EB apresenta radar de defesa antiaérea e viatura leve
Moderadores: J.Ricardo, Conselho de Moderação
- 3rdMillhouse
- Sênior
- Mensagens: 1937
- Registrado em: Sáb Jun 10, 2006 12:24 am
- Localização: Na frente do computador.
- Agradeceram: 1 vez
- 3rdMillhouse
- Sênior
- Mensagens: 1937
- Registrado em: Sáb Jun 10, 2006 12:24 am
- Localização: Na frente do computador.
- Agradeceram: 1 vez
-
- Sênior
- Mensagens: 1521
- Registrado em: Sáb Jun 17, 2006 3:27 pm
artenobre escreveu:[img][img]http://i80.photobucket.com/albums/j191/artenobre/chivunc.jpg[/img][/img]
Este veículo me parece difrente do GAUCHO que estava sendo feito em conjunto com os hermanos argentinos... A carroceria é diferente, especialmente a frente e o compartimento traseiro. A suspensão, com amortecedores duplos parece ser similar...
E aí, o que é isso? O mesmo veículo modificado, ou outro difernte? Não me parece lógico duplicar esforços com recursos parcos... Mas tamb´m não parece ser o GAUCHO...
Se chiar resolvesse, Sonrisal não morria afogado.
- Lauro Melo
- Sênior
- Mensagens: 3312
- Registrado em: Qui Jun 24, 2004 10:36 pm
- Localização: Rio de Janeiro - RJ
- Contato:
http://www.defesanet.com.br/zz/eb_chivunc.htm

Nota Defesa@Net
O projeto Chivunc desenvolvido por um grupo de empresas com a participação do Arsenal de Guerra de São Paulo (AGSP) possui as mesmas características e fins operacionais que o Proyecto Gaucho, desenvolvimento conjunto entre os Exércitos do Brasil e da Argentina.
Defesa@Net solicitou uma posição ao CCOMSEX sobre o assunto mas até o momento dessa reportagem não obtivemos resposta.
Abaixo foto do CHIVUNC quando em testes no AGSP. Foto Hélio Higuchi e
Alfredo André.

"Os guerreiros não caem se ajoelham e levantam ainda mais fortes."
TOG: 22 anos de garra, determinação e respeito.
TOG: 22 anos de garra, determinação e respeito.
- interregnum
- Avançado
- Mensagens: 599
- Registrado em: Sáb Jul 02, 2005 2:59 pm
Lauro Melo escreveu:http://www.defesanet.com.br/zz/eb_chivunc.htmNota Defesa@Net
O projeto Chivunc desenvolvido por um grupo de empresas com a participação do Arsenal de Guerra de São Paulo (AGSP) possui as mesmas características e fins operacionais que o Proyecto Gaucho, desenvolvimento conjunto entre os Exércitos do Brasil e da Argentina.
Defesa@Net solicitou uma posição ao CCOMSEX sobre o assunto mas até o momento dessa reportagem não obtivemos resposta.
Abaixo foto do CHIVUNC quando em testes no AGSP. Foto Hélio Higuchi e
Alfredo André.
Primeiro foi o Troller T4m e o Agrale Marruá. Iguais e ambos adquiridos. Agora temos outra dupla dinâmica?
- Brasileiro
- Sênior
- Mensagens: 9430
- Registrado em: Sáb Mai 03, 2003 8:19 pm
- Agradeceu: 239 vezes
- Agradeceram: 549 vezes
Como viatura eu sinceramente prefiro o Guará da Avibras do que estas gambiarras bélicas mostradas neste tópico.
Alias, gambiarras bélicas é o que não falta no Brasil, pena que não tenho aqui comigo, mas já vi fotos do Jipe Troller armado com mísseis MSS 1.2, ou do Piranha na sua versão SAM (que por si só já é uma baita gambiarra) armando uma camioneta F-4000 e um barco de uns 30 pés na Amazônia.
Claro que não se compara com a mãe de todas as gambiarras que é esta ai abaixo, que já foi postada neste Forum:
[/quote]
Sobre a questão industrial, agora que vi o nome da empresa fabricante.
Nada contra a Orbisat, mas não dá para termos uma dúzia de pequenas empresas faturando pouco e atendendo a MB, FAB, EB, INPE, AEB em contratos localizados. Defesa é um desenvolvimento tecnológico de alto risco financeiro, se dá melhor quem tem tamanho para pulverizar os riscos de atrasos de pagamento, que acontece no Brasil, nos EUA e em qualquer lugar.
Todo modelo de defesa nos últimos 20 anos, seja nos EUA, na Rússia, na Europa, na África do Sul, em Israel, em Singapura ou qualquer outro pais, é um modelo de fusão e concentração.
