EUA
Moderador: Conselho de Moderação
- Sterrius
- Sênior
- Mensagens: 5140
- Registrado em: Sex Ago 01, 2008 1:28 pm
- Agradeceu: 115 vezes
- Agradeceram: 323 vezes
Re: EUA : Ascensão e queda de uma grande potência
vamos ver se sai algo sobre o Brasil no meio desses documentos! È tanto documento que acho que vai sobrar pra todo mundo
- prp
- Sênior
- Mensagens: 9193
- Registrado em: Qui Nov 26, 2009 11:23 am
- Localização: Montes Claros
- Agradeceu: 151 vezes
- Agradeceram: 437 vezes
Re: EUA : Ascensão e queda de uma grande potência
Uma pergunta. Como que conseguiram estes documentos?
- Sterrius
- Sênior
- Mensagens: 5140
- Registrado em: Sex Ago 01, 2008 1:28 pm
- Agradeceu: 115 vezes
- Agradeceram: 323 vezes
Re: EUA : Ascensão e queda de uma grande potência
Devem ser varias fontes prp. Eu me lembro que pegaram 1 ano passado, mas não teve confirmação se ele cedia pro wikileaks.
- cabeça de martelo
- Sênior
- Mensagens: 41159
- Registrado em: Sex Out 21, 2005 10:45 am
- Localização: Portugal
- Agradeceu: 1227 vezes
- Agradeceram: 3133 vezes
Re: EUA : Ascensão e queda de uma grande potência
Uuuuuuuuuuuuuuuui, vai ser lindo, vai...FoxTroop escreveu:As relações de Washington com a Rússia, Israel ou Turquia podem ser afectadas após a publicação de nova leva de documentos secretos pelo site Wikileaks, o que pode acontecer ainda hoje. O Departamento de Estado dos EUA avisou os seus aliados e prepara-se para o pior.
Parte das comunicações dizem respeito ao primeiro ano de Obama na Casa Branca (Jason Reed/REUTERS)
http://www.publico.pt/Mundo/wikileaks-v ... ma_1468306


- FoxTroop
- Sênior
- Mensagens: 1477
- Registrado em: Qui Mai 27, 2010 11:56 am
- Localização: Portugal
- Agradeceu: 82 vezes
- Agradeceram: 112 vezes
Re: EUA : Ascensão e queda de uma grande potência
http://publico.clix.pt/Mundo/wikileaks- ... da_1468395Alguns das centenas de milhares de documentos que vão ser publicados este fim-de-semana pela organização internacional WikiLeaks deverão demonstrar que os Estados Unidos têm ajudado o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).
Quem o diz é o jornal londrino, em língua árabe, “Al-Hayat”, num aspecto entretanto referenciado também pela imprensa israelita.
O PKK é considerado um grupo terrorista tanto na Turquia como nos Estados Unidos, na União Europeia e na Austrália.
Outro documento desta enorme série deverá acusar a Turquia, desde 1952 membro da NATO, de fornecer ajuda indirecta à rede terrorista Al-Qaeda, de Osama bin Laden. Crê-se que o terá feito ao não controlar o movimento de pessoas na sua fronteira com o Iraque.
A WikiLeaks tenciona publicar 400.000 documentos muito sensíveis dos últimos cinco anos, incluindo conversas com políticos e jornalistas, bem como análises de diplomatas norte-americanos sobre os países onde se encontram colocados.
“The Jerusalem Post” afirma que documentos militares norte-americanos se referem ao PKK como ‘’guerreiros da liberdade e cidadãos turcos’’, dizendo que os Estados Unidos até já libertaram no Iraque alguns militantes daquele partido que oficialmente é considerado terrorista.
Os mesmos documentos afirmam que os militares norte-americanos destacados no Iraque deram armas ao PKK, que luta pela independência dos curdos que vivem na Turquia.
Outro jornal israelita, o “Haaretz”, noticiou que as autoridades de Israel se encontram apreensivas com o material que a WikiLeaks está prestes a revelar.
Washington teria desejado que Israel soubesse de antemão o que se prepara, pelo que a embaixada em Telavive informou o ministério israelita dos Negócios Estrangeiros da possível divulgação iminente de documentação que poderá ser muito embaraçosa.
Alguma correspondência interna entre diplomatas norte-americanos poderá reflectir posições muito diferentes das que normalmente são assumidas em público pela Casa Branca.
Em duas anteriores divulgações de documentos norte-americanos, em Julho e Outubro, a WikiLeaks forneceu-os em primeira mão aos jornais “The New York Times”, “The Guardian” e “Der Spiegel”, na condição de publicarem os seus artigos em simultâneo
Agora é que a podridão vai vir bem ao de cima



- marcelo l.
- Sênior
- Mensagens: 6096
- Registrado em: Qui Out 15, 2009 12:22 am
- Agradeceu: 138 vezes
- Agradeceram: 66 vezes
Re: EUA : Ascensão e queda de uma grande potência
http://www.worldpoliticsreview.com/arti ... ommitments
na superfície, a reunião de cúpula da Otan em Lisboa, a barragem de artilharia norte-coreano contra a Ilha de Yeonpyeong, ea desmascarar os "falsos" Mullah Akhtar Mohammad Mansour, no Afeganistão parece ser eventos separados e desconexos. Mas há um tema comum que une essas três histórias da notícia juntos.
Em sua coluna coluna WPR na segunda-feira, Thomas PM Barnett resumiu o problema: os Estados Unidos não podem "fechar as brechas" no sistema de segurança global. O fim da Guerra Fria eo surgimento de novos centros de poder ao redor do mundo não conduziram a nenhuma mudança significativa no que assume os encargos do sistema. Na verdade, como Dowd WPR Alan Briefing no início desta semana apontou, de parte a América do gastos de defesa da OTAN tem aumentado na última década. A Europa tem hoje a maior economia, mas Washington é responsável por 73 por cento dos gastos da NATO, face a cerca de metade do total da aliança em 2000.
Apesar de anos de retórica, não se trata de mudar. Como John Cloud, o ex-embaixador dos EUA para a Lituânia, claro, "A maioria dos países europeus não vejo nenhuma grande ameaça à sua segurança que requer a rampa até o financiamento para a difícil capacidade de potência da Otan." Se há falhas na segurança trans-atlântica, ou no poder e na capacidade da aliança de projetar poder para além da Europa para enfrentar as ameaças para a região euro-atlântica, eles não serão preenchidas por contribuições europeias. Mas será que os Estados Unidos será capaz de continuar pagando a conta?
