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Programa de Reaparelhamento da Marinha
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Vocês, 99% de vocês
, falam mal do Roberto Lopes por algumas barrigadas dele, mas silenciam quando se tornam realidade alguns de seus furos jornalísticos. Em assuntos militares nem todas as ideias e iniciativas se confirmam.
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Brotei no Ventre da Pampa,que é Pátria na minha Terra/Sou resumo de uma Guerra,que ainda tem importância/Sou Raiz,sou Sangue,sou Verso/Sou maior que a História Grega/Eu sou Gaúcho e me chega,p'ra ser Feliz no Universo.
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Até um relógio parado marca a hora certa duas vezes por dia, ainda assim, é inútil.
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
100% de acordo!Marechal-do-ar escreveu:Até um relógio parado marca a hora certa duas vezes por dia, ainda assim, é inútil.
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A grande diferença do Bob Lopes para O DIENECES é que o primeiro não promete churrasco para toda a cambada após fazer uma previsão pra lá de FURADA!
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P. Sullivan (Margin Call, 2011)
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Pega leve, o que já teve de "cigano" aqui prevendo o futuro e o pessoal embarcando... 
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Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil,
Vossos peitos, vossos braços,
São muralhas do Brasil!
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
acho que vai ter muito mais concorrencia para comprar esses River do que o Ocean.
Poucos paises tem meios aéreos suficientes para operar um navio como o Ocean. Mesmo a MB não tem o suficiente para usar ele completamente.
Poucos paises tem meios aéreos suficientes para operar um navio como o Ocean. Mesmo a MB não tem o suficiente para usar ele completamente.
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
pmicchi escreveu:acho que vai ter muito mais concorrencia para comprar esses River do que o Ocean.
Poucos paises tem meios aéreos suficientes para operar um navio como o Ocean. Mesmo a MB não tem o suficiente para usar ele completamente.
Prezado Colega,
Em relação a quantidade de aeronaves a MB na realidade tem falta de plataformas (navios).No momento excluindo os Jet Ranger a AN conta com as seguintes aeronaves aptas a operação embarcadas:
7 UH-14
5 UH-15
6 SH-16
12 AH-11A
26 UH 12/13
Total: 56 aeronaves
Sds
Lord Nauta
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Nauta véio, me parece ser mais falta de Escolta para operar esse monte de heli do que de um naviozão que, sem escoltas, de pouco vai servir mesmo...
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Prezados Colegas,
As vezes fico pensando que existe deficiências significativas no planejamento do que fazer por parte das altas autoridades navais quanto a recuperação da MB que a cada dia que passa caminha inexoravelmente para um dos mais baixos níveis de capacidade crível de sua história.
A perplexidade e inevitável principalmente quando temos a oportunidade de ver textos de cidadãos que não são especialistas pagos por nos para tomarem as melhores medidas, apresentando linhas de raciocínio simples com soluções factíveis.
Um exemplo que retirei do site Poder Naval:
Larri Gonçalves em 18 de outubro de 2017 at 9:41.
''A gente sabe que o cobertor é curto, mas porque não estabelecer objetivos de curto, médio e longo prazo, pois bem, Prosub, obtenção do Ocean, OHP Australianas, e pelo menos o navio de patrulha Clyde e a modernização das 3 fragatas Niterói, se valer a pena; e depois num médio prazo as famigeradas corvetas, navio logístico, mais navios patrulha, e a longo prazo o Nae, e fragatas de 6000 ton.''
O cidadão do exemplo foi feliz no seu comentário. Em resumo não adianta a MB querer sem R$ necessários avançar mais o que e possível, principalmente em um país com as costas para o mar
(a MP de construção de mercantes mostra bem este fato). Neste quadro desfavorável um dos caminhos possíveis poderia ser o sugerido acima.
Sds
Lord Nauta
As vezes fico pensando que existe deficiências significativas no planejamento do que fazer por parte das altas autoridades navais quanto a recuperação da MB que a cada dia que passa caminha inexoravelmente para um dos mais baixos níveis de capacidade crível de sua história.
A perplexidade e inevitável principalmente quando temos a oportunidade de ver textos de cidadãos que não são especialistas pagos por nos para tomarem as melhores medidas, apresentando linhas de raciocínio simples com soluções factíveis.
