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Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?

Enviado: Qua Mai 07, 2008 3:09 pm
por soultrain
Grande nação é a minha e quem está connosco, o resto que se dane.

[[]]'s :mrgreen:

Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?

Enviado: Qua Mai 07, 2008 4:26 pm
por Bolovo
Ah é?!?!

Espere e verá tropas russas desfilarem na frente do parlamento de Lisboa em 5... 4... 3...

:mrgreen:

Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?

Enviado: Qua Mai 07, 2008 7:37 pm
por soultrain
Ui Ui, eu sou amigo do grande lider P44, ele tem lá conhecimentos no Kremlin, em português de Portugal chama-se cunha, é ele que segura a porta :mrgreen:

[[]]'s

Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?

Enviado: Qua Mai 07, 2008 7:53 pm
por JLRC
P44 escreveu:
Bolovo escreveu:Esse hino russo dá frio na espinha aeuhae

como sei que gostas:


:mrgreen:
Então toma lé este:


Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?

Enviado: Qua Mai 07, 2008 7:55 pm
por Wolfgang
Para o Pzito:



Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?

Enviado: Qui Mai 08, 2008 9:19 am
por P44
:mrgreen:

Imagem

AP:
Russian parliament confirms Putin as prime minister

By STEVE GUTTERMAN – 1 hour ago

MOSCOW (AP) — Loyal lawmakers confirmed Vladimir Putin as prime minister Thursday, capping a carefully engineered recast of Russia's leadership a day after he handed the presidency to his protege Dmitry Medvedev.

The State Duma approved Putin in an overwhelming 392-56 vote after Medvedev told lawmakers that Putin had restored the world's respect for Russia and improved the lives of its citizens in eight years as president.

Medvedev said he would sign a decree making Putin prime minister later in the day.

Putin's unprecedented move from the Kremlin to the No. 2 post will keep him politically prominent for the foreseeable future and could serve as a springboard back to the presidency. It has Russians wondering who will really hold the country's reins.

The switch comes after months of political maneuvering by the popular Putin to maintain a role in ruling Russia after stepping down. Barred by term limits from running in the March presidential vote, he anointed Medvedev as his favored successor in December and pledged to serve as his prime minister.

Medvedev formally nominated Putin in one of his first acts as president Wednesday. His confirmation was never in doubt in the Duma, the lower parliament house, where his United Russia party holds 315 of the 450 seats.

Presenting his nominee to a rare full house at the Duma on Thursday, Medvedev said lawmakers' applause "means that Vladimir Vladimirovich needs no special recommendation" and credited his mentor with recharging Russia's economy and raising its global stature.

"Russia is respected once again," Medvedev said.

Medvedev suggested Putin would have a strong influence on Russian policy for years to come. He said Putin had been involved in setting goals for the country's development through 2020 and "as Cabinet chairman will play a key role in their realization."


da REUTERS:
Putin vows more cash for Russia's nuclear defences
Thu May 8, 2008 6:55am EDT

MOSCOW (Reuters) - New Russian Prime Minister Vladimir Putin promised on Thursday to pay higher wages to members of the nuclear and air defense forces -- the pillars of national security -- and to create a special fund to finance it.

Military analysts say Russia badly needs to increase support for its intercontinental ballistic missiles, strategic bombers, nuclear submarines to ensure proper combat readiness, at a time when conventional forces are in a deep crisis.

"We must admit: the existing system of financial allowances ... does not let us honorably pay those carrying out their military duties in the most responsible jobs," Putin said in a speech to parliament after his nomination as prime minister.

"... those on duty in submarines and strategic bombers, in air defences and in strategic nuclear missile forces, those on duty in units play a key role in our defense capacity."

Putin, who handed over the Russian presidency to his successor Dmitry Medvedev on Wednesday, proposed creating a system of "special material incentives" for strategic forces.

"In 2009, no less than 25 billion roubles ($1.05 billion) will be channeled for these purposes," he said to the rapturous applause of the State Duma lower house of parliament, heavily dominated by his United Russia party.

Putin, who had held office since 2000, said Russia's army had received more than 300 types of new weapons since 2001.

"But this is not enough," he said. "In the future, support for the army and navy will remain our indisputable priority."

