ABULDOG74 escreveu:
Olá camarada,tive um debate muitas páginas atrás e mostrei quase todos os pontos, mas se quiser perguntar e eu puder responder, responderei com prazer meu amigo.
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Qual post? Qual página?
Aqui mesmo meu amigo e algumas postagens no tópico : CORPO DE FUZILEIROS NAVAIS.
ABULDOG74 escreveu:Olá camarada,tive um debate muitas páginas atrás e mostrei quase todos os pontos, mas se quiser perguntar e eu puder responder, responderei com prazer meu amigo.
A pergunta que todos querem a resposta: O que falta no IA2 para ser um fuzil bom para todas as forças brasileiras?
gabriel219 escreveu:Túlio véio, porque não tentas alguma unidade da PM?
Túlio escreveu:Cupincha Gabriel, PM só semi.
Esperem um instante.
Será possível que estamos falando sobre a mesma classe de armas?
Agora, ocorreu-me que as deficiências que Moura e Rodrigo apontaram como detectadas nas armas IA2 em testes das Polícias Militares, poderiam estar restritas à VERSÃO CARABINA de fogo semi-automático.
Desta forma, a VERSÃO FUZIL DE ASSALTO de fogo automático, poderia se classificar em outra situação.
Será que há alguma validade nesta minha suposição?
Clermont véio, a diferença de um IA-2 Militar para um Policial é apenas no seletor de regime de fogo, que, na versão Policial, suprime o full. Tirando isso, é a mesma arma...
gabriel219 escreveu:Amigo Clemont, bem, o amigo Moura falou que UM fuzil de 3 falhou, (...)
Mas, as armas fornecidas às polícias são fuzis de fogo automático, iguais aos fuzis destinados à infantaria do Exército e que foram testados pelo Corpo de Fuzileiros Navais?
Ou são carabinas de fogo semi-automático?
Seria possível que exista uma diferença de desempenho entre ambas as versões do mesmo modelo de arma longa?
E isto poderia ser a explicação para este desencontro de opiniões?
Túlio escreveu:Clermont véio, a diferença de um IA-2 Militar para um Policial é apenas no seletor de regime de fogo, que, na versão Policial, suprime o full. Tirando isso, é a mesma arma...
Pena.
Até que teria sido uma boa hipótese e que explicaria muita coisa.
gabriel219 escreveu:Amigo Clemont, bem, o amigo Moura falou que UM fuzil de 3 falhou, (...)
Mas, as armas fornecidas às polícias são fuzis de fogo automático, iguais aos fuzis destinados à infantaria do Exército e que foram testados pelo Corpo de Fuzileiros Navais?
Ou são carabinas de fogo semi-automático?
Seria possível que exista uma diferença de desempenho entre ambas as versões do mesmo modelo de arma longa?
E isto poderia ser a explicação para este desencontro de opiniões?
Não, alguns fuzis possui capacidade full. [/b]
Marechal, as 3 tropas possuem requisitos diferentes para suas tropas e fazer um fuzil que sirva para os 3, na minha opinião, além de difícil, sairia bem caro.
O EB prefere o fuzil com cano curto, mais simples com coronha rebatível e alavanca de manejo em apenas um dos lados.
O CFN prefere um fuzil mais prefiro (cano maior, eu creio), mais sofisticado, com tudo que tem direito, desde coronha ajustável á totalmente ambidestro.
A FAB sei lá o que pensa. Não se pronunciou sobre nada!
Mas isso é a minha opinião.
Clemont,
Bem, temos um vídeo de um Policial da PM de São Paulo que, inclusive pelo que soube, receberam BEM mais do que 3 unidades do Fuzil nas 2 versões, Fuzil de Assalto e Carabina Policial, elogiando o IA2 após testa-lo.
Que falha o mesmo teria? Seria mentiroso este Policial? O EB defender o IA2 é uma coisa, mas um PM não tem nada a ver e pode critica-lo, mas não fez isto, então...
Abs.
ABULDOG74 escreveu:Só uma curiosidade, houve um torneio de tiro no CFN chamado Torneio de Tiro da Independência 1ª e 2ª edição, na qual a Imbel levou o IA2 para tiro e ele ficou disponível para quem quisesse atirar com ele por uma semana, com a presença de engenheiros da própria empresa que estava lá também respondendo perguntas e muitos FN`S e competidores manusearam , atiraram e perguntaram algumas dúvidas aos engenheiros com e sobre ele.
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E qual foi o resultado disso? O que foi que os fuzileiros acharam do fuzil? Além das modificações pedidas.
I know the weakness, I know the pain. I know the fear you do not name. And the one who comes to find me when my time is through. I know you, yeah I know you.
