Nem um pouco fascista esse Rui Falcão...Lirolfuti escreveu:Ou seja se vc expoe os males da governança deve ser calado para nao abrir "aventuras golpistas". Robar pode denunciar nao
NOTÍCIAS POLÍTICAS
Moderador: Conselho de Moderação
- NettoBR
- Sênior
- Mensagens: 2773
- Registrado em: Sáb Abr 28, 2012 10:36 am
- Localização: Ribeirão Preto-SP
- Agradeceu: 1085 vezes
- Agradeceram: 320 vezes
Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
"Todos pensam em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar a si mesmo."
Liev Tolstói
Liev Tolstói
-
- Sênior
- Mensagens: 1053
- Registrado em: Seg Mai 05, 2008 10:14 am
- Localização: Rio de Janeiro - RJ
- Agradeceu: 10 vezes
Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
Wikileaks: PSDB prometeu entregar o pré-sal aos norte-americanos
DA REDACÃO DA FOLHA DE MARINGÁ
Telegrama enviado da embaixada americana para o Depto. de Estado dos EUA, vazado pelo Wikileaks, denuncia que Serra prometeu entregar o pré-sal às petroleiras do exterior:
“Eles são os profissionais e nós somos os amadores”, teria afirmado Patrícia Padral, diretora da americana Chevron no Brasil, sobre a lei proposta pelo governo . Segundo ela, o tucano José Serra teria prometido mudar as regras se fosse eleito presidente.”
“Deixa esses caras (do PT) fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”, teria dito o pré-candidato.”
Nos bastidores, o lobby pelo pré-sal, por Natalia Viana.
“A indústria de petróleo vai conseguir combater a lei do pré-sal?”. Este é o título de um extenso telegrama enviado pelo consulado americano no Rio de Janeiro a Washington em 2 de dezembro do ano passado.
Como ele, outros cinco telegramas a serem publicados hoje pelo WikiLeaks mostram como a missão americana no Brasil tem acompanhado desde os primeiros rumores até a elaboração das regras para a exploração do pré-sal – e como fazem lobby pelos interesses das petroleiras.
Os documento revelam a insatisfação das pretroleiras com a lei de exploração aprovada pelo Congresso – em especial, com o fato de que a Petrobras será a única operadora – e como elas atuaram fortemente no Senado para mudar a lei.
“Eles são os profissionais e nós somos os amadores”, teria afirmado Patrícia Padral, diretora da americana Chevron no Brasil, sobre a lei proposta pelo governo . Segundo ela, o tucano José Serra teria prometido mudar as regras se fosse eleito presidente.
Partilha
Pouco depois das primeiras propostas para a regulação do pré-sal, o consulado do Rio de Janeiro enviou um telegrama confidencial reunindo as impressões de executivos das petroleiras.
O telegrama de 27 de agosto de 2009 mostra que a exclusividade da Petrobras na exploração é vista como um “anátema” pela indústria.
É que, para o pré-sal, o governo brasileiro mudou o sistema de exploração. As exploradoras não terão, como em outros locais, a concessão dos campos de petróleo, sendo “donas” do petróleo por um deteminado tempo. No pré-sal elas terão que seguir um modelo de partilha, entregando pelo menos 30% à União. Além disso, a Petrobras será a operadora exclusiva.
Para a diretora de relações internacionais da Exxon Mobile, Carla Lacerda, a Petrobras terá todo controle sobre a compra de equipamentos, tecnologia e a contratação de pessoal, o que poderia prejudicar os fornecedores americanos.
A diretora de relações governamentais da Chevron, Patrícia Padral, vai mais longe, acusando o governo de fazer uso “político” do modelo.
Outra decisão bastante criticada é a criação da estatal PetroSal para administrar as novas reservas.
Fernando José Cunha, diretor-geral da Petrobras para África, Ásia, e Eurásia, chega a dizer ao representante econômico do consulado que a nova empresa iria acabar minando recursos da Petrobrás. O único fim, para ele, seria político: “O PMDB precisa da sua própria empresa”.
Mesmo com tanta reclamação, o telegrama deixa claro que as empresas americanas querem ficar no Brasil para explorar o pré-sal.
Para a Exxon Mobile, o mercado brasileiro é atraente em especial considerando o acesso cada vez mais limitado às reservas no mundo todo.
“As regras sempre podem mudar depois”, teria afirmado Patrícia Padral, da Chevron.
Combatendo a lei
Essa mesma a postura teria sido transmitida pelo pré-candidtao do PSDB a presidência José Serra, segundo outro telegrama enviado a Washington em 2 de dezembro de 2009.
O telegrama intitulado “A indústria de petróleo vai conseguir combater a lei do pré-sal?” detalha a estratégia de lobby adotada pela indústria no Congresso.
Uma das maiores preocupações dos americanos era que o modelo favorecesse a competição chinesa, já que a empresa estatal da China, poderia oferecer mais lucros ao governo brasileiro.
Patrícia Padral teria reclamado da apatia da oposição: “O PSDB não apareceu neste debate”.
Segundo ela, José Serra se opunha à lei, mas não demonstrava “senso de urgência”. “Deixa esses caras (do PT) fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”, teria dito o pré-candidato.
