Algus escreveu:Kirk, quase todas as frases aí confundem Teoria da Evolução com teorias sobre a origem da vida.
"substâncias químicas sem vida passaram a viver"... A Teoria da Evolução não se propõe a explicar como a vida surgiu, mas como as espécies que existem hoje surgiram, como as criaturas vão se diferenciando até se tornarem espécies novas. Se vc ler o livro, pode ser o original, por mais que esteja desatualizado, você entende isso numa boa.
Edit: Fui procurar a fonte do texto que você pegou pra saber quem eram esses caras que não conseguiram entender o básico da Teoria da Evolução e que alegam absurdos como "não haver evidências fósseis em quantidade suficiente". Percebi que é um texto que está em vários sites, tipo esse aqui
http://www.uniblog.com.br/evolucao-cria ... lucao.html , mas em nenhum deles deixava claro quem eram as figuras.
Francis Hitching, o que mais dá pitaco aí, parece que era ou é uma espécie de paranormal, defensor daquela brisa das linhas ley, acredita também que aquele gravetinho em formato de "Y" consegue encontrar água e outros tipos de minerais etc. Pra alguém que acredita em tanta babaquice sem prova nenhuma, digo, pseudociência, muito me admiraria se fosse chegado no pensamento científico.
https://translate.google.com.br/transla ... rev=search
LeandroGCard escreveu:kirk escreveu:Leandro,
A Bíblia foi preparada como guia espiritual, não como manual de Ciência, entretanto seu AUTOR esteve PRESENTE nos eventos da Criação, portanto descreve os fatos ocorridos em linguagem simples, porém com perfeita EXATIDÃO e isso é reconhecido também pela comunidade cientifica, por exemplo:
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Com efeito, Hitching declarou considerar a teoria moderna da evolução “tão inadequada,[/size] que merece ser tratada como uma questão de fé”.
De novo puro blá, blá, blá, baseado na sua fé distorcida e em citações pinçadas, novamente desde um prospector de petróleo até de místicos que acreditam em achar água com varinhas. E você os coloca como os supra-sumos da ciência cuja opinião sobre o assunto evolução é definitiva. Mas, quando eu coloco a opinião dos papas sobre a literalidade do texto bíblico, aí não vale, eles não são autoridade de nada e a sua própria opinião vale mais que a deles... e ainda chama os outros de arrogantes

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Olha a mocinha falando sobre relâmpagos e galáxias aí
![Gargalhada [003]](./images/smilies/003.gif)
! Você é hilário Kirk. Pena que não perceba o quanto este seu jeito de argumentar torna qualquer discussão com você ridícula. Daria um ótimo comediante se aproveitasse este filão.
Leandro G. Card
Boa Noite pra vc também Leandro !
Qual a principal característica da esquerda ??? ... é a aversão ao contraditório ... não aguentam contraditório ... se tem uma matéria que os contradita a Imprensa é PIG ... se uma pessoa os contradita é reacionário, conservador ou facista ... enfim quando acabam-se os argumentos atacam o veículo ...
É exatamente o que tu faz nesse post ... se alguém discorda é inepto ... se eu contradito sou comediante, mas apresentar o contraponto que é bom NECAS ! ... mesmo que o texto tenha citações do NYT, Museus de fósseis mundialmente respeitados, Times de Londres ... entre outros ...
Acho que tentar minar a credibilidade de seu interlocutor não será suficiente para tu "provar" que essa teoria sem respaldo em fatos seja vista como "verdade", viu colega, porque teoria somente deixa de ser teoria depois de COMPROVADO sem nenhuma dúvida ... e certamente não é isso que vemos na comunidade cientifica internacional sobre a teoria da evolução ...
Vou colocar alguns pontos aqui dos mais embaraçosos para a Teoria da Evolução ... quase nunca abordados tamanha a dificuldade que os FATOS COMPROVADOS impõem a essa crença na evolução:
1) A ORIGEM DA VIDA !
