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Re: O futuro da AAAe no Brasil
Enviado: Qua Nov 25, 2009 4:22 pm
por FOXTROT
Carlos Mathias escreveu:Sobre caminhões? Ótimo.
Sobre tratores Agrale? Bom, fazer o quê, né?
Carrocinha ancorada, que serve de alvo prá qualquer bomba guiada muquirana? Belos alvos para Lizzards, Umbani, JDAM e semelhantes.
Defesa aérea estática nos dias atuais é um jogo perigosíssimo. O preço pela superioridade é o preço, só isso.
Porque gastar 50 bilhões com a MB e ficar medindo mixaria pro EB num momento destes?
Tinham que gastar é 100 bi na MB e mais 100 no EB.
Bota o ching-ling sobre viaturas altamente móveis e pronto, tá resolvido. Agora, carrocinha????
Bem, se for contra o Paraguai, Bolívia, Tonga... Aí tá ótimo mesmo.
X 1000000000!
Re: O futuro da AAAe no Brasil
Enviado: Qua Nov 25, 2009 6:13 pm
por DELTA22
Se ainda está sendo "estudado" a compra, não dá pra "estudar" um pouco o BUK, não?
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Re: O futuro da AAAe no Brasil
Enviado: Qua Nov 25, 2009 6:17 pm
por Brasileiro
Exército brasileiro pode estar interessado em mísseis terra-ar russos
Qua, 25 de Novembro de 2009 15:16
O jornal paulista Folha de São Paulo publicou, em sua edição de hoje (25), notícia dando conta que o Exército do Brasil está negociando com os russos um sistema de mísseis terra-ar Tor-M2E .
Segundo o periódico, uma comitiva brasileira esteve em agosto último na Rússia conhecendo e avaliando a arma e que uma equipe de técnicos daquele país está em Brasília para participar de uma reunião no Quartel-General do Exército visando fornecer maiores detalhes da oferta desses poderosos sistemas de defesa.
O jornal informou que o diretor de material do Exército, general Sinclair Mayer, confirmou o interesse, mas disse que o assunto está em fase de negociações e depende de verbas ainda não alocadas. Sinclair admitiu durante sua entrevista à Folha que o Brasil está desguarnecido em termos de defesa antiaérea.
De fato, atualmente, as Forças Armadas do Brasil, possuem apenas canhões antiaéreos obsoletos, mísseis portáteis de curto alcance Igla (também russos) de orientação infra-vermelha e alguns mísseis Mistral de origem francesa (Marinha). As míssões de defesa aérea no País estão praticamente a cargo dos caças supersônicos Mirage 2000 e F-5EM, bem como dos Super Tucano, fabricados pela Embraer. A eventual aquisição do sistema russo, no entanto, segundo fontes ouvidas por T&D, poderia provocar uma alteração doutrinária do seio das organizações militares, não penas pelo equipamento em sim, mas também pelo fato de a defesa antiaérea de longo alcance ser de responsabilidade da Força Aérea, enquanto que o próprio Exército carece de meios eficientes para emprego a curto e médios alcances. Especialistas já comentam que esse é mais uma demonstração da falta de efetividade ou de ação do Ministério da Defesa.
A mesma reportagem indica que cada sistema Tor-M2E, custa cerca de US$ 300 milhões, sendo composto por quatro veículos lançadores (dotados de oito mísseis cada um), um veículo de comando, dois carros de transporte, um carro de manutenção, logística e mísseis reservas.
O Tor-M2E é considerado um dos mais eficazes sistemas antiaéreos do mundo, tendo inclusive capacidade de interceptar mísseis balísticos e de cruzeiro. Seu sistema de detecção, engajamento de alvos é por radar e tem alcance efetivo de 12 quilômetros contra alvos voando a mais de 2.000 km/h. Cada sistema pode disparar contra dez alvos simultaneamente. Os Tor-M2E são produzidos pela Almaz-Antey e comercializados pela Rosoboronexport.
Recentemente, a vizinha Venezuela adquiriu 12 sistemas Tor-M1, uma versão mais antiga da série.
