Programa de Obtenção de Navio Anfíbio - PROANF
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Re: Programa de Obtenção de Navio Anfíbio - PROANF
Olá camaradas, se o Defesa Aérea& Naval postou é porque deve ser relevante:
http://www.defesaaereanaval.com.br/mari ... -da-frota/
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Re: Programa de Obtenção de Navio Anfíbio - PROANF
Olá camaradas, leio o site mais o acho muito especulativo; mas de qualquer modo......:
Marinhas de Argentina e Chile buscam no mercado um modelo de navio-doca de assalto anfíbio que caiba nos seus orçamentos
Posted by Roberto Lopes

Navio-doca “Juneau”, na reserva da Marinha americana desde 2008
Por Roberto Lopes
O Secretário de Estratégia e Assuntos Militares do Ministério da Defesa argentino, Angel Tello, informou, nesta segunda-feira (23.05), que durante sua recente visita ao Pentágono (Departamento de Defesa americano), semana passada, iniciou negociações visando a obtenção, por sua Marinha, de um navio-doca de assalto anfíbio que esteja em desuso, ou prestes a ser retirado da ativa na Marinha dos Estados Unidos.
As declarações de Tello fazem supor que o recente encontro de dirigentes do Estaleiro Río Santiago (ARS na sigla em castelhano), dos arredores de Buenos Aires, com dirigentes do grupo industrial Daewoo, da Coreia do Sul, sediados na Argentina, não abriu perspectivas viáveis de cooperação.
A multinacional Daewoo mantém estreito relacionamento com o DaeSun Shipbuilding & Engineering, da cidade sul-coreana de Busan, estaleiro detentor do projeto do navio-doca que ficou conhecido internacionalmente como “classe Makassar”.
Mas construir uma embarcação desse porte na Argentina envolveria um investimento na qualificação técnica do ARS, e é possível que tal custo tenha parecido proibitivo ao Ministério da Defesa argentino.
Classe Austin – Por outro lado, as declarações do Secretário Tello levam a crer que os chefes navais argentinos estão dispostos a receber um navio-doca construído há mais de 30, 40 ou 50 anos, como, por exemplo, o Juneau (LPD-10), de 9.589 toneladas (vazio), barco da classe Austin que começou a operar em julho de 1969, e se encontra desde 30 de outubro de 2008 na Frota de Reserva da Defesa Nacional americana, atracado em uma instalação naval do Havaí.

O “Juneau” visto pela proa
O Juneau pode transportar até 930 fuzileiros navais, está equipado com duas estações de armas tipo CIWS (além de canhões de 25 mm e metralhadoras pesadas) e pode receber até seis helicópteros de porte médio.
Suas principais vulnerabilidades, além do desenho antiquado – da metade inicial da década de 1960 –, são a baixa capacidade da propulsão (velocidade abaixo dos 20 nós) e a falta de hangar a bordo para as aeronaves. O barco recebeu apenas um hangar telescópico, apto a receber uma única aeronave necessitada de manutenção.
Classe Whidbey Island – Para os argentinos, melhor seria que eles pudessem ter acesso a um dos navios-doca da classe Whidbey Island, de 16.100 toneladas (carregado), que começaram a ser entregues à Marinha americana a partir de 1985.
O problema é que esses navios – oito no total –, que também despertaram a atenção da Marinha do Brasil, são (ou eram até aqui) considerados indisponíveis.
O “cabeça-de-série” Whidbey Island (LSD-41) e o Tortuga (LSD-46) deveriam ser aposentados em 2018, mas informações não confirmadas dão conta de uma mudança: o LSD-41 será mantido em operações até o ano de 2021.

