



Moderadores: J.Ricardo, Conselho de Moderação
Bolovo escreveu:![]()
Argumentos impecáveis. Nem sei porque perco meu tempo...
ZeRo4 escreveu:Tulio, certamente começou no IRAQUE essa zica! Mas por lá o 7.62 não é a unanimidade que é no AFEGANISTÃO. Com certeza ngm faz marchas de 40km mas ainda sim o peso e coice da arma influem muito na operação da mesma... lembro de uma vez aqui no RJ, numa guerra entre quadrilhas disputando uma favela, numa escuta, a Polícia flagrou um traficante que não aguentava mais atirar de FAL 7.62, estava com o ombro destroçado e acabou trocando o FAL pela pistola.
[]s
Mathias, com todo respeito ao seu pai, mas Garand e FAL já faz um bom tempo. Ele já atirou com alguma coisa mais moderninha?Carlos Mathias escreveu:Meu pai achava o FAL uma delícia. Ele começou no EB com o Garand.![]()
Ah! Se atuar no regulador de gases o recua diminui sensivelmente.![]()
Palavras de quem competia com o FAL.
Mas aí você está preso aos anos 60, onde não existia nem um terço das armas que existe hoje. O fuzil de assalto (de ASSALTO) teve seu calibre diminuído, o combate ficou mais próximo, e onde ele não atua, foi complementado por outras armas. Eu tô falando, no dia que o EB tiver um GC decente, esses delírios com o 7,62mm acabam na hora. Estão parecendo os argentinos no Zona Militar, pra eles a solução de tudo é "modernizar lo FAL". Olha o nível em que estão.Túlio escreveu:Eu te entendo, meu cupincha, mas tentes me entender: o resultado de uma ação se debruça, em linhas gerais, sobre a compatibilidade entre o poder de fogo e o TO. Não vou mencionar o fator Pessoal porque foge ao escopo. Pouca vantagem vou extrair de um FAL na Amazônia (falo na parte mais popularmente conhecida, a da mata fechada) ou de um AK-103/M-16 na Pampa Gaúcha; os horizontes aqui são longos e pedem por uma arma com maior alcance prático e que sofra menos os efeitos das ventanias daqui (raramente o ar está parado), assim como no mato os alcances são curtos e não precisam de uma arma tão potente. Idem em MOUT, 7,62 OTAN me parece desnecessário por excessivamente pesado e perfurante. Ademais, leva menos munição. Na cidade e mesmo na Pampa há logística fácil, na selva não. Não sou o primeiro nem único a postular DOIS calibres para o EB, dada a variedade de cenários que um País-Continente como o nosso apresenta. Mas para mim um deles é necessariamente o 7,62x51. No mínimo. Ainda se viesses me dizer que nas Falklands/Malvinas algum SOLDADO Inglês ou Argentino tivesse feito uma queixa assim...