Battleaxe escreveu:Cenário ruim??? Talvez... Mas ouso chutar algo (sem info): este ano será anunciado formamente que a FAB entrar em um programa (com parcerias) de um caça de 5ªG, bem como a intenção da FAB/Governo de comprar um pequeno (não sei dizer quantos) lote de caças de 4ªG (mas que a FAB ainda precisa de algum tempo para divulgar o escolhido).
Abração,
Orestes
O PAK-FA já está assinado, só falta anunciar, logo, 5ª geração será com Rússia e Índia.
O MG e o NJ estão trabalhando para que o Brasil não fique dependente de um único fornecedor, neste caso a França não poderá levar tudo - Caças, subs e Escoltas - e sendo assim, creio que o caminho será o que eu coloquei acima e repita abaixo:
Caças SU-30 ou 35 - Russia
Subs Scorpene - França
Helicópteros de transporte Cougar made in Brasil - França
Escoltas Indefinidos ainda - Navantia talvez? - Espanha
2 ou 3 fornecedores diferentes é um número que cai bem, assim não nos tornamos reféns de ninguém.
O que voce acha Orestes?
A unica maneira de não ficarmos dependente é a construção e o desenvolvimento local, ficar dependente de vários um paises, é continuar dependente.
O problema da fórmula encontrada é tentar conciliar a construção local dos 02 modelos, tanto do caça de 5ª geração, quanto o caça de 4ª. O que querem evitar é a compra de pratileira, muito difícil, se o caça de 4ª geração for um tipo tampão. Para baratear a compra, só comprando quantidades maiores ou comprando muitas outras armas do mesmo fornecedor.
Se for assim, teremos que encontrar a melhor fórmula para colocar um caça no Brasil, que possa ser mantido e quem sabe desenvolvido com nossos armamentos. Leia-se a possibilidade de atrairmos uma grande industria do setor privado, sem que isso represente grandes riscos e gastos governamentais.
Um caça de 4ª ou de 5ª geração só será produzido no Brasil, em poucos anos, se contar com a participação da Embraer, e se alguém acha que é só obrigar a fábrica produzir o caça escolhido, previlegiando um mercado no qual ela nada vende e ainda é fechado, e está para produzir um produto concorrente ao seu principal produto, é querer demais, sonhar demais. Por sinal, vide o problema do P-3Br, que a FAB achava que seria feito na Embraer.
Além disso, temos o problema geopolítico, não vamos vender petróleo para a Rússia. Por sinal, nesse aspecto, bem parecido com a Venezuela, quem compra o que ela vende não são seus atuais fornecedores de armas, pelo contrário, ele são concorrentes diretos.
Depois temos o problema político interno, setores mais conservadores de nossa sociedade não aceitam determinadas dependências, só querem outras, por sinal, bem dependentes, são os patriotas de rabo preso.
Existe uma abissal diferença entre planejar, e planejar com viabilidade real, levando em consideração o que estou escrevendo aqui.
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