Um exemplo que retirei do site Poder Naval:
Larri Gonçalves em 18 de outubro de 2017 at 9:41.
''A gente sabe que o cobertor é curto, mas porque não estabelecer objetivos de curto, médio e longo prazo, pois bem, Prosub, obtenção do Ocean, OHP Australianas, e pelo menos o navio de patrulha Clyde e a modernização das 3 fragatas Niterói, se valer a pena; e depois num médio prazo as famigeradas corvetas, navio logístico, mais navios patrulha, e a longo prazo o Nae, e fragatas de 6000 ton.''
O cidadão do exemplo foi feliz no seu comentário. Em resumo não adianta a MB querer sem R$ necessários avançar mais o que e possível, principalmente em um país com as costas para o mar
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
Sds
Lord Nauta
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Na grabretanha os navios operam alas aereas das 3 forcas ha muito tempo. A mb nao conseguiria manter a lotacao total do Ocean. O Ocean e muito para a Mb. Melhor seria adquirir um navio novo entre 8 a12 mil toneladas para esta funcao.
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Acho que você não leu o que o colega Lord Nauta escreveu 2 posts antes do seu.alex escreveu:Na grabretanha os navios operam alas aereas das 3 forcas ha muito tempo. A mb nao conseguiria manter a lotacao total do Ocean. O Ocean e muito para a Mb. Melhor seria adquirir um navio novo entre 8 a12 mil toneladas para esta funcao.
Att.
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Eu li, mas quantos destes não estarão em manutenção ou servindo em outras áreas do país? Quantos a MB disponibilizará para o Ocean operar completo? A verdade é que o navio vai operar subutilizado a maior parte do tempo. Um navio menor teria um custo de operação menor, compativel com o orçãmento da MB. Associado ao tempo que resta para este navio ser desativado não deve compensar sua aquisição.
- Energys
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
Você sabe a capacidade média do HMS Ocean em transporte de helicópteros? Cerca de 16, dado o porte das máquinas embarcadas, este número varia. Outra informação: nem a Royal Navy o opera com a capacidade máxima de aeronaves, o motivo é óbvio. Creio que você saiba como foi utilizado o A-11 Minas Gerais durante a maior parte de sua vida operacional na Marinha, falar em subutilização não é correto.alex escreveu:Eu li, mas quantos destes não estarão em manutenção ou servindo em outras áreas do país? Quantos a MB disponibilizará para o Ocean operar completo? A verdade é que o navio vai operar subutilizado a maior parte do tempo. Um navio menor teria um custo de operação menor, compativel com o orçãmento da MB. Associado ao tempo que resta para este navio ser desativado não deve compensar sua aquisição.
Qual navio menor, novo, construído do zero, você sugere que apresente o mesmo custo-benefício que ele pode dar à Marinha? Se está pensando naquela classe "Makassar", esqueça. Não se engane com isso.
Qual o tempo que resta para o navio? Você sabe? Pois bem, ilações desse tipo não podem ser feitas sem base em fatos. É por isso que se fará vistoria no navio caso a Marinha ainda tenha interesse nesta aquisição.
Att.
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
MCMV 47 da Saab Kockums bem posicionado para ser adquirido pela Marinha do Brasil.
Durante o 2º dia de palestras no 1º Congresso Internacional de Guerra de Minas, realizado na Escola de Guerra Naval (RJ), o comandante da Base Naval de Aratu (BNA), capitão-de-mar-e-guerra Marcus Vinícius Castro Loureiro fez uma apresentação detalhada sobre as capacidades militares e industriais daquela organização militar, e também cometeu, de acordo com suas próprias palavras, uma ”inconfidência” ao admitir que a proposta da Saab para o fornecimento de novos navios varredores/caça minas, destinados a substituir a obsoleta classe Aratu oferece as melhores condições em termos de valores (não divulgados), prazos de financiamento e transferência tecnológica para capacitar a BNA em manter e operar um navio muito mais sofisticado e complexo, o MCMV 47 da Saab Kockums.
Feito de material composto de um sanduíche com camadas de plástico reforçado com fibra de vidro (GRP), o MCMV 47 possui um casco amagnético e foi desenhado para destruir minas e realizar a varredura mecânica de minas, podendo operar o sistema de varredura de minas autônomo autopropulsado acústico magnético, ou SAM (Self-propelled Acoustic Magnetic), controlado remotamente.
