Jobim: viagem Paris-Rússia. Jogada de mestre!
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Re: Jobim: viagem Paris-Rússia. Jogada de mestre!
Vamos desconstruir o texto.
Aproximações
Merval Pereira
Um efeito paralelo para o Brasil da crise político-militar que ainda domina o cenário sul-americano é a aproximação com a França e o distanciamento dos Estados Unidos no que se refere à concepção de defesa militar do continente. O governo brasileiro, por razões ideológicas, mas também conceituais, posiciona-se ao lado da França a favor da negociação com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) para a libertação dos reféns, e contra a política de "ataques preventivos". A França, por razões mais sentimentais do que ideológicas, aceita qualquer tipo de intermediação, mesmo aquelas condenadas pelos tratados internacionais, para libertar a ex-senadora Ingrid Bettancourt, a tal ponto de o conservador Nicolas Sarkozy insinuar que a França poderia considerar as Farc um grupo insurgente, e não terrorista, caso se dispusessem a liberá-la.
Na primeira parte, fala da realidade, da aproximação, porém tenta dar sua opinião, faz isso, mais omitindo informações que falando algo. A França e o Brasil tem diversos motivos para agir como estão agindo. Não somente os alegados pelo Merval.
Sarkozy, que começou seu governo declarando apoio aos Estados Unidos na guerra contra o terrorismo, mudando a posição francesa de oposição à política de Bush, não resistiu aos apelos sentimentais provocados no país pelos relatos da situação de Ingrid Bettancourt na selva e, em vez de assumir o combate aos narcoguerrilheiros ao lado da Colômbia e dos Estados Unidos, como seria sua posição natural, busca desesperadamente uma negociação para a libertação da refém.
Aqui tenta passar outra mensagem subliminar, e fala em posição natural de alinhamento em face aos EUA da França, algo que nunca ocorreu, a França não tem, e nunca terá uma posição de alinhamento subordinado aos EUA, acabou dando argumentos contrário ao que ele mesmo defende. Quanto ao motivo de tal conduta, a posição "sentimental", não é um fato, o que Sarkozy quer são os dividendos políticos da libertação dos reféns.
O governo brasileiro está convencido de que houve interferência americana na ação colombiana de invadir o território do Equador para atacar o grupo guerrilheiro que lá estava, sabe-se agora que negociando com o governo francês, sob os auspícios de Chávez e Correa, a libertação de Bettancourt. A posição dura contra a Colômbia, e a prioridade para a formação de um Conselho Sul-Americano de Defesa, fazem parte dessa resposta a uma possível ingerência dos Estados Unidos na região.
Em nenhum momento os países envolvidos no conflito, nem mesmo a Venezuela de Chávez, acusaram formalmente os Estados Unidos, mas há um convencimento de que sem o apoio americano o governo Uribe não teria condições tecnológicas de rastrear a localização dos guerrilheiros nem de realizar o ataque, além do suporte político.
Aqui ele faz algumas suposições e alega alguns fatos, que na sua maioria todos nós concordamos. Agora, a posição "dura contra a Colômbia", não existe, por construção própria, os Colunistas da Globo, gostam de pingar alguns adjetivos na realidade, é claro, são adjetivos deles.
A aproximação com a França já estava traçada nas negociações de uma "aliança estratégica" que será coroada com nada menos que quatro encontros de Lula com Sarkozy este ano.
Dentro desse conceito, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, esteve na França recentemente, e um ponto decisivo para negócios na área de armamentos é a transferência de tecnologia, que tem na França maior receptividade do que nos Estados Unidos.
O embaixador americano Clifford Sobel esteve com o Jobim depois que este regressou de uma viagem à França e à Rússia, e garantiu que a transferência de tecnologia pode ser negociada com os fabricantes americanos de helicópteros, submarinos e aviões, e o interesse especial do Brasil é a transferência de tecnologia de submarinos nucleares.
Jobim visitará nos próximos dias os Estados Unidos para conversar sobre temas sensíveis como esse e a criação do Conselho Sul-Americano de Defesa. E está prevista uma visita da secretária de Estado Condoleezza Rice neste mês.
O governo brasileiro não acredita, no entanto, que consiga com os americanos contratos mais vantajosos do que com a França, não em termos de preço, mas pelo acesso à tecnologia embutida nos equipamentos, especialmente a nuclear.
Sempre que se fala nisso lembram-se no governo brasileiro as pressões políticas, especialmente dos Estados Unidos, que o país volta e meia enfrenta com suas instalações de enriquecimento de urânio no complexo semi-industrial de Resende que, em oito anos, deve produzir o necessário para o funcionamento das duas usinas de Angra e da terceira que será construída.
