Indústrias brasileiras de defesa. Uma nova chance !

Assuntos em discussão: Exército Brasileiro e exércitos estrangeiros, armamentos, equipamentos de exércitos em geral.

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SUNDAO
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Re: Indústrias brasileiras de defesa. Uma nova chance !

#16 Mensagem por SUNDAO » Sex Fev 17, 2012 12:12 pm

Hader escreveu:Sundao

Estou com uma merreca de um smartphone no momento. Quando estiver no computador vamos continuar o debate com a atenção que ele merece! :wink:

Abraço!
Olá Hader!

Estamos juntos neste "perrengue". Rs.

Só me dei ao luxo de ir tão longe para que o tópico fosse adiante.

O diabo ocorre no fim do dia quando a bateria tá no fim e você perde meio post porque a bateria atirou!

Triste é fazer no pc e levar pra outro canto e repassar. Vira trabalho, obrigação.

Aguardo contato.

Sundao




Hader

Re: Indústrias brasileiras de defesa. Uma nova chance !

#17 Mensagem por Hader » Sex Fev 17, 2012 9:57 pm

Nem ao menos entrei no mérito de como as empresas seriam geridas.

Aliás já expliquei isto acima como você deve ter visto, portanto este cavalo de batalha já foi desmontado.

Ao mesmo tempo apesar de concordar com o ideário proposto me fica a impressão que "falta índio nesta história".

A raiz de todo o real empreendedor é capacidade de gerenciar riscos inclusive o tecnológico, o que me parece faltar a maioria deles.

O que me parece é que eles tendem mais a ser aventureiros, na maioria das hipóteses.

Alguns fatos porém saltam aos olhos e nos obrigam a olhar de forma mais pragmática a situação.

Existe um gap tecnológico no país em vários setores no país inclusive no setor de Defesa.

O Brasil pode ou deve esperar o "processo normal" ou, para economia de erário e incremento da capacidade de defesa
, deve procurar outras soluções?

O processo normal gera mais riscos, é demorado e gera ainda mais obrigações ao estado.

A solução oferecida minimiza riscos tecnológicos, industriais, administrativos e de projeto.

Mas existem, por outro lado, as "transferências de tecnologias entre subsidiárias" o subsídio a multinacionais e o pagamento eterno de royalties.

Gostaria que desarmasse o espírito e pensasse dentro das premissas que propus que , a meu ver são bastante interessantes mesmo como exercício.
Olá Sundao,

Veja, se o GF usa o dinheiro público (fundo soberano é grana pública) para comprar empresas ele se torna dono delas, e como tal deve participar de suas administrações, pois não existe modelo legal que permita outra saída. A unica opção viável seria o financiamento via banco de fomento para uma empresa privada fazer esta aquisição.
O modelo de fomento que propões tem que levar em conta alguns aspectos vitais. Vou citar apenas três:

1- A indústria de defesa é complexa e muito variada no que diz respeito ao emprego e desenvolvimento de tecnologia. De nada adianta saber fazer radar AESA se não souber usinar um mancal de titânio.

2- A distribuição de tecnologias e capacitações pela cadeia produtiva. A coordenação de esforços em conhecimentos complexos.

3- A demanda intensiva de mão-de-obra altamente capacitada e de capitais para se manter o momentum do processo.

É por conta deste tipo de complexidade que, em todo mundo, a indústria de defesa (e outras de alta demanda tecnológica) se organiza em clusters. Assim, seu pensamento deve ser organizado em torno de um modelo de cluster. Não faz diferença comprar uma empresa e seu conhecimento (o que, por si só já é um fato deveras questionável). Deve-se pensar em montar toda uma rede sustentável.

Abraços!




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Re: Indústrias brasileiras de defesa. Uma nova chance !

#18 Mensagem por SUNDAO » Sáb Fev 18, 2012 12:14 am

Olá Halder!

