Re: Projeto VANT
Enviado: Dom Abr 17, 2011 11:45 am
O CTA como centro de desenvolvimento e estudo sempre participa. Agora comprar, é uma outra história.brisa escreveu:Quem falou isso???? Um dos envolvidos no projeto é o próprio CTA...
O CTA como centro de desenvolvimento e estudo sempre participa. Agora comprar, é uma outra história.brisa escreveu:Quem falou isso???? Um dos envolvidos no projeto é o próprio CTA...
A FAB já havia se colocado a favor de produzir aqui o Hermes em 2005. Os 2 primeiros foram comprados em 2011. Você realmente acredita nisso?brisa escreveu:O CTA é un ente do Comando da Aeronáutica, que trabalha em consonancia com as diretrizes da aeronáutica..... portanto se a coisa fluir boa, porque não comprar????
Lembre-se que os Hermes, são para criar doutrina (vide entrevista do Saito).
Seminário debate usos e desafios para operar VANTs
17 de abril de 2011, em VANT, por Guilherme Poggio
Aviões sem piloto já não são mais somente brinquedos de adulto. “A grande diferença do VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado) e do aeromodelo é o emprego. O VANT sempre vai ter uma necessidade operacional”, esclarece a diferença o Engenheiro Flávio Araripe, coordenador do projeto VANT do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA). Ele participou do painel sobre o tema que ocorreu hoje no III Seminário de Defesa, evento paralelo à LAAD 2011.
De acordo com Flávio Araripe, desde a Primeira Guerra Mundial ocorreram experimentos para tornar os VANTs úteis para o emprego militar, mas na última década a tecnologia permitiu que essas aeronaves tivessem grande expansão em todo o mundo. Hoje, contou o engenheiro, há desde modelos lançados de mão até o Globalhawk, cujas asas são maiores que as do Boeing 747. Não há mais conflito moderno sem a presença desses aviões, sem tripulantes e com grande autonomia.
O engenheiro citou todas as experiências de VANT no Brasil, e lembrou que ainda em 2011 será criado um Esquadrão da Força Aérea Brasileira que deverá operar os VANTs Hermes 450, da empresa israelese IAI. Em paralelo, as Forças Armadas brasileiras, em parceria com a empresa Avibrás, estão desenvolvendo o VANT Falcão, um produto totalmente nacional. “O país que não tiver domínio de tecnologia própria vai ser sempre dependente das grandes potências”, explica Flávio Araripe.
Desafio é o controle do espaço aéreo
O Chefe do Departamento de Operações do Departamento de Controle do Espaço Aëreo (DECEA), Brigadeiro Luiz Claudio Ribeiro, participou do painel e explicou a importância do DECEA para as operações de VANT no Brasil. Segundo ele, o objetivo do DECEA é possibilitar que os VANTs possam voar no espaço aéreo brasileiro sem comprometer a segurança das outras aeronaves.
“Nós buscamos soluções para que esses equipamentos possam operar em segurança”, explicou. De acordo com o Brigadeiro Ribeiro, além de ainda existirem limites de tecnologia, como equipamentos que evitem colisões, ainda há questões que precisam ser definidas, como frquencias exclusivas para os VANT. “Nós precisamos que isso seja regulamentado para que nós tenhamos segurança”, disse.
A questão, no entando, não é exclusiva ao Brasil. Este é um desafio internacional e hoje o DECEA participa de grupos da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) que debatem o tema.
“Não existe evento de grande porte no mundo que o DECEA não faça questão de participar para aprender o que estar acontecendo”, acrescentou.
Outro aspecto relativo à segurança é quanto à pilotagem dos VANT. Alguns modelos têm voo autônomo, enquanto outros são remotamente controlados. Mesmo assim, para o Brigadeiro Ribeiro, estes operadores precisam ser muito bem preparados. “Para mim é muito claro que esse elemento precisa ter grande conhecimento das regras de controle do espaço aéreo”, ponderou.
Por fim, ele lembrou que a atual legislação no Brasil, como em outros países, ainda impede o uso de VANT sobre regiões habitadas e que o espaço aéreo precisa ser segredado. O desafio maior é acabar com essas restrições e que esses equipamentos possam cumprir da melhor forma suas tarefas, com a maior segurança possível.
FONTE: Agência Força Aérea
Achar que por ter a FAB começado a utilizar o Hermes o Falcão está morto é como dizer que ao comprar o P-3 ela matou o P-190.Alitson escreveu:WalterGaudério escreveu:
Mas ainda restam a MB e o EB
Até a PF comprou o Heron TP. Com a produção do Hermes 450 em POA, o Falcão já nasceu morto no ovo.
[]s
O falcão eu acho difícil, ainda que não é impossível.bcorreia escreveu:Alguma chance de algum desses Vants terem mais a frente algum tipo de armamento?
Teoricamente o conhecimento necessário para o desenvolvimento de VANT's armados já está disponível no Brasil.Bolovo escreveu:Ele parece ser muito pequeno. E mesmo se pudesse levar armamento, qual seria esse? Os EUA ficaram trezentos anos voando de Predador com Hellfire (coisa que não temos nem parecido) até chegar os Reaper de hoje que voam com bombas a laser, JDAM, Hellfire e o deabo. Vai levar um booom tempo pra termos essa evolução de UAV pra UCAV como eles tiveram... mas estamos começando agora e torço do fundo do meu coração que essa história dê certo.