Poucos países dominam a técnica de enriquecer urânio - EUA, Rússia, China, França, Alemanha, Holanda e Inglaterra, e o Brasil está entre eles. Uma técnica desenvolvida pela Marinha chamada "levitação magnética", em uma centrífuga feita com tecnologia nacional, que tem velocidade e produtividade maiores, provoca a "curiosidade" da comunidade científica internacional, e interesses comerciais de competidores, mais especificamente dos Estados Unidos.
Quanto à coordenação das políticas de defesa do continente, o ministro Nelson Jobim já esteve discutindo o assunto no Chile, na Argentina, na Colômbia e no Equador, mas não com a Venezuela de Chávez. Uma visita estava programada por esses dias, mas foi cancelada devido aos acontecimentos.
O Conselho Sul-Americano de Defesa imaginado pelo Brasil não tem, pelo menos inicialmente, o caráter de união de forças militares da região proposta por Hugo Chávez. Ele seria responsável pela formulação de uma estratégia conjunta na área, e a busca de que os países sul-americanos tenham posições comuns nos fóruns internacionais, além de resolver eventuais questões de defesa, como agora.
Também há a intenção de estimular a criação de uma indústria privada de defesa sul-americana, com o objetivo de diminuir progressivamente a dependência externa em produtos estratégicos de defesa, desenvolvendo-os e produzindo-os na região.
O governo brasileiro já tinha dado os primeiros passos num projeto ambicioso de integração da indústria de defesa com a Argentina, a África do Sul e a Índia, na época em que o ministro da Defesa era o embaixador José Viegas.
A tese por trás dessa estratégia, que será retomada agora através da América do Sul, é fazer parte de um "núcleo de poder militar" no Hemisfério Sul, para se contrapor a Estados Unidos e União Européia. Rússia e China poderiam também se juntar a esse grupo.
Em todo o resto do texto, não consigo encontrar nenhum reparo, está em linhas gerais muito bom, muito melhor que a maioria da nossa mídia e do Globo, constatando uma série de fatos e acontecimentos. E por isso mesmo, joga por terra a sua intenção inicial.
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Merval Pereira
Um efeito paralelo para o Brasil da crise político-militar que ainda domina o cenário sul-americano é a aproximação com a França e o distanciamento dos Estados Unidos no que se refere à concepção de defesa militar do continente. O governo brasileiro, por razões ideológicas, mas também conceituais, posiciona-se ao lado da França a favor da negociação com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) para a libertação dos reféns, e contra a política de "ataques preventivos". A França, por razões mais sentimentais do que ideológicas, aceita qualquer tipo de intermediação, mesmo aquelas condenadas pelos tratados internacionais, para libertar a ex-senadora Ingrid Bettancourt, a tal ponto de o conservador Nicolas Sarkozy insinuar que a França poderia considerar as Farc um grupo insurgente, e não terrorista, caso se dispusessem a liberá-la.
Na primeira parte, fala da realidade, da aproximação, porém tenta dar sua opinião, faz isso, mais omitindo informações que falando algo. A França e o Brasil tem diversos motivos para agir como estão agindo. Não somente os alegados pelo Merval.
Sarkozy, que começou seu governo declarando apoio aos Estados Unidos na guerra contra o terrorismo, mudando a posição francesa de oposição à política de Bush, não resistiu aos apelos sentimentais provocados no país pelos relatos da situação de Ingrid Bettancourt na selva e, em vez de assumir o combate aos narcoguerrilheiros ao lado da Colômbia e dos Estados Unidos, como seria sua posição natural, busca desesperadamente uma negociação para a libertação da refém.
Aqui tenta passar outra mensagem subliminar, e fala em posição natural de alinhamento em face aos EUA da França, algo que nunca ocorreu, a França não tem, e nunca terá uma posição de alinhamento subordinado aos EUA, acabou dando argumentos contrário ao que ele mesmo defende. Quanto ao motivo de tal conduta, a posição "sentimental", não é um fato, o que Sarkozy quer são os dividendos políticos da libertação dos reféns.
O governo brasileiro está convencido de que houve interferência americana na ação colombiana de invadir o território do Equador para atacar o grupo guerrilheiro que lá estava, sabe-se agora que negociando com o governo francês, sob os auspícios de Chávez e Correa, a libertação de Bettancourt. A posição dura contra a Colômbia, e a prioridade para a formação de um Conselho Sul-Americano de Defesa, fazem parte dessa resposta a uma possível ingerência dos Estados Unidos na região.
Em nenhum momento os países envolvidos no conflito, nem mesmo a Venezuela de Chávez, acusaram formalmente os Estados Unidos, mas há um convencimento de que sem o apoio americano o governo Uribe não teria condições tecnológicas de rastrear a localização dos guerrilheiros nem de realizar o ataque, além do suporte político.
