Ingleses com novo fuzil para operações na região afegã

Assuntos em discussão: Exército Brasileiro e exércitos estrangeiros, armamentos, equipamentos de exércitos em geral.

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Re: Ingleses com novo fuzil para operações na região afegã

#32 Mensagem por Bolovo » Qua Jan 06, 2010 4:12 pm

:roll:

Argumentos impecáveis. Nem sei porque perco meu tempo...




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Re: Ingleses com novo fuzil para operações na região afegã

#33 Mensagem por U-27 » Qua Jan 06, 2010 4:18 pm

ok
vamos todos de 11x90 mm

nada melhor que isso




"A religião católica contém a Verdade total revelada por Deus e não dizemos isso com arrogância nem para desafiar ninguém. Não podemos diminuir esta afirmação" Dom Hector Aguer

http://ridingaraid.blogspot.com.br/ meu blog
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Re: Ingleses com novo fuzil para operações na região afegã

#34 Mensagem por Túlio » Qua Jan 06, 2010 4:34 pm

Bolovo escreveu::roll:

Argumentos impecáveis. Nem sei porque perco meu tempo...

Perdes teu tempo para poderes continuar na minha frente, oras. Nem esquentes, não estou por essas, te passei algum tempo atrás SEM QUERER, desculpes, tinha ficado um tempo fora e deu saudade de postar. Quando vi, parei para poderes me passar de novo e logo depois entrei na maldita Escala Especial e aí eu já dava graças quando tinha algum tempo para comer (ainda não recuperei os cinco quilos que perdi em menos de um mês, estou que é só pele e osso) ou tirar um cochilo, quanto mais para postar. Mas prometo que vou cuidar para não repetir. :twisted: :twisted: :twisted: :twisted:

De mais a mais, pesquiso armas leves e suas munições desde muito antes do tempo em que tu nem sonhavas que o negócio aquele servia para algo mais do que fazer xixi no peniquinho, pega leve, cupincha, olha o Estatuto do Idoso... :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:




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Re: Ingleses com novo fuzil para operações na região afegã

#35 Mensagem por ZeRo4 » Qua Jan 06, 2010 7:50 pm

Tulio, certamente começou no IRAQUE essa zica! Mas por lá o 7.62 não é a unanimidade que é no AFEGANISTÃO. Com certeza ngm faz marchas de 40km mas ainda sim o peso e coice da arma influem muito na operação da mesma... lembro de uma vez aqui no RJ, numa guerra entre quadrilhas disputando uma favela, numa escuta, a Polícia flagrou um traficante que não aguentava mais atirar de FAL 7.62, estava com o ombro destroçado e acabou trocando o FAL pela pistola.

[]s




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Re: Ingleses com novo fuzil para operações na região afegã

#36 Mensagem por Túlio » Qua Jan 06, 2010 8:12 pm

ZeRo4 escreveu:Tulio, certamente começou no IRAQUE essa zica! Mas por lá o 7.62 não é a unanimidade que é no AFEGANISTÃO. Com certeza ngm faz marchas de 40km mas ainda sim o peso e coice da arma influem muito na operação da mesma... lembro de uma vez aqui no RJ, numa guerra entre quadrilhas disputando uma favela, numa escuta, a Polícia flagrou um traficante que não aguentava mais atirar de FAL 7.62, estava com o ombro destroçado e acabou trocando o FAL pela pistola.

[]s

Eu te entendo, meu cupincha, mas tentes me entender: o resultado de uma ação se debruça, em linhas gerais, sobre a compatibilidade entre o poder de fogo e o TO. Não vou mencionar o fator Pessoal porque foge ao escopo. Pouca vantagem vou extrair de um FAL na Amazônia (falo na parte mais popularmente conhecida, a da mata fechada) ou de um AK-103/M-16 na Pampa Gaúcha; os horizontes aqui são longos e pedem por uma arma com maior alcance prático e que sofra menos os efeitos das ventanias daqui (raramente o ar está parado), assim como no mato os alcances são curtos e não precisam de uma arma tão potente. Idem em MOUT, 7,62 OTAN me parece desnecessário por excessivamente pesado e perfurante.
Ademais, leva menos munição. Na cidade e mesmo na Pampa há logística fácil, na selva não. Não sou o primeiro nem único a postular DOIS calibres para o EB, dada a variedade de cenários que um País-Continente como o nosso apresenta. Mas para mim um deles é necessariamente o 7,62x51. No mínimo.

