Re: Os Chilenos estão usando o Derby nos Viper?
Enviado: Ter Abr 29, 2008 5:10 pm
O caça não faz nada sem uma estrutura adequada. Isso é evidênte. É algo semelhante a comprar um super laptoop e não saber usa-lo.
Como falei acima, é preciso relativizar, o M-3 é um caça que fomou um lenda em 1967, o único lugar aonde perdeu feio em combates ar-ar foi nas Malvinas, mas também os A-4. O que foi decisivo ali foi o armamento usado, além da maneiro como os A-4, M-3 e Dagger foram empregados.Carlos Mathias escreveu:Aí Orestes, tá vendo o efeito? Tá todo mundo doido mesmo. Ou é isso a normalidade e nós estávamos com espectativas maiores que as reais condições??????
Bem senhores, então vamos jogar os Rafales no lixo, porque os M-III e os mísseis franceses tomaram um couro dos ingleses fudido. Seguindo essa linha de raciocínio(?) de vocês, caça francês é merda.
Só nos resta, vejamos.... Gripen!!!! Que é um caça americano feito na Suécia. Ou...Caça americano mesmo, que tem 70 X 0 de escore.
Mas olhando por esse raciocínio mais uma vez, temos uma contradição. O míssil com melhor PK do mundo é o velho R-40, com 100% de acertos e mortes. É, mortes, porque todos os alvos foram completamente destruídos.
Então, vamos esquecer os AIM-120C7 e afins e integrar o R-40 num caça americano.
É isso aí mesmo?????![]()
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Orestes, entra nessa cara.
Wolf, nós temos que usar nosso cérebro, como você está fazendo e questionando as coisas, ao invés de comprar pronto.Isso me lembra que a Rússia poderia ter dado um suporte maior ao Iraque... porque não fez? Precisamos pensar nisso agora que estamos com um pé no PAK.
Prick, não fica repetindo o que o cara da propaganda da Dassault falou(eu li essa também) que pega mal prá você. Ele tá certo, ganha prá isso, mas tú cara?Mas aí em me lembro da Índia, que no último conflito da Kashemira, preferiu usar M-2000C com radares RDM´s, que o resto de seu arsenal, mesmo dispondo de Mig-29´s.
Carlos Mathias escreveu:Wolf, nós temos que usar nosso cérebro, como você está fazendo e questionando as coisas, ao invés de comprar pronto.Isso me lembra que a Rússia poderia ter dado um suporte maior ao Iraque... porque não fez? Precisamos pensar nisso agora que estamos com um pé no PAK.
O Iraque ficou sob embargo de armas, peças e etc por dez anos. Teve a venda de petróleo estrangulada, lembra do contrabando de petróleo por caminhões? Eu lembro muito bem, mas os mais novos talvez não. Também houve embargo de alimentos e remédios.
Antes de estourar a guerra, os EUA pediram a Rússia os segredos das armas e ordxem de batalha, mais a retirada de todo o pessoal russo de lá, bem antes de começar a guerra. É claro que a Rússia levou algo em troca, eles estavam na merda e tirar o nariz prá fora já era lucro.
Por outro lado, na guerra africana, temos dois países pobres, talvez paupérrimos. Etiópia e Eritréia.
Ambos mantiveram suas aeronaves voando por todo o conflito, com armas e sobressalentes. Combateram um tipo de guerra aérea que apenas hoje a FAB conhece, e pouco.
Os SU-27SK demonstraram a capacidade de operar sem apoio e longe da base, abatendo consistentemente os caças inimigos, ou forçando um retirada. Isso sem nenhuma perda num combate entre duas forças até certo ponto equivalentes.
Não faltaram armas, peças nem suporte humano aos operadores das armas russas.
Agora porque o Brasil, muito mais rico e desenvolvido, teria que sofrer uma penúria logística avassaladora? Usemos nossos recursos mentais(que no meu caso são bem poucos) e vamos conjecturar como isso seria possível, se não ocorreu lá no meio do nada?
PRick escreveu:Oras,![]()
, então os Russófilos estão dizendo que o caça não tem maior importância, mas é o treinamento, a capacidade de quem compra a arma, é muito mais importante que a arma tática em si.
Além disso, comprova outra tese, que os caças russófilos só foram vendidos para países de segunda!
Mas aí em me lembro da Índia, que no último conflito da Kashemira, preferiu usar M-2000C com radares RDM´s, que o resto de seu arsenal, mesmo dispondo de Mig-29´s.
O exame mais profundo, veremos que os caças russos, apesar de terem performances muito boas, tinham ou têm uma capacidade eletrônica inferior, que de tal forma, degrada seu desempenho em alguns dos referidos conflitos:
No caso Coreano, os F-86 dispunham de uma mira acoplada a um radar de tiro.
No papel o Mig-15 é superior ao F-86. Mais rápido e voa mais alto e com armas de maior calibre. Porém os comandos ficam travados em altas velocidades e com um sistema de armas muito inferior.
No caso do Vietnam, a existência de uma série de dispositivos eletrônicos e mísseis davam ao F-4 vantangens significativas sobre os Mig-21.
Acelera mais que o F-4 e sobe mais rapido, alem de ser mais agil em certos regimes. O piloto do F-4 tinha que levar o combate para onde era vantajoso a ele. Porem a falta de persistencia, piores taticas (limitadas pela aeronave) e novamente o sistema de controle de fogo prejudicavam o Mig.
No conflitos de IsraelxÁrabes, somente em 1973, tivemos alguma coisa equilibrada, por sinal, foi esta guerra que deu início a uma industria israelense no campo eletrônico, de armamentos e adaptações no material made in Usa comprado.