Aqui ele faz algumas suposições e alega alguns fatos, que na sua maioria todos nós concordamos. Agora, a posição "dura contra a Colômbia", não existe, por construção própria, os Colunistas da Globo, gostam de pingar alguns adjetivos na realidade, é claro, são adjetivos deles.
A aproximação com a França já estava traçada nas negociações de uma "aliança estratégica" que será coroada com nada menos que quatro encontros de Lula com Sarkozy este ano.
Dentro desse conceito, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, esteve na França recentemente, e um ponto decisivo para negócios na área de armamentos é a transferência de tecnologia, que tem na França maior receptividade do que nos Estados Unidos.
O embaixador americano Clifford Sobel esteve com o Jobim depois que este regressou de uma viagem à França e à Rússia, e garantiu que a transferência de tecnologia pode ser negociada com os fabricantes americanos de helicópteros, submarinos e aviões, e o interesse especial do Brasil é a transferência de tecnologia de submarinos nucleares.
Jobim visitará nos próximos dias os Estados Unidos para conversar sobre temas sensíveis como esse e a criação do Conselho Sul-Americano de Defesa. E está prevista uma visita da secretária de Estado Condoleezza Rice neste mês.
O governo brasileiro não acredita, no entanto, que consiga com os americanos contratos mais vantajosos do que com a França, não em termos de preço, mas pelo acesso à tecnologia embutida nos equipamentos, especialmente a nuclear.
Sempre que se fala nisso lembram-se no governo brasileiro as pressões políticas, especialmente dos Estados Unidos, que o país volta e meia enfrenta com suas instalações de enriquecimento de urânio no complexo semi-industrial de Resende que, em oito anos, deve produzir o necessário para o funcionamento das duas usinas de Angra e da terceira que será construída.
Poucos países dominam a técnica de enriquecer urânio - EUA, Rússia, China, França, Alemanha, Holanda e Inglaterra, e o Brasil está entre eles. Uma técnica desenvolvida pela Marinha chamada "levitação magnética", em uma centrífuga feita com tecnologia nacional, que tem velocidade e produtividade maiores, provoca a "curiosidade" da comunidade científica internacional, e interesses comerciais de competidores, mais especificamente dos Estados Unidos.
Quanto à coordenação das políticas de defesa do continente, o ministro Nelson Jobim já esteve discutindo o assunto no Chile, na Argentina, na Colômbia e no Equador, mas não com a Venezuela de Chávez. Uma visita estava programada por esses dias, mas foi cancelada devido aos acontecimentos.
O Conselho Sul-Americano de Defesa imaginado pelo Brasil não tem, pelo menos inicialmente, o caráter de união de forças militares da região proposta por Hugo Chávez. Ele seria responsável pela formulação de uma estratégia conjunta na área, e a busca de que os países sul-americanos tenham posições comuns nos fóruns internacionais, além de resolver eventuais questões de defesa, como agora.
Também há a intenção de estimular a criação de uma indústria privada de defesa sul-americana, com o objetivo de diminuir progressivamente a dependência externa em produtos estratégicos de defesa, desenvolvendo-os e produzindo-os na região.
O governo brasileiro já tinha dado os primeiros passos num projeto ambicioso de integração da indústria de defesa com a Argentina, a África do Sul e a Índia, na época em que o ministro da Defesa era o embaixador José Viegas.
A tese por trás dessa estratégia, que será retomada agora através da América do Sul, é fazer parte de um "núcleo de poder militar" no Hemisfério Sul, para se contrapor a Estados Unidos e União Européia. Rússia e China poderiam também se juntar a esse grupo.
Em todo o resto do texto, não consigo encontrar nenhum reparo, está em linhas gerais muito bom, muito melhor que a maioria da nossa mídia e do Globo, constatando uma série de fatos e acontecimentos. E por isso mesmo, joga por terra a sua intenção inicial.
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Re: Jobim: viagem Paris-Rússia. Jogada de mestre!
O Degan (e outros) sempre estiveram certos, você (PRick) ainda não aprendeu a aceitar que também erra. A vida é assim mesmo, quando falamos bobagens por falta de compreensão prévia, preferimos arrumar desculpas, não esfarradas, mas para "esfarrapar" o interlocutor.PRick escreveu:A palavra "acertar" aí, quer dizer que está bem feita, mas existe uma enorme diferença em dizer que algo é bom, e concordar, totalmente, com ele. Ele acertou ao notar a realidade, a opinião dele, melhor, a mensagem entre linhas dele, eu dispenso. O raciocínio não é matemático aqui, ou seja, tudo ou nada, ele acertou ao mostrar a realidade, como já havia dito aqui, agora, quanto as preocupações dele, tb são minhas, só que opostas as deles, é lógico.orestespf escreveu:
Veja o que você escreveu anteriormente: "De vez em quanto o Merval acerta."
