose.
The Gripen’s design includes a delta wing and canard configuration powered by the GE F414-GE-39E turbofan engine, achieving speeds of Mach 2. It is equipped for air-to-air combat, ground attack, and reconnaissance, with a combat range of approximately 1,500 kilometers and a ferry range of up to 4,000 kilometers using external fuel tanks. The aircraft’s AESA radar, electronic warfare systems, and advanced avionics provide operational capabilities. It has ten hardpoints and can carry up to 7,200 kilograms of payload, including missiles, bombs, and reconnaissance pods. Despite these capabilities, financial and logistical challenges have delayed its delivery.
Observers note that the Brazilian government lacks sufficient resources to complete existing deliveries of the Gripen, which have been delayed due to budget cuts. On September 24, 2024, the FAB reported the arrival of another Saab F-39 Gripen (tail number 4108) from Sweden via the port of Navegantes. After technical preparations at Navegantes International Airport, it was transferred to Anápolis Air Base. Pilot training has been supported by the Swedish Air Force’s Phoenix Squadron. Additionally, on March 13, 2024, the FAB considered creating a new Gripen squadron at Anápolis Air Base. An order dated March 5, 2024, established a working group to plan the reactivation of the 1st/4th GAV Pacau Squadron for air-to-ground missions, allowing the 1st Air Defense Group to focus on air-to-air roles. By December 2023, the 1st Air Defense Group operated seven Gripen fighters, including a test aircraft (4100) undergoing evaluations at Embraer’s flight test center in Gavião Peixoto.
Under the F-X2 program, Brazil signed a $4.25 billion contract with Saab in 2013 to acquire 36 Gripen NG fighters, including 28 single-seat F-39E and eight dual-seat F-39F variants. (Picture source: FAB)
The FAB is also modernizing its Embraer A-29 Super Tucano fleet, upgrading 68 aircraft to the A-29M standard beginning in 2025. Enhancements include BR-2 data links for interoperability with Gripens, new cockpit displays, electro-optical sensors, laser-guided weapons, and reinforced protection systems. These upgrades aim to extend the aircraft’s service life by 15 years, supporting roles in low-intensity conflicts, border patrols, and training missions. The FAB is also developing an ISR-capable variant of the C-390 Millennium for maritime patrol, incorporating advanced sensors and synthetic aperture radar.
Brazil plans to enhance its helicopter fleet by acquiring 12 Sikorsky UH-60M Black Hawk helicopters through a $950 million Foreign Military Sales agreement with the United States. Deliveries are expected between 2025 and 2029 to replace older UH-60L and Airbus AS532UE Cougars. These helicopters are intended for troop transport, medical evacuation, and disaster response. Additional modernization efforts include adapting existing platforms for ISR roles to address territorial security and disaster management requirements.
The Chengdu J-10 Vigorous Dragon, developed by the Chengdu Aircraft Corporation, is a single-engine, multirole combat aircraft featuring a delta wing and canard layout. It was introduced in 2004 and has been developed into several variants, including the J-10A, J-10B, and J-10C. The export-oriented J-10CE includes an AESA radar, IRST system, and compatibility with advanced munitions like PL-15 missiles. It is marketed as a cost-effective option for multirole missions. The PLAAF operates over 600 J-10s, and the J-10CE has been exported to Pakistan, which received 36 units in 2022. Bangladesh and Egypt have evaluated the J-10CE, with Bangladesh reportedly considering 16 units. Other countries, such as Saudi Arabia and Sudan, have shown interest in the platform.
