Buenos, eu penso que não e acho que estas considerando apenas o contexto atual e desconsiderando todas as análises internacionais que colocam o Brasil como uma das 5 principais potencias desse século. Se já possímos a 3ª ou 4ª maior indústria aeronáutica do mundo, se produzimos aeronaves de vigilância de elevada complexidade porque não conseguiríamos produzir um caça de alta performance sob licença com auxílio externo? Acho que estas pensando pequeno.DELTA22 escreveu:Em destaque: Infelizmente, isso é ilusão!!!lobo_guara escreveu: Buenas Túlio, acontece que o governo já afirmou diversas vezes que não quer apenas comprar caças mas sim estabelecer uma parceria visando objetivos que vão muito além disso e muito possivelmente postula uma produção compartilhada desse caça com direito a obter licença para exportação desse caça. Considerando isso devolvo a pergunta, quantos Tucanos os EUA produzem? no entanto vetaram a sua exportação para a Venezuela em função de algums componentes utilizados pela aeronave e de certa forma desmoralizaram o Brasil justamente na sua área de influência (repetiram isso novamente no caso das bases colombianas e isso certamente será considerado na hora de decidir, penso que deveria ser levado em consideração também pela FAB!). Quanto a questão das fragatas não sei se é intenção do Brasil obter direitos para exportação desse produto, nem mesmo me ariscaria a afirmar que iremos adquirir fragatas da francesas.![]()
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Re: [Edit] F-X-2 agora é OFICIAL, confira a partir da Pg 310!
Deve, pois, um príncipe não ter outro objetivo nem outro pensamento, nem tomar qualquer outra coisa por fazer, senão a guerra e a sua organização e disciplina, pois que é essa a única arte que compete a quem comanda. (Machiavelli)
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Re: [Edit] F-X-2 agora é OFICIAL, confira a partir da Pg 310!
Se mantivermos um crescimento modesto na casa dos 3% a 5% do PIB, em apenas 10 anos deixamos França, Itália e Espanha para trás.DELTA22 escreveu:Existem muitos fatores, mas só pra resumir o papo, digo um motivo só: $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$gomugomu escreveu:Por que?
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Deve, pois, um príncipe não ter outro objetivo nem outro pensamento, nem tomar qualquer outra coisa por fazer, senão a guerra e a sua organização e disciplina, pois que é essa a única arte que compete a quem comanda. (Machiavelli)
Re: [Edit] F-X-2 agora é OFICIAL, confira a partir da Pg 310!
Não é pensar pequeno, talvez você se esqueça que nós não produzimos turbinas, lcds, microprocessadores, etc, etc, etc 1000 vezes... A 5ª economia do mundo não nos garante a plena capacidade de desenvolver estas tecnologias aqui. Não sou eu que penso pequeno, nossa realidade é que é dura.lobo_guara escreveu:Buenos, eu penso que não e acho que estas considerando apenas o contexto atual e desconsiderando todas as análises internacionais que colocam o Brasil como uma das 5 principais potencias desse século. Se já possímos a 3ª ou 4ª maior indústria aeronáutica do mundo, se produzimos aeronaves de vigilância de elevada complexidade porque não conseguiríamos produzir um caça de alta performance sob licença com auxílio externo? Acho que estas pensando pequeno.DELTA22 escreveu:Em destaque: Infelizmente, isso é ilusão!!!![]()
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Comparar um E-99 com um caça não faz o menor sentido. Não tem nada a ver uma coisa com a outra, e vale lembrá-lo que os sensores dos E/R-99 NÃO são brasileiros. Só isso!
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Re: [Edit] F-X-2 agora é OFICIAL, confira a partir da Pg 310!
Resposta acima.lobo_guara escreveu:Se mantivermos um crescimento modesto na casa dos 3% a 5% do PIB, em apenas 10 anos deixamos França, Itália e Espanha para trás.DELTA22 escreveu:Existem muitos fatores, mas só pra resumir o papo, digo um motivo só: $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$
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
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Re: [Edit] F-X-2 agora é OFICIAL, confira a partir da Pg 310!
Realmente, penso que produzir um caça e todas as suas peças no Brasil seria impossível, a médio e até a longo prazo. Mas nada nos impede de capacitar a Embraer e vender aeronavas de caça do mesmo modo que a SAAB faz.
Re: [Edit] F-X-2 agora é OFICIAL, confira a partir da Pg 310!
De todo modo, caso isso ocorra, vamos "comer na mão" de alguém, como sempre. Ruim? Sim. Condenável? Não. Cabe a nós fazermos o certo para ganhar o máximo de independencia do fabricante tanto quanto for possível.gomugomu escreveu:Realmente, penso que produzir um caça e todas as suas peças no Brasil seria impossível, a médio e até a longo prazo. Mas nada nos impede de capacitar a Embraer e vender aeronavas de caça do mesmo modo que a SAAB faz.
Porém, dai a fabricar um caça... uuuuuuhhhhh... tem muita estrada de terra batida para a gente andar até chegar a este nível. Nossa realidade é dura meus camaradas!

