Leandro,LeandroGCard escreveu:É Kirk, é,..., a explicação de toda a existência da vida, do universo e tudo o mais está perfeitamente contida nas duas ou três primeiras páginas daquele textinho antigo e confuso que você tanto adora... .kirk escreveu:Deve ser por isso que ficamos quase 40 páginas discutindo, né ??? ... com você por vezes perdendo o auto-domínio e chutando o balde, não conseguindo explicar uma única transição entre espécimes e sobretudo, não sabe explicar porque no período cambriano a vida simplesmente "aparece" na documentação fóssil e antes disso apenas alguns micro-organismos !
Claro que o Criador, antes de criar a VIDA e a vegetação indispensável à vida era necessário seivar o solo de micro-elementos essenciais para a sobrevivência da vegetação e toda a vida que dela depende ...
Mas não se preocupe ... não é prerrogativa sua a ausência de explicações minimas como essa ... o problema é que evolucionistas passaram a "CRER" na evolução mais que religiosos exercem suas crenças ... e até hoje não há ciência no mundo que forneça tais explicações, exatamente porque comprovam a Criação ... e jogam por terra TODA TEORIA tão almejada pela crença religiosa na evolução ...
E mesmo agora você ainda insiste em que não foram mostradas as formas transicionais, depois de eu ter colocado tantas e tantas delas com fotos, explicações, referências e etc... . E também continua insistindo nesta ideia absurda da vida surgir inteira e pronta nos estratos cambrianos, ignorando até os textos que você mesmo colocou sobre o período anterior (Ediacarano), com animais SE MOVENDO E DEIXANDO TRAÇOS NOS SEDIMENTOS, muito além de "micro-elementos seivando o solo..." . Sem falar que continua ignorando solenemente as MINHAS PERGUNTAS sobre como o Gênesis explicaria a sobrevivência das espécies durante o dilúvio e distribuição atual delas no mundo.
Mas já deu para perceber exatamente porquê você não responde a estas perguntas: É porque está perfeitamente ciente que sua resposta soaria exatamente como a da mocinha do vídeo “engraçadinho” que você postou, e que assim ficaria bem claro quem realmente é uma piada por aqui.
Leandro G. Card
A Bíblia foi preparada como guia espiritual, não como manual de Ciência, entretanto seu AUTOR esteve PRESENTE nos eventos da Criação, portanto descreve os fatos ocorridos em linguagem simples, porém com perfeita EXATIDÃO e isso é reconhecido também pela comunidade cientifica, por exemplo:
O famoso geólogo Wallace Pratt disse: “Se eu, como geólogo, tivesse de explicar concisamente nossas idéias modernas sobre a origem da Terra e o desenvolvimento da vida sobre ela a um povo simples, pastoril, tal como o das tribos a quem foi dirigido o Livro de Gênesis, dificilmente poderia fazê-lo melhor do que seguir bem de perto grande parte da linguagem do primeiro capítulo de Gênesis.” Pratt observou que a ordem dos eventos em Gênesis — a origem dos oceanos, a emergência do solo seco e daí o aparecimento da vida marinha, das aves e dos mamíferos — é essencialmente a seqüência das principais divisões do período geológico.
E não somente na geologia, mas em TODAS as ciências, tais como : Anatomia, Medicina, Astrologia, Arqueologia, Botânica ... enfim veja : http://www.usinadeletras.com.br/exibelo ... os&vinda=S
Temos que entender a teoria da evolução à luz da época em que foi concebida ... uma época obscurecida pela religião, que até então detinha poder de vida ou morte, liderada por pessoas ignorantes que consideravam ciência algo que se confundia com magia ou bruxaria ... com homens ávidos para se libertar dos grilhões das igrejas, verdadeiramente "buscavam" uma alternativa para a origem da vida que excluísse Deus dessa equação, pois aqueles que professavam esse Deus não passavam de seres ignorantes, violentos e opressores que IMPUNHAM suas "verdades" e perseguiam quem delas discordasse ...
Isso aconteceu no pleno surgimento do Humanismo, que coloca os humanos como principais, numa escala de importância, no centro do mundo, cujo significado filosófico essencial destaca-se por contraposição ao apelo ao sobrenatural ou a uma autoridade superior. Nada mais natural que a teoria da evolução fosse imediatamente aceita pela quase unanimidade da comunidade cientifica ...
Acontece, que teoria é teoria, portanto faz-se necessário a comprovação fóssil do qual os arqueólogos passaram a perseguir, porém o que acharam conta uma História diferente da que procuravam, assim passaram a fazer especulações e adaptações para que a "prova" corrobore a teoria ... e virou o que virou ... uma questão de crença ...