Ele falar da aproximação do Brasil com a França é pra lá de óbvio, fala-se nisso o tempo todo. Logo você não poderia se referir a isto, pois estaria chamando o Merval de tapado, de mal informado, coisa que ele está longe de ser. Portanto, de sua frase só posso concluir que você concordou com ele (você disse que o Merval ACERTA), ou seja, que esta a preocupação dele (afastamento dos EUA) é compartilhada por você.
É bem possível (pelo que conheço de você aqui no DB) que não tenha sido esta a intenção, mas foi o que você escreveu claramente.![]()
Abraços,
Orestes
Quanto a notar a realidade ou ser tapado, acho que está mais para ser parcial. Olha é uma das coisas mais fáceis na mídia da Globo, geralmente, eles notam a realidade deles, ou o que eles acham realidade. O Merval a muito contra gosto reconheceu a realidade, ainda que, não queira ela, de que os nossos caminhos se afastam dos EUA.
Como falei na última parte, as premissas dele, não batem com suas conclusões, o texto defende o oposto do que ele queria. Não vamos saber das posições pró-EUA, marcantes, pelo texto, mas pelo que conhecemos dele.![]()
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Isto não é um gesto nobre, um gesto de grandeza, PRick. Minha intenção não é expô-lo, mas apenas e tão somente mostrar que fez uma péssima análise do texto do Merval. Isso acontece com todos, em particular, comigo. Adoro ouvir outras "leituras", aquelas que diferem das minhas, aquelas que me fazem repensar nas bobagens que escrevo e penso. Acredito que isso é mais nobre e grandioso do que insistir na "justificativa do erro".
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Abraços cordiais, do seu amigo,
Orestes
Re: Jobim: viagem Paris-Rússia. Jogada de mestre!
Orestes,orestespf escreveu:
O Degan (e outros) sempre estiveram certos, você (PRick) ainda não aprendeu a aceitar que também erra. A vida é assim mesmo, quando falamos bobagens por falta de compreensão prévia, preferimos arrumar desculpas, não esfarradas, mas para "esfarrapar" o interlocutor.![]()
Isto não é um gesto nobre, um gesto de grandeza, PRick. Minha intenção não é expô-lo, mas apenas e tão somente mostrar que fez uma péssima análise do texto do Merval. Isso acontece com todos, em particular, comigo. Adoro ouvir outras "leituras", aquelas que diferem das minhas, aquelas que me fazem repensar nas bobagens que escrevo e penso. Acredito que isso é mais nobre e grandioso do que insistir na "justificativa do erro".![]()
Abraços cordiais, do seu amigo,
Orestes
Não estou justificando nada, apenas discordando, tanto da sua análise do texto do Merval, quanto a sua interpretação do que falei.
Algo que tenho todo o direito de fazê-lo, assim, não tenho nada a acrescentar.
Outra coisa, não lhe dou o direito de dizer se estou certo ou não, nem acho que deva mencionar outras pessoas no contexto, para dar razões que você não tem. Minha análise sobre o texto do Merval é bem clara, quem quiser pode discordar dela, afinal, este é um dos motivos da existência do DB.
Repito, o texto do Merval está muito bom, não é perfeito, nem concordo integralmente com ele, mas está muito acima da média. Ele ACERTOU!
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Re: Jobim: viagem Paris-Rússia. Jogada de mestre!
Ora, Prick, resolveu usar da técnica da censura? rsrsrs O fórum é plural e democrático, quando divergimos devemos opinar, foi o que fiz. Além disso, por ser público (mesmo que com o acesso "limitado" e controlado) devemos saber que ao escrevermos algo ficamos expostos, agradando a uns e desagrando a outros, logo ninguém deve reclamar de ser questionado (nem você, nem eu, nem ninguém). Assim sendo, não vejo problema algum em fazer uma análise do seu texto sobre sua análise pessoal e intransferível do artigo do Merval. Goste ou não, as coisas aqui são assim. Digo também que se sinta a vontade para expor as minhas contradições.PRick escreveu:Orestes,orestespf escreveu:
O Degan (e outros) sempre estiveram certos, você (PRick) ainda não aprendeu a aceitar que também erra. A vida é assim mesmo, quando falamos bobagens por falta de compreensão prévia, preferimos arrumar desculpas, não esfarradas, mas para "esfarrapar" o interlocutor.![]()
Isto não é um gesto nobre, um gesto de grandeza, PRick. Minha intenção não é expô-lo, mas apenas e tão somente mostrar que fez uma péssima análise do texto do Merval. Isso acontece com todos, em particular, comigo. Adoro ouvir outras "leituras", aquelas que diferem das minhas, aquelas que me fazem repensar nas bobagens que escrevo e penso. Acredito que isso é mais nobre e grandioso do que insistir na "justificativa do erro".![]()
Abraços cordiais, do seu amigo,
Orestes
Não estou justificando nada, apenas discordando, tanto da sua análise do texto do Merval, quanto a sua interpretação do que falei.