Sequência de imagens do navio de assalto anfíbio “Tortuga”, da US Navy


A compra de uma embarcação desse gênero viria, contudo, sanar uma grave deficiência da Flota de Mar argentina, que não possui um navio concebido para operar com fuzileiros navais.
Chile – A 17 de maio último, o Comandante da Marinha chilena, almirante Enrique Larrañaga, já havia admitido para jornalistas que sua corporação, que opera o navio-doca Sargento Aldea (ex-Foudre francês) procura uma segunda embarcação do gênero: Existen algunas conversaciones preliminares respecto de este tema, pero no hay nada decidido todavía.

Larrañaga, do Chile: “conversações preliminares”
Larrañaga confirmou a satisfação dos seus subordinados com a operação do Sargento Aldea (da mesma classe mas oito anos mais antigo que o Bahia, ex-Siroco, adquirido pelo Brasil):
Aquella [Sargento Aldea] es una nave multipropósito que, por sus capacidades duales, para conflicto y para tiempos de paz y asistencia humanitaria, ha sido una gran contribución al rol de la Armada. Ciertamente, sería muy bueno contar con un segundo buque de este tipo. Siempre estamos explorando las disponibilidades en el mercado y eso se debe conjugar con los recursos del Estado.

Navio-doca chileno “Sargento Aldea”
A coluna INSIDER apurou que a Marinha chilena trabalha com diferentes opções.
Uma delas é fazer como a Armada Argentina, e solicitar um navio de segunda mão dos estoques americanos. Outra é avaliar os custos envolvidos na encomenda de um navio de assalto anfíbio da classe Makassar, de quase 12.000 toneladas de deslocamento (a plena carga), que poderia ser construído no estaleiro indonésio PT PAL, ou no próprio estaleiro chileno Asmar (Astilleros y Maestranzas de la Armada) da cidade de Talcahuano.

Construção de um classe Makassar no estaleiro indonésio PT PAL
País com mais de 17.000 ilhas (e população superior a 230 milhões de habitantes), a Indonésia possui quatro unidades desse modelo de embarcação, e acaba de entregar mais um para a Marinha das Filipinas
Visita – Há cerca de dez anos os chefes navais chilenos elegeram a Marinha da Indonésia como sua principal aliada na Ásia.
Cinco meses atrás, uma delegação de oficiais da Armada indonésia visitou as instalações da Asmar, acompanhada de executivos da companhia francesa DCNS, e da empresa chilena SISDEF, de eletrônica militar.
Foi uma visita demorada.
Recebidos pelo administrador do Asmar, capitão de navio Harold Kauer Tapia, os militares asiáticos ouviram uma palestra sobre as capacidades de fabricação de navios e de realização de reparos do estaleiro.

Desembro de 2015: militares indonésios visitam o estaleiro chileno Asmar, em Talcahuano
Depois eles percorreram as oficinas de Combustão Interna, de Baterias para Submarinos, de Maquinário Naval, de Mecânica de Armamentos, de Eletrônica, e a carreira onde se encontra em fase final de montagem o quarto navio da classe alemã OPV80 Fässmer encomendado pela Marinha chilena.
Entre os dias 25 e 26 deste ano, o capitão de navio Alberto Soto, do Estado-Maior da Armada chilena, atuou, em Jacarta, como co-chairman do workshop denominado Western Pacific Naval Symposium, dirigido pelo contra-almirante Ari Soedewo, assistente do Comandante da Marinha da Indonésia, e pelo Comodoro Amarulla Octavian, chefe do Estado-Maior da Frota Ocidental indonésia.

Na plateia, representantes de nada menos do que 26 marinhas de países banhados pelo Oceano Pacífico (entre eles oficiais dos Estados Unidos, China, Japão, Rússia e Austrália).
http://www.planobrazil.com/marinhas-de- ... rcamentos/
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Marinhas de Argentina e Chile buscam no mercado um modelo de navio-doca de assalto anfíbio que caiba nos seus orçamentos
Posted by Roberto Lopes

