Programa de Reaparelhamento da Marinha
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Quanto ao navio polar, como seria apenas um, poderia ser encomendado na China mesmo, sairia mais barato e de boa qualidade.
Quanto aos navios pluviais, é urgente a incorporação de uma nova classe desses navios, de vários tamanhos também.
Inclusive essas lanchas blindadas que a MB acabou de comprar é urgente a implantação delas no Pará por causa da pirataria.
Quanto aos navios pluviais, é urgente a incorporação de uma nova classe desses navios, de vários tamanhos também.
Inclusive essas lanchas blindadas que a MB acabou de comprar é urgente a implantação delas no Pará por causa da pirataria.
Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil,
Vossos peitos, vossos braços,
São muralhas do Brasil!
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
J.Ricardo escreveu: Sex Ago 03, 2018 1:27 pm Quanto ao navio polar, como seria apenas um, poderia ser encomendado na China mesmo, sairia mais barato e de boa qualidade.
Quanto aos navios pluviais, é urgente a incorporação de uma nova classe desses navios, de vários tamanhos também.
Inclusive essas lanchas blindadas que a MB acabou de comprar é urgente a implantação delas no Pará por causa da pirataria.
Prezado colega, saudações.
Em relação a encomenda de um navio polar na China talvez este dogma que tudo construído neste país seja ''baratinho'' necessariamente não seja verdade. A China não tem nenhum histórico de construção de navios polares.
O Xuelong 2, primeiro navio de pesquisa polar e quebra-gelo fabricado pela China, entrará em serviço em 2019.A construção do navio começou em dezembro de 2016, disse o jornal. Este primeiro navio da classe terá altos padrões de segurança e fortes habilidades de quebrar gelo.
As suas características básicas são: 122,5 metros de comprimento e 22,3 metros de largura, com um deslocamento de 13,99 mil toneladas e uma autonomia de 20 mil milhas náuticas. Ele também terá capacidade de quebra-gelo em duas direções, tanto com a proa quanto com a popa.
O navio é concebido pela China State Shipbuilding Corporation Ltd com a finlandesa Aker Arctic Technology.
No momento o Xuelong é o único quebra-gelo polar da China em serviço. Ele foi comprado de uma empresa ucraniana em 1993.
Sds
Lord Nauta
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
gabriel219 escreveu: Sex Ago 03, 2018 11:06 am Faraó,
Poderia ser uma versão maior, armada com canhão 30 mm ABM (creio que 40 mm seja dispensável)e um sistema ASRAD-R, além de, talvez, Armadillo para apoio de fogo aos Fuzileiros Navais ou mesmo Inf Sl em cidades ribeirinhas ou vilarejos, onde deverão ser os principais combates na região.
Seria a PAF-P MkIV, pelo Slide, o Brasil tem parceria...
.
O projeto do chamado NaPaFlu - AM que conta com a participação da Colômbia, Brasil e Peru tem como base neste navio em operação pela Marinha colombiana. Entretanto o mesmo esta com o cronograma em muito dilatado, acredito que por não ser uma prioridade para os países envolvidos.
Sds
Lord Nauta
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Antes de qualquer coisa deveríamos promover o avanço do NaPa 200 BR Fluvial em todos os DN do norte e centro oeste. E nada de meia dúzia ou um punhado aqui e outro ali.
São navios pequenos e baratos que podem ser construídos aqui mesmo em quantidade.
Junte-se a eles mais lanchas do tipo Marlin e derivados, que já deveriam haver há tempos, e sobretudo barcos pneumáticos de vários tamanhos e tipos como os Raptor.
Em seguida aquelas lanchas artilhadas importadas da Colômbia, mas que não passaram de míseras 4 undes. Aplicar modificações nelas para que sejam empregadas tanto nos PEF como nas Capitanias fluviais.
Por último pensar neste projeto em parceria com os vizinhos. Que também precisa ser encomendado bem mais do que 4 ou 6 unidades apenas para fazer constar.
Um substituto da classe Pedro Teixeira poderia ser obtido a partir do desenho básico do NaPa 500 BR.