O jeito, segundo Padral, era se resignar. “Eles são os profissionais e nós somos os amadores”, teria dito sobre o assessor da presidência Marco Aurelio Garcia e o secretário de comunicação Franklin Martins, grandes articuladores da legislação.
“Com a indústria resignada com a aprovação da lei na Câmara dos Deputados, a estratégia agora é recrutar novos parceiros para trabalhar no Senado, buscando aprovar emendas essenciais na lei, assim como empurrar a decisão para depois das eleições de outubro”, conclui o telegrama do consulado.
Entre os parceiros, o OGX, do empresário Eike Batista, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e a Confederação Naiconal das Indústrias (CNI).
“Lacerda, da Exxon, disse que a indústria planeja fazer um ‘marcação cerrada’ no Senado, mas, em todos os casos, a Exxon também iria trabalhar por conta própria para fazer lobby”.
Já a Chevron afirmou que o futuro embaixador, Thomas Shannon, poderia ter grande influência nesse debate – e pressionou pela confirmação do seu nome no Congresso americano.
“As empresas vão ter que ser cuidadosas”, conclui o documento. “Diversos contatos no Congresso (brasileiro) avaliam que, ao falar mais abertamente sobre o assunto, as empresas de petróleo estrangeiras correm o risco de galvanizar o sentimento nacionalista sobre o tema e prejudicar a sua causa”.
Fonte: Wikileaks
http://wikileaks.ch/cable/2009/08/09RIO ... RO288.html
http://wikileaks.ch/cable/2009/12/09RIO ... RO369.html
Notícia lida em : http://www.folhademaringa.com.br/wikile ... mericanos/
DA REDACÃO DA FOLHA DE MARINGÁ
Telegrama enviado da embaixada americana para o Depto. de Estado dos EUA, vazado pelo Wikileaks, denuncia que Serra prometeu entregar o pré-sal às petroleiras do exterior:
“Eles são os profissionais e nós somos os amadores”, teria afirmado Patrícia Padral, diretora da americana Chevron no Brasil, sobre a lei proposta pelo governo . Segundo ela, o tucano José Serra teria prometido mudar as regras se fosse eleito presidente.”
“Deixa esses caras (do PT) fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”, teria dito o pré-candidato.”
Nos bastidores, o lobby pelo pré-sal, por Natalia Viana.
“A indústria de petróleo vai conseguir combater a lei do pré-sal?”. Este é o título de um extenso telegrama enviado pelo consulado americano no Rio de Janeiro a Washington em 2 de dezembro do ano passado.
Como ele, outros cinco telegramas a serem publicados hoje pelo WikiLeaks mostram como a missão americana no Brasil tem acompanhado desde os primeiros rumores até a elaboração das regras para a exploração do pré-sal – e como fazem lobby pelos interesses das petroleiras.
Os documento revelam a insatisfação das pretroleiras com a lei de exploração aprovada pelo Congresso – em especial, com o fato de que a Petrobras será a única operadora – e como elas atuaram fortemente no Senado para mudar a lei.
“Eles são os profissionais e nós somos os amadores”, teria afirmado Patrícia Padral, diretora da americana Chevron no Brasil, sobre a lei proposta pelo governo . Segundo ela, o tucano José Serra teria prometido mudar as regras se fosse eleito presidente.
Partilha
Pouco depois das primeiras propostas para a regulação do pré-sal, o consulado do Rio de Janeiro enviou um telegrama confidencial reunindo as impressões de executivos das petroleiras.
O telegrama de 27 de agosto de 2009 mostra que a exclusividade da Petrobras na exploração é vista como um “anátema” pela indústria.
É que, para o pré-sal, o governo brasileiro mudou o sistema de exploração. As exploradoras não terão, como em outros locais, a concessão dos campos de petróleo, sendo “donas” do petróleo por um deteminado tempo. No pré-sal elas terão que seguir um modelo de partilha, entregando pelo menos 30% à União. Além disso, a Petrobras será a operadora exclusiva.
Para a diretora de relações internacionais da Exxon Mobile, Carla Lacerda, a Petrobras terá todo controle sobre a compra de equipamentos, tecnologia e a contratação de pessoal, o que poderia prejudicar os fornecedores americanos.
A diretora de relações governamentais da Chevron, Patrícia Padral, vai mais longe, acusando o governo de fazer uso “político” do modelo.
Outra decisão bastante criticada é a criação da estatal PetroSal para administrar as novas reservas.
Fernando José Cunha, diretor-geral da Petrobras para África, Ásia, e Eurásia, chega a dizer ao representante econômico do consulado que a nova empresa iria acabar minando recursos da Petrobrás. O único fim, para ele, seria político: “O PMDB precisa da sua própria empresa”.
Mesmo com tanta reclamação, o telegrama deixa claro que as empresas americanas querem ficar no Brasil para explorar o pré-sal.
Para a Exxon Mobile, o mercado brasileiro é atraente em especial considerando o acesso cada vez mais limitado às reservas no mundo todo.
“As regras sempre podem mudar depois”, teria afirmado Patrícia Padral, da Chevron.
Combatendo a lei
Essa mesma a postura teria sido transmitida pelo pré-candidtao do PSDB a presidência José Serra, segundo outro telegrama enviado a Washington em 2 de dezembro de 2009.