O composto que é utilizado na fabricação dos MCMV possui um núcleo de espuma rígida entre duas camadas de laminado de fibra de vidro. Essa técnica construtiva permite um menor peso, baixa assinatura magnética, acústica, infravermelha, elétrica, e de pressão, alta resistência a impactos e boa resistência a incêndios. Não corrosivo e não degradável, esse composto é também fácil de reparar e requer um mínimo de manutenção durante o ciclo de vida.
Os MCMV atendem exigentes requisitos como alta resistência a impactos por explosões submarinas, excelente manobrabilidade (com sistema de hélices propulsoras cicloidais Voith inédito na Marinha do Brasil), plena proteção NBC, compatibilidade eletromagnética e, muito importante, acomodações espaçosas e farto suprimento (víveres e combustível) para missões prolongadas (persistência operacional extendida).
Na sua apresentação, o CMG Castro Loureiro informou que a Saab Kockums esteve com uma equipe técnica em Aratu recentemente, onde verificou-se todas as capacidades instaladas na base, e também fez um levantamento de quais tecnologias poderiam ser transferidas a Marinha do Brasil para o apoio pleno desses navios. Entre as opções, está a capacitação da BNA para produzir cascos em GRP, como forma de offset pela compra dos navios varredores/caça minas.
Ainda segundo o CMG Castro Loureiro, também deverá ser feito uma série de melhorias na capacitação em áreas como eletrônica avançada, manutenção em sistemas hidráulicos empregados para lançarem e recolherem os veículos autônomos (não podem falhar na operação) e integração e mantenimento de distintos sensores e equipamentos complementares entre si. Um caça minas/navio de varredura da classe MCMV 47 não pode operar sem que a totalidade de seus sistemas e recursos estejam operacionais.
Comandante do 2º Distrito Naval
Durante uma pausa nas palestras, o vice- almirante Almir Garnier dos Santos , comandante do 2º Distrito Naval (grande comando que inclui a Base Naval de Aratu), concedeu uma rápida entrevista onde falou mais um pouco sobre os navios varredores ainda operacionais, da Classe Aratu.
Segundo o almirante “Nossa maior prioridade é garantir que não se perca todo o conhecimento de guerra de minas adquirido em quase 40 anos de operação dos Classe Aratu. Esses navios, em número de quatro, apresentam uma disponibilidade de três unidades com mais uma em recuperação/manutenção. Para manter esses NV atuando até 2024 e assim não haver a perda do conhecimento na guerra de minas (meta), foram adotadas medidas de manutenção preventiva e empresas próximas a BNA foram contratadas para apoiar a manutenção desses varredores. A MTU, fabricante dos motores dessa classe, já não presta suporte ao modelo empregado pela Classe Aratu, então, tivemos de flexibilizar esses trabalhos de modo a manter esses navios, de baixa complexidade, operativos até a chegada dos novos navios varredores/caça-minas, que devem ser adquiridos antes de 2020. O Request For Proposal será emitido em novembro próximo, e pretendemos selecionar um navio pronto, disponível e consolidado, não podemos aguardar o desenvolvimento de uma nova classe. Enquanto isso, vamos manter os Classe Aratu operativos, de modo a garantir a manutenção do conhecimento adquirido”, finaliza o almirante.
fonte: http://tecnodefesa.com.br/mcmv-47-da-sa ... do-brasil/
Durante o 2º dia de palestras no 1º Congresso Internacional de Guerra de Minas, realizado na Escola de Guerra Naval (RJ), o comandante da Base Naval de Aratu (BNA), capitão-de-mar-e-guerra Marcus Vinícius Castro Loureiro fez uma apresentação detalhada sobre as capacidades militares e industriais daquela organização militar, e também cometeu, de acordo com suas próprias palavras, uma ”inconfidência” ao admitir que a proposta da Saab para o fornecimento de novos navios varredores/caça minas, destinados a substituir a obsoleta classe Aratu oferece as melhores condições em termos de valores (não divulgados), prazos de financiamento e transferência tecnológica para capacitar a BNA em manter e operar um navio muito mais sofisticado e complexo, o MCMV 47 da Saab Kockums.
