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Enviado: Qua Abr 18, 2007 2:47 pm
por talharim
E não me venham querer me repreender sobre o que estou dizendo !
Até parece que o EB não tem planos de contingência e planos de invasão.
Enviado: Qua Abr 18, 2007 2:48 pm
por WalterGaudério
talharim escreveu:Uma invasão rápida e violenta deixaria toda a AL de boca a berta e temerária.
Ninguém ousaria aproveitar a situação para "nos atacar".
Gostaria de ter a mesma certeza que vc Talharim.
sds
Walter
Enviado: Qua Abr 18, 2007 2:50 pm
por talharim
Mas quando digo violenta quero dizer violenta mesmo,a cartilha de direitos humanas deve ser deixada guardada em casa!
Enviado: Qua Abr 18, 2007 2:51 pm
por Wolfgang
talharim escreveu:Mas quando digo violenta quero dizer violenta mesmo,a cartilha de direitos humanas deve ser deixada guardada em casa!
Aí também não, né, Talha? Perder apoio internacional é tiro no pé. Acabar com pontos estratégicos é melhor.
Enviado: Qua Abr 18, 2007 2:54 pm
por talharim
Vejam bem eu vou me redimir,a violência deve ser redirecionada exclusivamente as FAs Bolivianas.
Tudo muito bem parecido a tática "choque e terror" praticada pela coalizão no Iraque.
Enviado: Qua Abr 18, 2007 3:01 pm
por WalterGaudério
talharim escreveu:Vejam bem eu vou me redimir,a violência deve ser redirecionada exclusivamente as FAs Bolivianas.
Tudo muito bem parecido a tática "choque e terror" praticada pela coalizão no Iraque.
Pois digo que NEM precissaríamos que o EB cruzasse a fronteira.
No máximo colocaríamos umas tropas na fronteira só para dar clima.
A Bolívia cai de joelhos em 10 se nós fechássemos o terminal boliviano do porto de Santos-SP
sds
Walter
Enviado: Qua Abr 18, 2007 3:15 pm
por talharim
A Bolívia cai de joelhos em 10 se nós fechássemos o terminal boliviano do porto de Santos-SP
OPA!,quer dizer que a Bolívia tem um terminal aki no porto de Santos ?
Não sabia disso,obrigado pela dica
Enviado: Qua Abr 18, 2007 3:25 pm
por rodrigo
Talharim, você precisa de um comando militar, rápido!
Enviado: Qua Abr 18, 2007 3:49 pm
por Túlio
Enviado: Qua Abr 18, 2007 3:51 pm
por Wolfgang
Cai imagem de Chávez na Europa
por Alejandro Peña Esclusa em 17 de abril de 2007
Resumo: Políticos europeus começam a rever suas opiniões favoráveis ao ditador Hugo Chávez.
© 2007 MidiaSemMascara.org
Caracas – Há apenas um ano, os meios de comunicação e as forças políticas européias mantinham uma opinião relativamente favorável a respeito de Hugo Chávez. Embora criticassem seu estilo, consideravam sua ascenção ao poder como uma reação natural ante as injustiças sociais existentes na Venezuela. Prova disto – alegavam –, é que o tenente-coronel continuava ganhando eleições.
Entretanto, uma série de acontecimentos recentes mudaram essa percepção, entre elas: a modificação da Constituição, para assegurar a re-eleição indefinida; a Lei Habilitante, que permite a Chávez legislar durante 18 meses, o que significa uma concentração evidente de poder; o anúncio do fechamento do canal de televisão mais antigo do país; as suspeitas, cada vez mais fundamentadas, sobre as irregularidades do sistema eleitoral venezuelano e, - sobretudo -, as relações crescentes que Chávez mantém com o regime de Ahmadinejad.
Tive a oportunidade de constatar pessoalmente esta mudança de opinião durante o mês de março, em uma viagem que me levou à Espanha, Itália e Bélgica. Mantive reuniões com autoridades da União Democrata-Cristã (UDC) da Itália, deputados e senadores de quase todos os matizes políticos espanhóis (PP, PNV, Convergencia i Unión, Coalizão Canária e PSOE), dois euro-deputados e meios de comunicação em Roma, Barcelona e Madri.
Para minha surpresa, os dirigentes políticos europeus manifestaram um conhecimento detalhado sobre a situação ibero-americana. Muitos deles catalogaram Chávez como uma ameaça, não somente para a Venezuela e os países vizinhos mas para a segurança hemisférica. Em primeiro lugar, pelo uso de petrodólares para financiar a expansão de seu projeto a toda a região, e em segundo lugar, pelos estreitos vínculos com o fundamentalismo islâmico. Além disso, os tentáculos do regime venezuelano já alcançam a Europa, através dos denominados “Círculos Bolivarianos”, da compra de meios de comunicação locais e também através dos acordos com prefeituras como as de Londres e Florença (basicamente petróleo barato em troca de apoio político).