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Re: [Edit] F-X-2 agora é OFICIAL, confira a partir da Pg 310!
Peraí, cupincha: o FX-2, pelo que sei, visa a um CONTRATO para a produção, (compartilhada ou não já é inferência) de 36 caças! Idem sobre exportação, desenvolvimentos futuros, 5G, etc. Estamos ESPECULANDO então...lobo_guara escreveu:Buenas Túlio, acontece que o governo já afirmou diversas vezes que não quer apenas comprar caças mas sim estabelecer uma parceria visando objetivos que vão muito além disso e muito possivelmente postula uma produção compartilhada desse caça com direito a obter licença para exportação desse caça.Túlio escreveu:Tá, mas e se, por causa das turbinas GE o governo ianque estiver mesmo concorrendo duplamente? Teremos de comprar fragatas Russas para a MB então, porque até as Francesas são movidas por turbinas GE...![]()
Argumento pouco consistente porque leva à vitória os Franceses em uma frente e à derrota em outra...![]()
E vou repetir até certos colegas entenderem: SE OS IANQUES FOSSEM TÃO ASSIM, "EMBARGANTES", A FAB JÁ TERIA FICADO INTEIRA 'NA CHÓN' ALGUMAS VEZES...
![Cool 8-]](./images/smilies/icon_cool.gif)
Podes ter razão e resolverem com base nisso. PODES TER RAZÃO! Daí a firmar é meio que...demais. E isso não nos isenta do risco de sermos embargados pelos Franceses em alguma exportação, a tranqüilidade e harmonia do presente não é absolutamente um indicativo seguro de que serão eternas...lobo_guara escreveu:Considerando isso devolvo a pergunta, quantos Tucanos os EUA produzem? no entanto vetaram a sua exportação para a Venezuela em função de algums componentes utilizados pela aeronave e de certa forma desmoralizaram o Brasil justamente na sua área de influência (repetiram isso novamente no caso das bases colombianas e isso certamente será considerado na hora de decidir, penso que deveria ser levado em consideração também pela FAB!).

Pois que eu saiba as fragatas ocidentais, Francesas ou não, usam ou turbinas GE ou R&R. Sobram as Russas, e como essas a gente não compra nem por um quinto do preço, vamos acabar sem fragatas...lobo_guara escreveu:Quanto a questão das fragatas não sei se é intenção do Brasil obter direitos para exportação desse produto, nem mesmo me ariscaria a afirmar que iremos adquirir fragatas da francesas.

Porque já que NÃO falamos de realidade aqui e sim de especulações, posso também especular que vamos querer exportar SIM: e aí?
“Look at these people. Wandering around with absolutely no idea what's about to happen.”
P. Sullivan (Margin Call, 2011)
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Re: [Edit] F-X-2 agora é OFICIAL, confira a partir da Pg 310!
X2, 100% Correto.gomugomu escreveu:O Collor também decide se ele quer congelar a poupança. O FHC também decide, se quiser, privatizar a Vale, a Petrobras.soultrain escreveu:Ipojuca, PE (AE) - Pouco habituado a entrar em polêmicas com os militares, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva saiu ontem da rotina e enquadrou a Aeronáutica. Lula avisou que a compra de caças para Força Aérea Brasileira (FAB) é uma decisão exclusiva dele. Em entrevista após inaugurar uma estaleiro no Porto de Suape, Lula disse que achou “engraçado” queixas na imprensa de que o governo não levou em conta análises técnicas ao manifestar preferência pelos aviões modelo Rafale da empresa francesa Dassault. “A FAB tem o conhecimento tecnológico para fazer avaliação, e vai fazer; eu preciso que ela faça (avaliação tecnológica). Agora, a decisão é política e estratégica”, afirmou. “E essa é do presidente da República e de ninguém mais”
A declaração de Lula foi recebida com reserva entre os militares, que preferiram não entrar em rota de colisão com o presidente. Em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”, o brigadeiro Dirceu Noro, presidente da comissão técnica que faz a avaliação dos caças que concorrem para equipar a FAB, disse que a Aeronáutica indicaria um “vitorioso” no certame.
Em sintonia com Lula, e dentro da estratégia de enquadramento dos militares, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, declarou: “A Aeronáutica não tem autonomia para decidir”.
A afirmação de Jobim, repassada aos brigadeiros, é que o Rafale poderá ser escolhido, mesmo que no ranking das aeronaves selecionadas o caça francês não esteja em primeiro lugar. “A decisão sobre o que será comprado pelo país é política, dentro dos interesses estratégicos do país. É do presidente da República”, acrescentou Jobim.