Feito de material composto de um sanduíche com camadas de plástico reforçado com fibra de vidro (GRP), o MCMV 47 possui um casco amagnético e foi desenhado para destruir minas e realizar a varredura mecânica de minas, podendo operar o sistema de varredura de minas autônomo autopropulsado acústico magnético, ou SAM (Self-propelled Acoustic Magnetic), controlado remotamente.
O composto que é utilizado na fabricação dos MCMV possui um núcleo de espuma rígida entre duas camadas de laminado de fibra de vidro. Essa técnica construtiva permite um menor peso, baixa assinatura magnética, acústica, infravermelha, elétrica, e de pressão, alta resistência a impactos e boa resistência a incêndios. Não corrosivo e não degradável, esse composto é também fácil de reparar e requer um mínimo de manutenção durante o ciclo de vida.
Os MCMV atendem exigentes requisitos como alta resistência a impactos por explosões submarinas, excelente manobrabilidade (com sistema de hélices propulsoras cicloidais Voith inédito na Marinha do Brasil), plena proteção NBC, compatibilidade eletromagnética e, muito importante, acomodações espaçosas e farto suprimento (víveres e combustível) para missões prolongadas (persistência operacional extendida).
Na sua apresentação, o CMG Castro Loureiro informou que a Saab Kockums esteve com uma equipe técnica em Aratu recentemente, onde verificou-se todas as capacidades instaladas na base, e também fez um levantamento de quais tecnologias poderiam ser transferidas a Marinha do Brasil para o apoio pleno desses navios. Entre as opções, está a capacitação da BNA para produzir cascos em GRP, como forma de offset pela compra dos navios varredores/caça minas.
Ainda segundo o CMG Castro Loureiro, também deverá ser feito uma série de melhorias na capacitação em áreas como eletrônica avançada, manutenção em sistemas hidráulicos empregados para lançarem e recolherem os veículos autônomos (não podem falhar na operação) e integração e mantenimento de distintos sensores e equipamentos complementares entre si. Um caça minas/navio de varredura da classe MCMV 47 não pode operar sem que a totalidade de seus sistemas e recursos estejam operacionais.
Comandante do 2º Distrito Naval
Durante uma pausa nas palestras, o vice- almirante Almir Garnier dos Santos , comandante do 2º Distrito Naval (grande comando que inclui a Base Naval de Aratu), concedeu uma rápida entrevista onde falou mais um pouco sobre os navios varredores ainda operacionais, da Classe Aratu.
Segundo o almirante “Nossa maior prioridade é garantir que não se perca todo o conhecimento de guerra de minas adquirido em quase 40 anos de operação dos Classe Aratu. Esses navios, em número de quatro, apresentam uma disponibilidade de três unidades com mais uma em recuperação/manutenção. Para manter esses NV atuando até 2024 e assim não haver a perda do conhecimento na guerra de minas (meta), foram adotadas medidas de manutenção preventiva e empresas próximas a BNA foram contratadas para apoiar a manutenção desses varredores. A MTU, fabricante dos motores dessa classe, já não presta suporte ao modelo empregado pela Classe Aratu, então, tivemos de flexibilizar esses trabalhos de modo a manter esses navios, de baixa complexidade, operativos até a chegada dos novos navios varredores/caça-minas, que devem ser adquiridos antes de 2020. O Request For Proposal será emitido em novembro próximo, e pretendemos selecionar um navio pronto, disponível e consolidado, não podemos aguardar o desenvolvimento de uma nova classe. Enquanto isso, vamos manter os Classe Aratu operativos, de modo a garantir a manutenção do conhecimento adquirido”, finaliza o almirante.
fonte: http://tecnodefesa.com.br/mcmv-47-da-sa ... do-brasil/
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Re: Programa de Reaparelhamento da Marinha
FABIO escreveu:Serão 6 navios 04 4 a serem adquiridos?
Fabio,
Por enquanto não vai ser comprado nada.Quando houver o possível programa de obtenção a MB pretende e reza pela possibilidade de pelo menos conseguir seis navios. No futuro distante,talvez, quando tivermos um MD comprometido de fato com o país e não os ''bundões'' que ocuparam a pasta até o momento será possível junto a um presidente que seja um estadista e não qualquer ''babaca'' eleito por nós a viabilização de um programa de aparelhamento da MB que permitira avançar, com muita reza por sinal, além da substituição 1 x 1 dos NV classe Aratu.
Sds
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