Infelizmente!!!Túlio escreveu:Xi, quer dizer que ainda periga de vir essa tranqueira?
Com tanta coisa melhor...
Bacchi
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Infelizmente!!!Túlio escreveu:Xi, quer dizer que ainda periga de vir essa tranqueira?
jauro escreveu:No Livro Branco da Defesa tem uma foto da AAAe. Será que ela indica alguma preferência? (pag 197)
Desculpe Paulo, mas admito que esquecer o AGORA foi lamentável...Paulo Bastos escreveu:Na verdade Santa Maria e, principalmente o CIBld, estão num expectativa (ou excitação) muito grande de receber novos blindados, dando a entender que algumas negociações (que eu, Paulo Bastos, acredito que que não ocorrerão) sejam um já um caso consumado. Foi exatamente isso que aconteceu com o Gularte, militar de manutenção do 5º RCC que recebeu um “informe” em Santa Maria e postou na NET (fórum da WEBKITS), que a compra dos Guepard já estava definida e que de “lambuja” ainda viriam torre de M109 para colocar nos M108. Puro devaneio!osolamaalua escreveu:desculpa Paulo por não ter respondido.
Vamos por partes. O Guepard, ouvi sobre o numero de 23. Tambem no passado tinha ouvido 36. O que sei é que devem ir para Santa Maria. Agora pela configuração de uma bateria blindada Ae AP serão 4 seções com 2 carros em cada perfazendo uma bateria. O restante dos carros devem ir para a ESMB e Esacossae.
Temos que tomar cuidado com o que AFIRMAMOS, pois nem sempre o que escutamos, principalmente dentro de quartel, é verdade (aprendi isso a duras penas)...
Acontece que, na realidade, essas decisões são todas tomadas em Brasília, e Santa Maria só vai saber depois, bem depois.
Sobre a quantidade também não concordo com 23, pois os Guepard estariam vindo (mas acho que nunca virão), no mínimo, para 6 baterias: uma para cada GAAAe e outra para a 6ª Bia AAAe, com 4 ou 6 veículos (2 ou 3 seções) cada. Nesse caso o mínimo, sem contar as escolas, seria de 24 carros.
É que falava com tanta propriedade de uma empresa que sempre procurou esconder seus produtos, que dava entender que conhecia mais a fundo. Mas a realidade é que a Avibras é uma caixinha de mistério, e que agora é praticamente uma estatal.osolamaalua escreveu:Quanto a avibras são as últimas informações que ouvi e que posso comentar foram as que postei. As demais seriam achismo meu.
Pergunto: Voces compareceram a escola de fogo em formosa este ano? O que pescaram por lá?
Infelizmente não estivemos lá esse ano, mas temos contato com o 6° GLMF. O que precisa?
Desculpe Walter, mas serei obrigado a corrigi-lo: A AVIBRAS AGORA não costuma dar murro em ponta de faca, pois, em um passado não muito distante, ela dava as pencas!!!!!WalterGaudério escreveu: A AVIBRAS não costuma dar murro em ponta de faca
Abraços,
Paulo
Eu estive neste simpósio e dei razão em parte eo finado Verdi...Reginaldo Bacchi escreveu:Paulo, exatamente.Paulo Bastos escreveu: Desculpe Walter, mas serei obrigado a corrigi-lo: A AVIBRAS AGORA não costuma dar murro em ponta de faca, pois, em um passado não muito distante, ela dava as pencas!!!!!
Paulo
Eu me lembro que num simposio sobre a industria de defesa brasileira, o eng. Verdi (dono ou principal acionista da AVIBRAS) meteu o pau no governo, em função daquilo que ele considerava o mau tratamento que recebia do mesmo.