Colocarei em caixa alta as minhas observações para complementar as suas por estar ainda no cel, ok !?!
Hader escreveu:
Nem ao menos entrei no mérito de como as empresas seriam geridas.

Aliás já expliquei isto acima como você deve ter visto, portanto este cavalo de batalha já foi desmontado.

Ao mesmo tempo apesar de concordar com o ideário proposto me fica a impressão que "falta índio nesta história".

A raiz de todo o real empreendedor é capacidade de gerenciar riscos inclusive o tecnológico, o que me parece faltar a maioria deles.

O que me parece é que eles tendem mais a ser aventureiros, na maioria das hipóteses.

Alguns fatos porém saltam aos olhos e nos obrigam a olhar de forma mais pragmática a situação.

Existe um gap tecnológico no país em vários setores no país inclusive no setor de Defesa.

O Brasil pode ou deve esperar o "processo normal" ou, para economia de erário e incremento da capacidade de defesa
, deve procurar outras soluções?

O processo normal gera mais riscos, é demorado e gera ainda mais obrigações ao estado.

A solução oferecida minimiza riscos tecnológicos, industriais, administrativos e de projeto.

Mas existem, por outro lado, as "transferências de tecnologias entre subsidiárias" o subsídio a multinacionais e o pagamento eterno de royalties.

Gostaria que desarmasse o espírito e pensasse dentro das premissas que propus que , a meu ver são bastante interessantes mesmo como exercício.
Olá Sundao,

Veja, se o GF usa o dinheiro público (fundo soberano é grana pública) para comprar empresas ele se torna dono delas,

SIM MAS APENAS SE OLHARMOS DE MANEIRA SIMPLIFICADA.

O GF PODERIA APENAS TER COTAS DO FUNDO E NÃO A PROPRIEDADE DAS EMPRESAS.

ESTAS COTAS PODERIAM FICAR SOB GUARDA DO BNDES OU DE OUTRA INSTITUIÇÃO.

FALO DO BNDES POR QUE ELE JÁ FAZ ISSO POIS TEM EM SUA GUARDA "PAPÉIS" DE VÁRIAS EMPRESAS.

A RIGOR ISTO É UMA DAS FUNÇÕES DE UM BANCO, ZELAR PELO PATRIMÔNIO DOS COTISTAS.

A GESTÃO DO PATRIMÔNIO EM SI PODERIA SER DE UMA SPE, ALGO QUE SERIA DEFINIDO NO PRÓPRIO ESTATUTO DESTA.

VEJA, O QUE ESTOU PROPONDO NÃO SAIU DE MINHA CABEÇA ISTO JÁ EXISTE, O CONCEITO É DA LITERATURA ESPECÍFICA DE EMPREENDEDORISMO. O NOME CERTO ME FALTA MAS SE NÃO ME ENGANO É "ANGEL" OU "SPONSOR". O CONCEITO COMPLETO PASSO EM OUTRA OCASIÃO.

e como tal deve participar de suas administrações

COMO NA EMBRAER E NA AVIBRÁS.

LEMBRO QUE COM ISSO A EMPRESA GANHA UM SÓCIO E NÃO UM CREDOR. É O PRINCÍPIO DE CAPITALIZAÇÃO DE EMPRESAS DO MERCADO DE AÇÕES. NÃO É ?

ISTO É EXTREMAMENTE VANTAJOSO PARA EMPRESAS NORMAIS MAS INACESSÍVEL PELA PARTICULARIDADE DAS EMPRESAS (PEQUENAS) E DO SETOR (ARRISCADO).

ACRESCENTADO QUE AGINDO DESTA MANEIRA O QUE FOI FEITO TERIA UMA BASE LEGAL.

, pois não existe modelo legal que permita outra saída.

NÃO SEI AO CERTO ( A SPE NÃO SERIA O CASO ?) NÃO SOU ESPECIALISTA EM DIREITO ADMINISTRATIVO. EXISTE ALGUM ADVOGADO NA CASA (RS).

