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Alitson escreveu:Luís Henrique escreveu:Pessoal, esse negócio de reserva é para quem produz muitos caças e tem uma indústria bélica pulsante. Eles produzem caças novos a todo momento e vão colocando os mais antigos na reserva.
O Brasil mal tem dinheiro para comprar caças para a ativa, imagina se teria dinheiro para comprar aeronaves extras para deixar na reserva.
Os aviões que ficam estocados na FAB é por falta de manutenção e/ou peças. Com as modernizações isto vai melhorar e quase todos ficarão na linha de frente.
O que acontece hj então com os AMX da FAB???? A FAB hj tem 33 caças operacionais o restantes está estocado, assim como alguns A-4s da Marinha!!!!! Aeronaves na reserva são indispensaveis para ter-se ciclos de manutenção perfeitos, para manter-se o numero certo de aeronaves disponiveis nos esquadrões, qualquer força aérea com inreligência faz isto!!!!!!!!!!!
A-29 escreveu:Se me permitem jogar um pouco de lenha na fogueira...
Já que simplesmente não conseguimos manter uma quantia honesta de caças em cada esquadrão, tendo até mesmo esquadrões operando juntos, não seria o caso de fechar aqueles que estiverem sobrando??? Seria uma medida de racionalização de custos para que os demais esquadrões pudessem ser melhor aparelhados, tanto com equipamentos como com recursos humanos.
Podem começar a jogar as pedras
Meu camarada, depois que a elite da FAB tá voando de xavante até o final do ano, pode fechar.Já que simplesmente não conseguimos manter uma quantia honesta de caças em cada esquadrão, tendo até mesmo esquadrões operando juntos, não seria o caso de fechar aqueles que estiverem sobrando??? Seria uma medida de racionalização de custos para que os demais esquadrões pudessem ser melhor aparelhados, tanto com equipamentos como com recursos humanos.
Se me permitem jogar um pouco de lenha na fogueira...
Já que simplesmente não conseguimos manter uma quantia honesta de caças em cada esquadrão, tendo até mesmo esquadrões operando juntos, não seria o caso de fechar aqueles que estiverem sobrando??? Seria uma medida de racionalização de custos para que os demais esquadrões pudessem ser melhor aparelhados, tanto com equipamentos como com recursos humanos
Podem começar a jogar as pedras
Brasileiro escreveu:Olá, estou ressussitando este tópico, porque me apareceu uma idéia.
O que eu imagino é que a aviação de caça da FAB não está bem estruturada quanto ao futuro.
Por exemplo: É preciso racionalizar os meios para aumentar a operionalidade. A FAB tem mais de 46 F-5 distribuídos em apenas duas bases. O que eles querem fazer com 23 caças em uma base só, sendo que a capital do país está (será) guarnecida por apenas 12???
E os AMX, muitos estão sem uso, ensacados, e outros parados.
No meu ponto de vista, a FAB deveria ter pensado nisso antes, antes de iniciar os programas de modernização de F-5 e AMX.
A minha proposta seria a seguinte:
-Desativar alguns F-5, tendo um número de 36, sendo 18 para Santa Cruz e 18 para Canoas.
-Desativar os AMX mais velhos, e modernizar os mais novos, também no número de 36, sendo 18 para cada base.
-Comprar o lote opcional de 4 Mirage-2000C e ter 16 deles.
-Compra de 32 caças novos (Rafale, etc).
Imagino ainda que seria necessária uma nova compra de R-99 (Mais 3 R-99A e 2 R-99B).
Os 16 Mirage 2000C seriam sediados em Porto Velho, já os novos caças seriam sediados em Anápolis e alguma outra base na Amazônia (Manaus ou Boa Vista, prefiro a segunda opção), sendo 16 para cada base. Dessa forma, nossa aviação de caça seria composta dessa maneira:
-18 F-5M em Santa Cruz, e 18 F-5M em Canoas.
-18 A-1M em Santa Cruz, e 18 A-1M em Canoas.
-16 Mirage 2000 em Porto Velho
-16 Rafales em Anápolis
-16 Rafales em Boa Vista (Manaus?).
Desse modo, nossa FAB estaria muito bem servida com 84 caças de primeira linha (para defesa aérea), mais os 36 A-1M.
abraços]
Brasileiro escreveu:Completando....
Eu ainda acho que esse número que eu postei ainda pode ser "enxugado".
Por exemplo: A maioria dos A-1 no futuro poderiam ficar sem substituição, pois com a adoção de caças multifuncionais, substituir o A-1 seria perigosamente megalomaníaco, pois poderia não haver condições de se manter todos os caças em prontidão. Poderíamos substituir os 36 A-1 por 20 caças leves para treinamento e interceptações onde não seria necessário os caças de primeira linha.
Racionalizar, ao contrário do que muitos pensam, não é diminuir o poder da FAB reduzindo o número de alguns aviões, mas sim aumenta o poder, pois o teríamos uma porcentagem maior de caças em condições de prontidão otimizando a capacidade de treinamento e combate.
abraços]
[Brasileiro, só discorsdo no seguinte, a aquisição de mais um tipo diferente de vetor vai complicar mais ainda as coisas sob aspecto logístico e finaceiro.
AllanPSK escreveu:Vendo que o Rafale é considerado favorito a ser o novo F-X da FAB e analisando as discussões relacionadas ao número ideal de caças a serem empregados, considero o seguinte:
32 Rafale Biplace navalizados, empregados em dois esquadrões "fixos" e com um esquadrão "móvel", sendo empregado também em operações embarcadas no NA São Paulo ou no futuro NA. As tripulações podem ser formadas de modo misto, com militares das duas forças. E todos devem receber a capacitação para operações embarcadas.
72 MAKO biplaces empregando o conceito de "troca o assento traseiro por um tanque extra", com radar da classe Grifo-X, dois BVR e dois IR. Sendo que ao menos 18 deveriam operar embarcados para qualificar o povo a custos aceitáveis.
E se não for pedir muito, apenas 16 Su-34 para ataque estratégico, ou menos ainda, 16 Su-30MK empregados nos mesmos moldes do F-15E.
A distrubuição seria a seguinte:
16 Su-30 em Anapolis
16 Rafale em Santa Cruz / NA São Paulo ou futuro NA
16 Rafale em Porto Manaus
18 Mako em Porto Velho
18 Mako em Natal / NA São Paulo ou futuro NA
18 Mako em Boa Vista
18 Mako em Canoas
Em tempos de paz, todas as unidades poderiam reduzir o emprego de até 4 aeronaves ao invés de estocá-las.
Na minha opinião, a modernização dos F-5 só valeria a pena se ocorrese no máximo até 2002! E o MLU dos A-1 até 2006. Atrasou demais.
E tais aquisições nos aproximariam da União Européia e da Russia, grandes parceiros comerciais.
Abraços,
Allan PSK