Navio-doca “Juneau”, na reserva da Marinha americana desde 2008
Por Roberto Lopes
O Secretário de Estratégia e Assuntos Militares do Ministério da Defesa argentino, Angel Tello, informou, nesta segunda-feira (23.05), que durante sua recente visita ao Pentágono (Departamento de Defesa americano), semana passada, iniciou negociações visando a obtenção, por sua Marinha, de um navio-doca de assalto anfíbio que esteja em desuso, ou prestes a ser retirado da ativa na Marinha dos Estados Unidos.
As declarações de Tello fazem supor que o recente encontro de dirigentes do Estaleiro Río Santiago (ARS na sigla em castelhano), dos arredores de Buenos Aires, com dirigentes do grupo industrial Daewoo, da Coreia do Sul, sediados na Argentina, não abriu perspectivas viáveis de cooperação.
A multinacional Daewoo mantém estreito relacionamento com o DaeSun Shipbuilding & Engineering, da cidade sul-coreana de Busan, estaleiro detentor do projeto do navio-doca que ficou conhecido internacionalmente como “classe Makassar”.
Mas construir uma embarcação desse porte na Argentina envolveria um investimento na qualificação técnica do ARS, e é possível que tal custo tenha parecido proibitivo ao Ministério da Defesa argentino.
Classe Austin – Por outro lado, as declarações do Secretário Tello levam a crer que os chefes navais argentinos estão dispostos a receber um navio-doca construído há mais de 30, 40 ou 50 anos, como, por exemplo, o Juneau (LPD-10), de 9.589 toneladas (vazio), barco da classe Austin que começou a operar em julho de 1969, e se encontra desde 30 de outubro de 2008 na Frota de Reserva da Defesa Nacional americana, atracado em uma instalação naval do Havaí.

O “Juneau” visto pela proa
O Juneau pode transportar até 930 fuzileiros navais, está equipado com duas estações de armas tipo CIWS (além de canhões de 25 mm e metralhadoras pesadas) e pode receber até seis helicópteros de porte médio.
Suas principais vulnerabilidades, além do desenho antiquado – da metade inicial da década de 1960 –, são a baixa capacidade da propulsão (velocidade abaixo dos 20 nós) e a falta de hangar a bordo para as aeronaves. O barco recebeu apenas um hangar telescópico, apto a receber uma única aeronave necessitada de manutenção.
Classe Whidbey Island – Para os argentinos, melhor seria que eles pudessem ter acesso a um dos navios-doca da classe Whidbey Island, de 16.100 toneladas (carregado), que começaram a ser entregues à Marinha americana a partir de 1985.
O problema é que esses navios – oito no total –, que também despertaram a atenção da Marinha do Brasil, são (ou eram até aqui) considerados indisponíveis.
O “cabeça-de-série” Whidbey Island (LSD-41) e o Tortuga (LSD-46) deveriam ser aposentados em 2018, mas informações não confirmadas dão conta de uma mudança: o LSD-41 será mantido em operações até o ano de 2021.

Sequência de imagens do navio de assalto anfíbio “Tortuga”, da US Navy


A compra de uma embarcação desse gênero viria, contudo, sanar uma grave deficiência da Flota de Mar argentina, que não possui um navio concebido para operar com fuzileiros navais.
Chile – A 17 de maio último, o Comandante da Marinha chilena, almirante Enrique Larrañaga, já havia admitido para jornalistas que sua corporação, que opera o navio-doca Sargento Aldea (ex-Foudre francês) procura uma segunda embarcação do gênero: Existen algunas conversaciones preliminares respecto de este tema, pero no hay nada decidido todavía.

Larrañaga, do Chile: “conversações preliminares”
Larrañaga confirmou a satisfação dos seus subordinados com a operação do Sargento Aldea (da mesma classe mas oito anos mais antigo que o Bahia, ex-Siroco, adquirido pelo Brasil):
Aquella [Sargento Aldea] es una nave multipropósito que, por sus capacidades duales, para conflicto y para tiempos de paz y asistencia humanitaria, ha sido una gran contribución al rol de la Armada. Ciertamente, sería muy bueno contar con un segundo buque de este tipo. Siempre estamos explorando las disponibilidades en el mercado y eso se debe conjugar con los recursos del Estado.

