É como disse nosso sábio gurú Túlio: gosto não se discute!!!Paisano escreveu:Assino embaixousskelvin escreveu: Respeitosamente, imagino exatamente o contrario, estamos muito mal servidos com esses dois.

[]´s a todos.
Moderador: Conselho de Moderação
É como disse nosso sábio gurú Túlio: gosto não se discute!!!Paisano escreveu:Assino embaixousskelvin escreveu: Respeitosamente, imagino exatamente o contrario, estamos muito mal servidos com esses dois.
Rodrigoiano escreveu: Prezado Túlio, não sei se o patrulhar foi para mim, mas eu só externei MINHA opinião pessoal.
Patrulhar algo ou alguém não é comigo.
Cordial abraço!
Voce ja ouviu a historia que em 65 ou 66 ele voltou para o Brasil, ficou escondido na casa de uma das amigas de luta e planejou o atentado ao aeroporto? Dizem que ele assume metade disso na sua biografia oficial. Ate onde isso é verdade não sei, mas dizem que no Jornal do Commercio tem uma serie de reportagens datada de 1995 que um dos membros da AP afirma que ele participou do planejamento do plano.Paisano escreveu:Não, mas tenho lido "coisas" em blogs, como por exemplo, o fato dele ter sido presidente da UNE na época do governo Jango e que participou do comício da Central do Brasil, inclusive fazendo um discurso.ademir escreveu:Paisano, voce ja leu a biografia do Serra?
Aliás, dizem que no YOUTUBE há uma vídeo sobre esse comício, onde aparece o Serra discursando.
Fonte Ricardo Noblat.Dilma está sendo levada para o Hospital Sírio Libanês
A ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil, 61 anos de idade, está voando neste momento em um jatinho da AMIL de Brasília para São Paulo. Ao chegar, irá direto para o Hospital Sírio Libanês onde a aguardam os médicos que cuidam dela desde a descoberta há mais de 45 dias de um nódulo linfático debaixo da axila do braço esquerdo. O nódulo foi retirado.
Pela manhã, Dilma estava bem e trabalhou normalmente no Centro Cultural Banco do Brasil, onde funciona o governo por causa da reforma do Palácio do Planalto. Recebeu em audiência o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.
Começou a sentir dores em uma das pernas pouco antes do meio-dia. E a dor só fez aumentar até o fim da tarde - apesar de por orientação dos médicos paulistas ela ter ido a um hospital de Brasília tomar remédios diretamente na veia. Auxiliares da ministra temem que ela tenha tido uma trombose.
Na semana passada, a ministra se submeteu à segunda de uma bateria inicial de seis sessões de quimioterapia. Ela própria confirmou no último dia 25 a descoberta da doença.
Atualização das 22h23m - Em torno das 16h, Dilma saiu Centro Cultural Banco do Brasil às pressas dentro de um Peugeot sem placa oficial. Foi a um hospital tomar a injeção prescrita pelos médicos paulistas. Mais tarde, em contacto com eles, queixou-se de que a dor se tornara "lancinante". Foi quando os médicos decidiram que ela deveria embarcar para São Paulo.
Atualização das 23h37m - O jatinho que levou Dilma para São Paulo já está próximo de aterrisar por lá. O Palácio do Planalto informa que ela ainda está em Brasília e que só embarcará de madrugada.
É manobra para evitar aglomeração de jornalistas nas vizinhanças da Base Aérea de São Paulo e na porta do Hospital Sírio Libanês.
X2000000000!!!!!!!!!!!!usskelvin escreveu:Respeitosamente, imagino exatamente o contrario, estamos muito mal servidos com esses dois.DELTA22 escreveu:Gostaria de dizer poucas palavras sobre isso, já que o assunto ainda é muito recente e muita coisa ainda pode acontecer...
Digo o seguinte: seja Dilma, seja Serra, creio que o país estará muito bem "servido" com nomes como esses na Presidencia. Nomes fortes, com história política de luta pela democracia, enfim, figuras positivas para o País.
Ano que vem o negócio esquenta, e o embate vai ser muito difícil para ambos. Aguardemos!
[]'s a todos.