- Em épocas pré-Darwinianas (Século 17 EC), a comunidade cientifica aceitava a teoria da Geração Espontânea de vida, ou seja, geração de vida provinda de matéria abiótica. Não obstante, por volta do século 19, Luís Pasteur e outros cientistas aparentemente lhe ministraram um
golpe mortal,
provando, mediante experiências, que a vida somente provém de outra vida prévia.
Entretanto, por necessidade, a teoria evolucionista presume que, há muito tempo e de algum modo, a vida microscópica deve ter surgido espontaneamente de matéria abiótica, ou sem vida.
Assim, quando Charles Darwin propôs sua teoria da evolução, admitiu que a vida poderia
‘ter sido atribuída primitivamente pelo Criador a um pequeno número de formas, ou mesmo a uma só’. Mas a hodierna teoria evolucionista elimina, em geral, qualquer referência a um Criador. Antes, reviveu-se, de forma um tanto alterada, a teoria da geração espontânea da vida, outrora repudiada.
Uma posição evolucionista corrente sobre o ponto inicial da vida é resumida no livro The Selfish Gene, de Richard Dawkins. Especula que, no princípio, a Terra tinha uma atmosfera composta de bióxido de carbono, metano, amônia e água. Com a energia suprida pela luz solar, e talvez por relâmpagos e vulcões em erupção, estes compostos simples se separaram e então se recombinaram em aminoácidos. Acumulou-se gradualmente no mar uma variedade destes, e se aglomeraram para formar compostos semelhantes a proteínas. Por fim, afirma ele, o oceano tornou-se um “caldo orgânico” mas ainda sem vida.
Então, segundo a descrição de Dawkins, “uma molécula especialmente notável foi formada de modo acidental” — molécula esta que tinha a capacidade de reproduzir-se. Embora admitindo ser extremamente improvável tal acidente, ele sustenta que deve ter, mesmo assim, acontecido. Moléculas similares se juntaram num grumo, e então, mais uma vez, graças a um acidente extremamente improvável, criaram uma barreira protetora de outras moléculas protéicas em torno de si como membrana. Assim, afirma-se, a primeira célula viva gerou a si mesma.
Até então não poderia ter o oxigênio, porém agora se tornou vital o oxigênio na atmosfera para a sobrevivência da célula que se auto-criou ... outro milagre e de alguma forma veio a haver oxigênio
Neste ponto, talvez comece a entender o comentário de Dawkins no prefácio de seu livro:
“Este livro deve ser lido quase como se fosse ficção científica.”
Diante das imensas dificuldades dessa "geração espontânea" EXPORTARAM o problema para outros planetas, então criou-se a teoria de que a vida tenha sido trazida à terra por meteoros, como se essa viagem espacial absolutamente inóspita para quaisquer formas de vida, facilitasse a "explicação" ou melhorasse a aceitação sobre a ORIGEM DA VIDA, sem dizer que se esqueceram que somente passaram tais dificuldades para outro Planeta ... como se isso resolvesse a questão.
Importante : "Todo esse malabarismo para excluir DEUS dessa equação !" -
- A EXPLOSÃO DE VIDA DO PERÍODO CAMBRIANO
Em seu primeiro comentário você citou o período imediatamente anterior ao Cambriano o Ediacarano, dizendo sobre formas de vida se movendo e deixando "traços nos sedimentos", somente se esqueceu de mencionar que não há uma única evidência de uma "conexão" evolutiva entre tais organismos e a explosão de fósseis que aparece posteriormente no Cambriano ... não há elo entre os organismos relativamente simples do Ediacarano com a explosão de animais complexos do Cambriano.
Taí um dos fatores mais embaraçosos para os evolucionistas, porém devo acrescentar que há muitos cientistas que não colocam suas "crenças" acima das evidências fósseis e admitem que tais evidências estão muito mais em conformidade com uma CRIAÇÃO do que com a Teoria evolutiva. Citarei alguns iniciando pelo próprio Darwin :
- Caso a evolução fosse factual, a evidência fóssil certamente revelaria a mudança gradual de uma espécie de vida em outra.