O telegrama intitulado “A indústria de petróleo vai conseguir combater a lei do pré-sal?” detalha a estratégia de lobby adotada pela indústria no Congresso.
Uma das maiores preocupações dos americanos era que o modelo favorecesse a competição chinesa, já que a empresa estatal da China, poderia oferecer mais lucros ao governo brasileiro.
Patrícia Padral teria reclamado da apatia da oposição: “O PSDB não apareceu neste debate”.
Segundo ela, José Serra se opunha à lei, mas não demonstrava “senso de urgência”. “Deixa esses caras (do PT) fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”, teria dito o pré-candidato.
O jeito, segundo Padral, era se resignar. “Eles são os profissionais e nós somos os amadores”, teria dito sobre o assessor da presidência Marco Aurelio Garcia e o secretário de comunicação Franklin Martins, grandes articuladores da legislação.
“Com a indústria resignada com a aprovação da lei na Câmara dos Deputados, a estratégia agora é recrutar novos parceiros para trabalhar no Senado, buscando aprovar emendas essenciais na lei, assim como empurrar a decisão para depois das eleições de outubro”, conclui o telegrama do consulado.
Entre os parceiros, o OGX, do empresário Eike Batista, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e a Confederação Naiconal das Indústrias (CNI).
“Lacerda, da Exxon, disse que a indústria planeja fazer um ‘marcação cerrada’ no Senado, mas, em todos os casos, a Exxon também iria trabalhar por conta própria para fazer lobby”.
Já a Chevron afirmou que o futuro embaixador, Thomas Shannon, poderia ter grande influência nesse debate – e pressionou pela confirmação do seu nome no Congresso americano.
“As empresas vão ter que ser cuidadosas”, conclui o documento. “Diversos contatos no Congresso (brasileiro) avaliam que, ao falar mais abertamente sobre o assunto, as empresas de petróleo estrangeiras correm o risco de galvanizar o sentimento nacionalista sobre o tema e prejudicar a sua causa”.
Fonte: Wikileaks
http://wikileaks.ch/cable/2009/08/09RIO ... RO288.html
http://wikileaks.ch/cable/2009/12/09RIO ... RO369.html
Notícia lida em : http://www.folhademaringa.com.br/wikile ... mericanos/
-------------------------------
Si vis pacem, para bellum.
"Não sei com que armas a III Guerra Mundial será lutada. Mas a IV Guerra Mundial será lutada com paus e pedras."
Albert Einstein
Si vis pacem, para bellum.
"Não sei com que armas a III Guerra Mundial será lutada. Mas a IV Guerra Mundial será lutada com paus e pedras."
Albert Einstein
- Paisano
- Sênior
- Mensagens: 16163
- Registrado em: Dom Mai 25, 2003 2:34 pm
- Localização: Volta Redonda, RJ - Brasil
- Agradeceu: 649 vezes
- Agradeceram: 285 vezes
- Contato:
Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
Sobre o papel da mídia como instrumento de oposição
Fonte: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassi ... e-oposicao
Fonte: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassi ... e-oposicao
Enviado por luisnassif, dom, 10/02/2013 - 09:55
Por Marco Antonio L.
É um disparate a mídia no papel da oposição
Paulo Nogueira - Diário do Centro do Mundo
Por que não faz sentido a tese de que a imprensa deve substituir a “oposição fragilizada”.
Uma das teses mais esquisitas que surgiram no Brasil moderno sugere que a imprensa livre, aspas, deve fazer o papel da oposição na política, dada a suposta fraqueza desta.
A ideia foi claramente formulada pela primeira vez, ao que parece, por uma executiva da Folha, Judith Brito, que ocupou a presidência da Associação Nacional de Jornais. Disse ela: “Os meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada.”
Não é preciso mais que uma palavra para avaliar a tese: disparate.
Maiúsculas.
Exclamação.
Primeiro, e acima de tudo, as companhias jornalísticas não foram eleitas. Fazer política, numa democracia, é para quem conquistou votos. Fora disso, é uma usurpação, é uma mostra torrencial de presunção, é uma ameaça à democracia.
Na Inglaterra nos anos 1930, aconteceu uma situação semelhante. Mas o premiê Stanley Baldwin reagiu num discurso épico, atribuído por alguns a seu primo, o Nobel de Literatura Rudyard Kipling.
“Alguns jornais não são jornais no sentido estrito da palavra, mas motores de divulgação de mutantes idéias, caprichos, gostos, simpatias e antipatias de seus proprietários”, disse Baldwin. “O que esses donos estão buscando é o poder sem responsabilidade, algo que ao longo da história foi prerrogativa das prostitutas.”
Baldwin, se se calasse, provavelmente seria esmagado, como um professor que se recolhe enquanto os alunos vão mais e mais berrando. Mas falou, e com sabedoria enérgica e enfática. E a ordem foi restabelecida, e foi feita história em seu pronunciamento, citado como um dos mais memoráveis da vida política britânica.
Não é só isso.
Para quem fala tanto em mercado, é um contra-senso brutal. A falta de opositores relevantes gera, para quem acredita no poder do mercado, uma oportunidade para que apareçam políticos que ocupem um espaço não preenchido.
Mas mais uma vez: estamos falando de poder com responsabilidade, legitimado pelo voto.
