Olha, Bolovo, depende do interlocutor com quem tu dialogas.
"A beleza está nos olhos de quem a vê".
Isso vale para a virtude e, também, para a eleição de vetores para defesa de um país. Em ambientes de franca radicalização (e não estou extrapolando, ao dizer que as coisas estão enveredando para este lado), opiniões por demais veementes podem ser interpretadas como afrontosas.
Jamais vou pensar que és malvadão, até porque a expressão é meio bichoca.
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Mas posso crer, sinceramente no meu entender (friso ainda mais: sob o meu referencial ideológico), que tuas escolhas são sempre as mesmas, pouco importando a forma de aquisição do material. Ora feita diretamente, ora sob licitação, desde que de fontes ocidentais, mormente se americanas.
E são sempre estas escolhas (sempre as mesmas, faça chuva ou sol), a desprezar particularidades e matizes, que me preocupam. As coisas são complexas demais. "Não basta ser bonzinho e fazer o dever de casa que eu ganharei um doce (F 15) no final do ano".
Por isso que acho que o post do James Brown, digo, Soulman, digo Soultrain, este gajo, é tão importante. É um olhar externo, que percebe uma facção aqui presente.
Facção que para boa parte dos foristas, nem sempre atenderá aos interesses do Brasil.
Aí tu me rebaterás: "pows, mas para mim as escolhas do Mathias colocam em risco a operacionalidade e eficácia da Defesa Brasileira".
Então, concordaremos na beleza de um foro de discussão, democrático e livre.
Mas a questão é não radicalizar. E não se auto-intitular "malvadão". Chato, no máximo ...
Salu2, jovem. És novo demais para ser tão pragmático.
alexandre.
"Em geral, as instituições políticas nascem empiricamente na Inglaterra, são sistematizadas na França, aplicadas pragmaticamente nos Estados Unidos e esculhambadas no Brasil"