como assim?nemesis escreveu:você podia tenta simplica né Guerra...
Que fim tiveram?
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Re: Que fim tiveram?
A HONESTIDADE É UM PRESENTE MUITO CARO, NÃO ESPERE ISSO DE PESSOAS BARATAS!
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Re: Que fim tiveram?
Guerra escreveu:Se não me engano, já li um artigo numa revista muito antiga que o M 50 derrubou a idéia inicial desse CC, e acabou vindo o M 41. Se alguém puder confirmar essa informação.
Um conceito que deria ter chegado ao Brasil (em sua devida epoca é claro) é esse da foto.
Esse negócio aí, mais feio do que o meu saldo no banco. Se chamava ontos, e ficou apenas no protótipo.
Só há 2 tipos de navios: os submarinos e os alvos...
Armam-se homens com as melhores armas.
Armam-se Submarinos com os melhores homens.
Os sábios PENSAM
Os Inteligentes COPIAM
Os Idiotas PLANTAM e os
Os Imbecis FINANCIAM...
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Re: Que fim tiveram?
O Ontos não ficou no protótipo não, foi usado pelos Fuzileiros Navais Americanos no Vietnam, no entanto era muito vulnerável a minas, piso era de 3/16 polegadas de aço. E por isso ficou sendo usado principalmente como defesa estática em bases de apoio de fogo. Usava munição anti-pessoal que lançava uma chuva de flechetes nos canhões de 106 mm.
A sua melhor atuação foi na ofensiva do Tet, na cidade de Hue, quando ele podia manobrar pelas vielas e disparar um poder de fogo absurdo. Também foi usado, salvo engano meu na invasão da República Dominicana em 1965, e destrui um AMX 13 e um outro blindado velho de origem sueca Landsverk L 60. Os japoneses fizeram algo parecido com dois canhões de 106 mm.
Quanto aos nossos carros X1 e M41 reformado o Caxias, pelo que pesquisei tinham graves erros de projeto, que inviabilizavam a sua utilização, que é melhor nem comentar e enterrar bem fundo estes projetos, pois simplesmente não funcionavam direito.
M41
- Quebrava o eixo entre a caixa de mudanças e o motor.
- a traseira alongada por causa do radiador alterou o centro de gravidade do carro e por causa disso causou diversos problemas nas manobras, refletindo sobre as largatas que se desgastavam muito rapidamente.
- a re-usinagem do canhão original de 76 mm em 90 mm, estragou totalmente a arma, mesmo porque foi mal sucedida e apresentava inúmeros defeitos, como um lado mais espesso que o outro. Acabou com a arma. Antes tivessem deixado o original.
O que melhorou foi a autonomia que saiu de 110 km com o motor a gasolina para 550 km com o motor diesel.
Somente não entendo uma coisa, não dava para testar uns dois ou três protótipos ao máximo antes de modificar toda a frota.
O X1A2 um carro de combate de projeto brasileiro, tinha também os seus problemas sérios. O que não me conformo é que deveriamos ter continuado o desenvolvimento e re-projetado o veículo corrigindo os problemas, talvez hoje tivessemos um carro leve compatível com as nossas pontes e estradas, ou seja como menos de 20 toneladas, dotado de blindagem modular, que pudesse ser aumentada em campo, não prejudicando a mobilidade do veículo para transporte.
A sua melhor atuação foi na ofensiva do Tet, na cidade de Hue, quando ele podia manobrar pelas vielas e disparar um poder de fogo absurdo. Também foi usado, salvo engano meu na invasão da República Dominicana em 1965, e destrui um AMX 13 e um outro blindado velho de origem sueca Landsverk L 60. Os japoneses fizeram algo parecido com dois canhões de 106 mm.
Quanto aos nossos carros X1 e M41 reformado o Caxias, pelo que pesquisei tinham graves erros de projeto, que inviabilizavam a sua utilização, que é melhor nem comentar e enterrar bem fundo estes projetos, pois simplesmente não funcionavam direito.
M41
- Quebrava o eixo entre a caixa de mudanças e o motor.
- a traseira alongada por causa do radiador alterou o centro de gravidade do carro e por causa disso causou diversos problemas nas manobras, refletindo sobre as largatas que se desgastavam muito rapidamente.
- a re-usinagem do canhão original de 76 mm em 90 mm, estragou totalmente a arma, mesmo porque foi mal sucedida e apresentava inúmeros defeitos, como um lado mais espesso que o outro. Acabou com a arma. Antes tivessem deixado o original.
O que melhorou foi a autonomia que saiu de 110 km com o motor a gasolina para 550 km com o motor diesel.
Somente não entendo uma coisa, não dava para testar uns dois ou três protótipos ao máximo antes de modificar toda a frota.
O X1A2 um carro de combate de projeto brasileiro, tinha também os seus problemas sérios. O que não me conformo é que deveriamos ter continuado o desenvolvimento e re-projetado o veículo corrigindo os problemas, talvez hoje tivessemos um carro leve compatível com as nossas pontes e estradas, ou seja como menos de 20 toneladas, dotado de blindagem modular, que pudesse ser aumentada em campo, não prejudicando a mobilidade do veículo para transporte.
Dos cosas te pido señor, la victoria y el regreso, pero si una sola haz de darme, que sea la victoria.