ascensão das tensões na Europa
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- Bourne
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Re: ascensão das tensões na Europa
Talvez, o império precisa se manter em pé, sustentar a liderança frente aos demais países da europa e estar para enfrentar as investidas do leste.
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- Júnior
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Re: ascensão das tensões na Europa
È, os Alemães não querem fazer filhos. O país ter que ser povoado de alguma forma ou entrará em decadência.Bourne escreveu:Talvez, o império precisa se manter em pé, sustentar a liderança frente aos demais países da europa e estar para enfrentar as investidas do leste.
Politica não é a satisfação de um desejo, não é para atingir a perfeição, Não é para satisfazer os anseios morais. Se a pessoa se deixar levar por estes coisas será inevitavelmente manipulada.
- Clermont
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Re: ascensão das tensões na Europa
E tem toda a razão.Lord Deimos escreveu:È, os Alemães não querem fazer filhos.
Vc consegue se imaginar fazendo um filho numa criatura horrorosa e abominável como esta?
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- Bourne
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Re: ascensão das tensões na Europa
Acho que os alemães preferem apenas treinar, mas não jogar.
Não quero ser pessimista, mas o Brasil vai ter um problema pior que os alemães nos próximos anos. A maior parte das famílias tende a ter um ou nenhum filho. Diferente dos anos 1980s e 1990s que eram dois ou três. Esse movimento está verificado nos estudos demográficos sobre Brasil, influenciado pelo alto custo de vida conjugado com escolaridade e bens materiais.
Logo teremos que importar sírios e ucranianos para povoar o Brasil. Assim como os EUA e Canadá já o fazem. E, mais, logo teremos estrangeiros em elevados postos da burocracia e policiais com sotaques estranhos.
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Não quero ser pessimista, mas o Brasil vai ter um problema pior que os alemães nos próximos anos. A maior parte das famílias tende a ter um ou nenhum filho. Diferente dos anos 1980s e 1990s que eram dois ou três. Esse movimento está verificado nos estudos demográficos sobre Brasil, influenciado pelo alto custo de vida conjugado com escolaridade e bens materiais.
Logo teremos que importar sírios e ucranianos para povoar o Brasil. Assim como os EUA e Canadá já o fazem. E, mais, logo teremos estrangeiros em elevados postos da burocracia e policiais com sotaques estranhos.
- mmatuso
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Re: ascensão das tensões na Europa
Que ucranianos e sirios, teremos um monte de bolivianos, paraguaios e argentinos. ![Gargalhada [003]](./images/smilies/003.gif)
![Gargalhada [003]](./images/smilies/003.gif)
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Re: ascensão das tensões na Europa
mmatuso escreveu:Que ucranianos e sirios, teremos um monte de bolivianos, paraguaios e argentinos.
![[055]](./images/smilies/055.gif)
Politica não é a satisfação de um desejo, não é para atingir a perfeição, Não é para satisfazer os anseios morais. Se a pessoa se deixar levar por estes coisas será inevitavelmente manipulada.
- cabeça de martelo
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Re: ascensão das tensões na Europa
Lord Deimos escreveu:È, os Alemães não querem fazer filhos. O país ter que ser povoado de alguma forma ou entrará em decadência.Bourne escreveu:Talvez, o império precisa se manter em pé, sustentar a liderança frente aos demais países da europa e estar para enfrentar as investidas do leste.
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- P44
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Re: ascensão das tensões na Europa
Clermont escreveu:E tem toda a razão.Lord Deimos escreveu:È, os Alemães não querem fazer filhos.
Vc consegue se imaginar fazendo um filho numa criatura horrorosa e abominável como esta?
Vai por mim que isso é a excepção e não a regra, a maior parte das alemãs faz lembrar panzers da WW2
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- J.Ricardo
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Re: ascensão das tensões na Europa
Rapaz, em uma viagem que fiz pelo MS conheci duas suíças que davam medo até nas onças do pantanal...
Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil,
Vossos peitos, vossos braços,
São muralhas do Brasil!