A unica opção viável seria o financiamento via banco de fomento para uma empresa privada fazer esta aquisição.

NENHUM BANCO DE FOMENTO DECENTE EM NENHUMA PARTE DO MUNDO FINANCIARIA AS EMPRESAS NACIONAIS EM QUESTÃO.


O modelo de fomento que propões tem que levar em conta alguns aspectos vitais. Vou citar apenas três:

1- A indústria de defesa é complexa e muito variada no que diz respeito ao emprego e desenvolvimento de tecnologia. De nada adianta saber fazer radar AESA se não souber usinar um mancal de titânio.

2- A distribuição de tecnologias e capacitações pela cadeia produtiva. A coordenação de esforços em conhecimentos complexos.

3- A demanda intensiva de mão-de-obra altamente capacitada e de capitais para se manter o momentum do processo.

É por conta deste tipo de complexidade que, em todo mundo, a indústria de defesa (e outras de alta demanda tecnológica) se organiza em clusters. Assim, seu pensamento deve ser organizado em torno de um modelo de cluster. Não faz diferença comprar uma empresa e seu conhecimento (o que, por si só já é um fato deveras questionável). Deve-se pensar em montar toda uma rede sustentável.

Abraços!




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Re: Indústrias brasileiras de defesa. Uma nova chance !

#19 Mensagem por SUNDAO » Sáb Fev 18, 2012 12:37 am

Olá Halder!

Colocarei em caixa alta as minhas observações para complementar as suas por estar ainda no cel, ok !?!


Olá Sundao,

Veja, se o GF usa o dinheiro público (fundo soberano é grana pública) para comprar empresas ele se torna dono delas,

SIM MAS APENAS SE OLHARMOS DE MANEIRA SIMPLIFICADA.

O GF PODERIA APENAS TER COTAS DO FUNDO E NÃO A PROPRIEDADE DAS EMPRESAS.

ESTAS COTAS PODERIAM FICAR SOB GUARDA DO BNDES OU DE OUTRA INSTITUIÇÃO.

FALO DO BNDES POR QUE ELE JÁ FAZ ISSO POIS TEM EM SUA GUARDA "PAPÉIS" DE VÁRIAS EMPRESAS.

A RIGOR ISTO É UMA DAS FUNÇÕES DE UM BANCO, ZELAR PELO PATRIMÔNIO DOS COTISTAS.

A GESTÃO DO PATRIMÔNIO EM SI PODERIA SER DE UMA SPE, ALGO QUE SERIA DEFINIDO NO PRÓPRIO ESTATUTO DESTA.

VEJA, O QUE ESTOU PROPONDO NÃO SAIU DE MINHA CABEÇA ISTO JÁ EXISTE, O CONCEITO É DA LITERATURA ESPECÍFICA DE EMPREENDEDORISMO. O NOME CERTO ME FALTA MAS SE NÃO ME ENGANO É "ANGEL" OU "SPONSOR". O CONCEITO COMPLETO PASSO EM OUTRA OCASIÃO.

e como tal deve participar de suas administrações

COMO NA EMBRAER E NA AVIBRÁS.

LEMBRO QUE COM ISSO A EMPRESA GANHA UM SÓCIO E NÃO UM CREDOR.

É O PRINCÍPIO DE CAPITALIZAÇÃO DE EMPRESAS DO MERCADO DE AÇÕES. NÃO É ?

ISTO É EXTREMAMENTE VANTAJOSO PARA EMPRESAS NORMAIS MAS INACESSÍVEL PELA PARTICULARIDADE DAS EMPRESAS (PEQUENAS) E DO SETOR (ARRISCADO).

ACRESCENTADO QUE AGINDO DESTA MANEIRA O QUE FOI FEITO TERIA UMA BASE LEGAL.

, pois não existe modelo legal que permita outra saída.