No Brasil seja por incompetência das FA´s em criar um modelo industrial que não aquele do “Brasilsão potencia” que acabou em 1989 com Embraer, Avibras e Engesa quebradas, seja por questões culturais da industria de defesa brasileira que ainda é provinciana (exceto a Embraer que tem pensamento global) estamos caminhando no sentido contrario, isto é pulverizando esforços.
Empresas como a Elbit que comprou uma empresa no Brasil para servir de armazém alfandegário para seus avionicos e graças a isto ganhou quase 200 células da FAB para seus produtos. Ou os franceses que estão criando uma linha de produção de seus radares para o segundo ciclo de compras do CINDACTA na próxima década e vão abocanhar mais de US$ 1bi em radares que paises como a Polônia, Paquistão e Argentina já desenvolveram localmente, agradecem a nossa incapacidade de ter um modelo de industria de defesa.
Produzir de forma licenciada o Brasil deveria ter feito no SIVAM a 10 anos atrás, isto para chegar ao nível da Turquia que no começo dos anos 90 comprou 14 radares franceses e exigiu que fossem montados localmente. Produzir produto maquiado sob licença para dispensar licitação e tornar o preço estratosféricos (vide M-2000BR) é algo que devemos refletir sobre a validade.
Comparem o índice de nacionalização do programa ModFrag com o F-5BR? Ou o índice de nacionalização do programa P-3CH com o P-3BR ambos são exemplos sobre o que é uma política industrial bem feita ou o que acontece quando não se tem uma visão estratégica. As empresas européias, americanas, israelenses, sul africanas agradecem nossa miopia.
Alias, gambiarras bélicas é o que não falta no Brasil, pena que não tenho aqui comigo, mas já vi fotos do Jipe Troller armado com mísseis MSS 1.2, ou do Piranha na sua versão SAM (que por si só já é uma baita gambiarra) armando uma camioneta F-4000 e um barco de uns 30 pés na Amazônia.
Claro que não se compara com a mãe de todas as gambiarras que é esta ai abaixo, que já foi postada neste Forum:

Sobre a questão industrial, agora que vi o nome da empresa fabricante.
Nada contra a Orbisat, mas não dá para termos uma dúzia de pequenas empresas faturando pouco e atendendo a MB, FAB, EB, INPE, AEB em contratos localizados. Defesa é um desenvolvimento tecnológico de alto risco financeiro, se dá melhor quem tem tamanho para pulverizar os riscos de atrasos de pagamento, que acontece no Brasil, nos EUA e em qualquer lugar.
Todo modelo de defesa nos últimos 20 anos, seja nos EUA, na Rússia, na Europa, na África do Sul, em Israel, em Singapura ou qualquer outro pais, é um modelo de fusão e concentração.
No Brasil seja por incompetência das FA´s em criar um modelo industrial que não aquele do “Brasilsão potencia” que acabou em 1989 com Embraer, Avibras e Engesa quebradas, seja por questões culturais da industria de defesa brasileira que ainda é provinciana (exceto a Embraer que tem pensamento global) estamos caminhando no sentido contrario, isto é pulverizando esforços.
Empresas como a Elbit que comprou uma empresa no Brasil para servir de armazém alfandegário para seus avionicos e graças a isto ganhou quase 200 células da FAB para seus produtos. Ou os franceses que estão criando uma linha de produção de seus radares para o segundo ciclo de compras do CINDACTA na próxima década e vão abocanhar mais de US$ 1bi em radares que paises como a Polônia, Paquistão e Argentina já desenvolveram localmente, agradecem a nossa incapacidade de ter um modelo de industria de defesa.
Produzir de forma licenciada o Brasil deveria ter feito no SIVAM a 10 anos atrás, isto para chegar ao nível da Turquia que no começo dos anos 90 comprou 14 radares franceses e exigiu que fossem montados localmente. Produzir produto maquiado sob licença para dispensar licitação e tornar o preço estratosféricos (vide M-2000BR) é algo que devemos refletir sobre a validade.
Comparem o índice de nacionalização do programa ModFrag com o F-5BR? Ou o índice de nacionalização do programa P-3CH com o P-3BR ambos são exemplos sobre o que é uma política industrial bem feita ou o que acontece quando não se tem uma visão estratégica. As empresas européias, americanas, israelenses, sul africanas agradecem nossa miopia.
- Brasileiro
- Sênior
- Mensagens: 9430
- Registrado em: Sáb Mai 03, 2003 8:19 pm
- Agradeceu: 239 vezes
- Agradeceram: 549 vezes
Koslova, a Orbisat pode não ser uma empresa de médio-grande porte como é a Mectron, Imbel, Emgepron, etc.
Mas trabalha com altíssima tecnologia.
Entre seus desenvolvimentos, está um radar de abertura sintética (SAR) aerotransportado de alta resolução, o OrbiSAR-1, para sensoreamento remoto. Essa empresa deu seu pulo de gato em 2002 quando recebeu uma injeção de "sustança" pelo BNDES.