Algo que tenho todo o direito de fazê-lo, assim, não tenho nada a acrescentar.
Outra coisa, não lhe dou o direito de dizer se estou certo ou não, nem acho que deva mencionar outras pessoas no contexto, para dar razões que você não tem. Minha análise sobre o texto do Merval é bem clara, quem quiser pode discordar dela, afinal, este é um dos motivos da existência do DB.
Repito, o texto do Merval está muito bom, não é perfeito, nem concordo integralmente com ele, mas está muito acima da média. Ele ACERTOU!![]()
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Quanto a citar ou não nomes, deixo claro que isso é uma prerrogativa minha, agradando-o ou não. Deixo claro também que a intenção não foi de ofendê-lo e desde já me desculpo se você sentiu-se assim. Como eu disse, ao escrevermos algo acabamos nos expondo e claro que alguém vai explorar os "deslizes" (ou não!). Não se ofenda, também já fui vítima de meus erros e deslizes, em particular, sei lidar muito bem com isso.
Quanto ao artigo do Merval, maravilhoso como sempre. Ele tem o dom de saber escrever, mesmo que eu discorde do ponto de vista do citado autor. Ele tem suas ideologias e crendices, respeito isso, divergindo ou não. A minha divergência desta vez não foi em relação ao artigo do Merval, mas sim da sua interpretação (e que respeito muito).
Em sua análise do artigo você viu algo que não existe, pelo contrário, o texto dele (Merval) percebe-se claramente que ele é contrário a esta "aproximação" com os franceses. Daí eu achei que você não gostaria do texto dele, até mesmo por sua "ideologia" (nada pejorativo, que fique claro) em relação aos franceses. Se você viu o artigo de outra forma, se você ficou satisfeito com o que ele escreveu, posso dizer que não estou aqui para recriminá-lo, muito menos o sr. Merval.
Abraços "desculposos",
Orestes
Re: Jobim: viagem Paris-Rússia. Jogada de mestre!
Só existe um pequeno problema na sua tese. Não sou "a favor" dos franceses, eu gosto menos dos EUA que da Françaorestespf escreveu:Ora, Prick, resolveu usar da técnica da censura? rsrsrs O fórum é plural e democrático, quando divergimos devemos opinar, foi o que fiz. Além disso, por ser público (mesmo que com o acesso "limitado" e controlado) devemos saber que ao escrevermos algo ficamos expostos, agradando a uns e desagrando a outros, logo ninguém deve reclamar de ser questionado (nem você, nem eu, nem ninguém). Assim sendo, não vejo problema algum em fazer uma análise do seu texto sobre sua análise pessoal e intransferível do artigo do Merval. Goste ou não, as coisas aqui são assim. Digo também que se sinta a vontade para expor as minhas contradições.PRick escreveu: Orestes,
Não estou justificando nada, apenas discordando, tanto da sua análise do texto do Merval, quanto a sua interpretação do que falei.
Algo que tenho todo o direito de fazê-lo, assim, não tenho nada a acrescentar.
Outra coisa, não lhe dou o direito de dizer se estou certo ou não, nem acho que deva mencionar outras pessoas no contexto, para dar razões que você não tem. Minha análise sobre o texto do Merval é bem clara, quem quiser pode discordar dela, afinal, este é um dos motivos da existência do DB.
Repito, o texto do Merval está muito bom, não é perfeito, nem concordo integralmente com ele, mas está muito acima da média. Ele ACERTOU!![]()
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Quanto a citar ou não nomes, deixo claro que isso é uma prerrogativa minha, agradando-o ou não. Deixo claro também que a intenção não foi de ofendê-lo e desde já me desculpo se você sentiu-se assim. Como eu disse, ao escrevermos algo acabamos nos expondo e claro que alguém vai explorar os "deslizes" (ou não!). Não se ofenda, também já fui vítima de meus erros e deslizes, em particular, sei lidar muito bem com isso.
Quanto ao artigo do Merval, maravilhoso como sempre. Ele tem o dom de saber escrever, mesmo que eu discorde do ponto de vista do citado autor. Ele tem suas ideologias e crendices, respeito isso, divergindo ou não. A minha divergência desta vez não foi em relação ao artigo do Merval, mas sim da sua interpretação (e que respeito muito).