Integrating the J-10CE into Brazil’s fleet could provide additional operational flexibility, as its AESA radar and compatibility with PL-15 missiles offer multirole capabilities. However, interoperability, training, and maintenance infrastructure requirements, as well as geopolitical considerations, would need to be addressed. Brazil’s focus on existing programs and partnerships reflects its approach to managing financial and strategic challenges in modernizing its air force.
https://www.armyrecognition.com/news/ae ... t=cmp-true
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Re: FAB VAI COMPRAR SEU AVIÃO LIFT????
pewdiepie escreveu: Sex Jan 10, 2025 1:41 pmAgora é esperar a contra-oferta dos americanos. Foi isso que os argentinos fizeramcabeça de martelo escreveu: Sex Jan 10, 2025 12:56 pm China proposes J-10CE fighter jets to Brazil in exchange for strategic satellite launch site access.
10 Jan, 2025
https://www.armyrecognition.com/news/ae ... t=cmp-true
J-10 pra mim nem faz sentido, 4G já tem, pra que outro? Parece que os chinas estão tramando com a Tailândia um negócio que aí sim, até faria sentido para o Táxi Aéreo Brazuqueiro (mas que não ia querer, claro, Big Daddy não deixa):


“Look at these people. Wandering around with absolutely no idea what's about to happen.”
P. Sullivan (Margin Call, 2011)
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Re: FAB VAI COMPRAR SEU AVIÃO LIFT????
Se for pra ser Chinês, que venha o top que possam oferecer. Não faz o menor sentido o J-10CE e os benefícios de Alcântara são bons demais, é a melhor posição global para lançamento.
Se venderem só a aeronave e os motores, dá pra dar um jeito que colocar recheio Israelense nele - desde que parem com essa caraia dessa ideologíce - e valeria muito a pena.
Se venderem só a aeronave e os motores, dá pra dar um jeito que colocar recheio Israelense nele - desde que parem com essa caraia dessa ideologíce - e valeria muito a pena.
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Re: FAB VAI COMPRAR SEU AVIÃO LIFT????
A China ainda tem acesso ao mercado de equipamentos militares de Israel?
Não acho que seria simples comprar pacote de aviônica e sensores israelenses e montar na China. Sinceramente, acho que é um negócio inviável em diversos níveis.
Não acho que seria simples comprar pacote de aviônica e sensores israelenses e montar na China. Sinceramente, acho que é um negócio inviável em diversos níveis.
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Re: FAB VAI COMPRAR SEU AVIÃO LIFT????
O site usa a Veja como fonte, e segundo a própria Veja, as conversas não avançaram:
https://veja.abril.com.br/coluna/radar/ ... rasileiro/
Mas provavelmente vai haver trocentas lives clikbaits de canais especializados em Defesa sobre algo que não avançou (mas não irão mencionar isso).
https://veja.abril.com.br/coluna/radar/ ... rasileiro/
Mas provavelmente vai haver trocentas lives clikbaits de canais especializados em Defesa sobre algo que não avançou (mas não irão mencionar isso).
- J.Ricardo
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Re: FAB VAI COMPRAR SEU AVIÃO LIFT????
Esse não seria um bom momento para comprar aviões chineses, a não ser que se queira pagar o preço de de um geladeira de equipamentos ocidentais, principalmente para manter o Gripen, na verdade nem precisamos de aviões chineses, bastava manter o financiamento em dia em receber os aviões que já temos encomendados com a Suécia, o mais incrível é que o mundo inteiro esta se armando e o Brasil discutindo se o Lula estava bêbado na comemoração do fracassado de 08/01.
Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil,
Vossos peitos, vossos braços,
São muralhas do Brasil!
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- gabriel219
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Re: FAB VAI COMPRAR SEU AVIÃO LIFT????
Não estava sendo sério.Brasileiro escreveu: Sex Jan 10, 2025 6:12 pm A China ainda tem acesso ao mercado de equipamentos militares de Israel?
Não acho que seria simples comprar pacote de aviônica e sensores israelenses e montar na China. Sinceramente, acho que é um negócio inviável em diversos níveis.
- FCarvalho
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Re: FAB VAI COMPRAR SEU AVIÃO LIFT????