“O Sarkozy ofereceu possibilidades. Agora, vamos ver se a Dassault está disposta a flexibilizar a proposta”, disse Lula. O presidente relatou que as fabricantes Boeing, dos Estados Unidos, e Saab, da Suécia, que tentam vender caças ao Brasil, não apresentaram propostas concretas de repasse de tecnologia. “Não existe proposta até agora, fora a do Sarkozy, dita a mim pessoalmente, de flexibilizar”, disse. Ele afirmou que a negociação não está fechada e o governo ainda estuda propostas. “Uma coisa está clara: queremos transferir tecnologia e construir esses aviões no Brasil”.
Executivos da Dassault informaram recentemente que os caças seriam fabricados na França. Ontem, Lula repetiu que Sarkozy deu garantias de montar os aparelhos no Brasil. “O presidente Sarkozy foi o presidente que até agora disse textualmente para mim que quer não apenas transferir tecnologia, mas fazer o avião aqui e que o Brasil tem disponibilidade de vender para toda a América Latina”.
A uma pergunta sobre a conclusão das negociações, Lula respondeu que não tem pressa. “Não tenho obrigação de decidir isso amanhã, depois de amanhã ou no ano que vem. Eu decido quando quiser. É isso”, disse. O presidente ressaltou que o negócio ainda não está fechado: “Estamos estudando. É muito dinheiro em jogo, é muita coisa em jogo”.
Isso não quer dizer nada, temos que atuar dentro do papel popular, cobrando explicações, motivos. Não compactuando com qualquer escolhido.
Se a decisão for contra a FAB, contra a idústria, e ainda pelo mais caro, ela terá sim que ser fundamentada. Porque quem paga a conta sou eu, você, somos nós.
Ficar colando texto falando que quem decide é o Lula e o NJ, isso eu to cansado de saber, porém não quer dizer nada.
Os rumos tomados por uma nação, em qualquer área, tem que ser bem fundamentados e apresentados de forma plausível ao eleitorado.
Me parece que estes textos só ilustram o seguinte: "olha, o projeto do caça que você gosta é melhor, mas não estou nem aí, o Presidente está do lado do meu!"
Por favor, estamos aqui discutindo BRASIL. Falar puramente que uma escolha é "estratégica" é muito vago, precisam ser dados argumentos sólidos apontando a esta decisão, ainda mais quando ela vai nos atrelar a uma dependência (unilatera ou mútua).
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Re: [Edit] F-X-2 agora é OFICIAL, confira a partir da Pg 310!
[/quote]Não é pensar pequeno, talvez você se esqueça que nós não produzimos turbinas, lcds, microprocessadores, etc, etc, etc 1000 vezes... A 5ª economia do mundo não nos garante a plena capacidade de desenvolver estas tecnologias aqui. Não sou eu que penso pequeno, nossa realidade é que é dura.
Comparar um E-99 com um caça não faz o menor sentido. Não tem nada a ver uma coisa com a outra, e vale lembrá-lo que os sensores dos E/R-99 NÃO são brasileiros. Só isso!
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Mas a Suécia também não fábrica turbinas e outros tantos componentes que fazem parte do Gripen, da mesma forma a Espanha a Itália ou mesmo a Alemanha e a Inglaterra produzem todos os componentes do Eurofighter, e o fato de não fabricá-los não que r dizer que não exista tecnologia para isso, pois as vezes trata-se apenas de uma questão de viabilidade econômica-financeira de produzir ou importar. Será por acaso que os Suecos prometem que o Gripen NG "Brasil terá uma taxa de nacionalização de até 40%??? E o que diriam os chineses desse teu pensamento a uns 15 anos atrás???
Agora sobre a comparação dos R-99 A/B em relação a um caça não fazer sentido, francamente, a excluir a questão da propulsão e aerodinâmica, tudo no R-99 é tão complexo do que um caça, pelo simples fato de um avião de vigilância possuir multiplos sensores e sistemas tornando portanto o trabalho de integração desses sistemas tão complexo quanto o de um caça. Na dúvida basta comparar os preços.
Roma não foi feito em um dia meu amigo.
Comparar um E-99 com um caça não faz o menor sentido. Não tem nada a ver uma coisa com a outra, e vale lembrá-lo que os sensores dos E/R-99 NÃO são brasileiros. Só isso!
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Mas a Suécia também não fábrica turbinas e outros tantos componentes que fazem parte do Gripen, da mesma forma a Espanha a Itália ou mesmo a Alemanha e a Inglaterra produzem todos os componentes do Eurofighter, e o fato de não fabricá-los não que r dizer que não exista tecnologia para isso, pois as vezes trata-se apenas de uma questão de viabilidade econômica-financeira de produzir ou importar. Será por acaso que os Suecos prometem que o Gripen NG "Brasil terá uma taxa de nacionalização de até 40%??? E o que diriam os chineses desse teu pensamento a uns 15 anos atrás???
Agora sobre a comparação dos R-99 A/B em relação a um caça não fazer sentido, francamente, a excluir a questão da propulsão e aerodinâmica, tudo no R-99 é tão complexo do que um caça, pelo simples fato de um avião de vigilância possuir multiplos sensores e sistemas tornando portanto o trabalho de integração desses sistemas tão complexo quanto o de um caça. Na dúvida basta comparar os preços.