ABULDOG74 escreveu:Olá camarada,tive um debate muitas páginas atrás e mostrei quase todos os pontos, mas se quiser perguntar e eu puder responder, responderei com prazer meu amigo.
A pergunta que todos querem a resposta: O que falta no IA2 para ser um fuzil bom para todas as forças brasileiras?
Olá camarada, ele repetiu alguns erros do MD97 E FAL e algumas inovações amplamente conhecidas nos fuzis modernos que poderiam ter sido utilizados neles; mas como é um lote inicial e o próprio CFN sugeriu algumas alterações.
ERROS QUE OBSERVEI QUE REPETEM O MD97 E FAL:
-REGISTRO DE SEGURANÇA COM UM "ENCAIXE MORTO" ENTRE AS POSIÇÕES "S " E "A", QUE SE NÃO FOR ENCAIXADO CORRETAMENTE PROVOCA O TRAVAMENTO DO GATILHO IMPEDINDO O DISPARO E QUE SE AGRAVARÁ COM O TEMPO DE USO;
-MIRAS DE FERRO INEFICIENTES QUE NÃO PROPICIAM UMA PADRONIZAÇÃO DE MEDIDAS E CONSEQUENTEMENTE UMA BOA REGULAGEM, O FUZIL ATÉ APRESENTA ATÉ UMA BOA CONCENTRAÇÃO NO ALVO(TIRO REALIZADO A 200METROS), MAS PELA INEFICIÊNCIA DAS MIRAS VOCÊ NÃO CONSEGUE TRAZER ESSA CONCENTRAÇÃO COM EFICIÊNCIA PARA O CENTRO DO ALVO;
-CORONHA COM TRAVAMENTO AOS MOLDES DO PARAFAL E MD97, QUE AO LONGO DO TEMPO PODERÁ APRESENTAR FOLGAS INVIABILIZANDO UM TIRO MAIS PRECISO PARA TROPAS COM UM POUCO MAIS DE TREINAMENTO; O IDEAL PARA ESSAS TROPAS SERIA UMA CORONHA RETRÁTIL OU RETRÁTIL E REBATÍVEL, MAS QUE ESSE REBATIMENTO TIVESSE UM TRAVAMENTO(TANTO ABERTO, QUANTO FECHADO) MAIS EFICIENTE;
A informação que recebi de um Oficial do EB é que a Imbel já estuda adotar no IA2 a Coronha Rebatível e Retrátil, alavanca de acionamento ambidestra e entre outras mudanças. Não lembro dele falar sobre a mira e nem sobre o registro de segurança.
Ele me disse que mantiveram algumas heranças do FAL por conta da tropa, para da-los algo totalmente novo e ter que adestra-los tudo novamente, mas as modificações seriam implantadas aos poucos e até 2020, com o COBRA 2.0, todas as mudanças serão adotadas. Disse que a coronha retrátil anterior não foi adotada por conta da durabilidade e não por conta do preço.
Não perguntei sobre o CFN e nem sobre a FAB, mas ele me disse que o engenheiro da Imbel falou a ele que o IA2 está apto a realizar mudanças de acordo com o pedido do operador.
Essa é a informação que recebi a um bom tempo, de um Oficial que foi na fábrica da Imbel e testou o Fuzil, postei até um vídeo dele aqui.
gabriel219 escreveu:A informação que recebi de um Oficial do EB é que a Imbel já estuda adotar no IA2 a Coronha Rebatível e Retrátil, alavanca de acionamento ambidestra e entre outras mudanças. Não lembro dele falar sobre a mira e nem sobre o registro de segurança.
Ele me disse que mantiveram algumas heranças do FAL por conta da tropa, para não lhes dá algo totalmente novo e ter que adestra-los tudo novamente, mas as modificações seriam implantadas aos poucos e até 2020, com o COBRA 2.0, todas as mudanças serão adotadas. Disse que a coronha retrátil anterior não foi adotada por conta da durabilidade e não por conta do preço.
Não perguntei sobre o CFN e nem sobre a FAB, mas ele me disse que o engenheiro da Imbel falou a ele que o IA2 está apto a realizar mudanças de acordo com o pedido do operador.
Essa é a informação que recebi a um bom tempo, de um Oficial que foi na fábrica da Imbel e testou o Fuzil, postei até um vídeo dele aqui.
Abs.
Algumas boas notícias meu amigo, mas confesso que como operador me incomoda muito esse problema no registro de segurança e como FN o problema das miras; mas acho que o problema do registro pode ser resolvido no já existente colocando um sistema de molas internamente na alavanca do registro; pois quando passa-se o mesmo da posição "R" a mola o empurraria direto para a posição "A", EVITANDO O VACUO e as miras seria a retirada das atuais e a colocação de outras com medidas para regulagem padronizadas.