Com casa própria econômico da América hoje em desarranjo - e com a mensagem de as eleições intercalares (ainda é a economia, estúpido!) Tocando alto e bom som nos ouvidos da Casa Branca - os próprios Estados Unidos está tentando limpar a não- realizar ativos de seu balanço de segurança. Apesar dos problemas renovado no Iraque, a administração continua em curso com uma rescisão gradual de envolvimento militar dos EUA lá. No Afeganistão, os resultados menos do que espetacular das operações lançadas no início deste ano - especialmente a percepção de que o governo do presidente afegão, Hamid Karzai, não pode entregar o governo "em uma caixa" famoso ao território livre de o Taleban por EUA e superior NATO poder de fogo - reacendeu a busca de uma solução política que permita os EUA para reivindicar algum tipo de sucesso. Nossa ânsia de encontrar uma figura Taliban para negociar com a abertura criada para o impostor Mansour: "Nós estávamos tão desesperados por um interlocutor que se encaixam no projeto de lei que, e eis que apareceu um convenientemente.
Mas, apesar do constrangimento que se seguiu, nada mudou: Washington ainda está procurando por uma combinação de poder militar e diplomático que irá produzir a estabilidade no Afeganistão suficiente para permitir uma retirada americana do Hindu Kush. A barragem de artilharia na Coréia do Sul esta semana serve como um lembrete desagradável de que os Estados Unidos não têm o luxo de se concentrar sobre o teatro de operações no Afeganistão, em detrimento do resto de seus compromissos de segurança.
É também, entretanto, uma lembrança indesejada de uma outra pergunta incômoda que espreita no fundo da discussão: Será que ainda querem honrar os compromissos que fizemos durante a Guerra Fria com as mesmas despesas de sangue e tesouro? Coreia do Sul, por sua vez, está lutando com seu próprio dilema. Após ter escolhido para prosseguir a prosperidade econômica à sombra do vulcão da Coreia do Norte, cujo passado de dormência há muitos anos não é garantia de futuro tranquilo, Seul deve agora decidir se quer ou não colocar em risco o que ele tem construído para defender as suas linhas vermelhas. Se a Coréia do Sul responder com força aos ataques como o naufrágio do Cheonan e agora a salva de artilharia, esta semana, convidando assim a possibilidade de grande destruição e perdas e sustentada? Ou são tais provocações de ser engolido, condenou retoricamente, mas de outra forma impune? Se estes incidentes foram um teste norte-coreanos do Sul resolver - e da vontade de Washington de se envolver - se a falta de uma resposta enérgica ser visto como uma medida prudente, ou como sinal de fraqueza?
Acontece que eu concordo com a análise que diz que provocações da Coreia do Norte são um esforço para alavancar um processo diplomático em condições mais favoráveis para Pyongyang. Mas eu também estou preocupado porque, ao contrário durante a Guerra Fria, Moscou e Pequim não tem controle absoluto sobre o que acontece em Pyongyang. Isso significa que Kim Jong-Il pode ser mais preparado para mergulhar a península em uma conflagração regional, em um esforço para evitar o colapso do seu regime durante a transferência de poder para seu herdeiro. Assim, o envio de forças navais dos EUA para a região, que já está ocorrendo, é um primeiro passo para que demonstre o compromisso, mas Washington vai estar preparado para assumir a mergulhar para a utilização dessas forças, se necessário?
Isso traz a questão maior. Assim, grande parte da arquitetura de segurança global que os EUA construíram na época da Guerra Fria foi baseada no princípio da linha vermelha: Se uma linha é cruzada - se na Coréia ou em Berlim, o Golfo Pérsico ou o hemisfério ocidental -, haverá uma a resposta. Porque a certeza de uma resposta dos EUA foi tomado como um artigo de fé, os aliados - como os europeus ou os coreanos, por exemplo - foram preparados para canalizar recursos para longe de gastos com defesa em desenvolvimento econômico. A mesma certeza de uma resposta dos EUA, por sua vez, também condicionou a abordagem adoptada por outras potências do contraditório. Finalmente, e não inconseqüente, a ordem resultante estável permitiu que os EUA reduziram a sua presença de linha de frente em muitas partes do mundo, porque um menor de forças dos EUA ainda pode servir como uma guardiã simbólica para evitar que fios de disparo por parte dos adversários .
Como a administração Obama navega a situação coreana - que se tornou o ponto focal de atenção Casa Branca neste feriado de Ação de Graças - manter a paz é muito crítico. Mas como é que a paz seja mantida e que medidas são tomadas para isso toca diretamente para trás em observações do Barnett sobre as crescentes diferenças na arquitectura de segurança global e da falta de vontade cada vez maior de os EUA a agir como seu ressegurador. O Departamento de Estado nota que "muitos, muitos países, incluindo China, o benefício da aliança que temos com a Coreia do Sul e outros países da região ". Mas a estabilidade gerada por essa aliança no nordeste da Ásia repousava em pressupostos que não foram realmente testadas - até agora.
Este, por sua vez, tem implicações para outras regiões. Cloud, por exemplo, aponta que as decisões europeias sobre gastos de defesa baseiam-se, em certa medida, em "uma suposição de que o poder dos EUA rígido está disponível e de plantão para 'salvar a Europa". Esta garantia implícita assumiu maior importância nos últimos anos anos, como membros da Otan se tornaram relutantes em envolver-se quando os seus colegas membros da aliança ter problemas de segurança, que não afecta os seus interesses.
Os EUA não vai desmantelar suas alianças e desligar do mundo em breve. Mas o mundo é cada vez mais fora de aviso: Se a guia continua a crescer no ritmo atual, Washington não será mais capaz de oferecer proteção a descoberto na conta de segurança global.
Nikolas K. Gvosdev é o ex-editor de interesse nacional, e uma política externa comentador freqüente em ambos os impressos e meios de transmissão. Ele está atualmente no corpo docente da Escola de Guerra Naval dos EUA. As opiniões expressas são próprios e não refletem as da Marinha ou do governo dos EUA. Sua coluna semanal WPR, O Prisma Realista, aparece toda sexta-feira.
na superfície, a reunião de cúpula da Otan em Lisboa, a barragem de artilharia norte-coreano contra a Ilha de Yeonpyeong, ea desmascarar os "falsos" Mullah Akhtar Mohammad Mansour, no Afeganistão parece ser eventos separados e desconexos. Mas há um tema comum que une essas três histórias da notícia juntos.
Em sua coluna coluna WPR na segunda-feira, Thomas PM Barnett resumiu o problema: os Estados Unidos não podem "fechar as brechas" no sistema de segurança global. O fim da Guerra Fria eo surgimento de novos centros de poder ao redor do mundo não conduziram a nenhuma mudança significativa no que assume os encargos do sistema. Na verdade, como Dowd WPR Alan Briefing no início desta semana apontou, de parte a América do gastos de defesa da OTAN tem aumentado na última década. A Europa tem hoje a maior economia, mas Washington é responsável por 73 por cento dos gastos da NATO, face a cerca de metade do total da aliança em 2000.
Apesar de anos de retórica, não se trata de mudar. Como John Cloud, o ex-embaixador dos EUA para a Lituânia, claro, "A maioria dos países europeus não vejo nenhuma grande ameaça à sua segurança que requer a rampa até o financiamento para a difícil capacidade de potência da Otan." Se há falhas na segurança trans-atlântica, ou no poder e na capacidade da aliança de projetar poder para além da Europa para enfrentar as ameaças para a região euro-atlântica, eles não serão preenchidas por contribuições europeias. Mas será que os Estados Unidos será capaz de continuar pagando a conta?