Abs
São navios pequenos e baratos que podem ser construídos aqui mesmo em quantidade.
Junte-se a eles mais lanchas do tipo Marlin e derivados, que já deveriam haver há tempos, e sobretudo barcos pneumáticos de vários tamanhos e tipos como os Raptor.
Em seguida aquelas lanchas artilhadas importadas da Colômbia, mas que não passaram de míseras 4 undes. Aplicar modificações nelas para que sejam empregadas tanto nos PEF como nas Capitanias fluviais.
Por último pensar neste projeto em parceria com os vizinhos. Que também precisa ser encomendado bem mais do que 4 ou 6 unidades apenas para fazer constar.
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Antes de qualquer coisa deveríamos promover o avanço do NaPa 200 BR Fluvial em todos os DN do norte e centro oeste. E nada de meia dúzia ou um punhado aqui e outro ali.
São navios pequenos e baratos que podem ser construídos aqui mesmo em quantidade.
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Em seguida aquelas lanchas artilhadas importadas da Colômbia, mas que não passaram de míseras 4 undes. Aplicar modificações nelas para que sejam empregadas tanto nos PEF como nas Capitanias fluviais.
Por último pensar neste projeto em parceria com os vizinhos. Que também precisa ser encomendado bem mais do que 4 ou 6 unidades apenas para fazer constar.
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Antes de qualquer coisa deveríamos promover o avanço do NaPa 200 BR Fluvial em todos os DN do norte e centro oeste. E nada de meia dúzia ou um punhado aqui e outro ali.
São navios pequenos e baratos que podem ser construídos aqui mesmo em quantidade.
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Por último pensar neste projeto em parceria com os vizinhos. Que também precisa ser encomendado bem mais do que 4 ou 6 unidades apenas para fazer constar.
Um substituto da classe Pedro Teixeira poderia ser obtido a partir do desenho básico do NaPa 500 BR.
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São navios pequenos e baratos que podem ser construídos aqui mesmo em quantidade.
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Em seguida aquelas lanchas artilhadas importadas da Colômbia, mas que não passaram de míseras 4 undes. Aplicar modificações nelas para que sejam empregadas tanto nos PEF como nas Capitanias fluviais.
Por último pensar neste projeto em parceria com os vizinhos. Que também precisa ser encomendado bem mais do que 4 ou 6 unidades apenas para fazer constar.
Um substituto da classe Pedro Teixeira poderia ser obtido a partir do desenho básico do NaPa 500 BR.
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Fala amigo FCarvalho!
Ou eu exagerei no drink do almoço, ou tô vendo TRIPLICADO seus posts
Abração
Ou eu exagerei no drink do almoço, ou tô vendo TRIPLICADO seus posts

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Abração
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Não sei se foi o dedo no celular ou o sistema mal-humorado... 
Moderação, me ajuda aí pô!!!
![[010]](./images/smilies/010.gif)
Abs
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Moderação, me ajuda aí pô!!!
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Do Poder Naval
A Engeprom vai lançar o NaPa 500 BR, apenas um navio, com a aprovação dos recursos do FMM.
O problema é: 40 milhões de dólares por um navio de 600 toneladas não é um pouco caro demais?
Abs
A Engeprom vai lançar o NaPa 500 BR, apenas um navio, com a aprovação dos recursos do FMM.
O problema é: 40 milhões de dólares por um navio de 600 toneladas não é um pouco caro demais?
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Acho que a Jane's fez confusão com as moedas, devem ser reais e não dólares. Não teria nenhuma lógica pagar mais que o dobro do valor das Macaés (a última informação sobre valores das Macaés davam conta de cerca de 70 milhões de reais por cada unidade). Um dos motivos que levaram a MB a preferir o projeto próprio, foi para não ter que pagar mais royalties para os franceses. Por essa lógica a nova classe deveria ser mais barata. Deveria, mas como aqui é Brasil...