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Re: [Edit] F-X-2 agora é OFICIAL, confira a partir da Pg 310!
Lembrem-se que inclusive a Embraer já produziu caças (gostando ou não dele), o AMX contou com cerca de 30% de tecnologia "Made in Brazil" e com um índice de nacionalização na produção superior a isso. produzimos até turbinas sob licença através da CELMA (vendida pelo FHC para a GE!), só não vendemos o caça porque fomos traídos pelo mercado (no período houve uma enchurrada de caças de 2º mão mundo afora e a Embraer e a Aeromachi não emplacaram vendas do modelo).gomugomu escreveu:Realmente, penso que produzir um caça e todas as suas peças no Brasil seria impossível, a médio e até a longo prazo. Mas nada nos impede de capacitar a Embraer e vender aeronavas de caça do mesmo modo que a SAAB faz.
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Re: [Edit] F-X-2 agora é OFICIAL, confira a partir da Pg 310!
Túlio,Túlio escreveu:Peraí, cupincha: o FX-2, pelo que sei, visa a um CONTRATO para a produção, (compartilhada ou não já é inferência) de 36 caças! Idem sobre exportação, desenvolvimentos futuros, 5G, etc. Estamos ESPECULANDO então...lobo_guara escreveu: Buenas Túlio, acontece que o governo já afirmou diversas vezes que não quer apenas comprar caças mas sim estabelecer uma parceria visando objetivos que vão muito além disso e muito possivelmente postula uma produção compartilhada desse caça com direito a obter licença para exportação desse caça.![]()
Podes ter razão e resolverem com base nisso. PODES TER RAZÃO! Daí a firmar é meio que...demais. E isso não nos isenta do risco de sermos embargados pelos Franceses em alguma exportação, a tranqüilidade e harmonia do presente não é absolutamente um indicativo seguro de que serão eternas...lobo_guara escreveu:Considerando isso devolvo a pergunta, quantos Tucanos os EUA produzem? no entanto vetaram a sua exportação para a Venezuela em função de algums componentes utilizados pela aeronave e de certa forma desmoralizaram o Brasil justamente na sua área de influência (repetiram isso novamente no caso das bases colombianas e isso certamente será considerado na hora de decidir, penso que deveria ser levado em consideração também pela FAB!).![]()
Pois que eu saiba as fragatas ocidentais, Francesas ou não, usam ou turbinas GE ou R&R. Sobram as Russas, e como essas a gente não compra nem por um quinto do preço, vamos acabar sem fragatas...lobo_guara escreveu:Quanto a questão das fragatas não sei se é intenção do Brasil obter direitos para exportação desse produto, nem mesmo me ariscaria a afirmar que iremos adquirir fragatas da francesas.![]()
Porque já que NÃO falamos de realidade aqui e sim de especulações, posso também especular que vamos querer exportar SIM: e aí?
A desconfiança em relação ao Americanos é em função de retrospecto, nada pessoal... Quanto aos franceses, bem a vida é feita de riscos, procurámos evitá-los escolhendo o caminho mais seguro muito embora as vezes sejamos surpreendidos. Não acredito num embargo direto dos Amerianos em relação ao Brasil mas sim para terceiros (vide o caso dos Tucanos para Venezuela) em função de evitar dar corda a um concorrente competitivo como o Brasil na AL (veja que os nossos custos podem ser menores do que os deles em função dos nossos salários serem menores). Em relação a isso, tudo o que foi dito pelo governo até agora é que o Brasil deseja fabricar os caças e a promessa dos concorrente vai nesse sentido, de mais a mais o Brasil já tem uma certa tradição no mercado aeronáutico internacional, o que não ocorre no caso das fragatas, portanto muito natural que no futuro o Brasil possa querer oferecer aos seus parceiros da UNASUL ou mesmo do México os caças produzidos no Brasil.
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Re: [Edit] F-X-2 agora é OFICIAL, confira a partir da Pg 310!
lobo_guara escreveu: Túlio,
A desconfiança em relação ao Americanos é em função de retrospecto, nada pessoal... Quanto aos franceses, bem a vida é feita de riscos, procurámos evitá-los escolhendo o caminho mais seguro muito embora as vezes sejamos surpreendidos. Não acredito num embargo direto dos Amerianos em relação ao Brasil mas sim para terceiros (vide o caso dos Tucanos para Venezuela) em função de evitar dar corda a um concorrente competitivo como o Brasil na AL (veja que os nossos custos podem ser menores do que os deles em função dos nossos salários serem menores). Em relação a isso, tudo o que foi dito pelo governo até agora é que o Brasil deseja fabricar os caças e a promessa dos concorrente vai nesse sentido, de mais a mais o Brasil já tem uma certa tradição no mercado aeronáutico internacional, o que não ocorre no caso das fragatas, portanto muito natural que no futuro o Brasil possa querer oferecer aos seus parceiros da UNASUL ou mesmo do México os caças produzidos no Brasil.