Sêneca dizia que, ao se lembrar de certas coisas que dissera, sentia inveja dos mudos.
É uma frase na qual Judith Brito poderia pensar.
Judith Brito
- cassiosemasas
- Sênior
- Mensagens: 2700
- Registrado em: Qui Set 24, 2009 10:28 am
- Agradeceu: 87 vezes
- Agradeceram: 86 vezes
Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
alguém aqui ja viu isso???
Impeachment do Presidente do Senado: Renan Calheiros
eu ja assinei...
http://www.avaaz.org/po/petition/Impeac ... s/?tsAvdeb
Impeachment do Presidente do Senado: Renan Calheiros
eu ja assinei...
http://www.avaaz.org/po/petition/Impeac ... s/?tsAvdeb
...
- Guerra
- Sênior
- Mensagens: 14201
- Registrado em: Dom Abr 27, 2003 10:47 pm
- Agradeceu: 53 vezes
- Agradeceram: 135 vezes
Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
Então é isso! Declaram a politica como algo sagrado e que só os partidos podem realizar o ritual sagrado da politica.Primeiro, e acima de tudo, as companhias jornalísticas não foram eleitas. Fazer política, numa democracia, é para quem conquistou votos. Fora disso, é uma usurpação, é uma mostra torrencial de presunção, é uma ameaça à democracia
Sinceramente, eu pensei que não viveria para ver um governo ditar que politica tem que ser proibido para o restante da população. Principalmente para quem faz oposição.
Só tenho uma palavra sobre essas ideias: lixo!
A HONESTIDADE É UM PRESENTE MUITO CARO, NÃO ESPERE ISSO DE PESSOAS BARATAS!
- Guerra
- Sênior
- Mensagens: 14201
- Registrado em: Dom Abr 27, 2003 10:47 pm
- Agradeceu: 53 vezes
- Agradeceram: 135 vezes
Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
Os americanos ainda não aprenderam a lidar com documentos sigilosos? ...tem rir né meu!!!Oziris escreveu: Telegrama enviado da embaixada americana para o Depto. de Estado dos EUA, vazado pelo Wikileaks, denuncia que Serra prometeu entregar o pré-sal às petroleiras do exterior:












A HONESTIDADE É UM PRESENTE MUITO CARO, NÃO ESPERE ISSO DE PESSOAS BARATAS!
- Bourne
- Sênior
- Mensagens: 21086
- Registrado em: Dom Nov 04, 2007 11:23 pm
- Localização: Campina Grande do Sul
- Agradeceu: 3 vezes
- Agradeceram: 21 vezes
Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
Segundo um ex-agente e outro alto membro do governo Bush, a CIA e governo são confusos, ineficientes, não sabem guardar segredo são incapazes de implementa um plano consistente. Se ela tivesse 1/10 da capacidade que aparece na imprensa e governos estrangeiros teria dominado o mundo.
O negócio do Serra é requentado. Parece os artigos do FX de 2011.
E as mudanças na legislação da exploração petrolífera e parcerias internacional foi para frente.
O negócio do Serra é requentado. Parece os artigos do FX de 2011.
E as mudanças na legislação da exploração petrolífera e parcerias internacional foi para frente.
- Sterrius
- Sênior
- Mensagens: 5140
- Registrado em: Sex Ago 01, 2008 1:28 pm
- Agradeceu: 115 vezes
- Agradeceram: 323 vezes
Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
Ue cassiom eu lembro que essa votação estava co mquase 1milhão dias atrás, agora só vejo com 7500.
- wagnerm25
- Sênior
- Mensagens: 3590
- Registrado em: Qui Jan 15, 2009 2:43 pm
- Agradeceu: 83 vezes
- Agradeceram: 198 vezes
Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
Supremo estuda fim das férias de 60 dias de juízes
Cresce na cúpula do Judiciário movimento para acabar com a prática
JAILTON DE CARVALHO
BRASÍLIA Férias de 60 dias para juízes e procuradores, privilégio concedido às duas categorias durante a ditadura militar, podem estar perto do fim. Cresce dentro das cúpulas do Judiciário e do Executivo um movimento para pôr fim ao mais longo período de ócio remunerado a profissionais bancados com dinheiro público. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, decidiu criar uma comissão especial para revisar e mandar para o Congresso projeto de lei sobre o assunto, um dos principais tópicos da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman).
Pelo menos três dos mais influentes ministros do STF entendem que não há sentido em manter o mimo para juízes e procuradores, em detrimento de todas as demais categorias profissionais do país.
Com as folgas dos recessos de fim de ano e os feriados nacionais, estaduais e municipais, juízes e procuradores somam mais de 90 dias de ócio por ano.Não há nada parecido em nenhum outro país. Não satisfeitos com os excessos, alguns juízes e procuradores vendem parte das folgas para fazer caixa extra. Por lei, juízes não podem vender férias.
— Juiz não precisa de férias de dois meses. O que o juiz tem que fazer é organizar o gabinete e trabalhar — disse ao GLOBO um dos ministros do STF.