O cronograma da FAB para recebimento do Gripen E\F diz que este ano somente 2 unidades serão recebidas. Estamos com 3 de saldo negativo. E o governo reclama que não tem dinheiro para pagar pelo contrato com os suecos.
De onde vai sair recursos para qualquer caça chinês, com ou sem Alcântara no meio do negócio?
A coisa é simples. Se tem dinheiro para comprar caça tampão ou LIFT disfarçado de caça, também tem para colocar o programa do Gripen E\F no lugar.
Não falta dinheiro na verdade. O que falta, e nunca houve de verdade, é vontade política para apor os recursos aos projetos da Defesa. E isso nunca haverá.
Viva-se com isso.
Próxima oferta.
De onde vai sair recursos para qualquer caça chinês, com ou sem Alcântara no meio do negócio?
A coisa é simples. Se tem dinheiro para comprar caça tampão ou LIFT disfarçado de caça, também tem para colocar o programa do Gripen E\F no lugar.
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- knigh7
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Re: FAB VAI COMPRAR SEU AVIÃO LIFT????
Seriam 4 entregas de Gripen previstas para este ano, sendo que vc mesmo postou a tabela com o cronograma de entregas há poucos dias!!:FCarvalho escreveu: Sáb Jan 11, 2025 12:34 pm O cronograma da FAB para recebimento do Gripen E\F diz que este ano somente 2 unidades serão recebidas. Estamos com 3 de saldo negativo. E o governo reclama que não tem dinheiro para pagar pelo contrato com os suecos.
De onde vai sair recursos para qualquer caça chinês, com ou sem Alcântara no meio do negócio?
A coisa é simples. Se tem dinheiro para comprar caça tampão ou LIFT disfarçado de caça, também tem para colocar o programa do Gripen E\F no lugar.
Não falta dinheiro na verdade. O que falta, e nunca houve de verdade, é vontade política para apor os recursos aos projetos da Defesa. E isso nunca haverá.
Viva-se com isso.
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- FCarvalho
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Re: FAB VAI COMPRAR SEU AVIÃO LIFT????
Sim eu sei. A matéria do Defesanet é de junho de 2023 e alega que o quadro exposto foi apresentado pelo cmte da FAB à comissão de defesa do Senado.
Porém, nesta outra matéria do Poder Aéreo de agosto do mesmo ano, tem essa outra tabela aqui.

https://www.aereo.jor.br/2023/08/11/cro ... illennium/
Então, na falta de saber que de fato está com a razão, vou crer que a FAB tem 3 caças não entregues a serem repostos mais os 2 ou 4, o que seja, a serem entregues este ano, e que de fato não o serão, já que não existe verba disponível no orçamento de 2025 para nem uma coisa e outra.
A primeira unidade produzida na Embraer está agendada para ser entregue este ano. As outras três, 1 Gripen E monoposto e 2 Gripen F bipostos, viriam da Suécia. Mas como não pagamos nem os atrasados.
Com certeza o governo vai querer aproveitar a chance para fazer autopromoção em cima do caça entregue pela Embraer. O dinheiro já deve até estar guardado debaixo do travesseiro.
Porém, nesta outra matéria do Poder Aéreo de agosto do mesmo ano, tem essa outra tabela aqui.

https://www.aereo.jor.br/2023/08/11/cro ... illennium/
Então, na falta de saber que de fato está com a razão, vou crer que a FAB tem 3 caças não entregues a serem repostos mais os 2 ou 4, o que seja, a serem entregues este ano, e que de fato não o serão, já que não existe verba disponível no orçamento de 2025 para nem uma coisa e outra.
A primeira unidade produzida na Embraer está agendada para ser entregue este ano. As outras três, 1 Gripen E monoposto e 2 Gripen F bipostos, viriam da Suécia. Mas como não pagamos nem os atrasados.

Com certeza o governo vai querer aproveitar a chance para fazer autopromoção em cima do caça entregue pela Embraer. O dinheiro já deve até estar guardado debaixo do travesseiro.
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