Num pais que tem o Mão Santa e cia ltda se aparecer outro com pelo menos a habilidade do Lula já esta bom demaisBolovo escreveu: X2000000000!!!!!!!!!!!!
Ainda, eu disse ainda, vai TER que aparecer alguém que seja um ESTADISTA e não apenas mais um presidente da Republica Federativa do Brasil...
Mal-estar de Dilma abala confiança dos governistas
A notícia de que Dilma embarcara num avião-ambulância rumo a São Paulo teve efeito devastador no ânimo dos defensores da candidatura presidencial da ministra.
O blog ouviu na noite passada três expoentes do consórcio governista –dois do PMDB e um do PT. Falaram sob a condição do anonimato.
Os três expressaram uma opinião óbvia e coincidente: as dores que levaram Dilma ao Hospital Sírio Libanês não ajudam a consolidar a candidatura dela.
O petista repisou a tecla de que seu partido não trabalha com Plano B. “Nossa candidata é a Dilma. E ponto”.
Manifestou, porém, o receio de que a novidade sirva de tônico para o que chamou de “maluquice”. Referia-se à idéia do terceiro mandato para Lula.
Fez questão de dizer que a tese é refutada pelo presidente da República e pela direção do PT. Se é assim, por que o receio?
“Cada vez que um maluco aparece defendendo essa bandeira, inviável por todas as razões, enfraquece um pouco mais a candidatura da Dilma”.
A dupla de peemedebistas que falou ao repórter reconhece que, de fato, não há plano alternativo a Dilma.
A diferença é que o PMDB não festeja o fato. Longe disso, lamenta. Espraia-se pelo partido a impressão de que Dilma pode se tornar uma candidata inviável.
“Uma coisa é a solidariedade que a doença desperta nas pessoas. Outra coisa é a desconfiança que provoca no ânimo do eleitor”, disse um dos caciques do PMDB.
Ele esmiúçou o raciocínio: “O eleitor pode não querer dar o seu voto a uma pessoa que, na cabeça dele, vai conviver com o risco das recaídas. Câncer não é gripe”.
Acrescentou: “Veja o caso do [vice-presidente] Zé Alencar. É um bravo. Faz uma cirurgia atrás da outra. Não há quem não seja solidário...”
“...Mas o fato é que, apesar de todos os esforços, o câncer continua atormentando o Zé Alencar”.
O caso da Dilma pode ser diferente, não? “Claro que sim. Mas vá dizer isso ao eleitor...”
“...É preciso considerar um detalhe: “No caso de Dilma, não estamos falando de um vice em fim de mandato. Falamos de uma candidata a quatro anos de governo”.
O outro líder do PMDB que dividiu suas apreensões com o repórter informou que, de concreto, o drama de Dilma já produziu no partido um sólido efeito político.
A despeito dos esforços de Lula para amarrar o quanto antes a aliança do PMDB com a candidatura da ministra, o tema será tratado a golpes de barriga.
“A ministra tem toda a nossa solidariedade. Mas não daremos nenhum passo antes que a situação dela esteja inteiramente aclarada”.
Pendurou na conversa uma interrogação: “O tratamento da Dilma está apenas começando. Será que teremos respostas até o final do ano?”
Acha que, do ponto de vista da opinião pública, foi para o espaço a idéia que Lula tentou passar, no mês passado, de que o câncar de Dilma era página virada.
“À sua maneira, o presidente fez o que lhe cabia. Tratou o câncer da ministra como assunto resolvido...”
“...Disse que o tumor havia sido extirpado e que as sessões de quimeoterapia eram meramente preventivas. Quem já lidou com o câncer sabe que não é bem assim”.
De resto, lembrou que o tratamento de Dilma conspurcou-lhe a agenda de pré-candidata. “Ela viajava toda semana. Não viajou mais...”
“...Estava estreitando relações com os políticos. Não se ouve mais falar em reuniões com os partidos...”
“...Não vai aqui nenhuma crítica. Para Dilma, a saúde tem de vir mesmo antes da política. O que se discute é a viabilidade da candidatura dela”.
Ausente do noticiário, esse tipo de reflexão tende a ganhar, nas próximas semanas, as conversas mantidas entre quatro paredes.