Agora, nas buenas, TRAFICANTE salafrário FDP servindo de exemplo? Quero mais que o ombro e os ovos dele apodreçam, POWS!!!

Ainda se viesses me dizer que nas Falklands/Malvinas algum SOLDADO Inglês ou Argentino tivesse feito uma queixa assim... :wink:




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Re: Ingleses com novo fuzil para operações na região afegã

#37 Mensagem por Carlos Mathias » Qua Jan 06, 2010 10:12 pm

Meu pai achava o FAL uma delícia. Ele começou no EB com o Garand. 8-]
Ah! Se atuar no regulador de gases o recua diminui sensivelmente. :wink:
Palavras de quem competia com o FAL.




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Re: Ingleses com novo fuzil para operações na região afegã

#38 Mensagem por Bolovo » Qua Jan 06, 2010 11:51 pm

Carlos Mathias escreveu:Meu pai achava o FAL uma delícia. Ele começou no EB com o Garand. 8-]
Ah! Se atuar no regulador de gases o recua diminui sensivelmente. :wink:
Palavras de quem competia com o FAL.
Mathias, com todo respeito ao seu pai, mas Garand e FAL já faz um bom tempo. Ele já atirou com alguma coisa mais moderninha?




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Re: Ingleses com novo fuzil para operações na região afegã

#39 Mensagem por Bolovo » Qui Jan 07, 2010 12:13 am

Túlio escreveu:Eu te entendo, meu cupincha, mas tentes me entender: o resultado de uma ação se debruça, em linhas gerais, sobre a compatibilidade entre o poder de fogo e o TO. Não vou mencionar o fator Pessoal porque foge ao escopo. Pouca vantagem vou extrair de um FAL na Amazônia (falo na parte mais popularmente conhecida, a da mata fechada) ou de um AK-103/M-16 na Pampa Gaúcha; os horizontes aqui são longos e pedem por uma arma com maior alcance prático e que sofra menos os efeitos das ventanias daqui (raramente o ar está parado), assim como no mato os alcances são curtos e não precisam de uma arma tão potente. Idem em MOUT, 7,62 OTAN me parece desnecessário por excessivamente pesado e perfurante. Ademais, leva menos munição. Na cidade e mesmo na Pampa há logística fácil, na selva não. Não sou o primeiro nem único a postular DOIS calibres para o EB, dada a variedade de cenários que um País-Continente como o nosso apresenta. Mas para mim um deles é necessariamente o 7,62x51. No mínimo. Ainda se viesses me dizer que nas Falklands/Malvinas algum SOLDADO Inglês ou Argentino tivesse feito uma queixa assim... :wink:
Mas aí você está preso aos anos 60, onde não existia nem um terço das armas que existe hoje. O fuzil de assalto (de ASSALTO) teve seu calibre diminuído, o combate ficou mais próximo, e onde ele não atua, foi complementado por outras armas. Eu tô falando, no dia que o EB tiver um GC decente, esses delírios com o 7,62mm acabam na hora. Estão parecendo os argentinos no Zona Militar, pra eles a solução de tudo é "modernizar lo FAL". Olha o nível em que estão.




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Re: Ingleses com novo fuzil para operações na região afegã

#40 Mensagem por ZeRo4 » Qui Jan 07, 2010 3:53 am

Ahhhh Túlio meu véio!!! eu te entendo perfeitamenteee... e creio que até as FAs Americanas logo perceberam e suas armas montadas em veículos são em cal 7.62!!! Concordo sim contigo, que o TO é o que faz a diferença... só que eu lembrei que hoje em dia se extrai muito mais do 5.56 do que 7.62 quando falamos em guerra moderna, mas ai temos as exceções... Iraque, Afeganistão, nos Pampas, onde se permite disparos a grandes distâncias, no próprio Iraque eu já vi um vídeo de um Americano, que parecia FE, usando um FAL.