Atualmente sua sede é em Manaus, mas no começo era em São José dos Campos.
Além do mais, imagino que a Mectron deve estar "sobrecarreda" pois está com uma pancada de projetos (MAA-1B, MAR-1, MSS-1.2, SCP-1, PMM etc), o que atrapalharia uma vez que a Mectron também não é tão grande para ter tantas linhas de produção.
Uma empresa interessante poderia ser a Tectelcom, que também tem tecnologia, ou mesmo a Siemens que tem contratos com a Marinha.
abraços]
Mas trabalha com altíssima tecnologia.
Entre seus desenvolvimentos, está um radar de abertura sintética (SAR) aerotransportado de alta resolução, o OrbiSAR-1, para sensoreamento remoto. Essa empresa deu seu pulo de gato em 2002 quando recebeu uma injeção de "sustança" pelo BNDES.
Atualmente sua sede é em Manaus, mas no começo era em São José dos Campos.
Além do mais, imagino que a Mectron deve estar "sobrecarreda" pois está com uma pancada de projetos (MAA-1B, MAR-1, MSS-1.2, SCP-1, PMM etc), o que atrapalharia uma vez que a Mectron também não é tão grande para ter tantas linhas de produção.
Uma empresa interessante poderia ser a Tectelcom, que também tem tecnologia, ou mesmo a Siemens que tem contratos com a Marinha.
abraços]
Editado pela última vez por Brasileiro em Ter Nov 14, 2006 5:39 pm, em um total de 1 vez.
Não duvido da capacidade da Orbisat, o enfoque é outro
Brasileiro escreveu:Koslova, a Orbisat pode não ser uma empresa de médio-grande porte como é a Mectron, Imbel, Emgepron, etc.
Mas trabalha com altíssima tecnologia.
Entre seus desenvolvimentos, está um radar de abertura sintética (SAR) aerotransportado de alta resolução, o OrbiSAR-1, para sensoreamento remoto. Essa empresa deu seu pulo de gato em 2002 quando recebeu uma injeção de "sustança" pelo BNDES.
Atualmente sua sede é em Manaus, mas no começo era em São José dos Campos.
abraços]
- Túlio
- Site Admin
- Mensagens: 62327
- Registrado em: Sáb Jul 02, 2005 9:23 pm
- Localização: Tramandaí, RS, Brasil
- Agradeceu: 6540 vezes
- Agradeceram: 6905 vezes
- Contato:
Koslova escreveu:Não duvido da capacidade da Orbisat, o enfoque é outroBrasileiro escreveu:Koslova, a Orbisat pode não ser uma empresa de médio-grande porte como é a Mectron, Imbel, Emgepron, etc.
Mas trabalha com altíssima tecnologia.
Entre seus desenvolvimentos, está um radar de abertura sintética (SAR) aerotransportado de alta resolução, o OrbiSAR-1, para sensoreamento remoto. Essa empresa deu seu pulo de gato em 2002 quando recebeu uma injeção de "sustança" pelo BNDES.
Atualmente sua sede é em Manaus, mas no começo era em São José dos Campos.
abraços]
Pois é, até para MIM o enfoque é cristalinamente claro: JUNTAR OS RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS NUM ESFORÇO CONJUNTO, não pulverizá-los e botar todos a concorrerem entre si.
Enquanto durar tal status quo, os estrangeiros vão continuar a abocanhar empregos hi-tech que poderiam muito que bem estar sendo ocupados por Brasileiros...
“Look at these people. Wandering around with absolutely no idea what's about to happen.”
P. Sullivan (Margin Call, 2011)
P. Sullivan (Margin Call, 2011)
- Brasileiro
- Sênior
- Mensagens: 9430
- Registrado em: Sáb Mai 03, 2003 8:19 pm
- Agradeceu: 239 vezes
- Agradeceram: 549 vezes
O "pai" do novo radar nacinal é este:
http://www.slovenskavojska.si/images/po ... nzp_03.jpg
com desempenho e forma muito semelhante.
abraços]
http://www.slovenskavojska.si/images/po ... nzp_03.jpg
com desempenho e forma muito semelhante.
abraços]
Me lembrei dos endereços das fotos sobre as gambiarras que citei.
Anexei uma foto do MAA-1 com o seu impulsor "pouco fumacento" para vocês imaginagem o que aconteceria com o barquinho de madeira que o carrega bem como com a F-4000 durante um lançamento caso o fluxo fosse no sentido da cabine do barco ou do veiculo. No momento do lançamento são cerca de 2900Kgf de empuxo.

Anexei uma foto do MAA-1 com o seu impulsor "pouco fumacento" para vocês imaginagem o que aconteceria com o barquinho de madeira que o carrega bem como com a F-4000 durante um lançamento caso o fluxo fosse no sentido da cabine do barco ou do veiculo. No momento do lançamento são cerca de 2900Kgf de empuxo.