NÃO SEI AO CERTO ( A SPE NÃO SERIA O CASO ?) NÃO SOU ESPECIALISTA EM DIREITO ADMINISTRATIVO ou FINANCEIRO. EXISTE ALGUM ADVOGADO NA CASA (RS).

A unica opção viável seria o financiamento via banco de fomento para uma empresa privada fazer esta aquisição.

NENHUM BANCO DE FOMENTO DECENTE EM NENHUMA PARTE DO MUNDO FINANCIARIA AS EMPRESAS NACIONAIS EM QUESTÃO.

O BNDES AO CONTRÁRIO DO QUE SE PENSA NÃO FAZ O QUE QUISER DO DINHEIRO QUE TEM. O NEGÓCIO NÃO É "a BANGU". EXISTEM CONVENÇÕES INTERNACIONAIS QUE ELE TEM QUE SEGUIR. O DINHEIRO EM CAIXA NÃO É SÓ DO GF.

O modelo de fomento que propões tem que levar em conta alguns aspectos vitais. Vou citar apenas três:

OK O PREÂMBULO JÁ ESTAVA ENORME (Rs).

1- A indústria de defesa é complexa e muito variada no que diz respeito ao emprego e desenvolvimento de tecnologia. De nada adianta saber fazer radar AESA se não souber usinar um mancal de titânio.

CONCORDO COM VOCÊ. DAÍ FICA MAIS INTERESSANTE COMPRAR UMA EMPRESA QUE FAÇA ISTO DO QUE CORRER ATRÁS DE ALGUÉM EM CIMA DA HORA PARA USINAR O TAL MANCAL (O QUE PROVAVELMENTE OCORRERÁ NAS TOTs).

ALIÁS NO CASO ACIMA TALVEZ VOCÊ JAMAIS SAIBA REALMENTE PORQUE O MANCAL É FEITO DE TITANIO OU PORQUE NÃO DE OUTRO MATERIAL, OU SE ELE DEVERIA SER USINADO OU FUNDIDO,

ALÉM DO MAIS HÁ MAIS COISAS A SEREM PRODUZIDAS DO QUE RADARES AESA.

COISAS SIMPLES QUE ATÉ HOJE NÃO SE FABRICAM AQUI (AQUI PEÇO QUE CASO ERRE ME CORRIJAM) COMO AÇO BALISTICO (empresa pode ter patentes ou licenças de fabricação), EQUIPAMENTOS NBQ, EQUIPAMENTO DE MERGULHO, MOTORES DE POPA, EQUIPAMENTOS DE NAVEGAÇÃO, etc...


Em tempo me veio a mente que está celeuma toda pode vir por conta do fato que não propus como seria a propriedade da empresa no fim processo de absorção de tecnologia.

Era mais algo que esperava discutir com todos.

Não sou formulador de doutrina e nem estou repassando um projeto pronto pra vocês ( me falta muuuuuuuuuiiiiiiitttttttttta competêtência para isto), antes disso pondo a discussão para , egoisticamente, aprender com os "cabeludos" do fórum.

Fim da primeira parte.




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Re: Indústrias brasileiras de defesa. Uma nova chance !

#20 Mensagem por SUNDAO » Sáb Fev 18, 2012 3:06 am

Vamos lá a parte II.
.........
O modelo de fomento que propões tem que levar em conta alguns aspectos vitais. Vou citar apenas três:
...........
2- A distribuição de tecnologias e capacitações pela cadeia produtiva. A coordenação de esforços em conhecimentos complexos.

TAÍ UM PROBLEMA REAL QUE FAZ "COÇAR A CABEÇA" COISA QUE SÓ ACONTECE QUANDO O POST É PROPOSITIVO E NÃO APENAS CRÍTICO. (PELO QUE ANTECIPADAMENTE AGRADEÇO!)