Putin's critics and independent analysts say that most of the military equipment rolled out while he was in power was designed in the 1970s and 1980s during the Soviet era.

(Reporting by Dmitry Solovyov; editing by Tim Pearce)

Russia Under Putin
http://www.dw-world.de/dw/1,2692,11914,00.html

Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?

Enviado: Qui Mai 08, 2008 11:54 am
por cabeça de martelo
JLRC escreveu:
P44 escreveu:
como sei que gostas:


:mrgreen:
Então toma lé este:


O ÚNICO hino nacional que me emociona é este aqui:

:arrow:

Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?

Enviado: Qui Mai 08, 2008 12:04 pm
por Tigershark
Bom,para debatermos hinos fica difícil.Para mim não tem nada mais bonito que o Hino Nacional Brasileiro. :D

Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?

Enviado: Qui Mai 08, 2008 12:11 pm
por P44
falta o do Benfica

Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?

Enviado: Qui Mai 08, 2008 12:36 pm
por Tigershark
08/05/2008 - 12h03 - Atualizado em 08/05/2008 - 12h10

Vladimir Putin se torna primeiro-ministro com 'papel-chave'
Da France Presse


MOSCOU, 8 Mai 2008 (AFP) - Vladimir Putin foi nomeado nesta quinta-feira primeiro-ministro, iniciando sua parceria com o novo presidente russo Dmitri Medvedev, que atribuiu a ele um "papel-chave" na gestão das relações políticas.



A Duma, Câmara Baixa do Parlamento, aprovou por esmagadora maioria - com 392 votos dos 450 da assembléia - a candidatura do ex-presidente como chefe de Governo, com a única exceção dos comunistas (56 votos).



Em meio ao ambiente tranqüilo, o novo chefe de Estado, que havia indicado na quarta-feira Vladimir Putin ao posto de primeiro-ministro, pouco depois da cerimônia de posse no Kremlin, assinou o decreto de nomeação.



De maneira simbólica, Dmitri Medvedev foi à Duma no mesmo carro de seu futuro primeiro-ministro e apresentou pessoalmente sua candidatura.



"Como chefe do Governo, Vladimir Putin desempenhará um papel-chave na concretização dos objetivos que integram a estratégia de desenvolvimento da Rússia até 2020", ressaltou Dmitri Medvedev, em referência a um projeto que o próprio ex-presidente concebeu antes de deixar o Kremlin.



"Nossa parceria, nossa colaboração apenas será reforçada", acrescentou o novo primeiro-ministro, de 55 anos, que mantém sua força após oito anos à frente do Estado e com seu peso na vida política russa.



Vladimir Putin em seguida fez um discurso de política geral de mais de 45 minutos, mencionando a queda dos impostos, a luta contra a inflação - uma grande preocupação diante da escalada dos preços - e o aumento do salário mínimo.



Interrompido em diversas oportunidades por aplausos, prometeu que a Rússia se tornaria "nos 10 a 15 anos futuros" um dos líderes do mundo em termos de qualidade de vida.



Putin, que já foi primeiro-ministro entre agosto e dezembro de 1999 antes de chegar ao Kremlin, defendeu o "fortalecimento da liberdade de empresa" no país e se disse "certo de que a Rússia se tornará um dos principais centros financeiros do mundo".



Insistindo particularmente no tema economia, pediu a "redução do fardo fiscal" para "estimular o clima des investimentos".



Ele prometeu principalmente estimular a produção de petróleo reduzindo os impostos no setor e estabeleceu como objetivo "colocar a inflação abaixo dos 10% nos próximos anos", contra os 14% atuais.



O ex-presidente russo mencionou os males sociais do país, "a pobreza, "a desgraça" do tabagismo e do alcoolismo. "Fuma-se e bebe-se na Rússia duas vezes mais que na maior parte dos países desenvolvidos", afirmou.



Os debates sobre a candidatura do novo primeiro-ministro foram realizados em um clima cordial, acompanhados por Putin e Medvedev sentados lado a lado, tomando notas, com um ar descontraído, de braços cruzados.



O líder do Partido Comunista, Guennadi Ziuganov, dirigente da única força de oposição na Duma, criticou Vladimir Putin por "não ter conseguido desenvolver a democracia" e considerou que sua presidência foi a "das oportunidades perdidas".



