
Cara... o Mig-29K é muito diferente do Mig-29 normal. São mais de 100 modificações diferentes.
O trabalho é bem complexo.
[]s
CB_Lima
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Não foi bem assim.Luís Henrique escreveu:Ah, mais uma contribuição.
O MiG-29 Naval foi desenvolvido para a Índia.
E ela adquiriu inicialmente apenas 24 unidades.
Mesmo sendo um desenvolvimento novo, uma navalização de um caça que não tinha DNA naval, o custo foi mínimo.
A Índia pagou barato.
Depois encomendou mais unidades e até a Rússia gostou do resultado e comprou também o caça.
Este é mais um exemplo de caça que não era naval, que foi navalizado por baixo custo e com uma encomenda PEQUENA sustentando isto.
Sim, então significa que o MiG-29 NÃO tinha ou tem DNA para caça naval.Carlos Lima escreveu:![]()
Cara... o Mig-29K é muito diferente do Mig-29 normal. São mais de 100 modificações diferentes.
O trabalho é bem complexo.
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CB_Lima
Mais ou menos...gabriel219 escreveu:Sim, então significa que o MiG-29 NÃO tinha ou tem DNA para caça naval.Carlos Lima escreveu:![]()
Cara... o Mig-29K é muito diferente do Mig-29 normal. São mais de 100 modificações diferentes.
O trabalho é bem complexo.
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CB_Lima
O meu entendimento dessa história de DNA é quando um projeto leva em consideração características navais para a aeronave sendo projetada.gabriel219 escreveu:E o que seria DNA de caça naval?
Se os Soviéticos e Ucranianos estavam pensando em um MiG-29K, então isso significa que o MiG-29 tem DNA para caça naval, porque Suecos e Brasileiros não podem pensar em Sea Gripen?
Não entendo esse lance de DNA de caça naval.
Nãããããooo!!!!!! A Rússia não desenvolveu porra alguma! Quem pagou todo o desenvolvimento do MiG-29K (na sua ressurreição) foi a Índia. A ideia original da Marinha Russa seria modernizar o Su-33, mas no lugar de modernizar 24 aeronaves que só vc no mundo possuí (olha só a coincidência com os tais 24 Sea Gripen que vcs falam), decidiram comprar 24 Fulcrums novinhos que se juntarão a uma frota mundial de 45 outros indianos. E isso que há pretensões de se comprar mais MiG-29K, tanto por parte dos indianos como dos russos. A Rússia simplesmente abandonou o Su-33 em favor do MiG-29K.gabriel219 escreveu:Mas Carlos, até agora, 69 MiG-29K foram contratados (24 Rússia e 45 Índia). As modificações feitas no MiG-29 para navaliza-lo foram e sempre serão muito mais complexas que feitas em um caça menor. Mas no tempo, a Rússia desenvolveu sozinha apenas 24 caças.
Concordo.gabriel219 escreveu:Então, se deu para desenvolver e comprar 24 MiG-29K, porque ão 48 Sea Gripen?
Eles não desenvolveram 24. Eles não desenvolveram nada, eles desenvolveram ZERO aviões. Quem pagou o desenvolvimento foi a Índia que comprou 45. A Rússia comprou mais 24. A diferença é basicamente bem simples. Apesar do avião ser russo, o pai foi indiano, digamos assim. Já com relação a nós, a Suécia é um país que tem um mar tão agitado quanto uma piscina de plástico de 1000 litros e nem ela ou a SAAB tem alguma, repito, alguma experiência com aviões embarcados. É um absoluto e redondo ZERO. A Rússia tem ao menos três décadas de experiência e demorou seis anos pra desenvolver um avião que, estruturalmente falando, já estava com caminho meio andado em mais de 15 anos de testes. Eu inclusive tenho minhas dúvidas quando ao programa Gripen NG e seu cronograma de desenvolvimento em relação as entregas para a FAB. Fico me imaginando quanto a um "Sea Gripen". A questão não é se são 24, 48 ou 100 unidades, vai além disso. Sinto muito, mas eu sou um cara que jamais vai se convencer que esse não é um programa de risco altíssimo risco (alias, um termo adorado pelo COPAC) dentro de outro que já é de alto risco, pois como vc mesmo viu, tenho bons argumentos para ser desfavorável a essa ideia.gabriel219 escreveu:Então, se deu para desenvolver e comprar 24 MiG-29K, porque ão 48 Sea Gripen?