Com casa própria econômico da América hoje em desarranjo - e com a mensagem de as eleições intercalares (ainda é a economia, estúpido!) Tocando alto e bom som nos ouvidos da Casa Branca - os próprios Estados Unidos está tentando limpar a não- realizar ativos de seu balanço de segurança. Apesar dos problemas renovado no Iraque, a administração continua em curso com uma rescisão gradual de envolvimento militar dos EUA lá. No Afeganistão, os resultados menos do que espetacular das operações lançadas no início deste ano - especialmente a percepção de que o governo do presidente afegão, Hamid Karzai, não pode entregar o governo "em uma caixa" famoso ao território livre de o Taleban por EUA e superior NATO poder de fogo - reacendeu a busca de uma solução política que permita os EUA para reivindicar algum tipo de sucesso. Nossa ânsia de encontrar uma figura Taliban para negociar com a abertura criada para o impostor Mansour: "Nós estávamos tão desesperados por um interlocutor que se encaixam no projeto de lei que, e eis que apareceu um convenientemente.
Mas, apesar do constrangimento que se seguiu, nada mudou: Washington ainda está procurando por uma combinação de poder militar e diplomático que irá produzir a estabilidade no Afeganistão suficiente para permitir uma retirada americana do Hindu Kush. A barragem de artilharia na Coréia do Sul esta semana serve como um lembrete desagradável de que os Estados Unidos não têm o luxo de se concentrar sobre o teatro de operações no Afeganistão, em detrimento do resto de seus compromissos de segurança.
É também, entretanto, uma lembrança indesejada de uma outra pergunta incômoda que espreita no fundo da discussão: Será que ainda querem honrar os compromissos que fizemos durante a Guerra Fria com as mesmas despesas de sangue e tesouro? Coreia do Sul, por sua vez, está lutando com seu próprio dilema. Após ter escolhido para prosseguir a prosperidade econômica à sombra do vulcão da Coreia do Norte, cujo passado de dormência há muitos anos não é garantia de futuro tranquilo, Seul deve agora decidir se quer ou não colocar em risco o que ele tem construído para defender as suas linhas vermelhas. Se a Coréia do Sul responder com força aos ataques como o naufrágio do Cheonan e agora a salva de artilharia, esta semana, convidando assim a possibilidade de grande destruição e perdas e sustentada? Ou são tais provocações de ser engolido, condenou retoricamente, mas de outra forma impune? Se estes incidentes foram um teste norte-coreanos do Sul resolver - e da vontade de Washington de se envolver - se a falta de uma resposta enérgica ser visto como uma medida prudente, ou como sinal de fraqueza?
Acontece que eu concordo com a análise que diz que provocações da Coreia do Norte são um esforço para alavancar um processo diplomático em condições mais favoráveis para Pyongyang. Mas eu também estou preocupado porque, ao contrário durante a Guerra Fria, Moscou e Pequim não tem controle absoluto sobre o que acontece em Pyongyang. Isso significa que Kim Jong-Il pode ser mais preparado para mergulhar a península em uma conflagração regional, em um esforço para evitar o colapso do seu regime durante a transferência de poder para seu herdeiro. Assim, o envio de forças navais dos EUA para a região, que já está ocorrendo, é um primeiro passo para que demonstre o compromisso, mas Washington vai estar preparado para assumir a mergulhar para a utilização dessas forças, se necessário?
Isso traz a questão maior. Assim, grande parte da arquitetura de segurança global que os EUA construíram na época da Guerra Fria foi baseada no princípio da linha vermelha: Se uma linha é cruzada - se na Coréia ou em Berlim, o Golfo Pérsico ou o hemisfério ocidental -, haverá uma a resposta. Porque a certeza de uma resposta dos EUA foi tomado como um artigo de fé, os aliados - como os europeus ou os coreanos, por exemplo - foram preparados para canalizar recursos para longe de gastos com defesa em desenvolvimento econômico. A mesma certeza de uma resposta dos EUA, por sua vez, também condicionou a abordagem adoptada por outras potências do contraditório. Finalmente, e não inconseqüente, a ordem resultante estável permitiu que os EUA reduziram a sua presença de linha de frente em muitas partes do mundo, porque um menor de forças dos EUA ainda pode servir como uma guardiã simbólica para evitar que fios de disparo por parte dos adversários .
Como a administração Obama navega a situação coreana - que se tornou o ponto focal de atenção Casa Branca neste feriado de Ação de Graças - manter a paz é muito crítico. Mas como é que a paz seja mantida e que medidas são tomadas para isso toca diretamente para trás em observações do Barnett sobre as crescentes diferenças na arquitectura de segurança global e da falta de vontade cada vez maior de os EUA a agir como seu ressegurador. O Departamento de Estado nota que "muitos, muitos países, incluindo China, o benefício da aliança que temos com a Coreia do Sul e outros países da região ". Mas a estabilidade gerada por essa aliança no nordeste da Ásia repousava em pressupostos que não foram realmente testadas - até agora.
Este, por sua vez, tem implicações para outras regiões. Cloud, por exemplo, aponta que as decisões europeias sobre gastos de defesa baseiam-se, em certa medida, em "uma suposição de que o poder dos EUA rígido está disponível e de plantão para 'salvar a Europa". Esta garantia implícita assumiu maior importância nos últimos anos anos, como membros da Otan se tornaram relutantes em envolver-se quando os seus colegas membros da aliança ter problemas de segurança, que não afecta os seus interesses.
Os EUA não vai desmantelar suas alianças e desligar do mundo em breve. Mas o mundo é cada vez mais fora de aviso: Se a guia continua a crescer no ritmo atual, Washington não será mais capaz de oferecer proteção a descoberto na conta de segurança global.
Nikolas K. Gvosdev é o ex-editor de interesse nacional, e uma política externa comentador freqüente em ambos os impressos e meios de transmissão. Ele está atualmente no corpo docente da Escola de Guerra Naval dos EUA. As opiniões expressas são próprios e não refletem as da Marinha ou do governo dos EUA. Sua coluna semanal WPR, O Prisma Realista, aparece toda sexta-feira.
"If the people who marched actually voted, we wouldn’t have to march in the first place".