Navio-doca chileno “Sargento Aldea”
A coluna INSIDER apurou que a Marinha chilena trabalha com diferentes opções.
Uma delas é fazer como a Armada Argentina, e solicitar um navio de segunda mão dos estoques americanos. Outra é avaliar os custos envolvidos na encomenda de um navio de assalto anfíbio da classe Makassar, de quase 12.000 toneladas de deslocamento (a plena carga), que poderia ser construído no estaleiro indonésio PT PAL, ou no próprio estaleiro chileno Asmar (Astilleros y Maestranzas de la Armada) da cidade de Talcahuano.

Construção de um classe Makassar no estaleiro indonésio PT PAL
País com mais de 17.000 ilhas (e população superior a 230 milhões de habitantes), a Indonésia possui quatro unidades desse modelo de embarcação, e acaba de entregar mais um para a Marinha das Filipinas
Visita – Há cerca de dez anos os chefes navais chilenos elegeram a Marinha da Indonésia como sua principal aliada na Ásia.
Cinco meses atrás, uma delegação de oficiais da Armada indonésia visitou as instalações da Asmar, acompanhada de executivos da companhia francesa DCNS, e da empresa chilena SISDEF, de eletrônica militar.
Foi uma visita demorada.
Recebidos pelo administrador do Asmar, capitão de navio Harold Kauer Tapia, os militares asiáticos ouviram uma palestra sobre as capacidades de fabricação de navios e de realização de reparos do estaleiro.

Desembro de 2015: militares indonésios visitam o estaleiro chileno Asmar, em Talcahuano
Depois eles percorreram as oficinas de Combustão Interna, de Baterias para Submarinos, de Maquinário Naval, de Mecânica de Armamentos, de Eletrônica, e a carreira onde se encontra em fase final de montagem o quarto navio da classe alemã OPV80 Fässmer encomendado pela Marinha chilena.
Entre os dias 25 e 26 deste ano, o capitão de navio Alberto Soto, do Estado-Maior da Armada chilena, atuou, em Jacarta, como co-chairman do workshop denominado Western Pacific Naval Symposium, dirigido pelo contra-almirante Ari Soedewo, assistente do Comandante da Marinha da Indonésia, e pelo Comodoro Amarulla Octavian, chefe do Estado-Maior da Frota Ocidental indonésia.