Hã? Entendi direito? Se com pré-sal, um baita mercado interno que atravessou a pior crise econômica da história sem maiores danos e riquezas outras a gente tá apavorado com o custo de TRINTA E SEIS (não trezentos e sessenta) Rafales, como ficam os que não têm essa moleza toda? Vamos vender para QUEM? A Argentina? O Uruguai? O México? O Paraguai? A Bolívia? Honduras? Só há TRÊS Países na AL além do Brasil que poderiam se meter com custos assim exorbitantes: México em alguns anos (e alguém duvida que acabam comprando dos ianques ou dos Russos?), Venezuela idem (mas já está até os olhos com os Russos) e Chile, que JÁ FEZ sua opção pelos ianques. É só olhares em volta, nos outros tópicos, é o Equador feliz da vida ganhando de presente uns Mirages 50 e comprando outros MIII 'garibados' de outras fuentes, é o Peru retrofitando MiG caindo de véio, é a Argentina praticamente sem capacidade sequer de operar os poucos aviões de combate que tem, é para este pessoal que pretendes vender caríssimos Rafales? Este teu argumento caberia melhor a um certo caça Sueco baratim, baratim...

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Quanto aos Tucanos E AMX (sim, foram embargados também), os ianques embargaram PORQUE ERAM PARA A VENEZUELA e não porque NÓS estávamos vendendo, senão adeus vendas à Colômbia (até tentaram persuadir o governo Colombiano mas num colou e ficaram quietos, já se está indo para o segundo lote e necas de embargo ao 'concorrente competitivo na AL') e Equador - este uma surpresa, pois é umbilicalmente ligado à Venezuela e mesmo assim, ATÉ AGORA, necas de embargo...

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Re: [Edit] F-X-2 agora é OFICIAL, confira a partir da Pg 310!
Embraer (Gripen NG) x Odebrecht (Rafale)?
JB, 09/10
ARTIGO
O fator Odebrecht sob lupa, no ar e no mar
Cláudio Magnavita
O incrível desempenho dos franceses na venda dos submarinos e possivelmente dos aviões caças ao governo brasileiro merece a colocação de uma lupa, por ter agregado a esta equação um novo personagem que deverá ficar com um bom quinhão do contrato.
Surge a Construtora Norberto Odebrecht como sócia da milionária operação, atuando nos bastidores da negociação e fornecendo um lastro de relacionamento com a classe política que permeia todas as correntes político-partidárias.
O fato foi registrado na mídia como algo absolutamente normal, apesar de alguns veículos registrarem a surpresa do surgimento do novo personagem, como informou o jornal O Estado de São Paulo, na sua edição de 7 de setembro passado: “A empreiteira Odebrecht terá uma fatia bem maior do que o imaginado nos R$ 6,7 bilhões que serão desembolsados pelo Ministério da Defesa para equipar a Marinha.
“Isso porque, além de ter sido escolhida – sem licitação – para construir uma base naval e um estaleiro, a companhia também será parceira do estaleiro francês DNCS na fabricação das embarcações”.
“A sociedade entre a DCNS e a Odebrecht foi informado no início da noite desta segunda-feira, 7, em Paris. De acordo com a empresa francesa, as duas participarão em joint venture da Itaguaí Construções Navais, à qual caberá a construção dos quatro submarinos convencionais Scorpène e a produção do casco de um submarino nuclear”.
“A associação franco-brasileira, criada em agosto de 2009, terá capital de R$ 10 milhões, com participação de 59% da Odebrecht e de 41% da DCNS, cujos executivos exercerão o controle da gestão”, informa a publicação.
Só o surgimento de uma empreiteira brasileira como sócia deste bilionário negócio, conhecida pelo seu histórico de atuações em obras pagas com o dinheiro público e por governantes com os quais mantém estreita relação, bastaria para acender todas as luzes de alerta.
Trata-se do maior negócio no setor de defesa realizado no planeta nos últimos tempos. São 20 bilhões de reais sem contar com os eventuais (e comuns) aditivos futuros.
Envolve dois governos democráticos, o do Brasil e o da França, e, de repente, no meio da assinatura do contrato, surge a empreiteira, que vai trazer uma parte deste quinhão para a iniciativa privada.
Aceitar como normal esta mistura de público e privado sem que haja licitação, concorrência e que se esclareça os caminhos que o capital bilionário oriundo dos cofres públicos tomará, é desafiar a inteligência e o bom senso de qualquer cidadão com um mínimo de instrução. Tudo isso no apagar das luzes de um governo, e tendo como interlocutor o ministro da Defesa, Nelson Jobim, que trouxe esta negociação para o seu colo, inclusive com constantes idas e vindas à França.
