Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
Enviado: Dom Ago 04, 2013 1:33 pm
por falar em mau caratismo, este Boechat não vale nada!
Talvez devesse ter postado isso no tópico "Comédia da Vida Real"."O Brasil quer e precisa mudar. Chegou o momento de as vozes oposicionistas se comprometerem com um novo estilo de política e de assim procederem. Escutando e interpretando o significado do protesto popular. Sendo diretas e sinceras. Basta de corrupção e de falsas manias de grandeza.”
Fernando Henrique Cardoso
Veja só como são todos farinha do mesmo saco. Conheço outra pessoa que também pensa ser a reencarnação de Jesus. E a que hoje nos preside, parece pensar a mesma coisa. O Sarney também pensa assim. O Collor não foi diferente.......Clermont escreveu:Talvez devesse ter postado isso no tópico "Comédia da Vida Real"."O Brasil quer e precisa mudar. Chegou o momento de as vozes oposicionistas se comprometerem com um novo estilo de política e de assim procederem. Escutando e interpretando o significado do protesto popular. Sendo diretas e sinceras. Basta de corrupção e de falsas manias de grandeza.”
Fernando Henrique Cardoso
Às vezes, eu acho que FHC perdeu o senso do ridículo. Então, como é que um político daquela velha guarda dos Anos 1960, "vítima da ditadura", "exilado político" e outras coisas, pretende criar um "novo estilo de política" na era do Facebook?
E, como é que um político, um presidente que alterou a própria Constituição do seu país, em benefício próprio, criando a reeleição (e segundo maciças suspeitas, usando de métodos de compra de votos) tem o topete de vir à público pregando contra a "corrupção e a falsa mania de grandeza"? Justamente, ele, FHC, que é conhecido por sua gigantesca vaidade e tão grande mania de grandeza, que achou que sua figura era fundamental para o bem-estar do Brasil, portanto, valeria a pena mudar a Constituição, fosse qual fosse o método.
e os paulistas.Clermont escreveu:A maldição dos zumbis cariocas.
Nelson Motta, O Globo - 9.08.13.
“O Rio sempre foi um cemitério de governantes. O Cabral era, até hoje, uma exceção”. O deputado Eduardo Cunha, que ajudou a enterrar alguns, está dizendo a verdade. Brizola, Moreira Franco, Garotinho, Benedita e Rosinha terminaram suas administrações desastrosas como zumbis governamentais, e agora, depois da glória fugaz, a derrocada de Cabral confirma a maldição.
Antes da fusão à força com o Estado do Rio, feita pela ditadura em 1976, o Rio de Janeiro era uma cidade-estado pródiga em quadros políticos qualificados e respeitáveis, das mais variadas tendências. A integração dos vícios da política cosmopolita carioca com o atraso e o populismo das velhas oligarquias do interior nivelou tudo por baixo e nos deu os políticos que temos hoje.
A velha piada em que um anjo pergunta a Deus por que poupou o Brasil de furacões, tsunamis, terremotos e vulcões, e Ele responde “espere para ver os políticos que vou botar lá”, serve à perfeição para o Rio de Janeiro.
A justiça e o humor divinos nos deram a beleza das nossas praias e montanhas, um clima caloroso e um povo irreverente, criativo e trabalhador, e uma escória política à altura, ou baixeza, dos estados mais atrasados.
Os cariocas, que já tiveram que fazer uma escolha pior que a de Sofia entre Rosinha e Benedita no segundo turno de 2002, estão ameaçados de ter que decidir entre o petista “Lindinho” Farias ou Garotinho. A melhor, ou menos pior, opção seria o vice-governador Luís Fernando Pezão, um administrador honesto, trabalhador e experiente, que seria o “lado bom” do governo, e a antítese do estilo de Cabral. Mas vai levar para a campanha, junto com os créditos de suas realizações, a impopularidade do seu maior cabo eleitoral.
A candidatura de um outsider como Marcelo Freixo, do PSOL, seria muito bem-vinda, mas dificilmente ele conseguiria, em um ano, se tornar conhecido em todo o Estado e um candidato competitivo. E, mesmo se fosse milagrosamente eleito, como conseguiria governar contra os tenebrosos partidos políticos cariocas e uma das Assembleias mais nefastas do país?