Na plateia, representantes de nada menos do que 26 marinhas de países banhados pelo Oceano Pacífico (entre eles oficiais dos Estados Unidos, China, Japão, Rússia e Austrália).
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Re: Programa de Obtenção de Navio Anfíbio - PROANF
Com o dinheiro que gastamos em artistas sem talento, poderíamos ter adquirido o Pelileu, um Whidbey Island class e ainda sobrava muita grana.
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Re: Programa de Obtenção de Navio Anfíbio - PROANF
gabriel219 escreveu:Com o dinheiro que gastamos em artistas sem talento, poderíamos ter adquirido o Pelileu, um Whidbey Island class e ainda sobrava muita grana.
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Eu, acredito que a obtenção por oportunidade de um navio desta classe devera acontecer. A MB espera poder operar um segundo NDD.
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Re: Programa de Obtenção de Navio Anfíbio - PROANF
Olá camarada e amigo, com a inoperância do NAE SÃO PAULO, será que daria pra pensar em um LHD? O PELELIU foi descomissionado recentemente e com isso poderia transferir a tripulação do NAE(pela experiência até) para ele; e quem sabe no futuro deixaríamos de ter NAE convencional e investiríamos no F-35B; pois teríamos um navio usado mais com aeronaves de última geração, abriria caminho até,com esse pensamento, de adquirirmos o HMS ILUSTRIOUS.Lord Nauta escreveu:gabriel219 escreveu:Com o dinheiro que gastamos em artistas sem talento, poderíamos ter adquirido o Pelileu, um Whidbey Island class e ainda sobrava muita grana.
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Eu, acredito que a obtenção por oportunidade de um navio desta classe devera acontecer. A MB espera poder operar um segundo NDD.
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Re: Programa de Obtenção de Navio Anfíbio - PROANF
Olha eles aí, 12 F-35B em cada um deles abaixo, já nos levaria a outro patamar :
HMS ILUSTRIOUS:
LHD PELELIU:
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Re: Programa de Obtenção de Navio Anfíbio - PROANF
Não, de jeito nenhum. Prefiro o Pelileu com apenas Helis de transporte e ataque do que abandonar um NAe convencional pra ter um NAe mais barato e uma aeronave caríssima e cheia de problemas, sendo seu maior fruto a furtividade.
Nem mesmo o EUA fará isso.
O NAe São Paulo sofre com falta de recursos e já que não tem A-4 bons para operarem, não há tanta pressa para coloca-lo em operação.
Eu teria preferido a MB, logo quando comprou, modernizar extensivamente o A-12, tanto baterias antiaéreas, como expandir o tamanho dos elevadores e catapultas com 25 toneladas de capacidade. Daria para termos comprado alguns F-18C\D ou mesmo A\B, modernizava e estaríamos melhor hoje.
As nossas Forças, tanto MB quanto EB e FAB, deveria ter aproveitado a época que tinha dinheiro para Defesa e comprado muita coisa para resolver a curto prazo, mas pensaram muito mais a longo prazo e esqueceram o que tinha, perdemos muitas ótimas oportunidades, como Type 23, as fragatas Holandesas...
Nem mesmo o EUA fará isso.
O NAe São Paulo sofre com falta de recursos e já que não tem A-4 bons para operarem, não há tanta pressa para coloca-lo em operação.
Eu teria preferido a MB, logo quando comprou, modernizar extensivamente o A-12, tanto baterias antiaéreas, como expandir o tamanho dos elevadores e catapultas com 25 toneladas de capacidade. Daria para termos comprado alguns F-18C\D ou mesmo A\B, modernizava e estaríamos melhor hoje.
As nossas Forças, tanto MB quanto EB e FAB, deveria ter aproveitado a época que tinha dinheiro para Defesa e comprado muita coisa para resolver a curto prazo, mas pensaram muito mais a longo prazo e esqueceram o que tinha, perdemos muitas ótimas oportunidades, como Type 23, as fragatas Holandesas...
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Re: Programa de Obtenção de Navio Anfíbio - PROANF
O problema não foi se ter pensado no longo prazo, isso é obrigação das ffaa's, que não podem e não devem pensar a defesa apenas para os próximos 4 anos. O problema é que no curto prazo nunca houve interesse real e efetivo de se resolverem as coisas por parte de quem tem tal obrigação. E como planos e planejamentos estratégicos são sempre mais bonitos de se ver e mostrar, fica mais lega na propaganda... e principalmente, não se precisa gastar um centavo sequer, então estamos como estamos.
A MB jamais irá abrir mão de operar um Nae convencional. Se não for o A-12, será o A-13 ou A-14 daqui a vinte ou trinta anos. Mas será.
Quanto a um NPM, isto também será feito, desde que a MB resolva primeiramente a questão do Nae, que é, em termos práticos, inegociável e "imexpivel" para o almirantado. Um NPM só existirá na MB quando e se tal equação for resolvida. Depois da renovação da esquadra, claro.
abs.
A MB jamais irá abrir mão de operar um Nae convencional. Se não for o A-12, será o A-13 ou A-14 daqui a vinte ou trinta anos. Mas será.
Quanto a um NPM, isto também será feito, desde que a MB resolva primeiramente a questão do Nae, que é, em termos práticos, inegociável e "imexpivel" para o almirantado. Um NPM só existirá na MB quando e se tal equação for resolvida. Depois da renovação da esquadra, claro.
abs.
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Re: Programa de Obtenção de Navio Anfíbio - PROANF
Hoje em dia ando pensando se este projeto poderia sera adaptado por nós como um NPM. Seria algo muito importante, tendo em vista a utilização de um mesmo casco padrão para ambas as necessidades.