É difícil achar um negócio que envolva transações relacionadas à defesa e à venda bilionária de armamento sem que apareça uma pulga atrás da orelha, ainda mais quando nesta equação se incluem políticos que estão apenas de passagem eventual por cargos que lhe conferem uma caneta com poder de fogo e de compra. Quando se associa de forma surpreendente uma empreiteira do porte da Odebrecht, que surge do nada, sem licitação e por livre escolha dos franceses, é para se ficar preocupado. Não apenas o lado de cá, mas principalmente os franceses, já que a sócia francesa DCNS tem 75% das suas ações controladas pelo estado francês.
Um bom exemplo das complicadas relações da Odebrecht com governantes estrangeiros é avaliar a sua trajetória em Angola, quando, nos anos 1980, chegou a deslocar um grupo de notáveis marqueteiros, entre eles o famoso Geraldão, apelido de Geraldo Walter, e o jornalista Ricardo Noblat, para atuar na primeira campanha da eleição presidencial angolana. No estado americano da Flórida, o então governador Jeb Bush, irmão do ex-presidente, tinha uma relação estreita com a empreiteira no finado projeto de um trem bala. A Odebrecht já esteve até na construção do aeroporto de Trípoli, na Líbia, com o aval de Muammar Kadafi. Só nesta obra, a empreiteira ganhou um montante de US$ 1,3 bilhão.
A relação estreita levou a empreiteira a construir anéis rodoviários e outras obras por intermédio de suas subsidiárias. Muitas vezes, uma mudança de cenário na política acaba custando caro para a construtora, pela chegada ao poder de políticos não alinhados. A empresa esteve sob fogo cerrado na Venezuela, acusada pelo governo de Hugo Chávez de sonegar impostos e de dúvidas sobre valores de obras feitas para governos anteriores. No Equador, depois de uma sucessão presidencial que elegeu o oposicionista Rafael Correa, a Odebrecht teve os seus bens embargados e suas instalações ocupadas por militares. A construtora, ressaltese, também era a queridinha dos governos anteriores.
O sucesso da Norberto Odebrecht está associado a grandes obras públicas, a maioria ganha em processo de licitação pública. A sua entrada como sócia dos franceses permite agora que atue de forma inusitada no país, longe da fiscalização do Tribunal de Contas da União ou dos Estados e da legislação que regula direitos iguais a outras grandes empreiteiras nacionais. Algo similar ao sucesso da sua atuação na terra do general Kadafi, onde uma só pessoa decide o destino de uma montanha de dinheiro público.
Como os novos submarinos terão última tecnologia, poderão mergulhar em águas turvas sem medo. E pelo andar dos negócios surpreendentes, a Odebrecht poderá surgir como a nova concorrente da Embraer, entrando no ramo da fabricação de aviões. Tudo isso em pleno período pré-eleitoral, no qual espera-se que se materialize, também de forma surpreendente, futuros doadores para campanhas de boa parte do parlamento e até para candidatos a governador e à Presidência da República. Um apoio que, se materializado, vale voto de silêncio e até benevolência para aceitar parcerias inusitadas.
Cláudio Magnavita, jornalista, é publisher da Aviação em Revista.
JB, 09/10
ARTIGO
O fator Odebrecht sob lupa, no ar e no mar
Cláudio Magnavita
O incrível desempenho dos franceses na venda dos submarinos e possivelmente dos aviões caças ao governo brasileiro merece a colocação de uma lupa, por ter agregado a esta equação um novo personagem que deverá ficar com um bom quinhão do contrato.
Surge a Construtora Norberto Odebrecht como sócia da milionária operação, atuando nos bastidores da negociação e fornecendo um lastro de relacionamento com a classe política que permeia todas as correntes político-partidárias.
O fato foi registrado na mídia como algo absolutamente normal, apesar de alguns veículos registrarem a surpresa do surgimento do novo personagem, como informou o jornal O Estado de São Paulo, na sua edição de 7 de setembro passado: “A empreiteira Odebrecht terá uma fatia bem maior do que o imaginado nos R$ 6,7 bilhões que serão desembolsados pelo Ministério da Defesa para equipar a Marinha.
“Isso porque, além de ter sido escolhida – sem licitação – para construir uma base naval e um estaleiro, a companhia também será parceira do estaleiro francês DNCS na fabricação das embarcações”.
“A sociedade entre a DCNS e a Odebrecht foi informado no início da noite desta segunda-feira, 7, em Paris. De acordo com a empresa francesa, as duas participarão em joint venture da Itaguaí Construções Navais, à qual caberá a construção dos quatro submarinos convencionais Scorpène e a produção do casco de um submarino nuclear”.
“A associação franco-brasileira, criada em agosto de 2009, terá capital de R$ 10 milhões, com participação de 59% da Odebrecht e de 41% da DCNS, cujos executivos exercerão o controle da gestão”, informa a publicação.
Só o surgimento de uma empreiteira brasileira como sócia deste bilionário negócio, conhecida pelo seu histórico de atuações em obras pagas com o dinheiro público e por governantes com os quais mantém estreita relação, bastaria para acender todas as luzes de alerta.
Trata-se do maior negócio no setor de defesa realizado no planeta nos últimos tempos. São 20 bilhões de reais sem contar com os eventuais (e comuns) aditivos futuros.
