Upgrades Factíveis - Leo1A5
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Re: Upgrades Factíveis - Leo1A5
Aparentemente o tal PAC Defesa não irá bancar o projeto da VBC CC e VBC FUZ apesar das promessas do governo em relação aos projetos estratégicos do exército. O ministério da fazenda deve ter ganho a queda de braço orçamentária com o MD.
Houveram modificações no orçamento do MD via comissão de defesa do senado. Na câmara desconheço qualquer movimento no mesmo sentido.
De qualquer forma, o PPA 2024-2027 não garante e nem aponta de onde sairão os recursos para estes programas.
É pouco provável que no curto prazo haja iniciativas sobre financiamento destes e de outros projetos/programas sem um acordo com a fazenda. E neste momento tudo que o ministro da fazenda menos quer é ser autor da anuência para mais dividas do tesouro nacional.
Houveram modificações no orçamento do MD via comissão de defesa do senado. Na câmara desconheço qualquer movimento no mesmo sentido.
De qualquer forma, o PPA 2024-2027 não garante e nem aponta de onde sairão os recursos para estes programas.
É pouco provável que no curto prazo haja iniciativas sobre financiamento destes e de outros projetos/programas sem um acordo com a fazenda. E neste momento tudo que o ministro da fazenda menos quer é ser autor da anuência para mais dividas do tesouro nacional.
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Re: Upgrades Factíveis - Leo1A5
O EB não tem recursos para investir em tantos programas ao mesmo tempo. Mas fiquei surpreso com o retorno do projeto de revitalização dos Leo1A5.
- gabriel219
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Re: Upgrades Factíveis - Leo1A5
Nem a FAB e muito menos a MB, mas arranjaram um bom financiamento pra ambos.knigh7 escreveu: Sáb Dez 30, 2023 9:59 pm O EB não tem recursos para investir em tantos programas ao mesmo tempo. Mas fiquei surpreso com o retorno do projeto de revitalização dos Leo1A5.
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Re: Upgrades Factíveis - Leo1A5
Pelo Plano Plurianual das FFAA enviado ao Congresso no fim do primeiro semestre deste ano, o EB havia desistido de adquirir a AAAe de média altura até 2027. A projeção orçamentária era daqueles R$15-16 milhões que vemos todos os anos que servem para a aquisiçao de sistemas de baixa altura. O que mudou foi a concorrência do KC-390 na India, aonde a Força conseguiu uma oportunidade de abrir para adquirir sistema desses.gabriel219 escreveu: Dom Dez 31, 2023 1:37 amNem a FAB e muito menos a MB, mas arranjaram um bom financiamento pra ambos.knigh7 escreveu: Sáb Dez 30, 2023 9:59 pm O EB não tem recursos para investir em tantos programas ao mesmo tempo. Mas fiquei surpreso com o retorno do projeto de revitalização dos Leo1A5.
O orçamento da AvEx já vai saltar a partir de 2025 dos costumeiros R$82-86 milhões ao ano para R$250-258 milhoes para a aquisição dos Black Hawks.
Acho que nem espaço para MBT financiado o EB teria.
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Re: Upgrades Factíveis - Leo1A5
O que se tem por agora de novos investimentos até 2027 é a aquisição das VBCO AP SR e a AAe Média altura, que tornou-se impositiva tendo em vista a situação em Roraima, que pegou, como sempre, as ffaa's e o país com as calças nas mãos.
Ressalte-se ainda que o EB abriu RO para artilharia AR de 105mm e 155mm, que era outra coisa que não estava prevista no curto e médio prazo. Há ainda novos lotes do LMV, e também a definição das VBE e VBC AAe do Guarani, que exigirão mais recursos.
Os BH novos que o exército quer também devem absorver grande parte do orçamento, assim como o desenvolvimento, aquisição e apronto operativo dos sistemas UAV e mesmo UCAV, e também os sistemas relativos à AAe média altura, no caso dos radares da Embraer e demais C4ISR. E não duvido que neste quesito, o EB acabe também adiantando vários projetos menos falados como o RDS, C2 de campo de batalha, e outros que andam pelo CTEx.