"(Poor) countries are poor because those who have power make choices that create poverty".
ubi solitudinem faciunt pacem appellant
"(Poor) countries are poor because those who have power make choices that create poverty".
ubi solitudinem faciunt pacem appellant
- soultrain
- Sênior
- Mensagens: 12154
- Registrado em: Dom Jun 19, 2005 7:39 pm
- Localização: Almada- Portugal
Re: EUA : Ascensão e queda de uma grande potência
Active Engagement, Modern Defence
Strategic Concept for the Defence and Security of the Members of the North Atlantic Treaty Organisation adopted by Heads of State and Government in Lisbon
http://www.nato.int/cps/en/natolive/off ... _68580.htm
Strategic Concept for the Defence and Security of the Members of the North Atlantic Treaty Organisation adopted by Heads of State and Government in Lisbon
http://www.nato.int/cps/en/natolive/off ... _68580.htm
"O que se percebe hoje é que os idiotas perderam a modéstia. E nós temos de ter tolerância e compreensão também com os idiotas, que são exatamente aqueles que escrevem para o esquecimento"

NJ
- FoxTroop
- Sênior
- Mensagens: 1477
- Registrado em: Qui Mai 27, 2010 11:56 am
- Localização: Portugal
- Agradeceu: 82 vezes
- Agradeceram: 112 vezes
Re: EUA : Ascensão e queda de uma grande potência
Hoje, pelas 21:30 (hora de Lisboa) não perca o proximo episódio de saga "Como se orusca a anilha de uma super-potencia" by WikiLeaksCarta de Washington a Julian Assange
Administração Obama pede à WikiLeaks que não revele comunicações que a comprometam
Numa medida muito pouco habitual, que reflecte as graves preocupações das autoridades norte-americanas, o Departamento de Estado distribuiu ontem à noite uma carta do seu principal advogado para o fundador da WikiLeaks, Julian Assange, a dizer que o conteúdo desta fuga de informação ameaça as operações globais de contra-terrorismo e coloca em risco as relações dos Estados Unidos com os seus aliados.
A carta do conselheiro jurídico Harold Koh para Assange e o seu advogado diz que a divulgação destes documentos será ilegal, pelo que se pede que a mesma não seja concretizada.
A missiva ontem à noite divulgada afirma de igual modo que o Governo de Washington não cooperará de qualquer forma com a Wikileaks nas tentativas de triagem dos documentos que possam colocar em risco as fontes e os métodos de se obter informações secretas.
A carta de Koh foi distribuída numa altura em que diplomatas norte-americanos destacados em todo o mundo se esforçaram por avisar governos estrangeiros sobre o que poderia estar nos documentos secretos que se julga que contenham opiniões muito melindrosas sobre dirigentes mundiais, as suas políticas e as tentativas de Washington para captar a sua simpatia.
Nessa carta, o advogado do Departamento de Estado afirma que a publicação de uns 250.000 telegramas diplomáticos secretos pela Wikileaks, aguardada para as próximas horas, “colocará em risco as vidas de um número incontável de inocentes”, bem como operações militares em curso e a cooperação entre países.
Koh afirmou que a WikiLeaks deveria devolver todos os documentos à Administração norte-americana e destruir quaisquer cópias que porventura ainda possa ter em seu poder ou nas suas bases de dados devidamente computadorizadas.
Nos últimos dias, tem-se admitido que as relações dos Estados Unidos com a Rússia, a França, Israel e a Turquia, entre outras, possam ser afectadas pela publicação desta nova leva de documentos secretos




- FoxTroop
- Sênior
- Mensagens: 1477
- Registrado em: Qui Mai 27, 2010 11:56 am
- Localização: Portugal
- Agradeceu: 82 vezes
- Agradeceram: 112 vezes
Re: EUA : Ascensão e queda de uma grande potência
CAs informações constam dos documentos hoje divulgados por jornais internacionais que os receberam do site Wikileaks.
Entre as revelações estão a indicação de que os EUA mandaram espiar o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e os representantes dos outros membros permanentes do Conselho de Segurança – França, Reino Unido, China e Rússia.
É também dito que Washington vigia de perto a agenda islamista do primeiro-ministro turco, Recep Erdogan, e que os países árabes pediram a Washington para travar o programa nuclear iraniano por qualquer meio.
Os documentos – 251. 287 mensagens que cobrem um período até Fevereiro de 2010 e que na sua maioria abarcam os últimos dois danos – provam a intensa actividade dos Estados Unidos para bloquear o Irão, o enorme jogo que se desenrola em redor da China e os esforços para cortejar países da América Latina e isolar o Presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
Segundo o diário espanhol “El País”, que com os jornais “The Guardian”, “The New York Times”, “Le Monde” e o semanário alemão “Der Spiegal” recebeu os documentos do site Wikileaks, escreve que o alcance destas revelações é de tal forma grande que pode dinamitar as relações entre os EUA e alguns dos seus principais aliados. Noutros casos, pode pôr em risco projectos importantes de política externa, como a aproximação à Rússia ou o apoio a vários governos árabes.
O “El País” antecipa ainda que esta fuga poderá permitir que se fale de um antes e um depois em termos de hábitos diplomáticos: “os métodos tradicionais de comunicação e as práticas usadas para a obtenção de informações vão ficar a partir de agora sob suspeita

-
- Sênior
- Mensagens: 8577
- Registrado em: Seg Ago 18, 2008 1:23 am
- Agradeceu: 7 vezes
- Agradeceram: 28 vezes
Re: EUA : Ascensão e queda de uma grande potência
Atualizado em 28 de novembro, 2010 - 17:38 (Brasília) 19:38 GMT
Dados secretos indicam que EUA ordenaram espionagem na cúpula da ONU
Cerca de 250 mil documentos secretos obtidos pelo site Wikileaks e divulgados neste domingo indicam que os Estados Unidos ordenaram espionagem a respeito de diversos altos funcionários da ONU - incluindo o seu secretário-geral, Ban Ki-moon.
Os dados têm como base comunicações feitas entre embaixadas dos Estados Unidos em todo o mundo. As informações mais recentes obtidas pelo Wikileaks - especializado na publicação de documentos confidenciais - são de fevereiro deste ano.
Um comunicado assinado pela secretária de Estado americana, Hillary Clinton, e enviado a diplomatas americanos em julho de 2009 pede "dados biométricos detalhados" e informações técnicas - como senhas usadas em comunicações privadas - de altos integrantes da ONU.
Entre as autoridades visadas, estavam o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e os representantes permanentes de Grã-Bretanha, França, Rússia e China no Conselho de Segurança.
Chávez "louco"
Segundo os dados obtidos pelo Wikileaks, o assessor diplomático da Presidência francesa, Jean-David Levitte, disse ao subsecretário de Estado americano Philip H. Gordon, em um encontro realizado em Paris em setembro de 2009, que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, é "louco" e que nem o Brasil era capaz de dar-lhe mais apoio.
"Infelizmente, Chávez está pegando um dos países mais ricos da América Latina e transformando-o em outro Zimbábue", disse Levitte, segundo o comunicado.
Os documentos também reforçam o medo dos Estados Unidos de que o Paraguai reúna agentes iranianos e militantes islâmicos. A tese é corrente desde os atentados de 11 de setembro de 2001, principalmente em relação à "tríplice fronteira" entre Brasil, Argentina e Paraguai.