Envolve dois governos democráticos, o do Brasil e o da França, e, de repente, no meio da assinatura do contrato, surge a empreiteira, que vai trazer uma parte deste quinhão para a iniciativa privada.
Aceitar como normal esta mistura de público e privado sem que haja licitação, concorrência e que se esclareça os caminhos que o capital bilionário oriundo dos cofres públicos tomará, é desafiar a inteligência e o bom senso de qualquer cidadão com um mínimo de instrução. Tudo isso no apagar das luzes de um governo, e tendo como interlocutor o ministro da Defesa, Nelson Jobim, que trouxe esta negociação para o seu colo, inclusive com constantes idas e vindas à França.
É difícil achar um negócio que envolva transações relacionadas à defesa e à venda bilionária de armamento sem que apareça uma pulga atrás da orelha, ainda mais quando nesta equação se incluem políticos que estão apenas de passagem eventual por cargos que lhe conferem uma caneta com poder de fogo e de compra. Quando se associa de forma surpreendente uma empreiteira do porte da Odebrecht, que surge do nada, sem licitação e por livre escolha dos franceses, é para se ficar preocupado. Não apenas o lado de cá, mas principalmente os franceses, já que a sócia francesa DCNS tem 75% das suas ações controladas pelo estado francês.
Um bom exemplo das complicadas relações da Odebrecht com governantes estrangeiros é avaliar a sua trajetória em Angola, quando, nos anos 1980, chegou a deslocar um grupo de notáveis marqueteiros, entre eles o famoso Geraldão, apelido de Geraldo Walter, e o jornalista Ricardo Noblat, para atuar na primeira campanha da eleição presidencial angolana. No estado americano da Flórida, o então governador Jeb Bush, irmão do ex-presidente, tinha uma relação estreita com a empreiteira no finado projeto de um trem bala. A Odebrecht já esteve até na construção do aeroporto de Trípoli, na Líbia, com o aval de Muammar Kadafi. Só nesta obra, a empreiteira ganhou um montante de US$ 1,3 bilhão.
A relação estreita levou a empreiteira a construir anéis rodoviários e outras obras por intermédio de suas subsidiárias. Muitas vezes, uma mudança de cenário na política acaba custando caro para a construtora, pela chegada ao poder de políticos não alinhados. A empresa esteve sob fogo cerrado na Venezuela, acusada pelo governo de Hugo Chávez de sonegar impostos e de dúvidas sobre valores de obras feitas para governos anteriores. No Equador, depois de uma sucessão presidencial que elegeu o oposicionista Rafael Correa, a Odebrecht teve os seus bens embargados e suas instalações ocupadas por militares. A construtora, ressaltese, também era a queridinha dos governos anteriores.
O sucesso da Norberto Odebrecht está associado a grandes obras públicas, a maioria ganha em processo de licitação pública. A sua entrada como sócia dos franceses permite agora que atue de forma inusitada no país, longe da fiscalização do Tribunal de Contas da União ou dos Estados e da legislação que regula direitos iguais a outras grandes empreiteiras nacionais. Algo similar ao sucesso da sua atuação na terra do general Kadafi, onde uma só pessoa decide o destino de uma montanha de dinheiro público.
Como os novos submarinos terão última tecnologia, poderão mergulhar em águas turvas sem medo. E pelo andar dos negócios surpreendentes, a Odebrecht poderá surgir como a nova concorrente da Embraer, entrando no ramo da fabricação de aviões. Tudo isso em pleno período pré-eleitoral, no qual espera-se que se materialize, também de forma surpreendente, futuros doadores para campanhas de boa parte do parlamento e até para candidatos a governador e à Presidência da República. Um apoio que, se materializado, vale voto de silêncio e até benevolência para aceitar parcerias inusitadas.
Cláudio Magnavita, jornalista, é publisher da Aviação em Revista.
Sempre e inevitavelmente, cada um de nós subestima o número de indivíduos estúpidos que circulam pelo mundo.
Carlo M. Cipolla
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Re: [Edit] F-X-2 agora é OFICIAL, confira a partir da Pg 310!
Honestamente...
Tanto Rafale quanto Gripen NG quanto SH, não existe mercado local para essas aeronaves... os mercados (poucos) em potencial seriam todos disputados com a matriz.
Vamos ser realistas, são aeronaves caríssimas e tanto a matriz quanto nós precisariamos de vendas... ou seja... fiquemos felizes com transferência de tecnologia que a FAB selecionou, talvez montagem e manutenção como a FAB quer assim como integração Made in Brazil e isso é ser mais realista do que esses sonhos de Am-X 2.0.
Qualquer coisa além disso seria pior do que o Am-X original porque esse foi embargado por circunstâncias históricas e o "2.0" será embargado porque de ínicio é uma má idéia.
Se é para nivelar por cima... entra para o PAK e aí pelo menos aprende coisa inédita.