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Re: ascensão das tensões na Europa
as familias mais carentes ainda tem muito filhos, mas como isso preciona a taxa de crescimento eu nao sei. E só chegar numa quebradanque veremos uma mae descabelada puxando no minimo 3 crianças... e ate quando esses muito pobres vao ter muitos meninos e também nao sei.Bourne escreveu:Acho que os alemães preferem apenas treinar, mas não jogar.![]()
![]()
Não quero ser pessimista, mas o Brasil vai ter um problema pior que os alemães nos próximos anos. A maior parte das famílias tende a ter um ou nenhum filho. Diferente dos anos 1980s e 1990s que eram dois ou três. Esse movimento está verificado nos estudos demográficos sobre Brasil, influenciado pelo alto custo de vida conjugado com escolaridade e bens materiais.
Logo teremos que importar sírios e ucranianos para povoar o Brasil. Assim como os EUA e Canadá já o fazem. E, mais, logo teremos estrangeiros em elevados postos da burocracia e policiais com sotaques estranhos.
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Re: ascensão das tensões na Europa
Na média não tem mais.
Na medida que aumentou a renda e inclusão a média de filhos despencou, especialmente na parcela mais pobre. Quando essa geração do bolsa família chegar a vida adulta vão ter menos filhos e vão priorizar a si mesmo. Eles seguem outro padrão social, visão de família e, ao avançar para classe média, sabem que saí caro criar um filho, quando mais dois ou três é dar o mesmo nível de conforto. O que na prática é o mesmo que a velha classe média, média baixa e ricos seguem desde idos da década de 1980 e 1990s.
Outra mudança radical são mulheres qualificadas e trabalhando. Isso não era comum no começo dos anos 1990s, ainda no começo de 2000s os programas televisivos ainda colocavam na mesa se mulher deveria ou não trabalhar. Hoje é um debate trivial. O padrão hoje que a mulher tenha a mesma formação do homem e trabalhe por que não há como sustentar uma casa com um só trabalhando. Assim, mesmo casada, tendo um ou dois filhos, o casal tende a ter maior renda, gastar mais e ter mais condições de se manter, mas também durar menos devido a mulher ter independência financeira.
A saída dos EUA e Canadá para o problema similar foi incorporar imigrante e ajudar eles a ocuparem cargos mais relevantes na sociedade e estado. Por exemplo, os mais influentes intelectuais do partido republicano são latino, mais o possível principal candidato também é Rubio que é de família cubana, nas universidades mais de 1/3 dos pesquisadores/docentes é estrangeira. Enquanto no Brasil, nem sendo altamente qualificado, endinheirado e trazendo a família é fácil entrar legalmente.
Na medida que aumentou a renda e inclusão a média de filhos despencou, especialmente na parcela mais pobre. Quando essa geração do bolsa família chegar a vida adulta vão ter menos filhos e vão priorizar a si mesmo. Eles seguem outro padrão social, visão de família e, ao avançar para classe média, sabem que saí caro criar um filho, quando mais dois ou três é dar o mesmo nível de conforto. O que na prática é o mesmo que a velha classe média, média baixa e ricos seguem desde idos da década de 1980 e 1990s.
Outra mudança radical são mulheres qualificadas e trabalhando. Isso não era comum no começo dos anos 1990s, ainda no começo de 2000s os programas televisivos ainda colocavam na mesa se mulher deveria ou não trabalhar. Hoje é um debate trivial. O padrão hoje que a mulher tenha a mesma formação do homem e trabalhe por que não há como sustentar uma casa com um só trabalhando. Assim, mesmo casada, tendo um ou dois filhos, o casal tende a ter maior renda, gastar mais e ter mais condições de se manter, mas também durar menos devido a mulher ter independência financeira.
E, o pior, o mais importante é a natalidade das classes médias e ricos por serem as famílias que tem condições de dar melhor educação e condições materiais para ter filhos mais produtivos e com trabalhos mais sofisticados, pouco afetados ela automatização e importante para sustentar a elevação de renda. Piora mais quando se vê que o Brasil não tem a renda per capita da Alemanha, Japão ou França.Beneficiárias do Bolsa Família têm menos filhos
Famílias 20% mais pobres do Nordeste tem média de 2 filhos; Acesso à informação sobre os métodos contraceptivos e aumento da escolaridade da mulher jovem estão entre os motivos que explicam queda na fecundidade
A queda da natalidade acentuou-se entre famílias beneficiárias do Bolsa Família na última década, em comparação com a média nacional. A redução do número de filhos consta da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), feita pelo IBGE. De acordo com o levantamento, entre 2003 e 2013, o número de famílias com filhos até 14 anos caiu 10,7%, enquanto famílias inscritas no programa registraram queda de 15,7%.