Ziuganov elogiou "as qualidades" do ex-presidente que, segundo ele, "sabe ouvir e tomar notas" ao contrário dos ministros "que vendem os bens, aumentam os impostos e exploram os cidadãos".



O ultra-nacionalista Vladimir Jirinovski, ligado ao Kremlin, parecia ter esquecido o tema dos debates, e atacou os comunistas, acusando-os de terem explorado o trabalho dos prisioneiros políticos, exterminado as elites e forçado os cientistas a deixar o país durante a era soviética

Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?

Enviado: Sex Mai 09, 2008 8:20 am
por cabeça de martelo
Continua tudo como é costume...Putin é o senhor absoluto da Rússia, o outro é só para Inglês ver. :roll:

Granda democracia, hein?!

Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?

Enviado: Sex Mai 09, 2008 8:22 am
por P44
tomara nós ter alguém como o Putin, que não olha só em meter ao bolso como cá no burgo


Mas o fã de ditadores és tu.... 8-]
http://bp0.blogger.com/_Zc41xPCgmrE/Rk7 ... crates.jpg

Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?

Enviado: Sex Mai 09, 2008 8:58 am
por cabeça de martelo
Desculpa? Não leste u artigo aqui do fórum em que se dizia a forma como ele enriqueceu do dia para a noite desde que é Presidente? Deves estar a brincar... :roll:

Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?

Enviado: Sex Mai 09, 2008 9:19 am
por Tigershark
09/05/2008 - 08h40 - Atualizado em 09/05/2008 - 08h45

Rússia desfila tanques e mísseis pela 1º vez desde o fim da URSS
Parada militar comemorou vitória soviética sobre nazistas na 2ª Guerra.
Da BBC

Pela primeira vez desde o fim da União Soviética, em 1991, tanques e mísseis russos foram exibidos no desfile oficial que comemora a vitória sobre a Alemanha nazista na Segunda Guerra, nesta sexta-feira.



O novo presidente russo, Dmitri Medvedev, disse que o Exército e a Marinha estão se tornando mais fortes. Segundo a imprensa internacional, o desfile em Moscou foi uma clara demonstração de força militar.



"Nosso Exército e Marinha estão ganhando força", disse o presidente. "Eles estão mais fortes, como a Rússia, e em seu poder está hoje a glória histórica do armamento russo, as tradições de vitória e o alto espírito de nosso Exército."



Mais cedo, seu antecessor e novo primeiro-ministro, Vladimir Putin, disse que o desfile das armas não é bravata, mas "uma demonstração de nossa crescente capacidade de defesa".



O Kremlin insiste que o evento na Praça Vermelha - liderado por Medvedev - não tem o objetivo de ameaçar quem quer que seja.



Poderio militar



Bandas militares e 8 mil soldados marcharam sobre a Praça Vermelha expondo armamentos pesados, como mísseis balísticos Topol-M e tanques T-90. O pavimento da Praça Vermelha teve que ser reforçado antes do desfile para suportar o peso dos tanques e das armas.



Canais de TV mostraram militares marchando em várias cidades russas, além de veteranos com o peito coberto de medalhas.



A Rússia já havia feito demonstrações de seu poderio militar recentemente, incluindo a retomada de vôos de longa distância dos aviões de guerra Tupolev Tu-95, um ícone do antigo arsenal soviético.



Mas, segundo analistas, apesar da demonstração de força, há evidências de que o Exército e a Marinha russos sofrem com falta de dinheiro, pouco treinamento e baixa moral

Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?

Enviado: Sex Mai 09, 2008 9:30 am
por Tigershark
09/05/2008 - 09h13 - Atualizado em 09/05/2008 - 09h20

Medvédev critica política ocidental em primeiro desfile militar pós-soviético
Da EFE

Ignacio Ortega



Moscou, 9 mai (EFE).- O novo presidente russo, Dmitri Medvédev, criticou hoje a política ocidental de "revisão de fronteiras" ao presidir o primeiro desfile militar com mísseis intercontinentais e armamento pesado na Praça Vermelha desde a queda da antiga União Soviética.