Seria mais um zumbi no Palácio Guanabara.
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Nelson Motta é jornalista.
O problema do RS é econômico. A insistência em querer ser o celeiro do Brasil, enquanto ha uma evasão de industrias aqui do estado. E isso não passa apenas pelo governador, mas pelas "bancadas ruralistas" que o povo do RS ainda continua insistindo em eleger.Túlio escreveu:PUTZ, pode ser só impressão mas o Tarso não parece estar indo mal aqui no RS, para mim está dando de relho na Yeda e no Rigotto (os anteriores). Até já comprou por antecipação - e através de LEIS - os votos de quase toda a SegPub - o meu incluído, ou seja, corrupto sou EU!- para a sua reeleição, ano que vem...
Bobear e em 18, a menos que o Noffo Guia complete a rasteira na atual Presidente e siga para mais dois messiânicos mandatos, é um nome a pensar (ao menos para quem quer PT no poder até o fim dos tempos)...
A Dupla Dinâmica: Picolé de Chuchu e o Vampiro da Noiteeur2 escreveu:e os paulistas.Clermont escreveu:A maldição dos zumbis cariocas.
Nelson Motta, O Globo - 9.08.13.
“O Rio sempre foi um cemitério de governantes. O Cabral era, até hoje, uma exceção”. O deputado Eduardo Cunha, que ajudou a enterrar alguns, está dizendo a verdade. Brizola, Moreira Franco, Garotinho, Benedita e Rosinha terminaram suas administrações desastrosas como zumbis governamentais, e agora, depois da glória fugaz, a derrocada de Cabral confirma a maldição.
Antes da fusão à força com o Estado do Rio, feita pela ditadura em 1976, o Rio de Janeiro era uma cidade-estado pródiga em quadros políticos qualificados e respeitáveis, das mais variadas tendências. A integração dos vícios da política cosmopolita carioca com o atraso e o populismo das velhas oligarquias do interior nivelou tudo por baixo e nos deu os políticos que temos hoje.
A velha piada em que um anjo pergunta a Deus por que poupou o Brasil de furacões, tsunamis, terremotos e vulcões, e Ele responde “espere para ver os políticos que vou botar lá”, serve à perfeição para o Rio de Janeiro.
A justiça e o humor divinos nos deram a beleza das nossas praias e montanhas, um clima caloroso e um povo irreverente, criativo e trabalhador, e uma escória política à altura, ou baixeza, dos estados mais atrasados.
Os cariocas, que já tiveram que fazer uma escolha pior que a de Sofia entre Rosinha e Benedita no segundo turno de 2002, estão ameaçados de ter que decidir entre o petista “Lindinho” Farias ou Garotinho. A melhor, ou menos pior, opção seria o vice-governador Luís Fernando Pezão, um administrador honesto, trabalhador e experiente, que seria o “lado bom” do governo, e a antítese do estilo de Cabral. Mas vai levar para a campanha, junto com os créditos de suas realizações, a impopularidade do seu maior cabo eleitoral.
A candidatura de um outsider como Marcelo Freixo, do PSOL, seria muito bem-vinda, mas dificilmente ele conseguiria, em um ano, se tornar conhecido em todo o Estado e um candidato competitivo. E, mesmo se fosse milagrosamente eleito, como conseguiria governar contra os tenebrosos partidos políticos cariocas e uma das Assembleias mais nefastas do país?
Seria mais um zumbi no Palácio Guanabara.
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Nelson Motta é jornalista.
Parece a CUT defendendo os mensaleiros...Bourne escreveu:os apresentadores atribuíram as denúncia a uma manobra do PT para tirar a atenção e destruir o governo sério de São Paulo. Não é novidade por que eles não se importam com fatos, mas sim são contra o PT e qualquer coisa vermelha, incluindo a Ferrari. Eles se apegaram ao PSDB e vão morrer defendendo o partido. Não é tão diferente de outros que vejo por aí.