Página 23 de 119

Re: SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Enviado: Sex Mai 07, 2010 8:08 am
por Enlil
Original:

Soviet commander admits USSR came close to defeat by Nazis

An interview in which a Soviet commander admitted how close Moscow came to defeat by Germany during the Second World War has been broadcast in Russia for the first time.


he Soviet Union nearly lost the war in 1941 and suffered from poor planning, according to Marshal Georgy Zhukov in the frank television interview that has been banned since it was recorded in 1966.

Zhukov, the most decorated general in the history of both Russia and the Soviet Union, admitted that Soviet generals were not confident that they could hold the German forces at the Mozhaisk defence line outside Moscow.

"Did the commanders have confidence we would hold that line of defence and be able to halt the enemy? I have to say frankly that we did not have complete certainty.

"It would have been possible to contain the initial units of the opponent but if he quickly sent in his main group, he would have been difficult to stop," he told the interviewer, the Soviet writer Konstantin Simonov.

Zhukov also revealed details of his exchanges with Joseph Stalin, the wartime leader, in the interview broadcast on state-run Channel One.

He recalled that a flu-struck Stalin summoned him to Moscow in October 1941 to salvage what until then had been a stuttering defence on the Western front outside Moscow.

After arriving at the front, Zhukov found that the defences in place were "absolutely insufficient".

"It was an extremely dangerous situation. In essence, all the approaches to Moscow were open," he said. "Our troops on the Mozhaisk defence line could not have stopped the enemy if he moved on Moscow."

"I telephoned Stalin. I said the most urgent thing is to occupy the Mozhaisk defence line as in parts of the Western front in essence there are no (Soviet) troops.

Shortly afterwards, Stalin phoned Zhukov back to inform him he had been made commander of the Western Front.

The relationship between the two men would end in acrimony when Stalin became suspicious of Zhukov's popularity after the war, giving him obscure posts in Odessa and the Urals.

Zhukov had been given the honour of leading the Red Army victory parade in 1945, riding into Red Square on a white stallion, and some historians believe Stalin feared he was being upstaged by the charismatic general.

After Stalin's death, Zhukov served as defence minister but remained a controversial figure and the Soviet authorities ordered the tape of his interview with Simonov to be destroyed. However one archive copy survived.

Ultimately, Russia's notorious weather played a major part in the defeat of Nazi Germany, but the Wehrmacht "overestimated themselves and underestimated Soviet troops," said Zhukov.

In giving the reasons for the Soviet victory, Zhukov made no mention of Stalin, who was taken unawares by the Nazi invasion of Russia.

The broadcast of the banned interview came ahead of a huge parade on May 9 to mark the 65th anniversary of the defeat of Nazi Germany and as Russia appears to be cautiously eroding several taboos surrounding its war victory.

Notably, Russia recently posted online documents about the Katyn massacre of Polish officers by Soviet forces in 1940.

http://www.telegraph.co.uk/news/worldne ... Nazis.html

Re: SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Enviado: Sex Mai 07, 2010 8:11 am
por Enlil
Primeira parte, sem legenda:


Re: SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Enviado: Sex Mai 07, 2010 8:23 am
por Clermont
Rood escreveu:O importante, é que como o império tzarista assinou a paz com a Alemanha, também a versão soviética do império tentou render-se aos nazistas.
Só uma correção: quem assinou a rendição de 1917 foi o novo governo bolchevista de Lénin & Stalin & Trotski. O Império Russo e o novo governo de Kerenski lutaram, até o final - e isto foi o colapso para eles.

Os bolchevistas eram mais espertos: perceberam que a paz, custe o que custasse era fundamental e a única chance da nova revolução sobreviver. E pagaram o preço cobrado pelos alemães, que foi altíssimo.

Justamente por causa deste precedente, é que a suposta tentativa de uma paz negociada por Stalin é plenamente plausível. Se Lénin, o super-super pai da Revolução pôde se render ao Kaiser, por quê Stalin não se renderia ao Führer? Afinal, tratava-se de salvar a "Revolução do Proletariado".

A diferença é que o governo alemão de 1917, comportou-se de forma racional, interesado nos objetivos tradicionais de guerra e política. Ao passo que o governo nazista de 1941 - pelo menos, na conduta da guerra contra a União Soviética -, comportou-se de forma irracional, dominado por aberrantes teorias de superioridade racial. E pretendeu, realmente, exterminar e escravizar a maioria dos povos eslavos.

