Fica a curiosidade. O Astros III teria o interesse do EB?
Porque uma plataforma com até 12 SS-150 seria algo descomunal em poder de fogo.
Claro, se de fato o que for apresentado na LAAD tenha algo a ver aquele primeiro modelo.
Ou pode ser apenas a troca do chassi para um 8x8 e a modernização do container carregador da LMU.
A ver.
Receita simples para recuperação total da Avibrás:
Abre totalmente o capital da empresa, inclusive para trazer investimentos estrangeiros, mas o controle se mantém nacional. Nisso, a Avibrás cede as Golden Share para o GF, que não terá controle na empresa, apenas poder de veto em parcerias e proposta de compra. A Avibrás não se deve manter distante de parceria com Árabes pela quantidade grande de operadores naqueles países, inclusive oferecendo munições novas e modernizações que possam ser feitas localmente em tais países;
O GF libera uma verba para que o EB possa adquirir SS-150G, SS-80G e MTC-300, além de modernizar todos os GMFs com a nova proposta do Astros AFC. Nisso, a Viatura Diretora de Tiro seria convertida em uma Viatura Buscadora de Alvos e Controladora de Drone. Só nisso, a Avibrás deve conseguir uns R$ 200 milhões, ainda com a possibilidade do Exército adquirir mais um GMF dentro da proposta descrita anteriormente;
A Avibrás se associa com a Stella para oferecer o Atobá para o Exército e também para clientes externos, com esse VANT servindo como buscador de alvos e avaliador de danos, além de balizador para foguetes não guiados ou com guiagem terminal a laser, se caso no futuro surgir uma guiagem dual para os foguetes descritos anteriormente, o que seria muito bom, já que aumentaria drasticamente a precisão a um custo mais baixo do que um guiador terminal EO/IR; e
A Avibrás, após sua recuperação, se associar a alguma nacional ou desenvolver pequenos Drones FPV pra saltar para drones mais sofisticados em forma de munições vagantes, especialmente se for a Akaer, que já tem projeto em curso. A Avibrás tem maior penetração no mercado internacional e seria uma relação de ganha-ganha com a Akaer.
Isso garantiria a sobrevida que a Avibrás precisa, sem loucuras como estatização e ainda abriria um mercado de ganhos promissor a Avibrás. Deixaria versão 8x8 do Astros de lado totalmente e qualquer outro projeto que não tenha eco dentro do mercado.
Podem ter certeza que o Edge Group, a Rheinmetall e mais algumas outras estão entre as empresas querem comprar a Avibrás pra fechá-la.
Re: AVIBRAS
Enviado: Sex Abr 14, 2023 6:40 pm
por FCarvalho
É vergonha que fala?
Re: AVIBRAS
Enviado: Seg Abr 17, 2023 4:37 pm
por Strike91
Re: AVIBRAS
Enviado: Seg Abr 17, 2023 6:22 pm
por FCarvalho
Como já tinha dito aqui várias vezes, nada demais adaptar as LMU 6x6 e agora 8x8 para versões AAe e anti navio.
A capacidade de lançar 4 mísseis ao invés de 2 torna o vetor ideais para a defesa de costa.
Mísseis AAe existem por aí em diversos calibres, podendo ser usados nas LMU sem dificuldades como fora proposto pela Avibras.
A ver se o pessoal faz o óbvio e faz o dever de casa.
Re: AVIBRAS
Enviado: Ter Abr 18, 2023 8:19 am
por Brasileiro
AV-TCM AN, o míssil antinavio da Avibras, feito à base do AV-MTC-300. Mas com dois boosters laterais ao invés do booster tandem do míssil de cruzeiro original, o que o faz se assemelhar um pouco ao RBS-15 da SAAB.
Desconheço possíveis vantagens de um tipo de booster em relação ao outro, que façam merecer uma complicação extra no desenvolvimento do novo míssil. Se fosse para gastar um centavo a mais na implicação de novidades em termos de design, eu optaria por um refinamento na geometria da fuselagem e entrada de ar para algo mais evitativo a radar. Mas, para tudo deve haver uma razão.
Re: AVIBRAS
Enviado: Ter Abr 18, 2023 3:12 pm
por gabriel219
Brasileiro escreveu: Ter Abr 18, 2023 8:19 am
AV-TCM AN, o míssil antinavio da Avibras, feito à base do AV-MTC-300. Mas com dois boosters laterais ao invés do booster tandem do míssil de cruzeiro original, o que o faz se assemelhar um pouco ao RBS-15 da SAAB.
Desconheço possíveis vantagens de um tipo de booster em relação ao outro, que façam merecer uma complicação extra no desenvolvimento do novo míssil. Se fosse para gastar um centavo a mais na implicação de novidades em termos de design, eu optaria por um refinamento na geometria da fuselagem e entrada de ar para algo mais evitativo a radar. Mas, para tudo deve haver uma razão.