"Devemos levar muito a sério as tentativas de interferir nos assuntos de outros Estados. Mais ainda, as tentativas de revisar as fronteiras", disse Medvédev, durante um breve discurso da tribuna instalada atrás das muralhas vermelhas do Kremlin.



Medvédev, comandante supremo das Forças Armadas da Rússia, reiterou as críticas de seu antecessor, Vladimir Putin, ao reconhecimento da independência do Kosovo pelos Estados Unidos e parte da União Européia.



"Não podemos menosprezar as normas do direito internacional, sem as quais não seriam possíveis a segurança e uma ordem mundial justa", disse o novo presidente russo, jurista de formação.



Além disso, criticou veladamente os EUA, ao assegurar que a história ensina que "os conflitos militares não explodem por si próprios, mas são instigados por aqueles cujas ambições irresponsáveis se sobrepõem aos interesses de países e continentes".



Medvédev, que fez estas afirmações durante seu primeiro ato público desde que assumiu a Presidência russa, na última quarta-feira, afirmou que seguirá ao pé da letra a política externa definida por seu antecessor durante os últimos oito anos.



Putin, responsável pela decisão de retomar os grandiosos desfiles militares da era soviética para comemorar o Dia da Vitória sobre a Alemanha nazista, esteve o tempo todo na tribuna ao lado de Medvédev, agora na qualidade de primeiro-ministro.



Em matéria de segurança, Medvédev assegurou que os armamentos desdobrados na Praça Vermelha garantem "uma defesa confiável à pátria".



"Nosso Exército e nossa frota ganham força. Eles se fortalecem assim como a própria Rússia, e seu poderio atual é um reflexo da glória histórica dos armamentos russos", proclamou.



Além disso, rendeu tributo aos veteranos e aos milhões de soldados russos mortos na Segunda Guerra Mundial.



Ao término do discurso, os mais de oito mil soldados postados na praça de Moscou irromperam em sonoros aplausos.



Medvédev, que recebeu na quarta-feira a valise com o "botão nuclear", que lhe permitirá controlar o arsenal atômico da Rússia, assistiu a partir de então a uma demonstração, ao mais puro estilo soviético, dos armamentos estratégicos e convencionais russos.



As estrelas do desfile foram os mísseis balísticos intercontinentais Topol-M, a arma mais temível do arsenal nuclear russo.



Os Topol, que têm uma ogiva de um megaton de potência, se deslocaram pela praça em uma plataforma automotiva de sete eixos, 22,7 metros de comprimento e cem toneladas de peso.



Outra peça que foi mostrada em público pela primeira vez foram os foguetes tático-operacionais Iskander-M, capazes de superar o escudo antimísseis americano, e que são muito cobiçados por regimes condenados por Washington, como a Síria.



Além disso, os presentes e os milhões de russos que acompanharam a parada pela televisão puderam ver os sistemas de defesa antiaérea Tor, 30 dos quais foram adquiridos pelo Irã; as baterias de defesa aérea com foguetes S-300 PMU 2, e as plataformas de lançamento de mísseis (Grad, Smerch e Uragán) empregadas pelo Exército russo durante a guerra da Chechênia.



Entre os armamentos convencionais, o mais esperado foi o tanque T-90, capaz de "saltar" de um avião em movimento e alcançar uma velocidade de cerca de 70 km/h.



Os céus de Moscou também foram ocupados, por caças Su-25, Su-27 e Mig-29, bombardeiros estratégicos supersônicos Tu-160, que podem alcançar velocidades de até 2.230 km/h, e o gigante An-124 Ruslan, o maior avião militar de transporte do mundo.



A parada, criticada pela oposição liberal por seu alto custo, e descrita como uma "inútil demonstração de força", teve reminiscências soviéticas, já que algumas unidades desfilaram com estandartes nas quais figuravam a foice e o martelo comunistas.



Putin anunciou em 2007 um novo programa de rearmamento, que inclui a entrada em operação de mísseis balísticos intercontinentais, submarinos nucleares e aviões estratégicos, conhecidos como a "tríade nuclear", em uma tentativa de manter a paridade bélica com os EUA.



Em todo caso, o Kremlin afirma que o orçamento militar americano é, em números absolutos, quase 25 vezes superior ao da Rússia. EFE