Degan escreveu:Para o nosso ingênuo amigo chileno,
Gracias...debe ser por la edad...![]()
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"E mesmo assim, o Chile só vem conseguindo melhores armas por dois motivos:
1- Existe no mercado internacional grandes estoques de armas, referentes as mudanças de doutrinas e adequação de forças pós Guerra-Fria,
2- Ao preço do Cobre no mercado internacional, como todas as demais comodities. "
Errado....
Los Scorpene, F-16 Block 50 Plus, SM-39, BlackShark, Spike, etc....no se deben a “grandes estoques de armas, referentes as mudanças de doutrinas e adequação de forças pós Guerra-Fria”.....
El precio del Cobre solo ayuda al pago, es momentáneo y no ayudará al mayor costo de un SdA...el de operación....
Es imposible comprar SdA para después no poder operarlos...2- Os armamentos que o Chile comprou devem ter sido oferecidos para vários países, inclusive o Brasil, como você mesmo admitiu isto não tem importância no debate, a não ser que você fique preocupado com fato do o Chile ter recebido a oferta depois do Brasil. Na verdade, estes equipamentos devem ter sido oferecidos aos paises da OTAN primeiro.
Sigues errado....
Por ejemplo, las fragatas holandesa fueron ofrecidas primero a Chile, después a Bélgica y luego a Portugal.
Te recuerdo que las fragatas Type 23 fueron ofrecidas en formato “first refusal”...es decir solo se podían ofrecer a otro país si Chile las rehusaba (dentro de un plazo definido)....3- Citei um fato sem atribuir ordem cronológica, mesmo porque muitos dos equipamentos oferecidos ainda tem disponibilidade, quantidades disponíveis para mais de um pais. Agora, seu complexo de inferioridade, deu importância a algo pequeno. A citação foi apenas para constatar o fato que Brasil e Chile tem políticas, critérios diferentes para as compras de armas, nada mais além disso, não basta ter recursos, é preciso querer adquirir, vontade política de se armar com armas importadas.
Es decir...no dices nada claro...y afirmas sin base....
4- Como já falei, teu problema é QI!!! Uma economia baseada em produtos primários, não é diversificada, mesmo que tenha muitos produtos primários, a riqueza do Chile, seu Produto Interno vem do Cobre, um outro mineral, criação de peixes, vinhos e fruticultura, ou seja, um exportador de Comodities. Estes produtos englobam a maioria esmagadora da exportação e grande parte do PIB Chileno. Já falei, não vou perder meu tempo de procurar isto na internet, todos aqui sabem disso!!!!!!!
Pues después de esto, no quieres demostrar lo que insistentemente inventas....no me queda más que llamarte mentiroso...![]()
Un abrazo,
Não falei o problema é QI mesmo.



1- Como falei antes, os dois motivos arrolados antes, melhoram a qualidade das armas compradas, mas como deixem claro milhões de vezes, não são os únicos motivos, nem foram os motivos pelos quais se tomaram a decisão de substituição de armas.
2- Comprar é fácil, em relação a operação, niguém pode prever o futuro, caso a economia chilena piore seu desempenho, ou sofra um embargo dos países fornecedores, a operação ficará prejudica, ter não quer dizer o mesmo que usar.
3- Num falei! É problema de QI, isto é sua opinião quero ver você provar que as FFG´s da Holanda não foram oferecidos a outros países, e que foi foram oferecidas ao Chile antes que qualquer outro país, isto é opinião sua, e você não tem qualquer capacidade de provar tal opnião, é apenas achismo seu.
4- Já falei o MENTIROSO aqui é você, mas também tem problemas psicológicos sérios, com o complexo de inferioridade crônico, qualquer um pode buscar estes dados na internet, mais para provar que você mentiroso aí vai. Algo que já havia juntado no DB, em um debate com você:
Do tópico: "Governo autoriza US$ 52,000,000.00 para Compra do A-Darter"
"Talvez pelo fato de a população chilena ser pequena se comparada à sua pujança mineral --e a outras vantagens que o país desenvolveu no setor primário-exportador, como a pesca--, o Chile tem podido prescindir de uma estrutura industrial complexa. A atividade manufatureira está basicamente acoplada ao parque exportador de recursos naturais.
De acordo com dados da Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), em 2004 mais de 90% das exportações chilenas se resumiram a produtos primários (38,3%) e a bens industrializados "baseados em recursos naturais" (52,4%). O complexo do cobre responde por cerca de 40% de tudo o que os chilenos vendem ao exterior. Mais de 60% de sua pauta exportadora se concentra em dez produtos, todos com baixo índice de manufatura.”
"As exportações chilenas devem alcançar a cifra recorde de US$ 39,4 bilhões em 2005 , o que representa um crescimento de 23% em relação a 2004, quando o país registrou cerca de US$ 32 bilhões. A projeção feita pelo ProChile também indica que de 1999 até hoje os embarques nacionais deram um salto de 148%.
O cobre é o produto que brilha entre os mais exportados, atingindo US$ 17,989 bilhões no ano passado, o que significa um alta de 23,4% em relação a 2004. Assim, o metal vermelho se consolida, de longe, como o principal produto de exportação chileno, representando 45,7% do total enviado.
Em seguida, o molibdeno, produto considerado a "estrela" de 2005, obteve crescimento de 144% alcançando a cifra de US$ 2,961 bilhões. O produto tirou o segundo lugar do salmão, dentro dos produtos "top 10" de exportação. Efetivamente, os salmões deverão alcançar US$ 1,501 bilhão em exportações no resultado de 2005, um importante crescimento de 20% e uma participação de 3,8% nas exportações totais.
A listagem dos "top 10" é completado pela celulose (US$ 1,158 bilhão), os vinhos (US$ 922 milhões), madeira serrada (US$ 706 milhões), uvas (US$ 683 milhões), metanol (US$ 585 milhões), farinha de pescado (US$ 454 milhões) e as maçãs (US$ 302 milhões). O maior crescimento deste comércio é atribuído à expansão das exportações para União Européia, EUA e Coréia. No entanto, outros países, como a China, se mostraram ótimos mercados No ano passado. Os tigres asiáticos consolidaram-se como o segundo sócio comercial do Chile."
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