Olha, eu juro que não entendi o que o autor quis dizer nessa parte que eu destquei.
O Tor não é nem de longe um sistema de grande altura, portanto, não entra no campo de ação da FAB.
E a compra pode ser sim um bom exemplo de competência dentro do MD, já que seria para as três forças.
Realmente juro que não entendi. Teria a T&D se alistado ao PIG?
abraços]
Re: O futuro da AAAe no Brasil
Enviado: Qua Nov 25, 2009 6:23 pm
por DELTA22
É a velha "p#t@r*a" entre a FAB e o EB pra decidir quem é que fica com a defesa anti-aérea de baixa até grande altura.
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Re: O futuro da AAAe no Brasil
Enviado: Qua Nov 25, 2009 7:33 pm
por thelmo rodrigues
Brasileiro escreveu:Exército brasileiro pode estar interessado em mísseis terra-ar russos
Qua, 25 de Novembro de 2009 15:16
O jornal paulista Folha de São Paulo publicou, em sua edição de hoje (25), notícia dando conta que o Exército do Brasil está negociando com os russos um sistema de mísseis terra-ar Tor-M2E .
Segundo o periódico, uma comitiva brasileira esteve em agosto último na Rússia conhecendo e avaliando a arma e que uma equipe de técnicos daquele país está em Brasília para participar de uma reunião no Quartel-General do Exército visando fornecer maiores detalhes da oferta desses poderosos sistemas de defesa.
O jornal informou que o diretor de material do Exército, general Sinclair Mayer, confirmou o interesse, mas disse que o assunto está em fase de negociações e depende de verbas ainda não alocadas. Sinclair admitiu durante sua entrevista à Folha que o Brasil está desguarnecido em termos de defesa antiaérea.
De fato, atualmente, as Forças Armadas do Brasil, possuem apenas canhões antiaéreos obsoletos, mísseis portáteis de curto alcance Igla (também russos) de orientação infra-vermelha e alguns mísseis Mistral de origem francesa (Marinha). As míssões de defesa aérea no País estão praticamente a cargo dos caças supersônicos Mirage 2000 e F-5EM, bem como dos Super Tucano, fabricados pela Embraer. A eventual aquisição do sistema russo, no entanto, segundo fontes ouvidas por T&D, poderia provocar uma alteração doutrinária do seio das organizações militares, não penas pelo equipamento em sim, mas também pelo fato de a defesa antiaérea de longo alcance ser de responsabilidade da Força Aérea, enquanto que o próprio Exército carece de meios eficientes para emprego a curto e médios alcances. Especialistas já comentam que esse é mais uma demonstração da falta de efetividade ou de ação do Ministério da Defesa.
A mesma reportagem indica que cada sistema Tor-M2E, custa cerca de US$ 300 milhões, sendo composto por quatro veículos lançadores (dotados de oito mísseis cada um), um veículo de comando, dois carros de transporte, um carro de manutenção, logística e mísseis reservas.
O Tor-M2E é considerado um dos mais eficazes sistemas antiaéreos do mundo, tendo inclusive capacidade de interceptar mísseis balísticos e de cruzeiro. Seu sistema de detecção, engajamento de alvos é por radar e tem alcance efetivo de 12 quilômetros contra alvos voando a mais de 2.000 km/h. Cada sistema pode disparar contra dez alvos simultaneamente. Os Tor-M2E são produzidos pela Almaz-Antey e comercializados pela Rosoboronexport.
Recentemente, a vizinha Venezuela adquiriu 12 sistemas Tor-M1, uma versão mais antiga da série.
Olha, eu juro que não entendi o que o autor quis dizer nessa parte que eu destquei.
O Tor não é nem de longe um sistema de grande altura, portanto, não entra no campo de ação da FAB.
E a compra pode ser sim um bom exemplo de competência dentro do MD, já que seria para as três forças.
Realmente juro que não entendi. Teria a T&D se alistado ao PIG?
abraços]
Creio que ele quis dizer que à FAB cabe a defesa aérea de longo alcance, a longas distâncias,num primeiro momento, leia-se interceptação. Mas, vá saber...