A revista New Scientist observou que a evolução “prediz que uma documentação fóssil completa consistiria em linhagens de organismos que mostrassem contínua mudança gradual, por longos períodos de tempo”. Mas, admitiu: “Infelizmente, os fósseis não satisfazem esta expectativa, pois espécies individuais de fósseis raramente acham-se conectadas umas às outras por meio de conhecidas formas intermediárias. . . . espécies fósseis conhecidas realmente parecem não ter evoluído, mesmo no decorrer de milhões de anos.”
Assim, no início do chamado período cambriano, os fósseis dão uma inexplicada virada dramática. Aparece tão subitamente grande variedade de criaturas marinhas plenamente desenvolvidas e complexas — muitas dispondo de conchas externas endurecidas — que tal período é muitas vezes chamado de “a explosão” dos seres vivos. Descreve-o A View of Life: “Começando na base do período cambriano, e estendendo-se por cerca de 10 milhões de anos, todos os principais grupos de invertebrados dotados de esqueletos surgiram pela primeira vez, no aparecimento diversificado mais espetacular que já foi registrado em nosso planeta.”
Existem vínculos fósseis entre esta explosão de vida e o que havia antes dela? Na época de Darwin, tais vínculos não existiam. Admitiu ele: “Por que não localizamos depósitos ricos em fósseis pertencentes a esses períodos primitivos anteriores à era cambriana? Eis uma pergunta para a qual não posso dar uma resposta convincente.” Atualmente, será que a situação mudou? O paleontólogo Alfred S. Romer comentou a declaração de Darwin sobre “a aparição súbita de grupos inteiros de espécies” e escreveu: “Abaixo deste [o período cambriano], há vastas camadas de sedimentos em que se poderia esperar que houvesse progenitores das formas cambrianas. Mas não os encontramos; estes leitos mais antigos são quase desprovidos de evidência de vida, e pode-se razoavelmente dizer que o quadro geral é coerente com a idéia da criação especial no começo da época cambriana.
Estes fatos moveram o bioquímico D. B. Gower a comentar, conforme veiculado no Times do condado de Kent, Inglaterra: “O relato de Gênesis sobre a criação e a teoria da evolução não poderiam conciliar-se. Um tem de estar certo, e o outro errado. A estória dos fósseis concordava com o relato de Gênesis. Nas rochas mais antigas, não encontramos uma série de fósseis abrangendo as mudanças graduais desde as criaturas mais primitivas até as formas desenvolvidas, mas, antes, nas rochas mais antigas, surgiram subitamente espécies desenvolvidas. Entre cada espécie havia total ausência de fósseis intermediários.”
Concluiu o zoólogo Harold Coffin: “Caso fosse correta a evolução progressiva do simples para o complexo, poder-se-iam encontrar os ancestrais destas criaturas viventes completamente desabrochados no cambriano; mas, não foram encontrados, e os cientistas admitem que existe muito pouca perspectiva de serem algum dia encontrados.
À base apenas destes fatos, à base do que realmente é encontrado na Terra, a teoria dum ato criativo súbito, em que as principais formas de vida foram estabelecidas, enquadra-se melhor.”
2) O "PROBLEMA" DO PESCOÇO DA GIRAFA
Atualmente existe uma abundância de registros fósseis espalhados por todo o mundo em Museus e Universidades, na realidade são MILHÕES de fósseis, porém essa documentação comprovou, mesmo que superficialmente a evolução de animais ou existem fósseis que documentam QUAISQUER TRANSIÇÃO entre uma espécie e outra, ou mesmo transição dentro da mesma espécie ???
Escolhi o exemplo da Girafa, por se de fácil entendimento e de impossível explicação por quaisquer ilações evolutivas ... acontece que a aplicação da teoria da evolução e da "seleção natural" apenas os mais aptos e que conseguem se alimentar, perpetuam a espécie, além do fato de que deveriam haver fósseis TRANSICIONAIS que comprovassem tal evolução :
De acordo com a teoria evolucionista, deviam ter evoluído de ancestrais transicionais. Mas, não se encontrou nenhuma destas formas transicionais. Não existe nenhum indício delas. Inexistem quaisquer fósseis de girafas com pescoço tendo dois terços ou três quartos do comprimento do das atuais ...desde o primeiro ancestral da atual Girafa ela tem O MESMO COMPRIMENTO DE PESCOÇO ... o fóssil girafa mais antigo é o mesmo das girafas atuais ... e isso serve para baleias, morcegos, cavalos, primatas, elefantes, lebres, esquilos, etc.