E, mais ainda: eu já li que, numa data tão tardia quanto 1943, após a batalha de Kursk, a União Soviética de Stalin ainda flertou com a idéia de uma paz em separado com a Alemanha. Segundo consta, até mesmo Mussolini pressionou Hitler a concordar com tal coisa, pois sabia que esta era a única chance de salvar o fascismo na Itália.

Re: SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Enviado: Sex Mai 07, 2010 10:15 am
por EDSON
Sobre a derrota soviética esta poderia ter acontecido quando por decisão de Hitler a pedido do General Gerd von Runtstedt, deslocou um dos Exércitos Panzer do Grupo de Exércitos Centro (que fazia a ofensiva em direção a Moscou) para fazer o cerco de Kiev na Ucrânia, a desculpa de Hitler era de que iriam botar as mãos no trigo produzido lá.

Outros Generais como Halder queriam que esforço em direção a Moscou pois o valor militar era maior pois tinha o maior entrocamento ferroviário.
Com certeza se mantivessem o plano original teriam capturado a cidade e certamente a vitória ficaria bem próxima.

A minha bronca é que este site Área Militar tem um ressentimento contra os russos que eu sinseramente não entendo.

Re: SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Enviado: Sex Mai 07, 2010 10:48 am
por FOXTROT
EDSON escreveu:Sobre a derrota soviética esta poderia ter acontecido quando por decisão de Hitler a pedido do General Gerd von Runtstedt, deslocou um dos Exércitos Panzer do Grupo de Exércitos Centro (que fazia a ofensiva em direção a Moscou) para fazer o cerco de Kiev na Ucrânia, a desculpa de Hitler era de que iriam botar as mãos no trigo produzido lá.

Outros Generais como Halder queriam que esforço em direção a Moscou pois o valor militar era maior pois tinha o maior entrocamento ferroviário.
Com certeza se mantivessem o plano original teriam capturado a cidade e certamente a vitória ficaria bem próxima.

A minha bronca é que este site Área Militar tem um ressentimento contra os russos que eu sinseramente não entendo.
Caro Edson, o site que você citou tem uma bronca com os Russos sem limites, tudo que é de origem Russa é ruim para esse site.


Eu já nem acesso mais.

Saudações

Re: SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Enviado: Sex Mai 07, 2010 11:06 am
por alex
Leiam :
Confronto de Titãs: Como o Exercito Vermelho deteve Hitler
de David M Glants & Jonathan House

Mostra todos os erros de Stalin e Hitler.

Mesmo na fase vitoriosa da Barbarossa os generais Alemães(os mais sóbrios) começaram a perceber que tinham um vespeiro nas mãos.

Re: SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Enviado: Sáb Mai 08, 2010 8:06 am
por Rood
------

Re: SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Enviado: Seg Mai 10, 2010 8:50 pm
por Clermont
O HORROR DO DIA-D – uma nova abertura para discutir crimes de guerra Aliados na Segunda Guerra Mundial.

O Dia-D pode ter sido o começo do fim para a campanha de horror da Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial. Mas, um novo livro pelo historiador britânico Antony Beevor deixa claro que a “maior de todas as gerações” não estava acima de cometer uns poucos crimes, por sua conta.

Por Klaus Wiegrefe – 5 de abril de 2010 - http://www.spiegel.de/international/wor ... -2,00.html.

Foi o primeiro crime que William E. Jones jamais havia cometido, e, provavelmente por isto, ele ainda se lembra tão bem dele, tantos anos depois. Ele e outros soldados na 4ª Divisão de Infantaria tinham capturado uma pequena colina. “Foi muito duro”, Jones escreveu mais tarde, relatando o sangrento combate.

Em certo momento, os GIs perderam todo o autocontrole. Como Jones escreveu: “(Os alemães) estavam perplexos e enlouquecidos. Havia uns poucos deles, ainda nas suas tocas individuais. Então, eu vi alguns deles serem fuzilados lá mesmo. Não fizemos prisioneiros e não havia nada a fazer, a não ser matá-los, e nós matamos e eu nunca tinha atirado em ninguém deste jeito. Mesmo nosso tenente fez, e alguns dos sargentos.”