[]s
CB_Lima
Tanto Rafale quanto Gripen NG quanto SH, não existe mercado local para essas aeronaves... os mercados (poucos) em potencial seriam todos disputados com a matriz.
Vamos ser realistas, são aeronaves caríssimas e tanto a matriz quanto nós precisariamos de vendas... ou seja... fiquemos felizes com transferência de tecnologia que a FAB selecionou, talvez montagem e manutenção como a FAB quer assim como integração Made in Brazil e isso é ser mais realista do que esses sonhos de Am-X 2.0.
Qualquer coisa além disso seria pior do que o Am-X original porque esse foi embargado por circunstâncias históricas e o "2.0" será embargado porque de ínicio é uma má idéia.
Se é para nivelar por cima... entra para o PAK e aí pelo menos aprende coisa inédita.
[]s
CB_Lima
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Re: [Edit] F-X-2 agora é OFICIAL, confira a partir da Pg 310!
Não vai sobrar nenhum!
COMPRA DE CAÇAS
Quem restringir tecnologia está fora, diz Jobim sobre caça
DA SUCURSAL DO RIO
O Brasil vai excluir do processo de compra de caças para a FAB (Força Aérea Brasileira) quem
não assegurar a transferência irrestrita de tecnologia, afirmou ontem no Rio o ministro Nelson Jobim
(Defesa).
"O que queremos é capacitação nacional. Um dos objetos de análise do FX é qual dos três
concorrentes terá a autorização dos seus países de fazer a transferência sem nenhum segredo ao Brasil.
Onde houver restrições, está descartado."
Segundo Jobim, a transferência irrestrita de tecnologia é o "ponto fulcral" da concorrência, mais
relevante até que a qualidade técnica.
O ministro também confirmou que hoje existe a "preferência político-estratégica" pela proposta
francesa, mas disse que "não dá para falar em tendência" [em relação à escolha dos caças franceses
Rafale].
"É uma preferência do presidente da República [Lula], tendo em vista nossa parceria com a
França e a afirmação do presidente Sarkozy de que a transferência é irrestrita", afirmou.
Jobim ressalvou que ainda é preciso confirmar se a garantia oferecida por Sarkozy corresponde
à proposta da Dassault, que é uma empresa privada.
"Quero ver o que significa irrestrita na proposta da Dassault, porque é uma empresa privada. Não
é estatal. As ações que o governo francês tem na Dassault são preferenciais, sem direito a voto. Precisa
saber se a Dassault, na proposta que fez está trazendo ou não isso. Creio que sim, mas vamos verificar."
Jobim não comentou ontem a proposta da sueca Saab e da norte-americana Boeing.
Em conferência da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (Adesg), o ministro
defendeu que o Brasil seja "arrogante" em seus projetos. "Chega de pensar em complexo de vira-latas",
afirmou.
Jobim disse ainda que o orçamento da estratégia está sendo elaborado e deve estar pronto em
até 60 dias.
COMPRA DE CAÇAS
Quem restringir tecnologia está fora, diz Jobim sobre caça
DA SUCURSAL DO RIO
O Brasil vai excluir do processo de compra de caças para a FAB (Força Aérea Brasileira) quem
não assegurar a transferência irrestrita de tecnologia, afirmou ontem no Rio o ministro Nelson Jobim
(Defesa).
"O que queremos é capacitação nacional. Um dos objetos de análise do FX é qual dos três
concorrentes terá a autorização dos seus países de fazer a transferência sem nenhum segredo ao Brasil.
Onde houver restrições, está descartado."
Segundo Jobim, a transferência irrestrita de tecnologia é o "ponto fulcral" da concorrência, mais
relevante até que a qualidade técnica.
O ministro também confirmou que hoje existe a "preferência político-estratégica" pela proposta
francesa, mas disse que "não dá para falar em tendência" [em relação à escolha dos caças franceses
Rafale].
"É uma preferência do presidente da República [Lula], tendo em vista nossa parceria com a
França e a afirmação do presidente Sarkozy de que a transferência é irrestrita", afirmou.
Jobim ressalvou que ainda é preciso confirmar se a garantia oferecida por Sarkozy corresponde
à proposta da Dassault, que é uma empresa privada.
"Quero ver o que significa irrestrita na proposta da Dassault, porque é uma empresa privada. Não
é estatal. As ações que o governo francês tem na Dassault são preferenciais, sem direito a voto. Precisa
saber se a Dassault, na proposta que fez está trazendo ou não isso. Creio que sim, mas vamos verificar."
Jobim não comentou ontem a proposta da sueca Saab e da norte-americana Boeing.
Em conferência da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (Adesg), o ministro
defendeu que o Brasil seja "arrogante" em seus projetos. "Chega de pensar em complexo de vira-latas",
afirmou.
Jobim disse ainda que o orçamento da estratégia está sendo elaborado e deve estar pronto em
até 60 dias.
Sempre e inevitavelmente, cada um de nós subestima o número de indivíduos estúpidos que circulam pelo mundo.
Carlo M. Cipolla
Carlo M. Cipolla