ISTO TERIA A VER COM QUE EMPRESAS SEJAM COMPRADAS E PELAS EMPRESAS QUE DAQUI QUE FAÇAM ALGO SIMILAR OU NA MESMA ÁREA.

ISTO NOS REMETE A OUTROS PONTOS QUE GOSTARIA DE DIVIDIR COM VOCÊS.

- COMO ESCOLHER EMPRESAS A COMPRAR ?

- QUAL O TAMANHO DOS APORTES DE TECNOLOGIA A SEREM TRANSFERIDO/FORNECIDOS A CADA EMPRESAS DAQUI?

- COMO GARANTIR QUE O CONHECIMENTO OFERTADO NÃO SERÁ PERDIDO?

AS PERGUNTAS SÃO COMPLEXAS MAS, COMO ALENTO, AS RESPOSTAS DEVEM SER BEM PARECIDAS COM AS RELATIVAS AS TOTs QUE O GF COMPROU/COMPRARÁ.

QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES É REALMENTE UM PROBLEMA PARA QUEM NÃO TEM GRANDES INDÚSTRIAS BR PARA CENTRALIZAR O PROCESSO.

SITUAÇÃO PARECIDA VEJO APENAS NA PETROBRÁS E ANTIGAMENTE NO SETOR NAVAL.

A INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA HÁ MUITO VERTICALIZOU A PRODUÇÃO.

3- A demanda intensiva de mão-de-obra altamente capacitada e de capitais para se manter o momentum do processo.

O PAÍS HÁ BASTANTE TEMPO NÃO TEM UMA BID. A IDÉIA DAS TOTs é
ALÉM QUE CRIAR COMPETÊNCIAS NA ÁREA TRAZER UMA TECNOLOGIA QUE POSSA SER DUAL, OU SEJA, DAR CERTA INDEPENDENCIA AO SETOR TIRANDO-O DA DEPENDÊNCIA DIRETA DAS COMPRAS DO GF.

CRIARIA-SE ASSIM EMPRESAS QUE PODERIAM IR AO MERCADO É VENDER A PESSOAS COMUNS SEUS PRODUTOS.

ENTENDA NÃO TO DIZENDO QUE SE VAI AO SUPERMERCADO COMPRAR UM AESA E SIM QUE PODERIA COMPRAR PARA ACAMPAR ALGO DIFERENTE QUE A MALDITA RAÇÃO R2 DA MINHA ÉPOCA!

O SETOR DE DEFESA TRABALHA COM EQUIPAMENTOS DE PONTA E TECNOLOGIAS JÁ CONHECIDAS. ELE TENDE A SER O SUPRASUMO DA TÉCNICA EM CADA ÁREA.

NO CASO DO MANCAL O QUE FAZ DIFERENÇA É COMO SELECIONAR O MATERIAL E COMO PROCESSA-LO ISTO É QUE IMPORTA.

NOSSA TAREFA É FAZER O PROCESSO INVERSO DA ACUMULAÇÃO NORMAL DE CONHECIMENTO, FAZENDO ACONTECER A ACUMULAÇÃO E OBTENDO RESULTADO AO MESMO TEMPO. É MELHOR APRENDER FAZENDO!

INDO AGORA AO CENTRO DO ITEM .

HÁ DE SEPARAR AÍ AS COMPETÊNCIAS NECESSÁRIAS EM OPERACIONAIS E DE CONCEPÇÃO POIS ELAS TÊM CUSTOS DIFERENTES.

AS EMPRESAS DE ALTA TECNOLOGIA SERÃO SIM INTENSIVAS EM CAPITAL INTELECTUAL E MÃO DE OBRA SEM ISSO NÃO DARÁ CERTO.

SE ESPERARIA AÍ UM COOPERAÇÃO PERMANENTE COM INSTITUTOS PÚBLICOS DE PESQUISA EM ADIÇÃO A UM CORPO PRÓPRIO AS EMPRESAS NO DESENVOLVIMENTO DE PROJETO.