Para as famílias 20% mais pobres do Nordeste, a queda foi ainda maior, de 26,4% no mesmo período. “Atribuem aos mais pobres um comportamento oportunista em relação à maternidade, como se essas mães fossem capazes de ter mais filhos em troca de dinheiro. Isso é puro preconceito”, diz a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.
A pesquisa mostra que, em 2013, as mães brasileiras tiveram 1,6 filho até 14 anos, em média. Entre as 20% mais pobres do Nordeste, a média foi de dois filhos. Nas famílias 5% mais pobres do Nordeste, com perfil de extremamente pobres, a média foi de 2,1 filhos.
Entre os motivos da queda da fecundidade no País estão o maior acesso à informação sobre os métodos contraceptivos e sobre a sexualidade, o aumento da escolaridade da mulher jovem, a ampliação da urbanização e o acesso aos serviços médicos.
“As mães do Bolsa Família têm de levar os filhos a cada seis meses para o acompanhamento nos postos de saúde, o que ajuda a ampliar o acesso à informação e aos contraceptivos”, lembra a ministra.
Autonomia
Segundo a presidenta Dilma Rousseff, 93% das pessoas que recebem o Bolsa Família são mulheres. “Isso reforça a autonomia das mulheres. Foi muito importante para empoderar as mulheres mais pobres do nosso País”, afirmou a presidenta, durante a inauguração da Casa da Mulher Brasileira, em fevereiro.
O pagamento para famílias com filho até 15 anos de idade é de R$ 35 mensais. O valor pode chegar até R$ 77, no caso das famílias extremamente pobres, sem nenhuma renda. Além de dar mais autonomia às mulheres na decisão da maternidade, o Bolsa Família também auxilia na diminuição de partos prematuros e queda da mortalidade de menores de cinco anos, uma vez que as gestantes passaram a fazer acompanhamento pré-natal.
http://www.brasil.gov.br/cidadania-e-ju ... nos-filhos
A saída dos EUA e Canadá para o problema similar foi incorporar imigrante e ajudar eles a ocuparem cargos mais relevantes na sociedade e estado. Por exemplo, os mais influentes intelectuais do partido republicano são latino, mais o possível principal candidato também é Rubio que é de família cubana, nas universidades mais de 1/3 dos pesquisadores/docentes é estrangeira. Enquanto no Brasil, nem sendo altamente qualificado, endinheirado e trazendo a família é fácil entrar legalmente.
- FCarvalho
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Re: ascensão das tensões na Europa
Vixe... se ser católico e francês na França já não é das melhores coisas desde há muito, imagine-se agora com a concorrência das pedradas muje.P44 escreveu:
Parece que é disso que a Europa tem mais medo. Abandonaram, venderem, alugaram e até puseram abaixo suas igrejas, e agora estão a sentir falta delas...
Que coisa.
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abs.
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Re: ascensão das tensões na Europa
"Je suis lapidé"- Onde estão os caricaturistas franceses de plantão?FCarvalho escreveu:Vixe... se ser católico e francês na França já não é das melhores coisas desde há muito, imagine-se agora com a concorrência das pedradas muje.P44 escreveu:
Parece que é disso que a Europa tem mais medo. Abandonaram, venderem, alugaram e até puseram abaixo suas igrejas, e agora estão a sentir falta delas...
Que coisa.![]()
abs.
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Wingate
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Re: ascensão das tensões na Europa
O que se passa é que em qualquer capital na Europa há o centro da cidade por norma na mão de uma classe alta, e depois a periferia onde vivem as comunidades emigrantes/minorias. Pois bem, nesses sítios as minorias são na verdade a maioria da população e se em Portugal isso significa africanos, em França são acima de tudo muçulmanos de várias origens. O mesmo acontece em Bruxelas, Berlim, etc.
Queria vê-los a tentar algo assim nalguma vila do interior da França...
Queria vê-los a tentar algo assim nalguma vila do interior da França...