Re: NOTÍCIAS DO RAFALE
Enviado: Qua Ago 31, 2011 10:50 pm
Deve ser, todas as outras foram.
Tá passando na tv senado on line,a audiência está maior,farta distribuição de baguetes e croassants bateu simulador do tijolo.AlbertoRJ escreveu:A apresentação do consórcio Rafale será apresentada ao vivo na web?
[]'s
http://www.aereo.jor.br/2011/09/01/audi ... io-rafale/AlbertoRJ escreveu:A apresentação do consórcio Rafale será apresentada ao vivo na web?
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Obrigado Santiago!Penguin escreveu:http://www.aereo.jor.br/2011/09/01/audi ... io-rafale/AlbertoRJ escreveu:A apresentação do consórcio Rafale será apresentada ao vivo na web?
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... pois é... como era esperado nada de novo.Bender escreveu: -1 ano para definir contrato e mais 3 para entrega do primeiro=na forma otimista á: 2016,na forma Brasil: 2018. Perdemos o bonde mais uma vez,vamos a Jordânia fazer compras que a feirinha está no fim,com boas ofertas.
SDS.
Se Roliúde fosse aqui o nome do filme seria:" Assim caminha a mediocridade"cb_lima escreveu:... pois é... como era esperado nada de novo.Bender escreveu: -1 ano para definir contrato e mais 3 para entrega do primeiro=na forma otimista á: 2016,na forma Brasil: 2018. Perdemos o bonde mais uma vez,vamos a Jordânia fazer compras que a feirinha está no fim,com boas ofertas.
SDS.
A única coisa que vou te dizer meu amigo é que pelo visto o próximo destino para a nossa coleta de sucatas será não mais não menos que o nosso vizinho... o Chile que essa semana acabou de receber mais F-16 usados da Holanda.
Triste.
[]s
CB_Lima
Tomara que assim como no caso do Uruaguai o Congresso americano veja essa suposta venda como uma ameaça a soberania americana por conta da concentração gigante de peças de museu em um só país.Bender escreveu: Se Roliúde fosse aqui o nome do filme seria:" Assim caminha a mediocridade"![]()
SDS.
Obrigado pelo resumo, Bender. Juro, eu tentei acompanhar pela TV Senado, mas os senadores não colaboraram comigo; perguntas tolas, falta de conhecimento sobre a matéria, um festival de "excelência" pra cá "excelência" pra lá e nem uma mísera perguntinha excelente (até onde aguentei assistir).Bender escreveu:Alguma coisa de novo na audiência? Sim! Foi explicado ao sen. Suplicy o que é poder de dissuasão e sua importância. Senador preferiria canhões armados com flores.
Alguns pontos:
-India fez sua seleção em busca da melhor arma de combate,lá já existem outros caças para treinamento e a xepa só entra na disputa final.
-Tem que ser reforçado:Quem mais compra 10 carrinhos de mão 390? A Suécia sequer compra o próprio avião que oferece.
-O nível de entendimento dos senadores quanto as questões militares em geral é nulo!O interesse idem, 5hóoooo!
perguntaram brilhantes obviedades sobre juros. São muito preocupados com os gastos do governo...
-1 ano para definir contrato e mais 3 para entrega do primeiro=na forma otimista á: 2016,na forma Brasil: 2018. Perdemos o bonde mais uma vez,vamos a Jordânia fazer compras que a feirinha está no fim,com boas ofertas.
SDS.
A mais realista apresentação da Dassault que vi até agora. Sem aquela embromação de ToT irrestrita. É bem verdade que assiti ao final, na hora das perguntas tolas feitas pelos nossos senadores. Acho que os franceses explicaram de uma forma honesta algumas coisas interessante sobre as ToT propostas por eles em resposta a pergunta feita pelo sonolento Suplicy:Jonas Rafael escreveu:Já acabou? Me diz por favor que os "pontos" que o Bender enumerou são uma piada dele e não o que rolou de verdade.