A esquerda moderada – essa que, do mesmo modo que Chávez, se opõe a Bush – já não ri de suas “gracinhas”. Reconhece que, apesar dos multi-milionários ingressos petroleiros, não se resolveram as injustiças sociais na Venezuela; ao contrário, agravaram-se e, além disso, observa-se uma evolução para um modelo totalitário. Os dirigentes do PSOE já não apóiam Chávez publicamente e em privado o criticam. Crêem que, se se identificam com ele, quando seu governo cair eles também ficarão chamuscados. Só a Izquierda Unida permanece a seu lado, e isso porque – presumem alguns parlamentares – recebe financiamento proveniente da Venezuela.
Quanto aos meios de comunicação, basta ler as manchetes que aparecem quase que diariamente para se dar conta da mudança: o diário Il Tempo, de Roma (10.03.07): “Chávez é como Hitler”; L’Opinione de Roma (10.03.07): “Êxodo de italianos da Venezuela”; ABC de Madri (18.03.07): “Chávez não ganhou, é um usurpador”; “La Razón” de Madri (19.03.07): “Hugo Chávez reparte pela Ibero-américa o dinheiro que tira dos venezuelanos” e assim sucessivamente.
Aproveitei as reuniões com líderes europeus para fazê-los ver que Chávez intervém permanentemente nos assuntos internos dos países centro-americanos, particularmente em El Salvador, onde financiou a Frente Farabundo Marti de Libertação Nacional (FMLN), enviando petróleo subsidiado às prefeituras controladas por esta agremiação. Se perderem as próximas eleições presidenciais, – disse – os do FMLN irão querer desconhecer o resultado e fazer o mesmo que López Obrador... porém, com o uso das armas.
Enviado: Qua Abr 18, 2007 4:23 pm
por Wolfgang
Oferta de gás no Brasil deverá triplicar até 2010, diz Gabrielli
Investimento na cadeia de gás deverá chegar a US$ 22,4 bilhões até 2011
Gerusa Marques
BRASÍLIA - O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou nesta quarta-feira, 18, que a oferta de gás natural no Brasil deve triplicar até 2010, subindo dos atuais 42 milhões de metros cúbicos para 121 milhões de metros cúbicos.
Ele explicou a deputados da comissão especial que trata do projeto da Lei do Gás, na Câmara, que a oferta em 2010 será formada por 71 milhões de metros cúbicos de produção nacional, 20 milhões de metros cúbicos de gás natural liquefeito (importado) e 30 milhões de metros cúbicos de gás natural vindo da Bolívia.
Gabrielli disse ainda que o investimento na cadeia de gás deverá chegar a US$ 22,4 bilhões até 2011, sendo que US$ 17,9 bilhões virão da Petrobras, e os outros US$ 4,5 bilhões virão de parceiros da Petrobras. Gabrielli disse ainda que a extensão dos gasodutos no Brasil deve chegar, em 2010, a 8.500 quilômetros.
Enviado: Qua Abr 18, 2007 4:23 pm
por WalterGaudério
Wolfgang escreveu:Cai imagem de Chávez na Europa
por Alejandro Peña Esclusa em 17 de abril de 2007
Resumo: Políticos europeus começam a rever suas opiniões favoráveis ao ditador Hugo Chávez.
© 2007 MidiaSemMascara.org
Caracas – Há apenas um ano, os meios de comunicação e as forças políticas européias mantinham uma opinião relativamente favorável a respeito de Hugo Chávez. Embora criticassem seu estilo, consideravam sua ascenção ao poder como uma reação natural ante as injustiças sociais existentes na Venezuela. Prova disto – alegavam –, é que o tenente-coronel continuava ganhando eleições.
Entretanto, uma série de acontecimentos recentes mudaram essa percepção, entre elas: a modificação da Constituição, para assegurar a re-eleição indefinida; a Lei Habilitante, que permite a Chávez legislar durante 18 meses, o que significa uma concentração evidente de poder; o anúncio do fechamento do canal de televisão mais antigo do país; as suspeitas, cada vez mais fundamentadas, sobre as irregularidades do sistema eleitoral venezuelano e, - sobretudo -, as relações crescentes que Chávez mantém com o regime de Ahmadinejad.
