Clermont escreveu:Interferência do Exército, através da Inspetoria das Polícias Militares, que pertencia ao Estado-Maior e, alguns anos atrás, foi transferida para o COTER. (salvo engano). Afinal, as PMs são "forças de reserva do Exército", e são os generais do Exército que fazem lobbie para manutenção do "status quo". Claro, com o apoio de muitos (talvez, uma maioria) dos oficiais superiores das PMs estaduais.SGT GUERRA escreveu:Interferência do Exército ou do governo federal?
Em primeiro lugar, 1932 ficou bem pra trás. Portanto, poderia perguntar, "algum governador, diante do caos da segurança pública, iria sobreviver as eleições, se gastasse dinheiro dos cofres estaduais com armas antitanque?"Quer dizer que se um estado quiser montar uma força policial com blindados e arma anticarro, seria permitido?
E, além do "Caveirão", pra que um governador iria querer um T-90 russo? Talvez o Jânio Quadros ou o Enéas quisessem, mas eles já "subiram"...
Eu, como leigo, sempre achei um despautério a posse de metralhadoras leves ou médias por polícias. Mas, aqui, no Fórum DB, eu aprendi, com gente como Rodrigo, AK-T7, e Zero 4, que, algumas metralhadoras são necessárias - e eu digo, infelizmente - dada a oposição que as polícias enfrentam dos bandidos. Desde que tais armas estejam nas mãos de profissionais selecionados e tenham judiciosa utilização, para não arriscar as vidas de inocentes.
Em segundo lugar, pode ser razoável que algum estatuto, lei ou o nome que seja, seja disposto, em algum futuro hipotético, impondo algum limites. Afinal, embora, repetindo, os dias do "Pequeno Exército Paulista" já tenham ficado pra trás, sempre é bom criar algumas salvaguardas. Mas estas, devem se originar da lei, de comum acordo entre estados e governo federal. Jamais das conveniências institucionais do Exército brasileiro.
Resumindo, militares são militares e policiais são policiais. Os militares não devem se imiscuir, de forma alguma, na forma como as forças policiais se organizem. E não podem ter, de forma alguma, qualquer espécie de controle sobre tais forças.
meu caro templário clermont, é bem por aí
creio, opinião pessoal, que ainda estamos presos aoa passado da revolução constitucionalista, dos políticos que queriam indepencia provinciana, essas coisas.
quem tem que, primaria e regulativamente, deter o controle sobre suas corporações policias é o estado cuja jurisdição a mantém. o governo federal, aos nossos moldes derepública federativa, pode editar normas gerais.
quato ao cabresto é verdade, o eb tem interesse em mante-lo, mas os governadores detestariam abrir mão de duas coisas:receber continencias de suas milícias e abrir o malfadado inquérito ao bel prazer.
ainda em relação à liberdade sindical reitero, estamos na puberdade de uma democracia que foi muito sacudida. grupos mais com mais maturidade política de embatem com aventureiros. mas, há leis para conter abusos.
o episódio de sp foi, antes de tudo, total desprezo pela arte da política. aquele confronto vinha se anunciando e o lider político responsável nada fez para dete-lo.nem digo em conceder reajustes irreais ao orçamento do estdo, mas sentar-se aa mesa de negociações e mostrar respeito aa classe.