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Re: O futuro da AAAe no Brasil
Enviado: Qua Nov 25, 2009 7:35 pm
por Bolovo
Ele inverteu. Cabe ao EB a AAAe de longo alcance, com a 1ª Brigada de Artilharia Anti-Aérea. A FAB cabe a defesa pontual de suas bases e instalações.
Re: O futuro da AAAe no Brasil
Enviado: Qua Nov 25, 2009 7:57 pm
por Glauber Prestes
Bolovo escreveu:Ele inverteu. Cabe ao EB a AAAe de longo alcance, com a 1ª Brigada de Artilharia Anti-Aérea. A FAB cabe a defesa pontual de suas bases e instalações.
Por enquanto é o ideal. Mas as picuinhas só acabam quando as três virarem uma só.
Re: O futuro da AAAe no Brasil
Enviado: Qua Nov 25, 2009 8:05 pm
por brisa
E tem gente que não quer...... CM...seriam estes os famosos

propalodos azuis????
Re: O futuro da AAAe no Brasil
Enviado: Qua Nov 25, 2009 8:05 pm
por Sideshow
AAAe de longo alcance são caças.

Re: O futuro da AAAe no Brasil
Enviado: Qua Nov 25, 2009 8:07 pm
por brisa
Side, chama o Jauro e o Guerra ja.....

Re: O futuro da AAAe no Brasil
Enviado: Qua Nov 25, 2009 9:17 pm
por Alitson
Marino escreveu:Brasil negocia a compra de sistema antiaéreo da Rússia
Acordo pode elevar tensão militar na América Latina e criar atrito com os EUA
Tor-M2E é a mais recente geração de um sistema de defesa com mísseis terra-ar da Rússia; Chávez comprou um modelo mais antigo
IGOR GIELOW
SECRETÁRIO DE REDAÇÃO DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
O Exército brasileiro negocia com o governo da Rússia a aquisição de um sistema de defesa antiaérea inédito no país. Se realizada, a compra mudará o Brasil de patamar em termos de capacidade de defesa, acrescentará temperatura ao processo de militarização da América Latina e poderá provocar reações em Washington.
Uma comitiva brasileira esteve em agosto na Rússia para avaliar o sistema, o Tor-M2E. Uma equipe de dez técnicos russos irá expor mais detalhes de sua proposta em uma reunião hoje no Quartel-General do Exército, em Brasília.
O Tor-M2E é a mais recente geração de um sistema de defesa com mísseis terra-ar desenvolvido na antiga União Soviética. É considerado o mais eficaz modelo em operação no mundo. Ele serve para abater aviões, helicópteros, armas de alta precisão e mísseis, usando radar. Sendo de curto alcance, visa proteger cidades e instalações estratégicas.
Hoje, a defesa antiaérea quase inexiste no Brasil, sendo restrita a menos de 200 canhões com projeto dos anos 50, 112 lançadores portáteis russos Igla e alguns franceses Mistral. Não há meios para abater mísseis e, se um avião supersônico penetrar perigosamente o espaço aéreo brasileiro, irá ser confrontado apenas por aviões como o Mirage-2000 ou o F-5.
O diretor de Material do Exército, general Sinclair Mayer, confirma o interesse, mas diz que o negócio ainda está na fase das "tratativas" e que depende de recursos hoje inexistentes: "Como sabemos, nossas demandas de maior importância são grandes. Mas sim, do ponto de vista de defesa antiaérea, estamos desguarnecidos".
Sistema caro
O Tor é uma arma cara. Uma bateria completa, com quatro lançadores, um veículo de comando, carros de apoio, logística e mísseis não sai por menos de US$ 300 milhões (R$ 520 milhões). Mas como a tradicional anemia orçamentária militar brasileira está numa fase de reversão, envolvidos no processo acreditam que o dinheiro poderá aparecer via créditos adicionais ou financiamentos de longo prazo a serem incluídos no Orçamento. No projeto de lei do Orçamento enviado ao Congresso, só R$ 640 milhões dos R$ 24 bilhões destinados ao Comando do Exército são para investimentos.