Pressão para atacar Irã
Entre as informações que constam dos documentos, também estão a pressão de líderes árabes - como o rei da Arábia Saudita, Abdullah bin Abdul Aziz - para que os Estados Unidos bombardeassem o Irã, além de esforços clandestinos do governo americano em atacar a rede Al-Qaeda no Iêmen.
O editor da BBC para o Oriente Médio Jeremy Bowen acredita que o vazamento vai intensificar o debate sobre os planos nucleares do Irã, assim como sobre as chances de uma ação militar por parte dos Estados Unidos ou de Israel.
"Os vazamentos são profundamente constrangedores para os americanos e vão enfurecer os líderes árabes cujas declarações foram citadas", diz Bowen.
Os comunicados entre embaixadas ainda indicam preocupações com a segurança do programa nuclear paquistanês, com o possível uso de material radioativo para a construção de armas atômicas.
Críticas ao vazamento
O governo dos Estados Unidos criticou o site Wikileaks pela divulgação dos dados.
"O presidente (Barack) Obama apoia um governo responsável e aberto tanto internamente quanto ao redor do mundo, mas esta ação descuidada e perigosa vai contra este objetivo", disse um comunicado da Casa Branca.
"Nós condenamos nos termos mais fortes a divulgação não-autorizada de documentos confidenciais e informações sensíveis da segurança nacional", afirma a nota.
Para o fundador do Wikileaks, o australiano Julian Assange, o governo dos Estados Unidos tem medo de prestar esclarecimentos em relação aos documentos que foram vazados.
Horas antes da divulgação dos dados, o Wikileaks disse estar sendo vítima de um ataque cibernético. "Nós estamos agora sob um ataque de rejeição de servidores massivamente distribuído", afirmou o site por meio de seu perfil no serviço de microblogging Twitter.
Às 17h30, a página principal do site abria normalmente, mas apresentava lentidão no acesso aos seus demais conteúdos.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticia ... o_rp.shtml
Dados secretos indicam que EUA ordenaram espionagem na cúpula da ONU
Cerca de 250 mil documentos secretos obtidos pelo site Wikileaks e divulgados neste domingo indicam que os Estados Unidos ordenaram espionagem a respeito de diversos altos funcionários da ONU - incluindo o seu secretário-geral, Ban Ki-moon.
Os dados têm como base comunicações feitas entre embaixadas dos Estados Unidos em todo o mundo. As informações mais recentes obtidas pelo Wikileaks - especializado na publicação de documentos confidenciais - são de fevereiro deste ano.
Um comunicado assinado pela secretária de Estado americana, Hillary Clinton, e enviado a diplomatas americanos em julho de 2009 pede "dados biométricos detalhados" e informações técnicas - como senhas usadas em comunicações privadas - de altos integrantes da ONU.
Entre as autoridades visadas, estavam o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e os representantes permanentes de Grã-Bretanha, França, Rússia e China no Conselho de Segurança.
Chávez "louco"
Segundo os dados obtidos pelo Wikileaks, o assessor diplomático da Presidência francesa, Jean-David Levitte, disse ao subsecretário de Estado americano Philip H. Gordon, em um encontro realizado em Paris em setembro de 2009, que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, é "louco" e que nem o Brasil era capaz de dar-lhe mais apoio.
"Infelizmente, Chávez está pegando um dos países mais ricos da América Latina e transformando-o em outro Zimbábue", disse Levitte, segundo o comunicado.
Os documentos também reforçam o medo dos Estados Unidos de que o Paraguai reúna agentes iranianos e militantes islâmicos. A tese é corrente desde os atentados de 11 de setembro de 2001, principalmente em relação à "tríplice fronteira" entre Brasil, Argentina e Paraguai.
Pressão para atacar Irã
Entre as informações que constam dos documentos, também estão a pressão de líderes árabes - como o rei da Arábia Saudita, Abdullah bin Abdul Aziz - para que os Estados Unidos bombardeassem o Irã, além de esforços clandestinos do governo americano em atacar a rede Al-Qaeda no Iêmen.
O editor da BBC para o Oriente Médio Jeremy Bowen acredita que o vazamento vai intensificar o debate sobre os planos nucleares do Irã, assim como sobre as chances de uma ação militar por parte dos Estados Unidos ou de Israel.
"Os vazamentos são profundamente constrangedores para os americanos e vão enfurecer os líderes árabes cujas declarações foram citadas", diz Bowen.
Os comunicados entre embaixadas ainda indicam preocupações com a segurança do programa nuclear paquistanês, com o possível uso de material radioativo para a construção de armas atômicas.
Críticas ao vazamento
O governo dos Estados Unidos criticou o site Wikileaks pela divulgação dos dados.
"O presidente (Barack) Obama apoia um governo responsável e aberto tanto internamente quanto ao redor do mundo, mas esta ação descuidada e perigosa vai contra este objetivo", disse um comunicado da Casa Branca.
"Nós condenamos nos termos mais fortes a divulgação não-autorizada de documentos confidenciais e informações sensíveis da segurança nacional", afirma a nota.
Para o fundador do Wikileaks, o australiano Julian Assange, o governo dos Estados Unidos tem medo de prestar esclarecimentos em relação aos documentos que foram vazados.
Horas antes da divulgação dos dados, o Wikileaks disse estar sendo vítima de um ataque cibernético. "Nós estamos agora sob um ataque de rejeição de servidores massivamente distribuído", afirmou o site por meio de seu perfil no serviço de microblogging Twitter.
Às 17h30, a página principal do site abria normalmente, mas apresentava lentidão no acesso aos seus demais conteúdos.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticia ... o_rp.shtml
- Sterrius
- Sênior
- Mensagens: 5140
- Registrado em: Sex Ago 01, 2008 1:28 pm
- Agradeceu: 115 vezes
- Agradeceram: 323 vezes
Re: EUA : Ascensão e queda de uma grande potência
saiu um bom numero de documentos envolvendo o brasil tb. Alguns até proibidos para estrangeiros (uns 17). No total foram uns 700-1000 documentos.
Agora é ver se alguem ta disposto a fuçar os documentos![Cool 8-]](./images/smilies/icon_cool.gif)
Agora é ver se alguem ta disposto a fuçar os documentos
![Cool 8-]](./images/smilies/icon_cool.gif)
-
- Sênior
- Mensagens: 2235
- Registrado em: Sex Mai 05, 2006 9:15 pm
- Localização: são luis - ma
- Agradeceram: 3 vezes
Re: EUA : Ascensão e queda de uma grande potência
EUA EXECUTAM GUERRA SECRETA NO IÊMEN
Os Estados Unidos executam uma guerra secreta no Iêmen que mata cinco vezes mais civis do que terroristas, informa nesta quinta-feira o jornal britânico The Times.
Nos 12 últimos meses, os EUA lançaram quatro ataques com mísseis cruzeiros contra alvos da Al Qaeda na Península Arábica, nos quais morreram 200 civis e apenas 40 terroristas, diz a publicação.