SALIENTO PORÉM QUE SE O CONHECIMENTO BÁSICO NÃO FOR FIXADO EM INSTITUIÇÕES COMO O iME ou o ITA O CONHECIMENTO PAGO CORRERÁ RISCO A LONGO PRAZO DE PERDER-SE ISTO SEJA NA COMPRA DIRETA OU NAS TOTs.

QUANTO AO MOMENTUM PEÇO QUE DISTRICHE ISTO MELHOR PARA NÓS POIS TALVEZ O FAÇA COM MAIS PROPRIEDADE.

É por conta deste tipo de complexidade que, em todo mundo, a indústria de defesa (e outras de alta demanda tecnológica) se organiza em clusters. Assim, seu pensamento deve ser organizado em torno de um modelo de cluster. Não faz diferença comprar uma empresa e seu conhecimento (o que, por si só já é um fato deveras questionável). Deve-se pensar em montar toda uma rede sustentável.

COMPREENDO PERFEITAMENTE O QUE DIZ. TALVEZ A MINHA PONDERAÇÃO AQUI VÁ PARA EXCESSÃO E NÃO A REGRA.

DESCONHEÇO COMO SE ORGANIZAM AS EMPRESAS DE DEFESA AO REDOR DO MUNDO.

PENSO QUE NESTE ASPECTO TALVEZ UMA EMPRESA VERTICALIZADA SERIA A FORMAÇÃO IDEAL TANTO LÁ COMO CÁ.

ISTO ME PARECE SER UMA TENDÊNCIA ATÉ MESMO ESTIMULADA AQUI PELO GF.

ALÉM DISSO NEM SÓ DE ALTA TECNOLOGIA ESTAMOS TRATANDO MAS DE TECNOLOGIAS INTERMEDIÁRIAS VIAVEIS/ALCANÇÁVEIS AO NOSSO GRAU ATUAL DE CONHECIMENTO E QUE SÓ NÃO VÃO AVANTE POR CONTA DOS CUSTOS DE P&D E ESCALA. CUSTOS ESTES QUE NÃO EXISTIRIAM NO CASO DA COMPRA DO PROJETO/EMPRESA FICANDO APENAS POR CONTA DA TRANSFERÊNCIA/ABSORÇÃO DA TECNOLOGIA APLICADA.

CLUSTERS NA MINHA OPINIÃO EM MUITOS CASOS JÁ EXISTEM SÓ QUE SÃO MEIO "CAPENGAS" POR CONTA DE UMA CADEIA INTERNACIONALIZADA.

TALVEZ PORQUE A CONCEPÇÃO EM SI (que admite, em teoria, o trabalho cooperativo via rede) EM MUITOS CASOS SUPERE A SIMPLES FABRICAÇÃO DE TODOS COMPONENTES.

ISTO PARA O BRASIL CONTUDO É UM FALSO DILEMA POIS POUCO PRODUZIMOS A CONCEPÇÃO E A FABRICAÇÃO...(PUTZ DEIXA QUIETO QUE ISTO DÁ UM OUTRO TÓPICO)

PARA NÓS É SIMPLES, TEM-SE DE CONCEBER E FABRICAR O MÁXIMO.

Lá fui eu agora com o ideário !

ISTO NOS PÕE DIANTE DO FATO QUE A IDÉIA DE CLUSTERS MUDOU UM POUCO DESDE QUANDO NOS A ESTUDAMOS.

EM TEMPO TODA A CRIAÇÃO DE CLUSTERS SEJAM ELES COMO SEJAM ESTARÁ VINCULADA AO CENÁRIO QUE FOR CRIADO PELAS TOTS CUJA FORMAÇÃO PODERIA SERVIR TAMBÉM AO INICIALMENTE PROPOSTO.

Abraços!

x 2

SUNDAO

ps: desculpem, erros eventuais São possíveis. O texto não foi revisado.




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