O exemplo mais recente dessa reversão foi o acordo militar com a França, no qual o Brasil comprará submarinos e helicópteros de Paris a um custo de mais de R$ 22,5 bilhões.
Está na reta final também o negócio para a aquisição dos novos caças da FAB, 36 unidades a cerca de R$ 10 bilhões. Novamente, aqui os franceses com seu Rafale são os escolhidos pelo governo, como disse novamente ontem o ministro Nelson Jobim (Defesa) -embora os concorrentes sueco e americano ainda tentem reverter a decisão política.
Do ponto de vista militar, dependendo de sua alocação, o sistema de mísseis mudaria o patamar de defesa aérea do Brasil, embora não altere o balanço estratégico regional. U-ma dúzia de países usa modelos Tor. A Venezuela comprou 12 unidades duma versão anterior à oferecida ao Brasil, o Tor-M1, cujos primeiros lançadores serão entregues em 2010. O Chile já opera há mais tempo um sistema menos capaz, francês, para proteger suas bases aéreas.
Politicamente, há possibilidade de uma eventual compra transformar-se em mais um capítulo dos assuntos espinhosos a serem tratados com os EUA.
No estágio inicial da licitação dos caças, um dos motivos que desclassificou o russo Sukhoi foi uma pressão velada de Washington, que não gostaria de ver um mercado de armas de Moscou montado na região -por conta de embargo americano, o venezuelano Hugo Chávez comprou bilhões de dólares em armas da Rússia. De todo modo, o Brasil fez posteriormente um negócio com os russos, comprando helicópteros.
Uma venda recente de modelos Tor-M1 para o Irã foi duramente criticada pelos EUA. O sistema pode dissuadir um ataque com aviões de Israel a centrais nucleares iranianas.
Mesmo que tenha sido discreto sobre as intenções do Exército, o general Mayer deu a senha sobre os interesses na negociação. "O problema desses sistemas é que eles se desatualizam rapidamente", disse, defendendo a necessidade de dominar novas tecnologias.
E citou também a China como país promissor no campo de defesa antiaérea. Jobim acaba de voltar de uma viagem ao país asiático justamente para discutir parcerias militares.
Faz uns 5 meses que eu havia passado ao Carlos que seria só uma bateria de TOR-M2 tanto para a FAB e para o EB, assim como algumas baterias chinesas para a FAB, agora esperemos confirmação... ESPERO...
[]s
Re: O futuro da AAAe no Brasil
Enviado: Qua Nov 25, 2009 9:23 pm
por Carlos Mathias
Puta merda, uma bateria? Vai ser muquirana assim lá na casa do cara...
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Re: O futuro da AAAe no Brasil
Enviado: Qua Nov 25, 2009 9:39 pm
por faterra
Vai fazer o quê com esta mixaria?
Quem vai ser o felizardo de ter a honra da cobertura desta única bateria?
Quantas baterias a Venezuela comprou? 12? Pode, no mínimo, dobrar, e só para começar.
Sem falar que poderia colocar algumas baterias de S-300 e/ou S-400 na costa para defender o Pré-Sal, na companhia agradável de algumas dezenas de Su-34, devidamente carregados.
Se é para dissuadir, vamos fazê-lo decentemente.
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Re: O futuro da AAAe no Brasil
Enviado: Qua Nov 25, 2009 9:49 pm
por Glauber Prestes
Se eu não me engano, o TOR foi vendido ao Irã por cerca de US$1bi. foram gastos cerca de 700mi nos lançadores, e 300mi no resto. Foram comprados cerca de 30 sistemas. Com metade disso (US$520mi?), compraríamos metade disso, ou uns 15, 16, o que dariam 4 baterias.
Mas se o chinês também vai ser adquirido, são outros 500...
Re: O futuro da AAAe no Brasil
Enviado: Qua Nov 25, 2009 11:03 pm
por brisa
Este papo de US300M por bateria é o maior papo furado que ja vi.
Olhem quanto a Venezuela gastou e façam um comparativo.