Em sua análise do artigo você viu algo que não existe, pelo contrário, o texto dele (Merval) percebe-se claramente que ele é contrário a esta "aproximação" com os franceses. Daí eu achei que você não gostaria do texto dele, até mesmo por sua "ideologia" (nada pejorativo, que fique claro) em relação aos franceses. Se você viu o artigo de outra forma, se você ficou satisfeito com o que ele escreveu, posso dizer que não estou aqui para recriminá-lo, muito menos o sr. Merval.
Abraços "desculposos",
Orestes
![Cool 8-]](./images/smilies/icon_cool.gif)
Sobre os franceses ou qualquer outro povo, são todos estrangeiros, dou valor ao que é brasileiro, aos estrangeiros trato eles na medida que servem aos nossos interesses.
O fato de falar bem da comida ou da cultura francesa, é questão de inaltecer a qualidade, se um produto é bom, seja uma comida, uma música, não me interessa a nacionalidade. É claro que a lógica de mercado, não pode ser levada para o produto bélico, infelizmente.
O mesmo vale para livros e textos, não precisam defender aquilo que penso, podem ter qualidade, defendendo pontos de vista diferentes, agora, textos sem qualidade, sem conteúdo e ainda falsificando a realidade, é o que encontramos por aí pela mídia.
Como o recente exemplo do ocorrido da Espanha, amigos, amigos, negócios à parte. O terrível é ver brasileiros agindo como se fossem estrangeiros.
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Re: Jobim: viagem Paris-Rússia. Jogada de mestre!
PRick escreveu: Ora, Prick, resolveu usar da técnica da censura? rsrsrs O fórum é plural e democrático, quando divergimos devemos opinar, foi o que fiz. Além disso, por ser público (mesmo que com o acesso "limitado" e controlado) devemos saber que ao escrevermos algo ficamos expostos, agradando a uns e desagrando a outros, logo ninguém deve reclamar de ser questionado (nem você, nem eu, nem ninguém). Assim sendo, não vejo problema algum em fazer uma análise do seu texto sobre sua análise pessoal e intransferível do artigo do Merval. Goste ou não, as coisas aqui são assim. Digo também que se sinta a vontade para expor as minhas contradições.
Quanto a citar ou não nomes, deixo claro que isso é uma prerrogativa minha, agradando-o ou não. Deixo claro também que a intenção não foi de ofendê-lo e desde já me desculpo se você sentiu-se assim. Como eu disse, ao escrevermos algo acabamos nos expondo e claro que alguém vai explorar os "deslizes" (ou não!). Não se ofenda, também já fui vítima de meus erros e deslizes, em particular, sei lidar muito bem com isso.
Quanto ao artigo do Merval, maravilhoso como sempre. Ele tem o dom de saber escrever, mesmo que eu discorde do ponto de vista do citado autor. Ele tem suas ideologias e crendices, respeito isso, divergindo ou não. A minha divergência desta vez não foi em relação ao artigo do Merval, mas sim da sua interpretação (e que respeito muito).
Em sua análise do artigo você viu algo que não existe, pelo contrário, o texto dele (Merval) percebe-se claramente que ele é contrário a esta "aproximação" com os franceses. Daí eu achei que você não gostaria do texto dele, até mesmo por sua "ideologia" (nada pejorativo, que fique claro) em relação aos franceses. Se você viu o artigo de outra forma, se você ficou satisfeito com o que ele escreveu, posso dizer que não estou aqui para recriminá-lo, muito menos o sr. Merval.
Abraços "desculposos",
Orestes
Belíssimo post, PRick. Estou com você nessa, penso da mesmíssima forma. Porém, confesso me que surpreendi com sua frase "Não sou "a favor" dos franceses, eu gosto menos dos EUA que da França", isto pra mim é uma grande novidade. Confesso que estou muito surpreso, acredito que outros do DB vão se surpreender igualmente. Por quê? Porque não é isso que você passou aqui durante tanto tempo. Mas digo uma coisa, gostei do que ouvi, esperava algo do gênero de uma pessoa como você. Quando você não está zoando é muito sensato e coerente, talvez eu tenha feito um juízo equivocado mesmo. De qualquer forma, meus parabéns pela forma madura transcrita em uma frase relativamente curta, mas profunda e expressiva. Isso é maturidade, e isto é o PRick que eu conheço.Só existe um pequeno problema na sua tese. Não sou "a favor" dos franceses, eu gosto menos dos EUA que da França. Do mesmo modo, acho que a aliança com a França é a melhor para o Brasil no momento. Se achasse que seria com os EUA ou a Rússia, defenderia o mesmo.
Sobre os franceses ou qualquer outro povo, são todos estrangeiros, dou valor ao que é brasileiro, aos estrangeiros trato eles na medida que servem aos nossos interesses.