Os mortos, provavelmente, nunca serão identificados pelo nome, mas, uma coisa é clara: as vítimas deste crime de guerra foram soldados alemães, mortos na Normandia no verão de 1944.

Ao alvorecer de 6 de junho, os americanos, britânicos e seus aliados desfecharam a Operação OVERLORD, o maior desembarque anfíbio de todos os tempos. Durante a operação, tropas aliadas e alemãs confrontaram-se numa das mais ferozes batalhas da Segunda Guerra Mundial, primeiro nas praias e, então, no interior da Normandia. Quando tudo acabou, mais de 250 mil soldados e civis tinham sido mortos ou feridos, e a própria Normandia estava devastada.

O único alemão bom é um alemão morto.

Não há falta de livros sobre a Batalha da Normandia, que também tem o nome de o Dia-D. E o mesmo pode ser dito sobre filmes, tais como o laureado “O Resgate do Soldado Ryan” de Steven Spielberg, que foi um sucesso global. Na verdade, pode até parecer que qualquer coisa que pudesse já foi dita sobre a batalha.

Mesmo assim, isto não deteve o historiador britânico e autor mais vendido Antony Beevor de lançar um novo olhar sobre o material. Enquanto conduzia pesquisas para seu mais recente livre, ”D-Day: The Battle for Normandy”, Beevor esbarrou com algo que é, atualmente, questão de muito debate entre especialistas. Se alguns destes acadêmicos estão corretos, soldados aliados cometeram crimes de guerra, na Normandia, numa extensão muito maior do que anteriormente imaginado.

Beevor cita, extensamente, relatórios e memórias daqueles que tomaram parte na invasão, muitos dos quais salientam que soldados americanos, britânicos e canadenses mataram prisioneiros de guerra e soldados feridos alemães. Eles, também, segundo os relatos, utilizaram soldados da Wehrmacht e das Waffen-SS como escudos humanos e os forçaram a caminhar através de campos minados.

Por exemplo, alguém relembra a história de um praça chamado Smith, que estava lutando com a 79ª Divisão de Infantaria americana. Smith, alegadamente, descobriu um quarto cheio de alemães feridos, numa fortificação, enquanto estava bêbado com Calvados, um destilado local à base de maçã. De acordo com o relatório oficial: “Declarando, em alto e bom som, que o único alemão bom era um alemão morto, Smith deu cabo de vários alemães, antes de ser detido.”

Em outro relato, o sargento-ajudante Lester Zick, segundo é declarado, encontrou um soldado americano, num cavalo branco, que estava conduzindo 11 prisioneiros na frente dele. Ele chamou zick e seus homens e lhes disse que os prisioneiros eram, todos, poloneses, exceto por dois alemães. Então, de acordo com Zick, o soldado sacou sua pistola “e baleou ambos na nuca. E, nós, simplesmente, ficamos parados, lá”.

Beevopr também cita John Troy, um soldado com a 8ª Divisão de Infantaria, que escreveu ter encontrado o corpo de um oficial americano que os alemães tinham manietado e morto, por ele ter sido pergo portando uma pistola P-38 alemã, capturada. Troy descreve sua reação, da seguinte maneira: “Quando eu vi aquilo, eu disse, nada de souvenirs pra mim. Mas, é claro, nós fazíamos isto também, quando pegávamos (alemães) com cigarros americanos com eles, ou relógios de pulso americanos nos braços.”

Raiva e violência.

A questão dos crimes de guerra é, incrivelmente, sensível. Mas, neste caso, a evidência é avassaladora.

Dado o elevado número de baixas que sofreram, pára-quedistas aliados estavam, em particular, determinados a cobrar sangrenta vingança. Próximo a uma vila, Audouville-la-Hubert, eles massacraram 30 soldados capturados da Wehrmacht, numa única orgia de matança.

Nas praias, soldados de uma brigada de engenharia tiveram de proteger prisioneiros alemães de enfurecidos pára-quedistas da 101ª Divisão Aeroterrestre, que gritavam: “Dá eles pra nós! Dá eles pra nós! A gente sabe o que fazer com eles!”