Tive a oportunidade de constatar pessoalmente esta mudança de opinião durante o mês de março, em uma viagem que me levou à Espanha, Itália e Bélgica. Mantive reuniões com autoridades da União Democrata-Cristã (UDC) da Itália, deputados e senadores de quase todos os matizes políticos espanhóis (PP, PNV, Convergencia i Unión, Coalizão Canária e PSOE), dois euro-deputados e meios de comunicação em Roma, Barcelona e Madri.
Para minha surpresa, os dirigentes políticos europeus manifestaram um conhecimento detalhado sobre a situação ibero-americana. Muitos deles catalogaram Chávez como uma ameaça, não somente para a Venezuela e os países vizinhos mas para a segurança hemisférica. Em primeiro lugar, pelo uso de petrodólares para financiar a expansão de seu projeto a toda a região, e em segundo lugar, pelos estreitos vínculos com o fundamentalismo islâmico. Além disso, os tentáculos do regime venezuelano já alcançam a Europa, através dos denominados “Círculos Bolivarianos”, da compra de meios de comunicação locais e também através dos acordos com prefeituras como as de Londres e Florença (basicamente petróleo barato em troca de apoio político).
A esquerda moderada – essa que, do mesmo modo que Chávez, se opõe a Bush – já não ri de suas “gracinhas”. Reconhece que, apesar dos multi-milionários ingressos petroleiros, não se resolveram as injustiças sociais na Venezuela; ao contrário, agravaram-se e, além disso, observa-se uma evolução para um modelo totalitário. Os dirigentes do PSOE já não apóiam Chávez publicamente e em privado o criticam. Crêem que, se se identificam com ele, quando seu governo cair eles também ficarão chamuscados. Só a Izquierda Unida permanece a seu lado, e isso porque – presumem alguns parlamentares – recebe financiamento proveniente da Venezuela.
Quanto aos meios de comunicação, basta ler as manchetes que aparecem quase que diariamente para se dar conta da mudança: o diário Il Tempo, de Roma (10.03.07): “Chávez é como Hitler”; L’Opinione de Roma (10.03.07): “Êxodo de italianos da Venezuela”; ABC de Madri (18.03.07): “Chávez não ganhou, é um usurpador”; “La Razón” de Madri (19.03.07): “Hugo Chávez reparte pela Ibero-américa o dinheiro que tira dos venezuelanos” e assim sucessivamente.
Aproveitei as reuniões com líderes europeus para fazê-los ver que Chávez intervém permanentemente nos assuntos internos dos países centro-americanos, particularmente em El Salvador, onde financiou a Frente Farabundo Marti de Libertação Nacional (FMLN), enviando petróleo subsidiado às prefeituras controladas por esta agremiação. Se perderem as próximas eleições presidenciais, – disse – os do FMLN irão querer desconhecer o resultado e fazer o mesmo que López Obrador... porém, com o uso das armas.
Já não era sem tempo.
PS: até o PSOE espanhol...(...)
A coisa anda feia mesmo.
sds
Walter
Enviado: Qua Abr 18, 2007 4:29 pm
por Wolfgang
A Repsol foi prejudicada tanto na Venezuela como na Bolívia, não...?
Enviado: Qua Abr 18, 2007 4:38 pm
por WalterGaudério
Wolfgang escreveu:A Repsol foi prejudicada tanto na Venezuela como na Bolívia, não...?
Bingo! Exatamente.
Mas qto. a PETROBRAS tomar ferro quente por lá, ainda aprece gente dentro do PT com aquela história sem graça, que as refinarias significam muito pouco em rel. ao total de ativos da PETROBRAS(do ponto de vista técnico contábil é verdade)...
O dever do governo é defender cada centavo do patrimônio nacional. Mas essa questão só parece ser simples para o gov.(da Bolívia...
)
sds
Walter
Enviado: Qua Abr 18, 2007 4:46 pm
por Wolfgang
cicloneprojekt escreveu:Wolfgang escreveu:A Repsol foi prejudicada tanto na Venezuela como na Bolívia, não...?
Bingo! Exatamente.
Mas qto. a PETROBRAS tomar ferro quente por lá, ainda aprece gente dentro do PT com aquela história sem graça, que as refinarias significam muito pouco em rel. ao total de ativos da PETROBRAS(do ponto de vista técnico contábil é verdade)...
O dever do governo é defender cada centavo do patrimônio nacional. Mas essa questão só parece ser simples para o gov.(da Bolívia...
)
sds
Walter
É, tem gente esquecendo toda a construção teórica sobre a soberania, cunhada desde o Iluminismo até Kelsen, para lhe dar fazer uma "revisita", com pitadas de "marxismo tropical".
Ainda bem que, ao que parece, ao menos aqueles que efetivamente mandam, já acordaram.
Só não sei o que a Braskem foi fezer lá agora...