Assim, os próprios evolucionistas estão divididos em "facções" discutindo entre si as incoerências da teoria evolucionista, por exemplo :
Entre os paleontólogos, cientistas que estudam os fósseis, há crescente discordância quanto ao conceito prevalecente do darwinismo.” Francis Hitching, evolucionista e autor do livro The Neck of the Giraffe (O Pescoço da Girafa), declarou: “O darwinismo, a despeito de toda a aceitação que goza no mundo científico como o grande princípio unificador da biologia, depois de um século e um quarto, acha-se envolto num surpreendente montão de dificuldades.”
O paleontólogo Niles Eldredge, evolucionista de destaque, disse: “A dúvida que se infiltrou na anterior certeza presunçosa e confiante da biologia evolucionista, nos últimos vinte anos, tem atiçado paixões.” Mencionou a “falta de total acordo, mesmo no âmbito dos campos opostos”, e acrescentou: “As coisas estão realmente tumultuadas nestes dias . . . Às vezes, parece que há tantas variações de cada tema [evolucionista] quanto o número de biólogos singulares.”
Certo redator do jornal The Times, de Londres, Christopher Booker (que aceita a evolução), disse a respeito disso: “Era uma teoria lindamente simples e atraente. A única dificuldade era que, como o próprio Darwin estava pelo menos parcialmente cônscio, ela se achava repleta de colossais furos.” No que tange à Origem das Espécies, de Darwin, ele observou: “Deparamo-nos aqui com a suprema ironia de que um livro, que se tornou famoso por explicar a origem das espécies, na verdade não faz nada disso.”
E a revista inglesa New Scientist (Novo Cientista) observou que “crescente número de cientistas, mais especificamente um avolumante número de evolucionistas . . . argumenta que a teoria da evolução darwiniana não é, de jeito nenhum, uma teoria genuinamente científica. . . . Muitos de tais críticos dispõem das mais altas credenciais intelectuais”.
A respeito da questão da origem da vida, o astrônomo Robert Jastrow disse: “Para despeito deles, [os cientistas] não dispõem duma resposta taxativa, porque os químicos jamais tiveram êxito em reproduzir as experiências da natureza sobre a criação da vida à base de matéria abiótica. Os cientistas não sabem como isso aconteceu.” Acrescentou: “Os cientistas não têm prova de que a vida não foi o resultado de um ato de criação.”
Se a evolução fosse factual, por certo deveria haver neles ampla evidência da evolução de uma espécie de coisa viva em outra espécie. Contudo, o Bulletin (Boletim) do Museu Field de História Natural, de Chicago, EUA, comentou: “A teoria da [evolução], de Darwin, sempre esteve estreitamente vinculada com a evidência fóssil, e, provavelmente, a maioria das pessoas presume que os fósseis desempenham uma parte importantíssima do argumento geral a favor das interpretações darwinianas da história da vida. Infelizmente, isto não é estritamente verídico.”
Por que não? O Bulletin prosseguiu dizendo que Darwin “ficou embaraçado com os fósseis porque não tinham a aparência que ele predissera . . . a documentação geológica não apresentava naquele tempo, e ainda não apresenta, uma cadeia finamente graduada de evolução lenta e progressiva”. Com efeito, atualmente, depois de mais de um século de coleta de fósseis, “dispomos de ainda menos exemplos de transição evolucionista do que tínhamos na época de Darwin”, explicou o Bulletin. Por que isto se dá? Devido a que a evidência mais abundante dos fósseis, hoje disponível, mostra que alguns dos exemplos, que certa vez eram empregados para apoiar a evolução, hoje em dia são encarados como não o fazendo de forma alguma.
Este fracasso da evidência fóssil em apoiar a evolução gradual tem perturbado muitos evolucionistas. Na obra The New Evolutionary Timetable, Steven Stanley mencionou “o fracasso geral da documentação em exibir transições graduais de um grupo principal para outro”. Disse ele: “A documentação fóssil conhecida não está, e nunca esteve, de acordo com [a evolução lenta].” Niles Eldredge também admitiu: “Não existe o padrão que nos mandaram procurar nos últimos 120 anos.”
Diante dos embaraçosos fatos acima, surgiram NOVAS TEORIAS ... o que dizer delas ???
A revista Science Digest expressou-se do seguinte modo: “Alguns cientistas propõem mudanças evolutivas ainda mais rápidas e estão agora trabalhando bem seriamente com idéias certa vez popularizadas apenas na ficção.”