Quando um LST (Navio de Desembarque de Tanques) foi utilizado para evacuar tanto prisioneiros alemães quanto feridos aliados, estes últimos atacaram os alemães, e só graças à intervenção de um marinheiro farmacêutico que nada de mais sério aconteceu.

Beevor, freqüentemente, cita memórias pessoais de soldados aliados que estavam disponíveis para os historiadores há anos. Mas, seria possível que tenham sido ignorados por eles, até agora, porque não davam suporte para a imagem da “maior de todas as gerações”, o termo que os americanos gostam de usar para descrever seus vitoriosos soldados de 1945? Poderia parecer que nenhuma sombra devia ser lançada sobre a guerra que deu aos americanos, em particular, o direito moral de ter voz na formatação do futuro da Europa pós-guerra, tanto como criar as condições práticas para isto ser feito.

Mesmo assim, esta aproximação tem sido, recentemente, revisada. Em seu livro de 2007, “The Day of Battle: The War in Sicily and Italy, 1943-1944”, o autor ganhador do Prêmio Pulitzer, Rick Atkinson descreve vários crimes de guerra cometidos pelos Aliados. E agora temos a mesma coisa na Normandia.

Beevor, primordialmente, atribui os crimes aliados à épica ferocidade das batalhas. Os próprios alemães chamavam isto de uma “suja guerra de mato”, uma referência aos matagais e cercas-vivas, atingindo entre um e três metros, utilizadas para demarcar os campos na paisagem do bocage da Normandia.

Na verdade, o terreno da Normandia é idealmente adequado para emboscadas e armadilhas. Por exemplo, as unidades alemãs esticavam finos cabos de aço através de estradas, ao nível da cabeça, desta forma, quando um jipe americano percorria a estrada, seu motorista e passageiros seriam decapitados. Eles, também, fixavam granadas de mão nas plaquetas de identificação de GIs mortos, de forma que alguém tentando remover as plaquetas, voava pelos ares. Da mesma forma, é um fato estabelecido que soldados alemães, em particular, aqueles das Waffen-SS, fuzilavam prisioneiros.

O comportamento aliado não desculpa o da Alemanha.

O fogo de artilharia, de ambos os lados, e os ataques de bombardeio aliados, transformaram a Normandia numa paisagem lunar. Beevor escreve sobre soldados que se amontoavam nas crateras, gritando e chorando, enquanto outros caminhavam à toa, como se em transe, colhendo flores, no meio das explosões. Na verdade, médicos americanos relataram 30 mil casos de neurose de combate, somente entre suas tropas.

Numa carta para sua família, no Minnesota, um infante americano escreveu que ele nunca havia odiado nada, tanto assim, acrescentando: “E não é por causa de alguns discursos valentões de um chefe.”

Tais “discursos valentões” existiram. De acordo com achados do historiador alemão Peter Lieb, muitas unidades canadenses e americanas receberam ordens, no Dia-D, para não fazerem prisioneiros. Se verdadeiro, isto pode ajudar a explicar o mistério de como, apenas, 66 de 130 prisioneiros que os americanos tomaram na Praia Omaha, chegaram até os pontos de coleta de prisioneiros na praia.

Também é conspícuo de que os Aliados, raramente, capturavam integrantes das Waffen-SS. Isto foi porque os membros desta organização – com sua insígnia Totenkopf (Cabeça da Morte) – tinham jurado lealdade à Hitler até a morte e, com freqüência, lutavam até o último homem? Ou a propaganda Aliada sobre as SS teve o efeito desejado sobre os soldados? Muitos deles, provavelmente, mereceram ser fuzilados, de qualquer modo, e sabiam disto,” secamente declara um relatório do XXX Corpo britânico.

Naturalmente, para os apologistas dos alemães, estas novas informações não devem ser algo que os faça se sentirem melhor sobre o comportamento de seu próprio lado. De fato, embora a extensão dos crimes de guerra Aliados possa ter sido maior do que se sabia, anteriormente, isto não pode ser comparado com o alcance dos crimes alemães contra civis. Por exemplo, o fuzilamento de reféns inocentes era parte da estratégia alemã para enfrentar os partisans franceses que se levantaram após o Dia-D. Mais de 16 mil cidadãos franceses – homens, mulheres e crianças – caíram vítimas do terror da Wehrmacht e das SS.