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Quero crer que seja isso mesmo, um erro de digitação. É inconcebível um navio de patrulha semi desarmado custar tão caro, mesmo que a título de custo Brasil.vplemes escreveu: Ter Ago 07, 2018 8:02 am Acho que a Jane's fez confusão com as moedas, devem ser reais e não dólares. Não teria nenhuma lógica pagar mais que o dobro do valor das Macaés (a última informação sobre valores das Macaés davam conta de cerca de 70 milhões de reais por cada unidade). Um dos motivos que levaram a MB a preferir o projeto próprio, foi para não ter que pagar mais royalties para os franceses. Por essa lógica a nova classe deveria ser mais barata. Deveria, mas como aqui é Brasil...
Se for em reais então o FMM faz, e fará, toda a diferença para este setor da MB.
Ao menos garante investimentos mínimos anuais e evita a eterna descontinuidade de projetos e programas.
A ver.
ps: suposição? se um navio de 600 toneladas custa 40 milhões, um com 3x essa tonelagem deve custar então no máximo uns 130 milhões de reais. Ou não? Se sim, o NaPaOc BR só não sai do papel se não quiser.
Abs
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Carvalho, quais os equipamentos mais caros que vão equipar este navio? Uma torreta bofors 40 mm custa quanto? Dos canhões de 20 mm? Um radar de busca de superfície, outro de navegação (diretor de tiro? Acho que não precisa)? Alça eletroóptica? Com certeza deve ter mais sistemas, mas não acredito que juntando tudo passe de uns vinte a vinte e cinco milhões de reais. Será que mais uns quinze a vinte milhões para o casco não seria suficiente? Principalmente porque não será a um único navio, mas vários (assim esperamos!). O que gerará economia de escala.FCarvalho escreveu: Ter Ago 07, 2018 9:08 amQuero crer que seja isso mesmo, um erro de digitação. É inconcebível um navio de patrulha semi desarmado custar tão caro, mesmo que a título de custo Brasil.vplemes escreveu: Ter Ago 07, 2018 8:02 am Acho que a Jane's fez confusão com as moedas, devem ser reais e não dólares. Não teria nenhuma lógica pagar mais que o dobro do valor das Macaés (a última informação sobre valores das Macaés davam conta de cerca de 70 milhões de reais por cada unidade). Um dos motivos que levaram a MB a preferir o projeto próprio, foi para não ter que pagar mais royalties para os franceses. Por essa lógica a nova classe deveria ser mais barata. Deveria, mas como aqui é Brasil...
Se for em reais então o FMM faz, e fará, toda a diferença para este setor da MB.
Ao menos garante investimentos mínimos anuais e evita a eterna descontinuidade de projetos e programas.
A ver.
ps: suposição? se um navio de 600 toneladas custa 40 milhões, um com 3x essa tonelagem deve custar então no máximo uns 130 milhões de reais. Ou não? Se sim, o NaPaOc BR só não sai do papel se não quiser.
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
vplemes escreveu: Ter Ago 07, 2018 11:12 amCarvalho, quais os equipamentos mais caros que vão equipar este navio? Uma torreta bofors 40 mm custa quanto? Dos canhões de 20 mm? Um radar de busca de superfície, outro de navegação (diretor de tiro? Acho que não precisa)? Alça eletroóptica? Com certeza deve ter mais sistemas, mas não acredito que juntando tudo passe de uns vinte a vinte e cinco milhões de reais. Será que mais uns quinze a vinte milhões para o casco não seria suficiente? Principalmente porque não será a um único navio, mas vários (assim esperamos!). O que gerará economia de escala.
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vplemes, estes são os dois projetos de NaPaOc desenvolvidos no Brasil. O primeiro é do Inace, o outro do CPN/Engepron.
Pelas características destes navios, eu acredito que o custo deva ser algo bem abaixo de uma CCT, por exemplo. Primeiro que não precisam de sistemas militares ou militarizados para operar, e seu desenho e construção podem seguir padrões civis bem mais em conta do que de navios de guerra. Segundo, as tecnologias envolvidas neles, na sua maior parte já estão disponíveis aqui mesmo, e portanto, com preços, prazos e custos nacionalizados.
Mas como estamos no Brasil, e a construção de um navio como este nunca é feita em quantidades que possam efetivamente levar a alguma economia, fico pensando em como poder obter tal projeto sem necessariamente cairmos naquela velha conversa do tal custo Brasil.