Ele pediu para não ter seu nome divulgado, porque não quer despertar a animosidade de parte dos juízes antes do início formal das discussões sobre o assunto. A ministra Eliana Calmon, vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), também não vê motivo para tratamento especial a juízes. Para ela, a reforma da Loman está atrasada em muitos anos. Pela Constituição, a competência de propor mudança no regime geral da magistratura é do presidente do STF.
— Sou contra, porque acho que o juiz é um profissional como outro qualquer. Acho que nós não podemos ter privilégios. Como é que um juiz vai julgar os outros se ele tem uma vida diferente? — disse a ministra.
O fim das regalias é tema candente também no governo federal. O secretário de Reforma do Judiciário, Flávio Caetano, entende que chegou a hora de colocar o assunto na agenda política do país. A secretaria, vinculada ao Ministério da Justiça, teve papel fundamental na criação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
— Férias de 60 dias foram concebidas em 1979. Se as condições de 1979 persistem, tem que ser discutido. Se temos juiz que vende férias, há algo errado. Ou os juízes ganham mal e precisam ser recompensados ou não precisam de férias de 60 dias — disse Caetano.
MUDANÇA DE ABORDAGEM
A simples declaração do secretário já é uma indicação da importância que o assunto vem ganhando nos últimos meses. Desde o início do mandato da presidente Dilma Rousseff, o Ministério da Justiça vinha adotando extrema cautela ao tratar das atribuições originais do Judiciário ou do Legislativo. O passo à frente do secretário sinaliza mudança na abordagem da questão.
As férias de 60 dias de juízes e procuradores têm custo elevado, atrasam o andamento de processos e até afetam a atividade econômica do país. Processos lentos retardam decisões, atingem direitos e atrapalham negócios.
— Há uma contradição entre a defesa da existência dos 60 dias de férias, por razões de saúde do magistrado, e, do outro lado, a possibilidade de indenização pelos dias não gozados. Não há como conviver com esses dois sistemas — afirmou Bruno Dantas, um dos conselheiros do CNJ.
A proposta de reforma da Loman está engavetada no STF há 25 anos. Com o fim da ditadura militar e a promulgação da nova Constituição, o projeto de adequação da lei às necessidades do regime democrático teria que ter sido enviado ao Congresso Nacional desde 1988. Mas, com receio de desagradar ao lobby dos juízes ou simplesmente por concordar com o privilégio, ministros que passaram pela presidência do STF desde então não levaram adiante o debate sobre as benesses do governo militar para a magistratura.
Com o capital político em alta desde o julgamento do mensalão, Joaquim Barbosa entende que pode quebrar o tabu. Barbosa quer aprovar o novo Estatuto da Magistratura ainda este ano. Decidiu criar uma comissão para revisar o projeto de reforma da Loman elaborado pelo ministro Ricardo Lewandowski na gestão do ex-presidente Ayres Britto. A comissão deve ser coordenada pelo ministro Gilmar Mendes.
O presidente do STF também tratou da reforma da Loman com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), na última quarta-feira.
Uma das tarefas de Barbosa será vencer dificuldades internas. O ministro Marco Aurélio Mello defende as férias de 60 dias para juízes. Ele diz que usa parte dos dias de folga para diminuir o estoque de processos em seu gabinete e presume que outros juízes façam o mesmo.
— Com a magistratura sobrecarregada como está, o juiz acaba tirando um dos meses para tentar atualizar o serviço. Nós, que pegamos no pesado, trabalhamos sábado, domingo e feriados. Eu, por exemplo, fiquei em Brasília nos sete primeiros dias de férias trabalhando, em dezembro — disse o ministro.
A resistência à mudança é forte, mas já começou a diminuir. A Associação dos Juízes Federais (Ajufe), tradicionalmente refratária a qualquer perda de privilégio, já admite o fim da regalia. Para o presidente da entidade, Nino Toldo, é possível discutir o assunto com duas condições. Uma delas é que o corte de benefícios se estenda também ao Ministério Público. A outra é que a redução das folgas seja compensada com outras vantagens.
— Não me incomoda o fim das férias de 60 dias se tiver um pacote de atratividade para a magistratura — disse Nino Toldo.
O ex-ministro do STF Ayres Britto também defende que o tema volte a ser discutido.
— Esse é um tema que está merecendo uma rediscussão com as associações, os tribunais e a própria sociedade — afirmou.
Cresce na cúpula do Judiciário movimento para acabar com a prática
JAILTON DE CARVALHO
BRASÍLIA Férias de 60 dias para juízes e procuradores, privilégio concedido às duas categorias durante a ditadura militar, podem estar perto do fim. Cresce dentro das cúpulas do Judiciário e do Executivo um movimento para pôr fim ao mais longo período de ócio remunerado a profissionais bancados com dinheiro público. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, decidiu criar uma comissão especial para revisar e mandar para o Congresso projeto de lei sobre o assunto, um dos principais tópicos da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman).
Pelo menos três dos mais influentes ministros do STF entendem que não há sentido em manter o mimo para juízes e procuradores, em detrimento de todas as demais categorias profissionais do país.
Com as folgas dos recessos de fim de ano e os feriados nacionais, estaduais e municipais, juízes e procuradores somam mais de 90 dias de ócio por ano.Não há nada parecido em nenhum outro país. Não satisfeitos com os excessos, alguns juízes e procuradores vendem parte das folgas para fazer caixa extra. Por lei, juízes não podem vender férias.
