



Aliás, alguém aí sabe se ela DÁ aula particular? Sempre fui fraco em matemática...




Moderador: Conselho de Moderação
Naturalizado, brasileiro é convocado a servir ao exército ucraniano
Edmar Lacerda, meia do Metalist, se mostrou surpreso com a notícia e já pediu ajuda do clube
Fonte: http://www.foxsports.com.br/noticias/16 ... -ucraniano
O meio-campista Edmar Lacerda, nascido em Mogi das Cruzes – região metropolitana de São Paulo -, foi convocado pelo exército ucraniano. Jogador do Metalist Kharkiv, o jogador revelado pelo Paulista tem cidadania ucraniana. O meia, que vive no país europeu desde 2002 e se casou com uma ucraniana em 2008, mostrou-se surpreso com a notícia.
“Não esperava isso. Quando vi, nem sabia o que fazer. Se eu tiver que ir para o exército, nem sei o que farei. A única coisa que posso fazer bem é jogar futebol", afirmou Lacerda em entrevista ao site Sport, da Ucrânia.
O jogador disse contar com a ajuda da diretoria do Metalist para não precisar se apresentar ao exército ucraniano.
"Eu fui até o clube, eles me orientaram e devem resolver a questão. Eu não sei se outros companheiros de equipe também receberam a intimação, porque não disse nada para ninguém. Minha esposa estava com muito medo, mas eu a tranquilizei. Vai ficar tudo bem, vou voltar a treinar e, em breve, começará o campeonato", disse.
A Ucrânia está em crise desde novembro do ano passado, quando manifestantes foram às ruas protestar contra a decisão do então presidente, Viktor Yanukovich, de não ingressar na União Europeia e se aproximar da Rússia. A partir daquele momento, instaurou-se a tensão no país, que atualmente se divide entre as pessoas que apoiam e as que defendem a aliança com os russos.
Atacante brasileiro Wanderson quer jogar pela seleção da Rússia
Fonte: http://www.portugues.rfi.fr/esportes/20 ... 2014-07-22
O atacante brasileiro Francisco Wanderson, jogador do clube russo FC Krasnodar, declarou nesta terça-feira (22) que aceitaria um convite da seleção da Rússia para defender as cores do país. Ex-jogador do Fortaleza, Wanderson jogou no Gais, time da segunda divisão na Suécia, antes de integrar o russo Krasnador, em 2012. Na primeira temporada na Rússia, Wanderson foi eleito artilheiro do campeonato.
"Sem dúvida, eu responderia favoravelmente a uma proposta da Rússia", disse Wanderson, segundo relato da agência Itar-Tass. O Brasil tem agora dois jogadores querendo defender a seleção da Rússia: Wanderson, que está com 28 anos, e o zagueiro Mario Fernandes, ex-Grêmio de Porto Alegre, que demonstrou o mesmo interesse na semana passada.
O técnico da Rússia, o italiano Fabio Capello, reclamou no início do ano que tinha poucas opções para compor uma boa equipe nacional russa. Anfitriã da próxima Copa do Mundo, em 2018, a Rússia precisa de um elenco combativo para enfrentar o Mundial em casa. Na Copa do Brasil, os russos foram eliminados logo na primeira fase, depois de enfrentar Bélgica, Argélia e Coreia do Sul.
Isso tudo corrobora à minha teoria do campo de corrupção. Qualquer instituição baseada no Brasil será, mais cedo ou mais tarde, corrompida pelo campo da corrupção.Wingate escreveu:MAIS UMA INSTITUIÇÃO DE RENOME RENDE-SE A CORRUPÇÃO
Site Terra
25 de julho de 2014 • 03h36 • atualizado às 14h25
Cruz Vermelha desviou doações no Brasil, diz auditoria
Dinheiro desviado serviria para socorrer vítimas de crise na Somália, do tsunami no Japão e enchentes na região serrana fluminense
Milhões de reais destinados a ações assistenciais podem ter sido desviados das contas da Cruz Vermelha Brasileira por antigos gestores da organização humanitária. A constatação é fruto de uma auditoria feita por uma empresa de consultoria internacional contratada pelo conselho diretor da entidade. Em nota divulgada nesta sexta-feira, a Cruz Vermelha Brasileira revela que foram encontrados gastos sem comprovação e movimentações suspeitas da ordem de R$ 25 milhões.