Sim, pois, por mais baratos que possam ser conseguidos os insumos para este tipo de navio, ao menos os da parte eletrônica não necessariamente o são, em função até de estarem sendo desenvolvidos aqui, ou produzidos em escala pequena demais. Então o custo unitário de uma simples alça eletronica pode parar na estratosfera se não for bem negociado.
Não adianta querer fazer esses navios aqui se não forem adquiridos de maneira a gerar escala econômica tanto para a industria como para a MB.
Sem isso fica muito difícil manter investimentos na manutenção e desenvolvimento de tecnologias que possam agregar valor a estes navios.
abs.
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Tutankhamon escreveu: Sex Ago 03, 2018 12:10 pm Gabriel e demais amigos,
Concordo que , apesar de mantermos nossos compromissos na Antártida , poderíamos ter uma presenca maior, sem demandar um gasto excessivo e utilizando recursos de outros ministérios, mas, ao ver a terra arrasada da pesquisa e desenvolvimento no país, nao dá pra esperar outra coisa, é agradecer ajoelhado que a Cmt Ferraz tá sendo bem reconstruída .![]()
Temas geopoliticos de lado, acho que somos muito "passivos" em nossas pretensões no continente. Sabe-se lá como vai tar a coisa quando o Tratado Antarctico for renegociado![]()
Quanto a ter mantido a Cisplatina ,tinha uma potencinhana época que não queria que o Império Brasileiro tivesse acesso direto ao Rio da Plata
![]()
Podemos reinvidicá-la de novo e incorporar Soarez e Cavani à Canarinho![]()
![]()
Abraços
Discordo em parte, acho que UK nao tinha problema em que o Brasil controlara um lado do Rio da Prata, acho que o que eles não desejavam era que a Argentina controlara ambos lados e fizera do Rio da Prata um Rio interno.
Dai que criaram um estado tapão, a Banda Oriental do Uruguai, nem pra ti, nem pra mim, uma decisão salomonica.
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Um adendo ao post anterior. Sou de opinião que o NaPaOc BR seja complementado por uma classe de navios na faixa de 1 mil toneladas, e mesmo outro com um pouco mais, até umas 1,5 mil toneladas.
O projeto do Inace poderia ser adaptado para isso, ou mesmo, se tiver um preço mais baixo do projeto do CPN, também ser encomendado com as suas 1,8 mil toneladas.
O Combatente 70 BR foi uma tentativa de projeto em parceria da Engeprom com os franceses, derivado de um navio de 900 toneladas. Poderia ter avançado.
Acredito que os NaPaOc devem ser construídos em quantidade e classes suficiente para cobrir todos os DN's atuais no litoral, atualmente em número de 6. Isso exige uma frota entre 18 e 24 NaPaOc.
Apesar de parecer um número alto para os padrões a que estamos acostumados, é algo que pode ser alcançado sem maiores problemas e com investimentos na indústria nacional, já que precisamos de escala para tornar o processo economicamente viável.
Devem ser navios simples e baratos, para serem produzidos rapidamente e operar com custo reduzidos. É claro, com preço condizente com a missão.
Abs
O projeto do Inace poderia ser adaptado para isso, ou mesmo, se tiver um preço mais baixo do projeto do CPN, também ser encomendado com as suas 1,8 mil toneladas.
O Combatente 70 BR foi uma tentativa de projeto em parceria da Engeprom com os franceses, derivado de um navio de 900 toneladas. Poderia ter avançado.
Acredito que os NaPaOc devem ser construídos em quantidade e classes suficiente para cobrir todos os DN's atuais no litoral, atualmente em número de 6. Isso exige uma frota entre 18 e 24 NaPaOc.
Apesar de parecer um número alto para os padrões a que estamos acostumados, é algo que pode ser alcançado sem maiores problemas e com investimentos na indústria nacional, já que precisamos de escala para tornar o processo economicamente viável.
Devem ser navios simples e baratos, para serem produzidos rapidamente e operar com custo reduzidos. É claro, com preço condizente com a missão.
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