Bacchi
Eu o conheço pessoalmente. Qto. a ser pólítico, é bom, até que ele seja mesmo, por questão de sobrevivência. Mas a carecterística que mais me chamou a atenção (positivamente), foi uma visão digamos, "mais de mercado", mais pragmática, sem a intenção de "empurrar a criança" para o EB ou FAB ou MB.Paulo Bastos escreveu:Como você chegou a essa conclusão?Brasileiro escreveu:Parece que a Avibras mudou (não em operação, mas em 'espírito', 'visão de mundo', etc) significativamente desde a mudança 'forçada' da administração, decorrente do falecimento do antigo presidente. Talvez ela estivesse se comportando como um peixe fora do aquário, com uma mentalidade dos anos 80 em plena virada de século, sem guerra-fria, sem regime militar, sem recursos abundantes, sem a perspectiva de conflito, abertura política etc. Eu sempre a achei, acho que outros aqui também, meio esquisitona, como se o seu presidente fosse o Enéias Carneiro.
Apesar do Sr. Sami Hassuani ser muito mais político que o Sr. João Verdi, ele é tão centralizador quanto.
Abraços,
Paulo Bastos
Será que o "mas" não está demais?WalterGaudério escreveu:Desculpe Paulo, mas admito que esquecer o AGORA foi lamentável...Paulo Bastos escreveu: Na verdade Santa Maria e, principalmente o CIBld, estão num expectativa (ou excitação) muito grande de receber novos blindados, dando a entender que algumas negociações (que eu, Paulo Bastos, acredito que que não ocorrerão) sejam um já um caso consumado. Foi exatamente isso que aconteceu com o Gularte, militar de manutenção do 5º RCC que recebeu um “informe” em Santa Maria e postou na NET (fórum da WEBKITS), que a compra dos Guepard já estava definida e que de “lambuja” ainda viriam torre de M109 para colocar nos M108. Puro devaneio!
Temos que tomar cuidado com o que AFIRMAMOS, pois nem sempre o que escutamos, principalmente dentro de quartel, é verdade (aprendi isso a duras penas)...
Acontece que, na realidade, essas decisões são todas tomadas em Brasília, e Santa Maria só vai saber depois, bem depois.
Sobre a quantidade também não concordo com 23, pois os Guepard estariam vindo (mas acho que nunca virão), no mínimo, para 6 baterias: uma para cada GAAAe e outra para a 6ª Bia AAAe, com 4 ou 6 veículos (2 ou 3 seções) cada. Nesse caso o mínimo, sem contar as escolas, seria de 24 carros.
É que falava com tanta propriedade de uma empresa que sempre procurou esconder seus produtos, que dava entender que conhecia mais a fundo. Mas a realidade é que a Avibras é uma caixinha de mistério, e que agora é praticamente uma estatal.
Infelizmente não estivemos lá esse ano, mas temos contato com o 6° GLMF. O que precisa?
Desculpe Walter, mas serei obrigado a corrigi-lo: A AVIBRAS AGORA não costuma dar murro em ponta de faca, pois, em um passado não muito distante, ela dava as pencas!!!!!
Abraços,
Paulo![]()
Torço muito para dar certo, mas infelizmente ele não conseguiu acabar com um dos problemas mais sérios e que engessam a Avibras: a sua política altamente centralizadora. TUDO tem que passar na mão do presidente, aí esquece qualquer agilidade!!!!WalterGaudério escreveu: Eu o conheço pessoalmente. Qto. a ser pólítico, é bom, até que ele seja mesmo, por questão de sobrevivência. Mas a carecterística que mais me chamou a atenção (positivamente), foi uma visão digamos, "mais de mercado", mais pragmática, sem a intenção de "empurrar a criança" para o EB ou FAB ou MB.
Será que finalmente a Avibras vai parar de investir em projetos como FOG-MPM, Guará e outras tantas coisas “fantásticas” que atiçam a libido de alguns foristas e que depois os frustam????WalterGaudério escreveu: Ele parece ter aprendido a cartilha da EMBRAER, que é de fazer com que as FAs encampem os projetos que mais lhe interessem.
Chega de ficar fazendo esboços de projetos para tentar entubar nas FAs.