Para exemplificar, há cientistas que concluíram que a vida não poderia ter surgido espontaneamente na Terra. Em vez disso, especulam que deve ter-se originado no espaço sideral e, daí, vindo flutuando até a Terra. Mas, isso apenas faz recuar no tempo o problema da origem da vida, e o coloca num ambiente ainda mais proibitivo. São bem conhecidos os perigos que confrontam a vida no ambiente hostil do espaço sideral. Será provável, então, que a vida começasse espontaneamente em outra parte do universo e sobrevivesse sob tais condições rigorosas para chegar à Terra, e, mais tarde, se desenvolvesse na vida como a conhecemos?
Uma vez que os fósseis não demonstram o desenvolvimento gradual de vida, passando de um tipo para outro, há evolucionistas que teorizam que tal processo deve ter acontecido aos saltos (ou espasmos), e não a um ritmo contínuo. Como explica The World Book Encyclopedia (Enciclopédia do Livro Mundial): “Muitos biólogos acham que novas espécies podem ser produzidas por alterações súbitas e drásticas nos genes
Alguns adeptos desta teoria chamaram este processo de “equilíbrio pontuado”. Isto é, as espécies mantêm seu “equilíbrio” (permanecem quase as mesmas), mas, de vez em quando, existe uma “pontuação” (um grande salto para evoluir em outra coisa). Isto é exatamente o oposto da teoria que tem sido aceita, durante muitas décadas, por quase todos os evolucionistas. O abismo que existe entre as duas teorias foi ilustrado por uma manchete do jornal The New York Times: “Atacada a Teoria da Evolução Rápida.” A notícia observava que a idéia mais recente sobre o “equilíbrio pontuado” tinha “suscitado nova oposição” entre aqueles que mantêm o conceito tradicional.
Independente da teoria adotada, é razoável que devia haver pelo menos certa evidência de que uma espécie de vida se transforma em outra. Ainda persistem, porém, as lacunas entre as diferentes espécies de vida encontradas nos fósseis, bem como as lacunas entre os diferentes tipos de coisas vivas existentes hoje na Terra.
Também, é revelador ver o que aconteceu com a idéia de Darwin, há muito aceita, da “sobrevivência do mais apto”. Ele a chamou de “seleção natural”. Isto é, acreditava que a natureza “selecionava” as mais aptas coisas vivas para a sobrevivência. À medida que estes “aptos” supostamente adquiriam novas características que lhes fossem vantajosas, evoluíam lentamente. Mas a evidência dos últimos 125 anos mostra que, ao passo que os mais aptos podem realmente sobreviver, isto não explica como é que surgiram. Um leão pode ser mais apto que outro leão, mas isso não explica como veio a ser um leão. E toda a sua prole ainda será de leões, e não de outra coisa.
Assim, o escritor Tom Bethell comentou na revista Harper’s: “Darwin cometeu um erro suficientemente grave para minar sua teoria. E tal erro só recentemente foi reconhecido como tal. . . . Um organismo pode, deveras, ser ‘mais apto’ que outro . . . Isto, naturalmente, não é algo que ajude a criar tal organismo, . . . É claro, julgo eu, que havia algo de erradíssimo com tal idéia.” Bethell acrescentou: “Segundo o entendo, a conclusão é bem assombrosa: A teoria de Darwin está, creio eu, à beira do colapso.”
Resumindo alguns problemas não-solucionados que confrontam a evolução, observou Francis Hitching: “Em três áreas cruciais em que se pode testar [a teoria moderna da evolução], ela falhou: Os fósseis revelam um padrão de saltos evolutivos, em vez de mudança gradual. Os genes constituem poderoso mecanismo estabilizador, cuja função principal é impedir que evoluam novas formas. Mutações ocasionais, passo a passo, ao nível molecular, não podem explicar a complexidade organizada e crescente da vida.”
Daí, concluiu Hitching, tecendo a seguinte observação: “Expressando-o da forma mais branda possível, a pessoa tem o direito de questionar uma teoria evolucionista tão repleta de dúvidas, mesmo entre aqueles que a ensinam. Se o darwinismo for deveras o grande princípio unificador da biologia, ele abrange áreas extraordinariamente grandes de ignorância. Deixa de explicar algumas das questões mais básicas: como substâncias químicas sem vida passaram a viver, que regras gramaticais regem o código genético, como os genes modelam a forma das coisas vivas.” Com efeito, Hitching declarou considerar a teoria moderna da evolução “tão inadequada, que merece ser tratada como uma questão de fé”.