Os detalhes desses ataques só foram divulgados depois de o WikiLeaks publicar vazamentos diplomáticos segundo os quais o governo iemenita fingiu várias vezes ser responsável pelas operações para encobrir Washington.
Fontes do governo iemenita deram ao jornal britânico detalhes dos ataques e o custo de vidas civis, algo que vinham suspeitando há tempo grupos de defesa dos direitos humanos.
Segundo os serviços de inteligência americanos, Al Qaeda deslocou seu centro de operações da fronteira afegão-paquistanês para o Iêmen.
Umar Farouk Abdulmutallab, o nigeriano de 23 anos que tentou atentar contra um avião com destino a Detroit (EUA) no Natal passado, recebeu treinamento nesse país árabe.
Funcionários ienemistas disseram ao The Times que EUA lançaram em dezembro passado duas ofensivas usando mísseis 'cruzeiro' a partir de navios da Marinha, aos quais seguiram outro em janeiro e um quarto em maio.
O míssil atingiu um suposto acampamento da Al Qaeda, na província sulina de Abyan, em 17 de dezembro, matou 41 moradores locais, entre eles 14 mulheres e 21 crianças.
O governo iemenita pediu a Washington que suspendesse os ataques depois de o lançamento de maio acabasse com a vida de um líder tribal leal ao governo que negociava a entrega de um membro da Al Qaeda quando a ofensiva ocorreu. O terrorista foi o único que alcançou saiu ileso.
Vazamentos do WikiLeaks, o presidente iemenita, Ali Abdala Saleh, tratou o tema com o general David Petraeus, chefe do comando central americano em 11 de janeiro.
Saleh acusou os EUA de terem errado o alvo após a morte de civis em um ataque contra Al Qaeda em Abyan, em dezembro do ano passado.
As forças americanas tentam caçar Anwar al-Awlaki, um jihadista americano que se refugiou em uma região montanhosa do sul do Iêmen descrita por alguns como mais perigosa do que a de Tora Bora, no leste do Afeganistão.
Fonte: Terra
Os Estados Unidos executam uma guerra secreta no Iêmen que mata cinco vezes mais civis do que terroristas, informa nesta quinta-feira o jornal britânico The Times.
Nos 12 últimos meses, os EUA lançaram quatro ataques com mísseis cruzeiros contra alvos da Al Qaeda na Península Arábica, nos quais morreram 200 civis e apenas 40 terroristas, diz a publicação.
Os detalhes desses ataques só foram divulgados depois de o WikiLeaks publicar vazamentos diplomáticos segundo os quais o governo iemenita fingiu várias vezes ser responsável pelas operações para encobrir Washington.
Fontes do governo iemenita deram ao jornal britânico detalhes dos ataques e o custo de vidas civis, algo que vinham suspeitando há tempo grupos de defesa dos direitos humanos.
Segundo os serviços de inteligência americanos, Al Qaeda deslocou seu centro de operações da fronteira afegão-paquistanês para o Iêmen.
Umar Farouk Abdulmutallab, o nigeriano de 23 anos que tentou atentar contra um avião com destino a Detroit (EUA) no Natal passado, recebeu treinamento nesse país árabe.
Funcionários ienemistas disseram ao The Times que EUA lançaram em dezembro passado duas ofensivas usando mísseis 'cruzeiro' a partir de navios da Marinha, aos quais seguiram outro em janeiro e um quarto em maio.
O míssil atingiu um suposto acampamento da Al Qaeda, na província sulina de Abyan, em 17 de dezembro, matou 41 moradores locais, entre eles 14 mulheres e 21 crianças.
O governo iemenita pediu a Washington que suspendesse os ataques depois de o lançamento de maio acabasse com a vida de um líder tribal leal ao governo que negociava a entrega de um membro da Al Qaeda quando a ofensiva ocorreu. O terrorista foi o único que alcançou saiu ileso.
Vazamentos do WikiLeaks, o presidente iemenita, Ali Abdala Saleh, tratou o tema com o general David Petraeus, chefe do comando central americano em 11 de janeiro.
Saleh acusou os EUA de terem errado o alvo após a morte de civis em um ataque contra Al Qaeda em Abyan, em dezembro do ano passado.
As forças americanas tentam caçar Anwar al-Awlaki, um jihadista americano que se refugiou em uma região montanhosa do sul do Iêmen descrita por alguns como mais perigosa do que a de Tora Bora, no leste do Afeganistão.
Fonte: Terra
"O dia em que os EUA aportarem porta aviões, navios de guerra, jatos e helicópteros apache sobre o território brasileiro, aposto que muitos brasileiros vão sair correndo gritando: "me leva, junto! me leva, junto!"
- prp
- Sênior
- Mensagens: 9193
- Registrado em: Qui Nov 26, 2009 11:23 am
- Localização: Montes Claros
- Agradeceu: 151 vezes
- Agradeceram: 437 vezes
Re: EUA : Ascensão e queda de uma grande potência
Eu já sabia, eu já sabia.
A tática americana sempre foi a mesma dos Russos. "se você mora dentro de um raio de 60KM de uma suposta casa de terrorista, você é terrorista e será morto por um tomarock
A tática americana sempre foi a mesma dos Russos. "se você mora dentro de um raio de 60KM de uma suposta casa de terrorista, você é terrorista e será morto por um tomarock
- Francoorp
- Sênior
- Mensagens: 3429
- Registrado em: Seg Ago 24, 2009 9:06 am
- Localização: Goiania-GO-Brasil, Voltei!!
- Contato:
Re: EUA : Ascensão e queda de uma grande potência
Os colocados em rede até agora são poucos, estes 1000 são o total, mas ainda não estão todos disponíveis.Sterrius escreveu:saiu um bom numero de documentos envolvendo o brasil tb. Alguns até proibidos para estrangeiros (uns 17). No total foram uns 700-1000 documentos.
Agora é ver se alguem ta disposto a fuçar os documentos
http://213.251.145.96/origin/60_0.html
- marcelo l.
- Sênior
- Mensagens: 6096
- Registrado em: Qui Out 15, 2009 12:22 am
- Agradeceu: 138 vezes
- Agradeceram: 66 vezes
Re: EUA : Ascensão e queda de uma grande potência
Não seria aqui mas...
http://www.nytimes.com/2010/12/16/scien ... r=1&ref=us
Suppose the unthinkable happened, and terrorists struck New York or another big city with an atom bomb. What should people there do? The government has a surprising new message: Do not flee. Get inside any stable building and don’t come out till officials say it’s safe.
he advice is based on recent scientific analyses showing that a nuclear attack is much more survivable if you immediately shield yourself from the lethal radiation that follows a blast, a simple tactic seen as saving hundreds of thousands of lives. Even staying in a car, the studies show, would reduce casualties by more than 50 percent; hunkering down in a basement would be better by far.
But a problem for the Obama administration is how to spread the word without seeming alarmist about a subject that few politicians care to consider, let alone discuss. So officials are proceeding gingerly in a campaign to educate the public.