O que eu enumerei não é uma piada.Piada é o nível das perguntas feitas pelos senadores.Jonas Rafael escreveu:Já acabou? Me diz por favor que os "pontos" que o Bender enumerou são uma piada dele e não o que rolou de verdade.
Abraços,Franceses apontam vantagens de caça Rafale sobre concorrentes
Os caças Rafale destacam-se por terem sido concebidos como omnirole, ou seja, são capazes de empreender todas as missões de um avião de combate. Essa é a principal vantagem do avião francês em relação aos concorrentes na disputa pelo contrato de modernização da Força Aérea Brasileira, segundo disse nesta quinta-feira (1º) o diretor da Dassault International do Brasil, Jean-Marc Merialdo, durante a última das três audiências públicas promovidas sobre o tema pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE).
Em resposta a uma questão apresentada pelo senador Randolfe Rodrigues (PSol-AP), a respeito das vantagens do avião francês em relação a seus concorrentes, Merialdo ressaltou que o Rafale é um produto recente, usado desde 2004 pela marinha da França e desde 2006 pela aeronáutica francesa. Em contrapartida, disse ele, os caças F18 Super Hornett oferecidos pela Boeing seriam um desenvolvimento de um avião já existente e não teriam o mesmo potencial de crescimento futuro que o Rafale.
Sem mencionar diretamente o caça sueco Grippen, terceiro competidor no processo de modernização da frota da Força Aérea Brasileira, o diretor da Dassault lembrou que as principais forças aéreas do mundo têm um bimotor como avião de primeira linha - e não um monomotor como o avião oferecido ao Brasil pela Saab.
Segundo informou Merialdo, o Rafale tem sido utilizado em combates no Afeganistão e, mais recentemente, na Líbia. Ele observou que o Rafale foi projetado para ser utilizado tanto pela marinha como pela aeronáutica, o que será importante no momento em que a Marinha brasileira decidir reequipar seu porta-aviões São Paulo.
Transferência de Tecnologia
O diretor classificou ainda como "incomparável" a proposta francesa de transferência de tecnologia ao Brasil, no caso de opção pela compra dos Rafale.
- No âmbito de nossa parceria estratégica, a transferência de tecnologia será feita sem restrição alguma. A indústria brasileira já desenvolveu várias capacidades e precisa agora de algumas tecnologias chaves de um caça supersônico, que permitirão a essa indústria dar um salto tecnológico muito significativo - afirmou.
A extensão da transferência de tecnologia foi o tema que mais chamou a atenção dos senadores durante as três audiências dedicadas a ouvir representantes da Saab, da Boeing e da Dassault, segundo observou o presidente da comissão, senador Fernando Collor (PTB-AL).
- Este ponto é o primordial - disse Collor.
Vendas
Em resposta à senadora Ana Amélia (PP-RS), preocupada em saber se o Rafale já está sendo vendido para outros países além da França, os representantes da Dassault presentes à reunião informaram que a empresa encontra-se em fase final de negociações com os Emirados Árabes Unidos e que o caça francês foi pré-selecionado em uma concorrência aberta pela Índia.
O senador Luis Henrique (PMDB-SC) quis saber se a crise econômica mundial já estaria afetando o preço dos aviões. Segundo Merialdo, as vendas da Dassault não foram até o momento abaladas pela crise. O senador Blairo Maggi (PR-MT) apresentou aos franceses as mesmas perguntas sobre preço e financiamento já feitas aos representantes dos Estados Unidos e da Suécia. O vice-presidente de Vendas Militares da Dassault Aviation, Jean-Pierre Chabriol, não falou de preços, alegando confidencialidade, mas disse estar seguro de que seriam oferecidas boas condições de financiamento ao Brasil.
Em resposta ao senador Tião Viana (PT-AC), que buscou saber quanto tempo levaria desde a decisão por um dos aviões e a conclusão de um preço definitivo para os caças, Merialdo informou que as negociações durariam por volta de um ano. Ao final da reunião, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) ressaltou a importância do direito à vida e a necessidade de se utilizar apenas como "último recurso" a força destruidora de aviões como o Rafale.