O fato de falar bem da comida ou da cultura francesa, é questão de inaltecer a qualidade, se um produto é bom, seja uma comida, uma música, não me interessa a nacionalidade. É claro que a lógica de mercado, não pode ser levada para o produto bélico, infelizmente.
O mesmo vale para livros e textos, não precisam defender aquilo que penso, podem ter qualidade, defendendo pontos de vista diferentes, agora, textos sem qualidade, sem conteúdo e ainda falsificando a realidade, é o que encontramos por aí pela mídia.
Como o recente exemplo do ocorrido da Espanha, amigos, amigos, negócios à parte. O terrível é ver brasileiros agindo como se fossem estrangeiros.
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Grande abraço,
Orestes
Re: Jobim: viagem Paris-Rússia. Jogada de mestre!
Brasil assinará acordo sobre helicópteros com França
Terça, 11 de março de 2008, 21h19 Atualizada às 21h50
Raymond Colitt
O Brasil vai assinar um acordo com a França até julho para construir 50 helicópteros militares como parte de uma aliança estratégica de defesa, disse hoje o ministro da Defesa, Nelson Jobim. "Nós devemos assinar todos os documentos necessários em junho ou julho", afirmou Jobim.
Os dois países também vão assinar uma aliança estratégica de defesa incluindo a construção de um submarino nuclear no Brasil até dezembro, acrescentou Jobim. "Eu não vejo nenhum obstáculo (para o acordo de submarinos). Existe um acordo político", disse Jobim.
A idéia é criar um emprendimento conjunto para construir pelo menos um submarino convencional e depois outro com propulsão nuclear desenvolvido pelo Brasil. O País entrou em um grande programa para melhorar suas Forças Armadas, planejando comprar e construir equipamentos para defender sua costa, rica em petróleo, e a porosa fronteira na região amazônica.
"Nós não teremos uma força dissuasiva no Atlântico se não tivermos uma ferramenta rápida - o submarino nuclear - com participação doméstica", afirmou o ministro. O governo brasileiro está disposto a mostrar que não tem problemas com seus vizinhos e não quer provocar uma corrida armamentista na América Latina com uma onda de gastos militares, cujo tamanho estimado não foi divulgado.
Jobim enfatizou que o submarino proposto não é uma embarcação de ataque e não seria armado com mísseis nucleares.
Reuters
Terça, 11 de março de 2008, 21h19 Atualizada às 21h50
Raymond Colitt
O Brasil vai assinar um acordo com a França até julho para construir 50 helicópteros militares como parte de uma aliança estratégica de defesa, disse hoje o ministro da Defesa, Nelson Jobim. "Nós devemos assinar todos os documentos necessários em junho ou julho", afirmou Jobim.
Os dois países também vão assinar uma aliança estratégica de defesa incluindo a construção de um submarino nuclear no Brasil até dezembro, acrescentou Jobim. "Eu não vejo nenhum obstáculo (para o acordo de submarinos). Existe um acordo político", disse Jobim.
A idéia é criar um emprendimento conjunto para construir pelo menos um submarino convencional e depois outro com propulsão nuclear desenvolvido pelo Brasil. O País entrou em um grande programa para melhorar suas Forças Armadas, planejando comprar e construir equipamentos para defender sua costa, rica em petróleo, e a porosa fronteira na região amazônica.
"Nós não teremos uma força dissuasiva no Atlântico se não tivermos uma ferramenta rápida - o submarino nuclear - com participação doméstica", afirmou o ministro. O governo brasileiro está disposto a mostrar que não tem problemas com seus vizinhos e não quer provocar uma corrida armamentista na América Latina com uma onda de gastos militares, cujo tamanho estimado não foi divulgado.
Jobim enfatizou que o submarino proposto não é uma embarcação de ataque e não seria armado com mísseis nucleares.
Reuters
Re: Jobim: viagem Paris-Rússia. Jogada de mestre!
Pois é, como havia falado, a ora de falar já passou, o NJ agora está fazendo tratativas para fechar os contratos. Chega de papo, está na hora da ação!Junker escreveu:Brasil assinará acordo sobre helicópteros com França
Terça, 11 de março de 2008, 21h19 Atualizada às 21h50
Raymond Colitt
O Brasil vai assinar um acordo com a França até julho para construir 50 helicópteros militares como parte de uma aliança estratégica de defesa, disse hoje o ministro da Defesa, Nelson Jobim. "Nós devemos assinar todos os documentos necessários em junho ou julho", afirmou Jobim.
Os dois países também vão assinar uma aliança estratégica de defesa incluindo a construção de um submarino nuclear no Brasil até dezembro, acrescentou Jobim. "Eu não vejo nenhum obstáculo (para o acordo de submarinos). Existe um acordo político", disse Jobim.