Num país como Brasil que não tem ambição de projetar força fora do território Nacional, o 7.62 é até aceitável! talvez o melhor fosse a modernização do FAL ou a compra de uma licença de outro fuzil no mesmo calibre...

Todavia, para países como EUA, Inglaterra, Alemanha e etc... que projetam suas forças, nada como o 5.56! a logística, em comparação ao 7.62, é simplesmente imbatível...




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Re: Ingleses com novo fuzil para operações na região afegã

#41 Mensagem por ZeRo4 » Qui Jan 07, 2010 3:57 am

5.56 military utility

This week's Carnival of Cordite topic: Is the .223 an appropriate cartridge for the military?

I generally stay our of these conversations, because I think at this point, after 40 years it is nothing more than deceased equine flogging.

I think the 5.56 is a pretty good choice, for an infantry rifle in traditional combat.

Traditional wars are won by logistics, not rifles. Until about 15 years ago, the war the US military was preparing for was ground combat in Central Europe against the Warsaw Pact. In other words, a traditional war.

In that war, the most important thing would have been making sure the tanks, aircraft and artillery had fuel and ammunition, and the soldiers operating those systems had food and water.. Whoever did the best job at that not so simple task would win. In a war like that, rifles don't kill many of the enemy: airstrikes and artillery do the heavy lifting.

When the main condition of victory is superb logistics, the weight and volume of ammunition becomes paramount. In the 1960's, when the changeover to 5.56 began, the issued ammunition was 7.62x51. 7.62 is 3 times as heavy, and twice the size of 5.56. That means that you need at least twice as many trucks to keep your infantry supplied with rifle ammunition.


That means there are thousands of trucks that aren't hauling artillery shells, thousands of soldiers that are neither fighting nor hauling diesel fuel. It means you have longer, more vulnerable convoys. You need more anti-air assets to guard that convoy. You need more gun trucks to protect the convoy from locals. You need more of that precious fuel to move that convoy. You need more food to keep those drivers going. It becomes apparent that that larger, heavier ammunition is quite a logistical snowball.

Many critics of the 5.56 ammunition focus on the wimpiness of the cartridge. It is rather anemic compared to the cartridges that proceeded it, but is certainly sufficient. It will most assuredly kill the enemy. I bet that statistical data will show that it kills unarmored enemies just as effectively as the the old 7.62 ammo and most of our enemies aren't wearing armor.

The common jibe against the effectiveness of the cartridge come when armchair experts point out that the 5.56 is not legal for deer hunting in many states. I am pretty sure that rule came about when the only common centerfire .22 cartridge was the old, blackpowder .22 Hornet, and the only bullets available were either lead or full metal jacketed.

At this point the naysayers always pull out anecdotal stories of people that were shot numerous times with 5.56 who continued to fight after they were shot. Given time, I am sure I can find just as many stories of people whose legs or arms were completely blown off, who continued to fight. As any defensive pistol shooter will tell you, the only way to make someone stop immediately is destruction of the central nervous system. Someone that has been shot in the heart can continue to function for a minute or more. After all, how many hunters shoot their deer, have it run several hundred yards, and later find that that the shot they fired destroyed the heart, punctured both lungs and broke a shoulder?

The 5.56 is quite anemic when it comes to defeating light armor, or engaging the enemy at extended ranges. That's why the military has medium machine guns in heavier calibers. The military is a team, and that team carries a variety of weapons with different strengths and weaknesses. I think it is unreasonable to expect one tool to do every job, and still have it be efficient. That's how monstrosities like the OICW happen.

All in all, I think the 5.56 is just fine for the military's purposes. It has definite advantages on the logistics side of the equation, and is sufficient on the effectiveness side of the equation.




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Re: Ingleses com novo fuzil para operações na região afegã

#42 Mensagem por Túlio » Qui Jan 07, 2010 4:26 pm

04 e Bolovo véio, estou marcando este espaço para responder, no momento está sodas, vou esperar uma folga no FX, tá sodas lá. Essa charla é das buenas. Eu volto. :wink:




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