“Foi uma auditoria complexa e minuciosa e, por isso mesmo, longa”, informa a diretoria da organização em comunicado divulgado na noite de quinta-feira. As irregularidades apontam para desvios de doações feitas para as vítimas de conflitos e da seca na Somália; do tsunami no Japão; das enchentes na Região Serrana do Rio de Janeiro e para uma campanha de prevenção à dengue. Os supostos desvios estão concentrados nas filiais do Maranhão e Ceará, além de Petrópolis, no Estado do Rio de Janeiro, entre 2010 e 2012.
“Há comprovações de irregularidades e considera-se que alguns desses casos podem ser delitos, enquanto outros se configuram como faltas administrativas, menos graves, mas não menos passíveis de punição”, afirma a entidade. Entre as deficiências e irregularidades identificadas pela consultoria estão a falta de controle interno e a ausência de documentos.
A Cruz Vermelha Brasileira garante que tomará todas as providências necessárias, inclusive judiciais, para reaver os recursos e destiná-los aos beneficiários. Além de entregar cópias do relatório final ao Ministério da Justiça, a diretoria da entidade promete acionar os ministérios Público Federal e estaduais para que adotem as medidas judiciais cabíveis.
“A responsabilidade de corrigir os problemas apontados na auditoria é da Cruz Vermelha Brasileira, que adotará os procedimentos judiciais e administrativos para punir quem deu causa às irregularidades e ilegalidades. Nos casos em que a auditoria não é conclusiva, a entidade realizará investigações internas e, quando cabível, apresentará denúncia à Justiça, além de entregar o relatório da auditoria às autoridades competentes.”
Além de apontar o suposto desvio financeiro, a consultoria contratada apresentou um plano de recuperação das contas da entidade – que confirmou que vai colocar em prática todas as recomendações do relatório. A Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV), à qual a organização brasileira é filiada, determinou que uma comissão especial acompanhe a implementação das recomendações.
“A atual diretoria está implementando mudanças e está comprometida com uma solução definitiva, à altura de uma organização como a Cruz Vermelha, reconhecida por seus princípios e pela pertinência de sua ação humanitária”, acrescentou o comunicado.
Em fevereiro do ano passado, a Cruz Vermelha Brasileira devia cerca de R$ 90 milhões aos cofres públicos e a antigos funcionários que recorreram à Justiça para receber seus direitos trabalhistas. O presidente da entidade à época, Nício Brasil Lacorte, atribuiu a situação à “má gestão” da entidade ao longo de “mais ou menos 20 anos” - período durante o qual a Cruz Vermelha Brasileira teve algumas gestões marcadas pela “pouca transparência”.
Agência Brasil
-----------------
Wingate
Me parece que na Colômbia vigorava (ou vigora ainda) uma lei que proibia aos motociclistas levarem caronas na garupa devido ao alto número de assassinatos executados por pistoleiros utilizando esses veículos (o garupa fazia o "serviço").Rodrigoiano escreveu:A Segurança Pública está um caos em Goiânia! Tanto faz setores nobres como periferia. Só na última madrugada 5 mortes, entre elas uma jovem de 22 anos em bairro nobre no carro com o namorado parada no semáforo, um motoqueiro deu vários tiros. Na quinta a noite o motorista de uma Mercedes também foi baleado por um garupa de uma moto também em setor nobre. A casa de um guarda municipal na região metropolitana foi roubada, eles roubaram a arma, carro, pertences e ainda ameaçaram as vítimas. Enquanto isso, na propaganda (e põe propaganda nisso, a toda hora em horário nobre...) o Estado é uma perfeição!