Ate o conflito de 1973 o grande vertor ar-ar de Israel em termos de exito foi o Mirage III/Nasher (apesar de não ser projetado para dogfights). Eram equivalentes ao Mig-21, porém, com mais autonomia e melhores taticas.
Mas temos o interessante exemplo da Guerra do EquadorxPeru, aonde Kfir´s e Mirages F-1, foram dominantes em face ao material russo empregado.
O que podemos reparar é que a doutrina russa e a industria russa se voltou para tentar diminuir o GAP, no entanto, é na capacidade de Guerras de Redes, que ainda ficou a dever, sobretudo pela incapacidade de fazer um avião AEW comparável ao seus irmãos ocidentais.
[ ]´s
O conflito de 2003 nem conta, pois não ocorreu confrontos aéreos, a discussão é torno de 1991, onde o embargo ainda não havia afetado as operações dos equipamentos, o treinamento, a manutenção e doutrinas da maior parte deles , era de origem soviética.Carlos Mathias escreveu:Olha, no Iraque por exemplo, com 8(oito) AWACS no ar simultâneamente cobrindo uma área do tamanho de SP, uma superioridade em números de 10 X 1, contra um país que sofreu dez anos seguidos de embargo de armas e peças, com pessoal de treinamento prá lá de duvidoso, e tudo isso é esquecido, só fica a propaganda da LM com o escore de 70 X 1.
O Iraque invadiu o Kuwait em 08/1990, os embargos viriam depois, mas não o suficiente para afetar as operações dos equipamentos iraquianos de qualquer origem, lembrando que o conflito começou em janeiro de 1991, 05 meses após a invasão ao Kuwait.Carlos Mathias escreveu:Plínio, como não teve embargo cara? E os segredos foram passados em 91 mesmo, na I guerra do golfo.
Mas não adianta eu falar nada mesmo, né?
Aturem equipamento russo e podem começar a se acostumar com isso.
Olá Crubens,crubens escreveu:Irmão Orestespf, não sabia que era tão russófilo assim me desculpe. Mas é que vejo sempre turma da vodka endeusando os caças russos e quando descobriu-se que eles são um fiasco perante os caças ocidentais em combate não pude perder a oportunidade de dá uma sacaneadazinha de leve. Mas que é um fato isso é ninguém pode negar, não importando em que mãos estavam, embora saibamos muito bem que treinamento e doutrina seja um fator decisivo. A situação é que fica muito feio em termos de markting um histórico desse.
Agora uma pergunta, se fosse ao contrário os russófilos iriam ficar calado e não iriam levantar também essa questão ? perdendendo a oportunidade de da uma sacaneadazinha também?
abraços
Então o Gripen está fora também, Carlos. Em qual guerra real que o Gripen participou? Nenhuma???? Ah!!!! Então não pode, né? Como comprar um caça que não saberemos o seu comportamento real em combates? Só um louco compraria um caça não "experimentado".Carlos Mathias escreveu:Aí Orestes, tá vendo o efeito? Tá todo mundo doido mesmo. Ou é isso a normalidade e nós estávamos com espectativas maiores que as reais condições??????
Bem senhores, então vamos jogar os Rafales no lixo, porque os M-III e os mísseis franceses tomaram um couro dos ingleses fudido. Seguindo essa linha de raciocínio(?) de vocês, caça francês é merda.
Só nos resta, vejamos.... Gripen!!!! Que é um caça americano feito na Suécia. Ou...Caça americano mesmo, que tem 70 X 0 de escore.
Mas olhando por esse raciocínio mais uma vez, temos uma contradição. O míssil com melhor PK do mundo é o velho R-40, com 100% de acertos e mortes. É, mortes, porque todos os alvos foram completamente destruídos.
Então, vamos esquecer os AIM-120C7 e afins e integrar o R-40 num caça americano.
É isso aí mesmo?????![]()
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Orestes, entra nessa cara.
PRick escreveu:Oras,![]()
, então os Russófilos estão dizendo que o caça não tem maior importância, mas é o treinamento, a capacidade de quem compra a arma, é muito mais importante que a arma tática em si.
Além disso, comprova outra tese, que os caças russófilos só foram vendidos para países de segunda!
Mas aí em me lembro da Índia, que no último conflito da Kashemira, preferiu usar M-2000C com radares RDM´s, que o resto de seu arsenal, mesmo dispondo de Mig-29´s.
O exame mais profundo, veremos que os caças russos, apesar de terem performances muito boas, tinham ou têm uma capacidade eletrônica inferior, que de tal forma, degrada seu desempenho em alguns dos referidos conflitos:
No caso Coreano, os F-86 dispunham de uma mira acoplada a um radar de tiro.
No caso do Vietnam, a existência de uma série de dispositivos eletrônicos e mísseis davam ao F-4 vantangens significativas sobre os Mig-21.
No conflitos de IsraelxÁrabes, somente em 1973, tivemos alguma coisa equilibrada, por sinal, foi esta guerra que deu início a uma industria israelense no campo eletrônico, de armamentos e adaptações no material made in Usa comprado.
Mas temos o interessante exemplo da Guerra do EquadorxPeru, aonde Kfir´s e Mirages F-1, foram dominantes em face ao material russo empregado.
O que podemos reparar é que a doutrina russa e a industria russa se voltou para tentar diminuir o GAP, no entanto, é na capacidade de Guerras de Redes, que ainda ficou a dever, sobretudo pela incapacidade de fazer um avião AEW comparável ao seus irmãos ocidentais.
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