Ué, 15 anos com um PA parado pode e é normal, os suecos quererem fazer o SeaGripen é impossível e sem capacidade?? Nós somos os melhores dos melhores dos melhores do mundo mesmo. Por favor, a questão é grana, se tiver a grana, e os suecos não pisarem no FX, vão emplacar SeaGripen por aqui.Bolovo escreveu:Eles não desenvolveram 24. Eles não desenvolveram nada, eles desenvolveram ZERO aviões. Quem pagou o desenvolvimento foi a Índia que comprou 45. A Rússia comprou mais 24. A diferença é basicamente bem simples. Apesar do avião ser russo, o pai foi indiano, digamos assim. Já com relação a nós, a Suécia é um país que tem um mar tão agitado quanto uma piscina de plástico de 1000 litros e nem ela ou a SAAB tem alguma, repito, alguma experiência com aviões embarcados. É um absoluto e redondo ZERO. A Rússia tem ao menos três décadas de experiência e demorou seis anos pra desenvolver um avião que, estruturalmente falando, já estava com caminho meio andado em mais de 15 anos de testes. Eu inclusive tenho minhas dúvidas quando ao programa Gripen NG e seu cronograma de desenvolvimento em relação as entregas para a FAB. Fico me imaginando quanto a um "Sea Gripen". A questão não é se são 24, 48 ou 100 unidades, vai além disso. Sinto muito, mas eu sou um cara que jamais vai se convencer que esse não é um programa de risco altíssimo risco (alias, um termo adorado pelo COPAC) dentro de outro que já é de alto risco, pois como vc mesmo viu, tenho bons argumentos para ser desfavorável a essa ideia.gabriel219 escreveu:Então, se deu para desenvolver e comprar 24 MiG-29K, porque ão 48 Sea Gripen?
Então que seja. Eu estou errado. Eu vou usar uma resposta que vc vai dar risada: ah sim, e vamos fazer isso com os pés nas costas, somos brasileiros e não desistimos nunca.motumbo escreveu:Ué, 15 anos com um PA parado pode e é normal, os suecos quererem fazer o SeaGripen é impossível e sem capacidade?? Nós somos os melhores dos melhores dos melhores do mundo mesmo. Por favor, a questão é grana, se tiver a grana, e os suecos não pisarem no FX, vão emplacar SeaGripen por aqui.Bolovo escreveu: Eles não desenvolveram 24. Eles não desenvolveram nada, eles desenvolveram ZERO aviões. Quem pagou o desenvolvimento foi a Índia que comprou 45. A Rússia comprou mais 24. A diferença é basicamente bem simples. Apesar do avião ser russo, o pai foi indiano, digamos assim. Já com relação a nós, a Suécia é um país que tem um mar tão agitado quanto uma piscina de plástico de 1000 litros e nem ela ou a SAAB tem alguma, repito, alguma experiência com aviões embarcados. É um absoluto e redondo ZERO. A Rússia tem ao menos três décadas de experiência e demorou seis anos pra desenvolver um avião que, estruturalmente falando, já estava com caminho meio andado em mais de 15 anos de testes. Eu inclusive tenho minhas dúvidas quando ao programa Gripen NG e seu cronograma de desenvolvimento em relação as entregas para a FAB. Fico me imaginando quanto a um "Sea Gripen". A questão não é se são 24, 48 ou 100 unidades, vai além disso. Sinto muito, mas eu sou um cara que jamais vai se convencer que esse não é um programa de risco altíssimo risco (alias, um termo adorado pelo COPAC) dentro de outro que já é de alto risco, pois como vc mesmo viu, tenho bons argumentos para ser desfavorável a essa ideia.
Bicho, se for para fazermos, vai demorar 16 anos para fazer o nariz do avião, no caso, estou dizendo que se agente pagar para outro fazer, putz, se agente pagar, na Coréia os estaleiros entregariam umas 18 Barroso em uns 30 meses, se agente pagar, os ingleses mandam uns 3 Queen Elizabeth em uns 8 anos, e se agente pagar, os Suecos botam um SeaGripen funcionando, digo mais, eles sem nunca ter construído ou comprado um PA, ainda entregam os SeaGripen com um PA novo tb desenvolvido do zero por eles, mas isso, SE AGENTE PAGAR.Bolovo escreveu:Então que seja. Eu estou errado. Eu vou usar uma resposta que vc vai dar risada: ah sim, e vamos fazer isso com os pés nas costas, somos brasileiros e não desistimos nunca.motumbo escreveu: Ué, 15 anos com um PA parado pode e é normal, os suecos quererem fazer o SeaGripen é impossível e sem capacidade?? Nós somos os melhores dos melhores dos melhores do mundo mesmo. Por favor, a questão é grana, se tiver a grana, e os suecos não pisarem no FX, vão emplacar SeaGripen por aqui.