Li e reli este post várias vezes até descobrir o que estava me incomodando nele; por fim, concluí que foi a referência ao F-5. Explico: em sendo as conclusões as que apontaste, como o Grifo - radar com antena de varredura puramente mecânica - se encaixa no contexto? Para deixar mais claro, nas condições objetivas que elencaste, o Grifo F satisfez em algum momento o que foi definido como necessário? Caso não - é o que parece a mim, um leigo - por que foi escolhido, já havendo concorrentes com antena fixa entrando em serviço ou prestes a fazê-lo?Justin Case escreveu:Olá, amigos.
Mais uma observação sobre a série - Por que não sou fã do Swashplate:
Na época em que eu estava gerenciando requisitos de data-link para o F-5, concluímos que, para este ser útil em ambiente tático, as pistas recebidas deveriam ser atualizadas (refresh rate) a cada décimo de segundo.
Vamos imaginar a situação de um alvo no meu azimute 50 graus à direita, que eu designei como de alta prioridade (HPT - High Priority Target), aquele que será atacado pelo meu míssil.
- Antena fixa - varredura eletrônica: não há partes móveis, tudo funciona com a velocidade da luz, sendo que o único limite é a capacidade de processamento do sistema.
- Antena móvel Swashplate com rotação completa a cada cinco segundos (varredura eletronica também limitada ao azimute de 60 ou 70 graus de seu eixo): O sistema pergunta: "onde está meu HPT?". O radar responde: "espere um pouco que eu vou ver se tem alguma coisa a 100 graus do lado esquerdo; daqui a 3 segundos eu volto". Isso seguirá indefinidamente, a não se que se possa parar a antena. Se ela parar, não verei mais o que está além dos 30 ou 40 graus do lado esquerdo - sejam eles amigos ou inimigos com menor prioridade.
Abraços,
Justin
Notes, não estou tentando te aborrecer nem TROLAR, apenas me parece extraordinário que um radar de varredura mecânica seja aceitável e outro, híbrido com AESA, não, e isso tudo no mesmíssimo contexto (o exemplo que deste).
Desculpes mas para mim isso não bate.