Existem quaisquer fósseis de aves que evoluam um bico a partir duma queixada de réptil? Existe qualquer evidência fóssil de peixes que desenvolvem um pélvis anfíbio, ou de barbatanas de peixes que se transformam em pernas, pés e artelhos de anfíbios? A realidade é: a busca de tais características em desenvolvimento nos fósseis tem-se provado infrutífera.
A revista New Scientist observou que a evolução “prediz que uma documentação fóssil completa consistiria em linhagens de organismos que mostrassem contínua mudança gradual, por longos períodos de tempo”. Mas, admitiu: “Infelizmente, os fósseis não satisfazem esta expectativa, pois espécies individuais de fósseis raramente acham-se conectadas umas às outras por meio de conhecidas formas intermediárias. . . . espécies fósseis conhecidas realmente parecem não ter evoluído, mesmo no decorrer de milhões de anos.”
E o geneticista Stebbins escreveu: “Não se conhecem formas transicionais entre quaisquer dos principais ramos de animais ou plantas.” Menciona “existirem grandes lacunas entre muitas das principais categorias de organismos”. “Com efeito”, admite The New Evolutionary Timetable, “os fósseis não documentam de forma convincente uma transição sequer de uma espécie em outra. Ademais, as espécies duraram por períodos surpreendentemente longos de tempo”
Isto concorda com o extensivo estudo feito pela Sociedade de Geologia de Londres e pela Associação de Paleontologia da Inglaterra. O professor de ciências naturais, John N. Moore, informou sobre os resultados: “Cerca de 120 cientistas, todos especialistas, prepararam 30 capítulos de monumental obra de mais de 800 páginas, para apresentar o registro fóssil das plantas e dos animais, divididos em cerca de 2.500 grupos. . . . Cada forma ou espécie principal de vegetal e animal é mostrada como tendo uma história separada e distinta de todas as demais formas ou espécies! Grupos, tanto de plantas como de animais, aparecem de súbito no registro fóssil. . . . Baleias, morcegos, cavalos, primatas, elefantes, lebres, esquilos, etc., todos são tão distintos em seu aparecimento inicial como o são agora. Não há um vestígio sequer de um ancestral comum, muito menos de um elo com qualquer réptil, o suposto progenitor.” Acrescentou Moore: “Não se encontraram quaisquer formas transicionais no registro fóssil, mui provavelmente, porque não existem de jeito nenhum formas transicionais no estágio fóssil. Mui provavelmente, as transições entre as espécies animais e/ou as transições entre as espécies vegetais, jamais ocorreram.”
Como pode perceber Leandro ... é somente você que tem até registro fotográfico de formas transicionais ... cientistas de VERDADE e não "religiosamente comprometidos" com a evolução discordam de sua visão ... e não são poucos, devo acrescentar !
- E O HOMEM ?
Não vou me alongar, mas como é possível compatibilizar o FATO do animal MAIS RECENTE que surgiu nos registros fósseis, o Homem, é o mais EVOLUÍDO entre as espécies ??? ... o Único capaz de se COMUNICAR VERBALMENTE ... tendo desenvolvido a escrita ???
Explica isso meu caro ... claro que a explicação é EVIDENTE porém somente se explica com a PRESENÇA DO CRIADOR ... nosso Grandioso Deus Jeová, o Pai de Jesus Cristo.
E veja se argumenta com algo melhor do que tentar me desqualificar ... fale sobre os fatos expostos, eu sou apenas um burro de carga ... mas o que trago é um tesouro para quem realmente pensa com a cabeça e não com o figado, portanto não ligue porque meio a informação chegou, mas antes para a informação em si.