— Juiz não precisa de férias de dois meses. O que o juiz tem que fazer é organizar o gabinete e trabalhar — disse ao GLOBO um dos ministros do STF.
Ele pediu para não ter seu nome divulgado, porque não quer despertar a animosidade de parte dos juízes antes do início formal das discussões sobre o assunto. A ministra Eliana Calmon, vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), também não vê motivo para tratamento especial a juízes. Para ela, a reforma da Loman está atrasada em muitos anos. Pela Constituição, a competência de propor mudança no regime geral da magistratura é do presidente do STF.
— Sou contra, porque acho que o juiz é um profissional como outro qualquer. Acho que nós não podemos ter privilégios. Como é que um juiz vai julgar os outros se ele tem uma vida diferente? — disse a ministra.
O fim das regalias é tema candente também no governo federal. O secretário de Reforma do Judiciário, Flávio Caetano, entende que chegou a hora de colocar o assunto na agenda política do país. A secretaria, vinculada ao Ministério da Justiça, teve papel fundamental na criação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
— Férias de 60 dias foram concebidas em 1979. Se as condições de 1979 persistem, tem que ser discutido. Se temos juiz que vende férias, há algo errado. Ou os juízes ganham mal e precisam ser recompensados ou não precisam de férias de 60 dias — disse Caetano.
MUDANÇA DE ABORDAGEM
A simples declaração do secretário já é uma indicação da importância que o assunto vem ganhando nos últimos meses. Desde o início do mandato da presidente Dilma Rousseff, o Ministério da Justiça vinha adotando extrema cautela ao tratar das atribuições originais do Judiciário ou do Legislativo. O passo à frente do secretário sinaliza mudança na abordagem da questão.
As férias de 60 dias de juízes e procuradores têm custo elevado, atrasam o andamento de processos e até afetam a atividade econômica do país. Processos lentos retardam decisões, atingem direitos e atrapalham negócios.
— Há uma contradição entre a defesa da existência dos 60 dias de férias, por razões de saúde do magistrado, e, do outro lado, a possibilidade de indenização pelos dias não gozados. Não há como conviver com esses dois sistemas — afirmou Bruno Dantas, um dos conselheiros do CNJ.
A proposta de reforma da Loman está engavetada no STF há 25 anos. Com o fim da ditadura militar e a promulgação da nova Constituição, o projeto de adequação da lei às necessidades do regime democrático teria que ter sido enviado ao Congresso Nacional desde 1988. Mas, com receio de desagradar ao lobby dos juízes ou simplesmente por concordar com o privilégio, ministros que passaram pela presidência do STF desde então não levaram adiante o debate sobre as benesses do governo militar para a magistratura.
Com o capital político em alta desde o julgamento do mensalão, Joaquim Barbosa entende que pode quebrar o tabu. Barbosa quer aprovar o novo Estatuto da Magistratura ainda este ano. Decidiu criar uma comissão para revisar o projeto de reforma da Loman elaborado pelo ministro Ricardo Lewandowski na gestão do ex-presidente Ayres Britto. A comissão deve ser coordenada pelo ministro Gilmar Mendes.
O presidente do STF também tratou da reforma da Loman com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), na última quarta-feira.
Uma das tarefas de Barbosa será vencer dificuldades internas. O ministro Marco Aurélio Mello defende as férias de 60 dias para juízes. Ele diz que usa parte dos dias de folga para diminuir o estoque de processos em seu gabinete e presume que outros juízes façam o mesmo.
— Com a magistratura sobrecarregada como está, o juiz acaba tirando um dos meses para tentar atualizar o serviço. Nós, que pegamos no pesado, trabalhamos sábado, domingo e feriados. Eu, por exemplo, fiquei em Brasília nos sete primeiros dias de férias trabalhando, em dezembro — disse o ministro.
A resistência à mudança é forte, mas já começou a diminuir. A Associação dos Juízes Federais (Ajufe), tradicionalmente refratária a qualquer perda de privilégio, já admite o fim da regalia. Para o presidente da entidade, Nino Toldo, é possível discutir o assunto com duas condições. Uma delas é que o corte de benefícios se estenda também ao Ministério Público. A outra é que a redução das folgas seja compensada com outras vantagens.
— Não me incomoda o fim das férias de 60 dias se tiver um pacote de atratividade para a magistratura — disse Nino Toldo.
O ex-ministro do STF Ayres Britto também defende que o tema volte a ser discutido.
— Esse é um tema que está merecendo uma rediscussão com as associações, os tribunais e a própria sociedade — afirmou.
- Sterrius
- Sênior
- Mensagens: 5140
- Registrado em: Sex Ago 01, 2008 1:28 pm
- Agradeceu: 115 vezes
- Agradeceram: 323 vezes
Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
Advogados que sabem o quando é problematico tocar processos de novembro a fevereiro. E parte do problema é este. Mas o advogado não descansa, esse sim precisa continuar tocando o trabalho 365 dias do ano.
