Enviado: Qua Jun 21, 2006 1:15 am
juarez castro escreveu:Brasileiro, só discorsdo no seguinte, a aquisição de mais um tipo diferente de vetor vai complicar mais ainda as coisas sob aspecto logístico e finaceiro.
Não gosto muito de dar papites sobre nímeros de aeronaves, porque via de regra levo pau direto, por me acharem pessimista mas vai lá:
Manter 40 células de A1 retrofitadas, transferir o 1° do 10° para Anapolis.
(Retrofitar todas as biplaces mantendo 12 no esquadrão e as restantes no PAMA., o resto ensaca e guarda como está.
Retrofitar todas as células de F 5 (precisaremos, pois apesar do retrofit são células cansadas, para fazer rodizio), transferir o 2° esquadrão do 1° grupo de caça para Manaus. mantendo 15 células no esquadrão e as demais no PAMA.
CANCELAR O M 2000 IMEDIATAMENTE . aluguel por 5 anos de 15 células de F15 com UP grade de radar.
E o mais premente, aquisição de armamentos inteligentes e misseis de 4° ger + BVR., de prefer~encia de forncedores distintos.
Evidente que para fazer isto, precisaremos de um governo sério e um comando "CUIUDO'.
Grande abraço
Gostei das sugestões. Apenas algumas considerações:
Eu era mais favorável a mandar o 1º/10º, para a região amazônica em vez de Anápolis. Como o AMX é caça de ataque com capacidade marginal de interceptação, com boa autonomia, acho que seria mais adequado às grandes distâncias da Amazônia. Seriviria para interceptar jatinhos do tráfico não alcançados pelos ALX e quebraria o galho na defesa aérea. Acho que o uso de F-5 na região, devido a seu alcance restrito, quase que obrigaria a termos reabastecedores fixos por alí.
Quanto ao 2º/1º, simplesmente fecharia o esquadrão. Tudo bem que ele tem história, mas ao que parece ele não passa de ficção administrativa.
Quanto aos M2000, infelizmente não tem jeito. O pessoal já está sendo treinado e ou é ele ou nada. Então acho que era o caso de realmente adquirirmos as tais 4 células a mais para garantir uma operacionalidade maior ao esquadrão, mas planejar desde já uma aquisição decente que permita uma posterior padronização gradual de nossos caças (ainda defendo aquela idéia de um mix entre birreatores e monorreatores equipados com mesmo motor e aviônicos).
Isso tudo seria o básico. Se for para radicalizar, pode-se também fechar o 3º/10º de Santa Maria (afinal de contas, já temos a base de Canoas com os F-5M) e redirecionar todos AMX biplace (acho que são 11) mais alguns mono para o 1º/4º de Natal em substituição aos Xavante.
A manutenção de um esquadrão de AMX e outro de F-5 em Santa Cruz se justificaria pela importância da região, onde os F-5 fariam defesa aérea e os AMX ataque naval. Os AMX em Natal tabém poderiam ter função secundária de ataque naval.
Mas para isso funcionar precisaríamos modernizar todos os AMX, aposentando os Xavante restantes ao final do processo.
Após as modernizações, a missão de reconhecimento poderá ser feita tanto pelo AMX como pelo F-5, desde que equipados adequadamente com os novos pods.
Bombas laser também poderão ser usadas por ambos. Mas míssil BVR, só no F-5, já que o Csipio do AMX não terá essa capacidade.
Acho que o F-5 não será capaz de ataque naval, mas é razoável supor a integração de um Exocet da vida no AMX.
Resultado final: dois esquadrões a menos, xavantes aposentados, o caminho aberto para a substuição de F-5 e AMX por um vetor único daqui 15 anos.
E aí, que tal o radicalismo
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