“We have to get past the mental block that says it’s too terrible to think about,” W. Craig Fugate, administrator of the Federal Emergency Management Agency, said in an interview. “We have to be ready to deal with it” and help people learn how to “best protect themselves.”
Officials say they are moving aggressively to conduct drills, prepare communication guides and raise awareness among emergency planners of how to educate the public.
Over the years, Washington has sought to prevent nuclear terrorism and limit its harm, mainly by governmental means. It has spent tens of billions of dollars on everything from intelligence and securing nuclear materials to equipping local authorities with radiation detectors.
The new wave is citizen preparedness. For people who survive the initial blast, the main advice is to fight the impulse to run and instead seek shelter from lethal radioactivity. Even a few hours of protection, officials say, can greatly increase survival rates.
Administration officials argue that the cold war created an unrealistic sense of fatalism about a terrorist nuclear attack. “It’s more survivable than most people think,” said an official deeply involved in the planning, who spoke on the condition of anonymity. “The key is avoiding nuclear fallout.”
The administration is making that argument with state and local authorities and has started to do so with the general public as well. Its Citizen Corps Web site says a nuclear detonation is “potentially survivable for thousands, especially with adequate shelter and education.” A color illustration shows which kinds of buildings and rooms offer the best protection from radiation.
In June, the administration released to emergency officials around the nation an unclassified planning guide 130 pages long on how to respond to a nuclear attack. It stressed citizen education, before any attack.
Without that knowledge, the guide added, “people will be more likely to follow the natural instinct to run from danger, potentially exposing themselves to fatal doses of radiation.”
Specialists outside of Washington are divided on the initiative. One group says the administration is overreacting to an atomic threat that is all but nonexistent.
Peter Bergen, a fellow at the New America Foundation and New York University’s Center on Law and Security, recently argued that the odds of any terrorist group obtaining a nuclear weapon are “near zero for the foreseeable future.”
But another school says that the potential consequences are so high that the administration is, if anything, being too timid.
“There’s no penetration of the message coming out of the federal government,” said Irwin Redlener, a doctor and director of the National Center for Disaster Preparedness at Columbia University. “It’s deeply frustrating that we seem unable to bridge the gap between the new insights and using them to inform public policy.”
White House officials say they are aware of the issue’s political delicacy but are nonetheless moving ahead briskly.
The administration has sought “to enhance national resilience — to withstand disruption, adapt to change and rapidly recover,” said Brian Kamoie, senior director for preparedness policy at the National Security Council. He added, “We’re working hard to involve individuals in the effort so they become part of the team in terms of emergency management.”
A nuclear blast produces a blinding flash, burning heat and crushing wind. The fireball and mushroom cloud carry radioactive particles upward, and the wind sends them near and far.
The government initially knew little about radioactive fallout. But in the 1950s, as the cold war intensified, scientists monitoring test explosions learned that the tiny particles throbbed with fission products — fragments of split atoms, many highly radioactive and potentially lethal.
But after a burst of interest in fallout shelters, the public and even the government grew increasingly skeptical about civil defense as nuclear arsenals grew to hold thousands of warheads.
In late 2001, a month after the Sept. 11 attacks, the director of central intelligence told President George W. Bush of a secret warning that Al Qaeda had hidden an atom bomb in New York City. The report turned out to be false. But atomic jitters soared.
“History will judge harshly those who saw this coming danger but failed to act,” Mr. Bush said in late 2002.
In dozens of programs, his administration focused on prevention but also dealt with disaster response and the acquisition of items like radiation detectors.
“Public education is key,” Daniel J. Kaniewski, a security expert at George Washington University, said in an interview. “But it’s easier for communities to buy equipment — and look for tech solutions — because there’s Homeland Security money and no shortage of contractors to supply the silver bullet.”
After Hurricane Katrina in 2005 revealed the poor state of disaster planning, public and private officials began to question national preparedness for atomic strikes. Some noted conflicting federal advice on whether survivors should seek shelter or try to evacuate.
In 2007, Congress appropriated $5.5 million for studies on atomic disaster planning, noting that “cities have little guidance available to them.”
The Department of Homeland Security financed a multiagency modeling effort led by the Lawrence Livermore National Laboratory in California. The scientists looked at Washington, New York, Chicago, Los Angeles and other big cities, using computers to simulate details of the urban landscape and terrorist bombs.
The results were revealing. For instance, the scientists found that a bomb’s flash would blind many drivers, causing accidents and complicating evacuation.
The big surprise was how taking shelter for as little as several hours made a huge difference in survival rates.
“This has been a game changer,” Brooke Buddemeier, a Livermore health physicist, told a Los Angeles conference. He showed a slide labeled “How Many Lives Can Sheltering Save?”
If people in Los Angeles a mile or more from ground zero of an attack took no shelter, Mr. Buddemeier said, there would be 285,000 casualties from fallout in that region.
Taking shelter in a place with minimal protection, like a car, would cut that figure to 125,000 deaths or injuries, he said. A shallow basement would further reduce it to 45,000 casualties. And the core of a big office building or an underground garage would provide the best shelter of all.
“We’d have no significant exposures,” Mr. Buddemeier told the conference, and thus virtually no casualties from fallout.
On Jan. 16, 2009 — four days before Mr. Bush left office — the White House issued a 92-page handbook lauding “pre-event preparedness.” But it was silent on the delicate issue of how to inform the public.
Soon after Mr. Obama arrived at the White House, he embarked a global campaign to fight atomic terrorism and sped up domestic planning for disaster response. A senior official, who spoke on the condition of anonymity, said the new administration began a revision of the Bush administration’s handbook to address the issue of public communication.
“We started working on it immediately,” the official said. “It was recognized as a key part of our response.”
The agenda hit a speed bump. Las Vegas was to star in the nation’s first live exercise meant to simulate a terrorist attack with an atom bomb, the test involving about 10,000 emergency responders. But casinos and businesses protested, as did Senator Harry Reid of Nevada. He told the federal authorities that it would scare away tourists.
Late last year, the administration backed down.
“Politics overtook preparedness,” said Mr. Kaniewski of George Washington University.
When the administration came out with its revised planning guide in June, it noted that “no significant federal response” after an attack would be likely for one to three days.
The document said that planners had an obligation to help the public “make effective decisions” and that messages for predisaster campaigns might be tailored for schools, businesses and even water bills.
“The most lives,” the handbook said, “will be saved in the first 60 minutes through sheltering in place.”
http://www.nytimes.com/2010/12/16/scien ... r=1&ref=us
Suppose the unthinkable happened, and terrorists struck New York or another big city with an atom bomb. What should people there do? The government has a surprising new message: Do not flee. Get inside any stable building and don’t come out till officials say it’s safe.
he advice is based on recent scientific analyses showing that a nuclear attack is much more survivable if you immediately shield yourself from the lethal radiation that follows a blast, a simple tactic seen as saving hundreds of thousands of lives. Even staying in a car, the studies show, would reduce casualties by more than 50 percent; hunkering down in a basement would be better by far.