Re: SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Enviado: Qua Mai 12, 2010 12:34 pm
por magoo32
Pronto.
Agora só faltam acusar Beevor de revisionista.
Tão claro quanto dois mais dois são quatro que houve crimes de guerra de ambos os lados.
A discussão se dá no momento onde apenas é mostrado o lado perverso de quem perdeu a guerra, como se o lado vencedor fosse composto de anjos libertadores.

Re: SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Enviado: Qua Mai 12, 2010 10:00 pm
por Franz Luiz
Pior foi a horda soviética a estuprar todas as mulheres e meninas no seu rastro insano.
Poucas escaparam.
Me dói esta idéia de que todo alemão era um monstro.
Família e filhos existem de ambos os lados em uma guerra.
Nem todo mundo é soldado.
A guerra torna qualquer um insano.
Por isso valorizo este esforço diplomático de resolver a questão iraniana.
E por isso também valorizo este último governo por revitalizar a defesa militar de nossa nação.
Cuidemos dos nossos e poupemos os deles.
Franz

Re: SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Enviado: Sex Mai 28, 2010 2:48 pm
por marcelo l.
El profesor John Erickson, el aclamado historiador y autor de 'Camino a Stalingrado "y" Road to Berlin' presenta este programa en el que se retoman las batallas en el frente oriental de Rusia durante la Segunda Guerra Mundial. "El Frente de Rusia" es un apasionante y fascinante documental sobre una de las batallas más importantes de la Segunda Guerra Mundial.

TAMAÑO 613 a 654 MB
DURACION 46 a 49 min
IDIOMA INGLES
Comprimido con WINRAR sin contraseña
Enlaces en DLC
Sem legendas até o momento mesmo em inglês...

1- Barbarossa – Hitler Turns East
http://www.megaupload.com/?d=K5D2JE2H
2- Road to Stalingrad
http://www.megaupload.com/?d=I5G97B48
3- Stalingrad to Kursk
http://www.megaupload.com/?d=SJT1YWWY
4- The Battles for Berlin
http://www.megaupload.com/?d=KTD1S5I2

Re: SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Enviado: Sex Mai 28, 2010 3:09 pm
por Enlil
Franz Luiz escreveu:Pior foi a horda soviética a estuprar todas as mulheres e meninas no seu rastro insano.
Poucas escaparam.
Me dói esta idéia de que todo alemão era um monstro.
Família e filhos existem de ambos os lados em uma guerra.
Nem todo mundo é soldado.
A guerra torna qualquer um insano.
Por isso valorizo este esforço diplomático de resolver a questão iraniana.
E por isso também valorizo este último governo por revitalizar a defesa militar de nossa nação.
Cuidemos dos nossos e poupemos os deles.
Franz
Diga-se q Beevor tem dois livros q falam da extrema brutalidade das ofensivas na Frente Oriental: Stalingrado: O Cerco Fatal e Berlin, 1945: A Queda. Li os dois, terrível a q ponto chega a estupidez humana, confesso q fiquei mal lendo aquilo, por um bom tempo. No primeiro Beevor fala justamente da extrema crueldade da invasão alemã e no segundo sobre a vingança soviética. Chocante, principalmente os relatos de estupros e massacres de civis, se perde completamente a noção de q há alguma legitimidade nas ações de lado a lado. De fato é difícil imaginar q regime foi mais criminoso, se o nazista ou stalinista.

Re: SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Enviado: Sex Mai 28, 2010 5:04 pm
por EDSON
As hordas da Ásia Cental que naquela altura era boa parte dos soldado raso soviético, sempre tiveram o costume de pilhar e estuprar pelo caminho.

Num deste livros acima que Enlil citou a uma frase de um soldado soviético de origem mongol.

" Queremos a mulheres alemãs pois são grandes e gordas estes são o nosso prêmio."

Re: SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Enviado: Sex Mai 28, 2010 7:58 pm
por Clermont
EDSON escreveu:"Queremos a mulheres alemãs pois são grandes e gordas estes são o nosso prêmio."
Imagem

Re: SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Enviado: Sex Mai 28, 2010 10:40 pm
por EDSON
:lol: :lol: :lol:

Gosto é gosto. :mrgreen:

Acho que o tipo fisico com relação as asiáticas. Diferença genética.