-
- Sênior
- Mensagens: 3804
- Registrado em: Qua Dez 03, 2008 12:34 am
- Localização: Goiânia-GO
- Agradeceu: 241 vezes
- Agradeceram: 84 vezes
Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
Máscaras de Barbosa foram o mico do Carnaval
Quem apostou na popularidade do presidente do STF para vender máscaras no Carnaval se deu mal; produção superestimada de 200 mil peças e compras avaliadas em apenas 300 revelaram que jogar todas as fichas em Joaquim Barbosa foi um verdadeiro mico; e ele nem deu as caras na Marques de Sapucaí; um presidenciável a menos?
13 de Fevereiro de 2013 às 14:55
(...)
Fonte: Brasil 247
http://www.brasil247.com/pt/247/poder/9 ... rnaval.htm
Quem apostou na popularidade do presidente do STF para vender máscaras no Carnaval se deu mal; produção superestimada de 200 mil peças e compras avaliadas em apenas 300 revelaram que jogar todas as fichas em Joaquim Barbosa foi um verdadeiro mico; e ele nem deu as caras na Marques de Sapucaí; um presidenciável a menos?
13 de Fevereiro de 2013 às 14:55
(...)
Fonte: Brasil 247
http://www.brasil247.com/pt/247/poder/9 ... rnaval.htm
- cassiosemasas
- Sênior
- Mensagens: 2700
- Registrado em: Qui Set 24, 2009 10:28 am
- Agradeceu: 87 vezes
- Agradeceram: 86 vezes
Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
da uma olhada nesse link,http://www.avaaz.org/po/petition/Impeac ... s/?wpolXdb aqui já esta em quase um milhão e meio! passou dos um milhão e trezentos facinho facinho!!!!Sterrius escreveu:Ue cassiom eu lembro que essa votação estava co mquase 1milhão dias atrás, agora só vejo com 7500.
...
- Naval
- Sênior
- Mensagens: 1506
- Registrado em: Dom Jul 27, 2003 10:06 am
- Agradeceu: 156 vezes
- Agradeceram: 43 vezes
Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
Nem no recesso de fim de ano dá pra descansar se vc quiser ganhar dinheiro. Quem vive do Direito é assim.Sterrius escreveu:Advogados que sabem o quando é problematico tocar processos de novembro a fevereiro. E parte do problema é este. Mas o advogado não descansa, esse sim precisa continuar tocando o trabalho 365 dias do ano.
Acabar com Privilégios é uma tarefa árdua, muito difícil, mas não impossível. Basta vontade e ter culhões pra aguentar as consequencias. Férias de 60 dias é imoral e fere os principios da Administração Publica.
Algum dia esse País vai se tornar sério, é um processo muito lento, mas é um caminho sem volta. Basta ver a revolta generalizada do pessoal da NET no caso do Renan Calheiros.
Vamos torcer que não morra na Praia. Valeu Joaquim!!!
Abraços.
"A aplicação das leis é mais importante que a sua elaboração." (Thomas Jefferson)
- NettoBR
- Sênior
- Mensagens: 2773
- Registrado em: Sáb Abr 28, 2012 10:36 am
- Localização: Ribeirão Preto-SP
- Agradeceu: 1085 vezes
- Agradeceram: 320 vezes
Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
Portos de Santos, Paranaguá e Itajaí podem ser concedidos à iniciativa privada
Governo divulga 159 terminais que poderão ser licitados; Santos e Belém serão os primeiros
iG São Paulo | 18/02/2013 08:14:46

Porto de Santos, no litoral de SP: o maior terminal do País está na lista de possíveis concessões
A Secretaria de Portos da Presidência da República divulgou, nesta segunda-feira, a lista de 159 terminais em Portos Marítimos Organizados que poderão ser licitados dentro das condições previstas na Medida Provisória 595.
A MP dos Portos, em tramitação no Congresso, trata, entre outros itens, da concessão dos portos à iniciativa privada.
A relação traz terminais como Belém-Miramar, na Região Norte; Aratu, Cabedelo e Suape, no Nordeste; Santos, no Sudeste; e Itajaí e Paranaguá, no Sul.
Segundo o ministro-chefe da Secretaria Especial de Portos, Leônidas Cristino, as licitações serão feitas em blocos e a primeira incluirá pelo menos dez áreas de arrendamento já vencidas nos portos de Santos (SP) e do complexo de Belém (PA). "A ideia é fazer essa licitação no primeiro semestre", disse Cristino, após reunião com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.
Entre os 159 terminais que o governo quer licitar, 42 são novos e o restante são áreas existentes cujos contratos de arrendamento já venceram ou vencem até 2017. As licitações serão obtidas por quem oferecer o menor preço para transportar a maior quantidade de carga.
Os empreendimentos foram agrupados em quatro blocos --Norte, Nordeste, Sudeste e Sul-- e incluem, por exemplo, a "Área do Meio", terreno de 245 mil metros quadrados em Itaguaí (RJ), alvo do interesse de empresas como as siderúrgicas Usiminas e ArcelorMittal para escoar produção de minério de ferro. Segundo o ministro, esse terminal deve ser leiloado até o fim deste ano.
Pelo plano de investimento de 54,2 bilhões de reais em portos anunciado pelo governo no fim do ano passado, os contratos de concessão de portos organizados e arrendamentos de instalação portuária terão prazo de até 25 anos, prorrogáveis por uma única vez por igual período.