A Cruz do Brasil é a Corrupção, que suga e mata as melhores iniciativas e sabota os melhores projetos...Cross escreveu:Isso tudo corrobora à minha teoria do campo de corrupção. Qualquer instituição baseada no Brasil será, mais cedo ou mais tarde, corrompida pelo campo da corrupção.Wingate escreveu:MAIS UMA INSTITUIÇÃO DE RENOME RENDE-SE A CORRUPÇÃO
Site Terra
25 de julho de 2014 • 03h36 • atualizado às 14h25
Cruz Vermelha desviou doações no Brasil, diz auditoria
Dinheiro desviado serviria para socorrer vítimas de crise na Somália, do tsunami no Japão e enchentes na região serrana fluminense
Milhões de reais destinados a ações assistenciais podem ter sido desviados das contas da Cruz Vermelha Brasileira por antigos gestores da organização humanitária. A constatação é fruto de uma auditoria feita por uma empresa de consultoria internacional contratada pelo conselho diretor da entidade. Em nota divulgada nesta sexta-feira, a Cruz Vermelha Brasileira revela que foram encontrados gastos sem comprovação e movimentações suspeitas da ordem de R$ 25 milhões.
“Foi uma auditoria complexa e minuciosa e, por isso mesmo, longa”, informa a diretoria da organização em comunicado divulgado na noite de quinta-feira. As irregularidades apontam para desvios de doações feitas para as vítimas de conflitos e da seca na Somália; do tsunami no Japão; das enchentes na Região Serrana do Rio de Janeiro e para uma campanha de prevenção à dengue. Os supostos desvios estão concentrados nas filiais do Maranhão e Ceará, além de Petrópolis, no Estado do Rio de Janeiro, entre 2010 e 2012.
“Há comprovações de irregularidades e considera-se que alguns desses casos podem ser delitos, enquanto outros se configuram como faltas administrativas, menos graves, mas não menos passíveis de punição”, afirma a entidade. Entre as deficiências e irregularidades identificadas pela consultoria estão a falta de controle interno e a ausência de documentos.
A Cruz Vermelha Brasileira garante que tomará todas as providências necessárias, inclusive judiciais, para reaver os recursos e destiná-los aos beneficiários. Além de entregar cópias do relatório final ao Ministério da Justiça, a diretoria da entidade promete acionar os ministérios Público Federal e estaduais para que adotem as medidas judiciais cabíveis.
“A responsabilidade de corrigir os problemas apontados na auditoria é da Cruz Vermelha Brasileira, que adotará os procedimentos judiciais e administrativos para punir quem deu causa às irregularidades e ilegalidades. Nos casos em que a auditoria não é conclusiva, a entidade realizará investigações internas e, quando cabível, apresentará denúncia à Justiça, além de entregar o relatório da auditoria às autoridades competentes.”
Além de apontar o suposto desvio financeiro, a consultoria contratada apresentou um plano de recuperação das contas da entidade – que confirmou que vai colocar em prática todas as recomendações do relatório. A Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV), à qual a organização brasileira é filiada, determinou que uma comissão especial acompanhe a implementação das recomendações.
“A atual diretoria está implementando mudanças e está comprometida com uma solução definitiva, à altura de uma organização como a Cruz Vermelha, reconhecida por seus princípios e pela pertinência de sua ação humanitária”, acrescentou o comunicado.
Em fevereiro do ano passado, a Cruz Vermelha Brasileira devia cerca de R$ 90 milhões aos cofres públicos e a antigos funcionários que recorreram à Justiça para receber seus direitos trabalhistas. O presidente da entidade à época, Nício Brasil Lacorte, atribuiu a situação à “má gestão” da entidade ao longo de “mais ou menos 20 anos” - período durante o qual a Cruz Vermelha Brasileira teve algumas gestões marcadas pela “pouca transparência”.
Agência Brasil
-----------------
Wingate