But a problem for the Obama administration is how to spread the word without seeming alarmist about a subject that few politicians care to consider, let alone discuss. So officials are proceeding gingerly in a campaign to educate the public.
“We have to get past the mental block that says it’s too terrible to think about,” W. Craig Fugate, administrator of the Federal Emergency Management Agency, said in an interview. “We have to be ready to deal with it” and help people learn how to “best protect themselves.”
Officials say they are moving aggressively to conduct drills, prepare communication guides and raise awareness among emergency planners of how to educate the public.
Over the years, Washington has sought to prevent nuclear terrorism and limit its harm, mainly by governmental means. It has spent tens of billions of dollars on everything from intelligence and securing nuclear materials to equipping local authorities with radiation detectors.
The new wave is citizen preparedness. For people who survive the initial blast, the main advice is to fight the impulse to run and instead seek shelter from lethal radioactivity. Even a few hours of protection, officials say, can greatly increase survival rates.
Administration officials argue that the cold war created an unrealistic sense of fatalism about a terrorist nuclear attack. “It’s more survivable than most people think,” said an official deeply involved in the planning, who spoke on the condition of anonymity. “The key is avoiding nuclear fallout.”
The administration is making that argument with state and local authorities and has started to do so with the general public as well. Its Citizen Corps Web site says a nuclear detonation is “potentially survivable for thousands, especially with adequate shelter and education.” A color illustration shows which kinds of buildings and rooms offer the best protection from radiation.
In June, the administration released to emergency officials around the nation an unclassified planning guide 130 pages long on how to respond to a nuclear attack. It stressed citizen education, before any attack.
Without that knowledge, the guide added, “people will be more likely to follow the natural instinct to run from danger, potentially exposing themselves to fatal doses of radiation.”
Specialists outside of Washington are divided on the initiative. One group says the administration is overreacting to an atomic threat that is all but nonexistent.
Peter Bergen, a fellow at the New America Foundation and New York University’s Center on Law and Security, recently argued that the odds of any terrorist group obtaining a nuclear weapon are “near zero for the foreseeable future.”
But another school says that the potential consequences are so high that the administration is, if anything, being too timid.
“There’s no penetration of the message coming out of the federal government,” said Irwin Redlener, a doctor and director of the National Center for Disaster Preparedness at Columbia University. “It’s deeply frustrating that we seem unable to bridge the gap between the new insights and using them to inform public policy.”
White House officials say they are aware of the issue’s political delicacy but are nonetheless moving ahead briskly.
The administration has sought “to enhance national resilience — to withstand disruption, adapt to change and rapidly recover,” said Brian Kamoie, senior director for preparedness policy at the National Security Council. He added, “We’re working hard to involve individuals in the effort so they become part of the team in terms of emergency management.”
A nuclear blast produces a blinding flash, burning heat and crushing wind. The fireball and mushroom cloud carry radioactive particles upward, and the wind sends them near and far.
The government initially knew little about radioactive fallout. But in the 1950s, as the cold war intensified, scientists monitoring test explosions learned that the tiny particles throbbed with fission products — fragments of split atoms, many highly radioactive and potentially lethal.
But after a burst of interest in fallout shelters, the public and even the government grew increasingly skeptical about civil defense as nuclear arsenals grew to hold thousands of warheads.
In late 2001, a month after the Sept. 11 attacks, the director of central intelligence told President George W. Bush of a secret warning that Al Qaeda had hidden an atom bomb in New York City. The report turned out to be false. But atomic jitters soared.
“History will judge harshly those who saw this coming danger but failed to act,” Mr. Bush said in late 2002.
In dozens of programs, his administration focused on prevention but also dealt with disaster response and the acquisition of items like radiation detectors.
“Public education is key,” Daniel J. Kaniewski, a security expert at George Washington University, said in an interview. “But it’s easier for communities to buy equipment — and look for tech solutions — because there’s Homeland Security money and no shortage of contractors to supply the silver bullet.”
After Hurricane Katrina in 2005 revealed the poor state of disaster planning, public and private officials began to question national preparedness for atomic strikes. Some noted conflicting federal advice on whether survivors should seek shelter or try to evacuate.
In 2007, Congress appropriated $5.5 million for studies on atomic disaster planning, noting that “cities have little guidance available to them.”
The Department of Homeland Security financed a multiagency modeling effort led by the Lawrence Livermore National Laboratory in California. The scientists looked at Washington, New York, Chicago, Los Angeles and other big cities, using computers to simulate details of the urban landscape and terrorist bombs.
The results were revealing. For instance, the scientists found that a bomb’s flash would blind many drivers, causing accidents and complicating evacuation.
The big surprise was how taking shelter for as little as several hours made a huge difference in survival rates.
“This has been a game changer,” Brooke Buddemeier, a Livermore health physicist, told a Los Angeles conference. He showed a slide labeled “How Many Lives Can Sheltering Save?”
If people in Los Angeles a mile or more from ground zero of an attack took no shelter, Mr. Buddemeier said, there would be 285,000 casualties from fallout in that region.
Taking shelter in a place with minimal protection, like a car, would cut that figure to 125,000 deaths or injuries, he said. A shallow basement would further reduce it to 45,000 casualties. And the core of a big office building or an underground garage would provide the best shelter of all.
“We’d have no significant exposures,” Mr. Buddemeier told the conference, and thus virtually no casualties from fallout.
On Jan. 16, 2009 — four days before Mr. Bush left office — the White House issued a 92-page handbook lauding “pre-event preparedness.” But it was silent on the delicate issue of how to inform the public.
Soon after Mr. Obama arrived at the White House, he embarked a global campaign to fight atomic terrorism and sped up domestic planning for disaster response. A senior official, who spoke on the condition of anonymity, said the new administration began a revision of the Bush administration’s handbook to address the issue of public communication.
“We started working on it immediately,” the official said. “It was recognized as a key part of our response.”
The agenda hit a speed bump. Las Vegas was to star in the nation’s first live exercise meant to simulate a terrorist attack with an atom bomb, the test involving about 10,000 emergency responders. But casinos and businesses protested, as did Senator Harry Reid of Nevada. He told the federal authorities that it would scare away tourists.
Late last year, the administration backed down.
“Politics overtook preparedness,” said Mr. Kaniewski of George Washington University.
When the administration came out with its revised planning guide in June, it noted that “no significant federal response” after an attack would be likely for one to three days.
The document said that planners had an obligation to help the public “make effective decisions” and that messages for predisaster campaigns might be tailored for schools, businesses and even water bills.
“The most lives,” the handbook said, “will be saved in the first 60 minutes through sheltering in place.”
"If the people who marched actually voted, we wouldn’t have to march in the first place".
"(Poor) countries are poor because those who have power make choices that create poverty".
ubi solitudinem faciunt pacem appellant
"(Poor) countries are poor because those who have power make choices that create poverty".
ubi solitudinem faciunt pacem appellant