O pessoal da engenharia aqui poderia responder. Ao invés do contrato de 2 + 4 cascos, poderia ser 6 cascos-base e duas funções diferentes?
abs.

O pessoal da engenharia aqui poderia responder. Ao invés do contrato de 2 + 4 cascos, poderia ser 6 cascos-base e duas funções diferentes?
abs.
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Re: Programa de Obtenção de Navio Anfíbio - PROANF
FCarvalho escreveu:Hoje em dia ando pensando se este projeto poderia sera adaptado por nós como um NPM. Seria algo muito importante, tendo em vista a utilização de um mesmo casco padrão para ambas as necessidades.
![]()
O pessoal da engenharia aqui poderia responder. Ao invés do contrato de 2 + 4 cascos, poderia ser 6 cascos-base e duas funções diferentes?
abs.
Olá camarada e amigo, o problema é que ele não tem doca alagável.
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Re: Programa de Obtenção de Navio Anfíbio - PROANF
Por isso a minha pergunta aos colegas foristas com conhecimento na área de engenharia Abuldog.
Este casco me parece ser grande o suficiente para atender todas as nossas necessidades para um Nae, e também, julgo, para uma possível adaptação a um NPM. Se isto é possível, temos que ver o que o pessoal entendido na área pode dizer. Como o conceito deste projeto é modular, penso que não haveria maiores óbices a sua adaptação.
Enfim, alguém que entenda mais disso pode dizer melhor se estou viajando na maionese ou se há alguma possibilidade de concretude nisto.
abs.
Este casco me parece ser grande o suficiente para atender todas as nossas necessidades para um Nae, e também, julgo, para uma possível adaptação a um NPM. Se isto é possível, temos que ver o que o pessoal entendido na área pode dizer. Como o conceito deste projeto é modular, penso que não haveria maiores óbices a sua adaptação.
Enfim, alguém que entenda mais disso pode dizer melhor se estou viajando na maionese ou se há alguma possibilidade de concretude nisto.
abs.
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Re: Programa de Obtenção de Navio Anfíbio - PROANF
A Marinha Espanhola está a tentar que o governo apoie a construção de um PA baseado no Juan Carlos e a aquisição de F-35 B.


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Re: Programa de Obtenção de Navio Anfíbio - PROANF
Suponho que seria algo muito parecido, em termos dimensionais, ao projeto do INS Vykrant.
A idéia de usar caças STOVL é interessante para apoio aéreo e intervenção naval/anfíbia, mas talvez não integralmente para missões de defesa e superioridade aérea, quando quantidade e qualidade combinadas ajudam, e muito, a balancear os resultados sobre o mar e sobre as frotas navais.
abs.
A idéia de usar caças STOVL é interessante para apoio aéreo e intervenção naval/anfíbia, mas talvez não integralmente para missões de defesa e superioridade aérea, quando quantidade e qualidade combinadas ajudam, e muito, a balancear os resultados sobre o mar e sobre as frotas navais.
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Re: Programa de Obtenção de Navio Anfíbio - PROANF
Olá camaradas, tenho achado muito interessante o projeto de LHD russo o PRIBOI, pois se vocês observarem ele tem uma porta de lançamento a frente também e com isso ele pode fazer dois lançamentos complexos ao mesmo tempo: CLANF`S pela frente e lançamento ou recebimento de lanchas pela retaguarda:



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- Matheus
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Re: Programa de Obtenção de Navio Anfíbio - PROANF
Bacana. Se fosse FRIBOI tinha verba garantida pra compra, rsrs.