A lista de empreendimentos pode ser acessada em: http://www.portosdobrasil.gov.br/evteas
Greve
Leônidas Cristino e a ministra Gleisi reuniram-se nesta segunda-feira com associações empresariais que defendem as mudanças propostas pelo governo para a legislação dos portos, entre as quais a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Associação Brasileira da Infraestrutura e das Indústrias de Base (Abdib) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
Ao deixar o encontro, o ministro disse a jornalistas que a invasão de um navio chinês por trabalhadores do Porto de Santos, contrários às mudanças no setor, "não é uma coisa razoável" e defendeu o diálogo. O navio Zhen Hua 10 transporta guindastes para o terminal privado de contêineres Embraport.
"Combinamos de conversar essa semana e vamos continuar com a reunião na quinta-feira", disse, confirmando novo encontro com os sindicatos da categoria.
Mais cedo, o presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, afirmou a medida provisória 595, que modifica o modelo de exploração de portos no país, poderá sofrer "alguns ajustes", sem dar mais detalhes.
Fonte: http://economia.ig.com.br/empresas/infr ... ivada.html
Governo divulga 159 terminais que poderão ser licitados; Santos e Belém serão os primeiros
iG São Paulo | 18/02/2013 08:14:46

Porto de Santos, no litoral de SP: o maior terminal do País está na lista de possíveis concessões
A Secretaria de Portos da Presidência da República divulgou, nesta segunda-feira, a lista de 159 terminais em Portos Marítimos Organizados que poderão ser licitados dentro das condições previstas na Medida Provisória 595.
A MP dos Portos, em tramitação no Congresso, trata, entre outros itens, da concessão dos portos à iniciativa privada.
A relação traz terminais como Belém-Miramar, na Região Norte; Aratu, Cabedelo e Suape, no Nordeste; Santos, no Sudeste; e Itajaí e Paranaguá, no Sul.
Segundo o ministro-chefe da Secretaria Especial de Portos, Leônidas Cristino, as licitações serão feitas em blocos e a primeira incluirá pelo menos dez áreas de arrendamento já vencidas nos portos de Santos (SP) e do complexo de Belém (PA). "A ideia é fazer essa licitação no primeiro semestre", disse Cristino, após reunião com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.
Entre os 159 terminais que o governo quer licitar, 42 são novos e o restante são áreas existentes cujos contratos de arrendamento já venceram ou vencem até 2017. As licitações serão obtidas por quem oferecer o menor preço para transportar a maior quantidade de carga.
Os empreendimentos foram agrupados em quatro blocos --Norte, Nordeste, Sudeste e Sul-- e incluem, por exemplo, a "Área do Meio", terreno de 245 mil metros quadrados em Itaguaí (RJ), alvo do interesse de empresas como as siderúrgicas Usiminas e ArcelorMittal para escoar produção de minério de ferro. Segundo o ministro, esse terminal deve ser leiloado até o fim deste ano.
Pelo plano de investimento de 54,2 bilhões de reais em portos anunciado pelo governo no fim do ano passado, os contratos de concessão de portos organizados e arrendamentos de instalação portuária terão prazo de até 25 anos, prorrogáveis por uma única vez por igual período.
A lista de empreendimentos pode ser acessada em: http://www.portosdobrasil.gov.br/evteas
Greve
Leônidas Cristino e a ministra Gleisi reuniram-se nesta segunda-feira com associações empresariais que defendem as mudanças propostas pelo governo para a legislação dos portos, entre as quais a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Associação Brasileira da Infraestrutura e das Indústrias de Base (Abdib) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
Ao deixar o encontro, o ministro disse a jornalistas que a invasão de um navio chinês por trabalhadores do Porto de Santos, contrários às mudanças no setor, "não é uma coisa razoável" e defendeu o diálogo. O navio Zhen Hua 10 transporta guindastes para o terminal privado de contêineres Embraport.
"Combinamos de conversar essa semana e vamos continuar com a reunião na quinta-feira", disse, confirmando novo encontro com os sindicatos da categoria.
Mais cedo, o presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, afirmou a medida provisória 595, que modifica o modelo de exploração de portos no país, poderá sofrer "alguns ajustes", sem dar mais detalhes.
Fonte: http://economia.ig.com.br/empresas/infr ... ivada.html
"Todos pensam em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar a si mesmo."
Liev Tolstói
Liev Tolstói
- rodrigo
- Sênior
- Mensagens: 12888
- Registrado em: Dom Ago 22, 2004 8:16 pm
- Agradeceu: 221 vezes
- Agradeceram: 424 vezes
Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
Não entregaram para os americanos, entregaram para o PT, o resultado está aí.Guerra escreveu:Os americanos ainda não aprenderam a lidar com documentos sigilosos? ...tem rir né meu!!!Oziris escreveu: Telegrama enviado da embaixada americana para o Depto. de Estado dos EUA, vazado pelo Wikileaks, denuncia que Serra prometeu entregar o pré-sal às petroleiras do exterior:![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
"O correr da vida embrulha tudo,
a vida é assim: esquenta e esfria,
aperta e daí afrouxa,
sossega e depois desinquieta.
O que ela quer da gente é coragem."
João Guimarães Rosa
a vida é assim: esquenta e esfria,
aperta e daí afrouxa,
sossega e depois desinquieta.
O que ela quer da gente é coragem."
João Guimarães Rosa