Era isso que deveria estar existindo e não MANSUP. Vou procurar novamente quanto ao uso desses boosters laterais, mas a última vez que vi isso, lá em 2014, quando eu estudava o Otomat era a vantagem da diminuição da massa geral do míssil e também do seu tamanho para os lançadores. O Otomat, por exemplo, sem é do tamanho de um Exocet com booster, adotando um booster tandem nele faria com que ele tivesse um tamanho que poderia ser um impeditivo para a maioria dos navios.
Imagino que a ideia seja a mesma, já que o MTC padrão sem o booster já é quase do tamanho do Exocet, imagino que o booster faça ele ser maior e isso seria um impeditivo para operar nos navios que a MB pretende utilizar o Exocet a princípio, valendo para as FCTs.
O bom é que o vídeo mostra que somente cabem 2 SS-150 no Astros Mk6, o que indica que mantiveram o calibre de 450 mm nele, o que é ótimo.
Re: AVIBRAS
Enviado: Qua Abr 19, 2023 12:51 pm
por FCarvalho
As imagens esquemáticas que aparecem na internet do novo Astros 6x6 mostram a LMU com 6 lançadores de foguetes no calibre 300mm, caso do SS-60/80 e do SS-150, como argumentado nós vídeos do Caiafa e outros fontes.
O AV-MTC, continua 2 undes na LMU 6x6 e 4 na nova LMU 8x8.
Pela matéria, a situação da Avibrás é complicadíssima.
Re: AVIBRAS
Enviado: Qua Abr 19, 2023 7:32 pm
por FCarvalho
É absurdo e lamentável, para não dizer vergonhoso, que o Estado brasileiro jamais assume o seu quinhão de responsabilidade em relação à situação em que as empresas da BIDS são colocadas, em primeiro lugar, por ele mesmo.
Sempre é mais fácil apontar o dedo sujo para o lado e para os outros.
Fosse de outra forma, e houvesse responsabilidade governamental, a Avibras não estaria nesta situação, e melhor, os produtos e projetos que ela empresta ao mercado não seriam soluções de última hora e nem meras tentativas de tirar a empresa da falência.
Mas Defesa segue segundo um assunto de segunda categoria nos corredores de Brasília, como sempre.
Quanto custa mesmo o EB organizar e equipar aquelas duas baterias dos GMF que até hoje só existem no papel?
Há tá, mas não tem dinheiro para isso. E o 16o GMF está completo segundo o pepê...
Re: AVIBRAS
Enviado: Qua Abr 19, 2023 7:36 pm
por Viktor Reznov
Dívida com a Receita Federal e FGTS não leva empresa a falência pq o Estado sempre deixa a empresa negociar de última hora e abater parcelas enormes desses valores. O que realmente preocupa são as dívidas com bancos e esse valor não chega a 1.2 bilhão, isso é sensacionalismo desencessário do Defesanet.
PS:
Estas ações seriam a ampliação do programa de aquisição do Programa ASTROS 2020, que prevê a formação do 16º Grupo de Artilharia de Foguetes e Mísseis (praticamente completo), e um adiantamento relativo a compras futuras de munição. O ministro da Defesa acha difícil estatizar a empresa como querem os empregados:
— Não há clima político para isto — alegou. — A melhor solução é encontrar um parceiro que queira investir em novos projetos, mas, para isto, o maior acionista precisa ser mais aberto.
Podem dizer adeus à Avibrás, ela será comprada e desmantelada. Se o Lula tiver pelo menos dois neurônios encostados um no outro ele dá uma canetada tomando pro governo a propriedade industrial dos produtos da Avibrás se ela acabar sendo vendida pra algum grupo estrangeiro. Depois que essa suruba for resolvida no litígio, a Justiça vai acabar concendendo a propriedade industrial do ASTROS 2020 e o MTC ao Governo depois de indenizado o dono atual da Avibrás.
Re: AVIBRAS
Enviado: Qua Abr 19, 2023 8:01 pm
por Marcelo Ponciano
Estatizar a Avibras não é uma opção na mesa. Se você estatiza tem que concursar os empregados e demitir todos que estão lá. Como os que estão lá têm o domínio intelectual de suas atividades seria um enorme prejuízo prejuízo para a empresa.
É diferente do caso da Petrobras, por exemplo, que já sendo estatal investiu para que seu corpo de funcionários concursados acumulassem o know-how necessário e hoje eles são objeto de cobiça no mercado privado.
Estatizar a Avibras provocaria o mesmo nível de dano que vender e fatiar para estrangeiros.