A idéia é criar um emprendimento conjunto para construir pelo menos um submarino convencional e depois outro com propulsão nuclear desenvolvido pelo Brasil. O País entrou em um grande programa para melhorar suas Forças Armadas, planejando comprar e construir equipamentos para defender sua costa, rica em petróleo, e a porosa fronteira na região amazônica.
"Nós não teremos uma força dissuasiva no Atlântico se não tivermos uma ferramenta rápida - o submarino nuclear - com participação doméstica", afirmou o ministro. O governo brasileiro está disposto a mostrar que não tem problemas com seus vizinhos e não quer provocar uma corrida armamentista na América Latina com uma onda de gastos militares, cujo tamanho estimado não foi divulgado.
Jobim enfatizou que o submarino proposto não é uma embarcação de ataque e não seria armado com mísseis nucleares.
Reuters
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- alex
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Re: Jobim: viagem Paris-Rússia. Jogada de mestre!
Bom para os franceses, para nós é mais uma acordo caracu,e nós não estamos entrando com a cara.
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Re: Jobim: viagem Paris-Rússia. Jogada de mestre!
alex escreveu:Bom para os franceses, para nós é mais uma acordo caracu,e nós não estamos entrando com a cara.
Prezado Alex
Vamos aguardar mais um pouco para que possamos realizar uma analise mais completa e consequentemente desprovida de algum grau de paixão. Vou dar um
exemplo de um assunto que as vezes e criticado aqui neste importante fórum de
debates, os NaPa de 500 ton. Alguns colegas questionam o contrato com a CNN para o repasse de tecnologia de construção deste navios. Entretanto não lembramos que com este contrato foi estabelecida uma importante parceria entre a EMGEPRON e a CNN que esta possibilitando a primeira a participar de diversas consultas internacionais referentes a constução de navios de combate. Uma negociação, por conta desta parceria, que esta evoluindo bem, por exemplo, e a referente as corvetas BR70 para a Marinha do Paquistão. Acredito que as decisões relativas a esta parceria com a França estejam sendo tomadas com criterios e analises adequadas.
Sds
Lord Nauta
Re: Jobim: viagem Paris-Rússia. Jogada de mestre!
Como dito anteriormente, helis e subs, mais nada. E nada de helis de ataque da França.
E certo certo mesmo, só depois de tudo assinado(lembrem dos alemães), lembrando sempre que o "sr gargantão" já andou falando demais e tem um certo interesse em soltar "notícias". Eu particularmente tornei-me muito cético em relação ao que este sr diz na imprensa.
Fica em aberto FX, heli de ataque e mais alguma coisa.
E certo certo mesmo, só depois de tudo assinado(lembrem dos alemães), lembrando sempre que o "sr gargantão" já andou falando demais e tem um certo interesse em soltar "notícias". Eu particularmente tornei-me muito cético em relação ao que este sr diz na imprensa.
Fica em aberto FX, heli de ataque e mais alguma coisa.
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Re: Jobim: viagem Paris-Rússia. Jogada de mestre!
Carlos Mathias escreveu:Como dito anteriormente, helis e subs, mais nada. E nada de helis de ataque da França.
E certo certo mesmo, só depois de tudo assinado(lembrem dos alemães), lembrando sempre que o "sr gargantão" já andou falando demais e tem um certo interesse em soltar "notícias". Eu particularmente tornei-me muito cético em relação ao que este sr diz na imprensa.
Fica em aberto FX, heli de ataque e mais alguma coisa.
Prezados Amigos
Os caminhos apontam para o submarino Scorpene e helis Cougar para a MB (versão nava ASW/ASuW e Transporte/SAR), EB e FAB. Os helis de ataque serão os preferidos pela FAB.....
Quanto ao FX começa um movimento em direção ao norte do continente americano (F18E/F ----F35).
Hoje esta acontecendo no Rio de Janeiro um grande evento patrocinado pela Boeing voltado em principio para a aviação comercial. Entretanto......
Vamos agardar. Os norte-americamos não brincam em serviço.
Sds
Lord Nauta
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Re: Jobim: viagem Paris-Rússia. Jogada de mestre!
CM, você ficaria feliz com um F-18 E/F por essas bandas? Sei que não é o ideal, mas parece interessante, não acha?
- chm0d
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Re: Jobim: viagem Paris-Rússia. Jogada de mestre!
Dependendo do valor e das condições, eu não ficaria triste por exemplo.Wolfgang escreveu:CM, você ficaria feliz com um F-18 E/F por essas bandas? Sei que não é o ideal, mas parece interessante, não acha?
Abs.