Todos estes citados além de outros que não me lembro demandarão recursos muito além do normal do orçamento que se recebe anualmente. A atualização dos Leo 1A5 como sempre, é uma solução de ocasião, visto que não se tem previsão de liberação orçamentária no curto prazo para as VBC CC e FUZ, dado que ambos irão exigir investimentos na casa do bilhão de dólar, e isso a ministério da fazendo não irá aquiescer tão cedo, quanto se possa prever.
Ademais, a simples possibilidade de termos uma invasão do território nacional mesmo que distante dos grandes centros do sul\sudeste irá forçar o exército a enviar o que tiver em mãos para tentar fazer o seu papel. E o que se tem por agora são os vetustos Leo 1A5, mesmo que poucos estejam operacionais na íntegra. Diz-se que menos de 30% da frota. Seria uma vergonha secular e uma mácula na historiografia deles se verem na condição de obrigar-se a defender o país e ter de admitir que não tem nada que preste com que possa fazê-lo.
Um adendo. A Coréia do Sul está tentando novamente negociar com o governo colombiano os seus jatos FA-50\T-50 junto a um pacote CC K-1A1 mais o apoio logístico. Se eles podem fazer isso com os vizinhos, também podem fazer conosco, já que a demanda inicial do EB é de apenas 65 bldos e 78 IFV. Daria para quebrar o galho enviando tudo para Roraima e "resolver" o problema da defesa naquele estado.
A ver.
Ressalte-se ainda que o EB abriu RO para artilharia AR de 105mm e 155mm, que era outra coisa que não estava prevista no curto e médio prazo. Há ainda novos lotes do LMV, e também a definição das VBE e VBC AAe do Guarani, que exigirão mais recursos.
Os BH novos que o exército quer também devem absorver grande parte do orçamento, assim como o desenvolvimento, aquisição e apronto operativo dos sistemas UAV e mesmo UCAV, e também os sistemas relativos à AAe média altura, no caso dos radares da Embraer e demais C4ISR. E não duvido que neste quesito, o EB acabe também adiantando vários projetos menos falados como o RDS, C2 de campo de batalha, e outros que andam pelo CTEx.
Todos estes citados além de outros que não me lembro demandarão recursos muito além do normal do orçamento que se recebe anualmente. A atualização dos Leo 1A5 como sempre, é uma solução de ocasião, visto que não se tem previsão de liberação orçamentária no curto prazo para as VBC CC e FUZ, dado que ambos irão exigir investimentos na casa do bilhão de dólar, e isso a ministério da fazendo não irá aquiescer tão cedo, quanto se possa prever.
Ademais, a simples possibilidade de termos uma invasão do território nacional mesmo que distante dos grandes centros do sul\sudeste irá forçar o exército a enviar o que tiver em mãos para tentar fazer o seu papel. E o que se tem por agora são os vetustos Leo 1A5, mesmo que poucos estejam operacionais na íntegra. Diz-se que menos de 30% da frota. Seria uma vergonha secular e uma mácula na historiografia deles se verem na condição de obrigar-se a defender o país e ter de admitir que não tem nada que preste com que possa fazê-lo.
Um adendo. A Coréia do Sul está tentando novamente negociar com o governo colombiano os seus jatos FA-50\T-50 junto a um pacote CC K-1A1 mais o apoio logístico. Se eles podem fazer isso com os vizinhos, também podem fazer conosco, já que a demanda inicial do EB é de apenas 65 bldos e 78 IFV. Daria para quebrar o galho enviando tudo para Roraima e "resolver" o problema da defesa naquele estado.
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Re: Upgrades Factíveis - Leo1A5
Repito, assim como a MB.knigh7 escreveu: Dom Dez 31, 2023 1:24 pmPelo Plano Plurianual das FFAA enviado ao Congresso no fim do primeiro semestre deste ano, o EB havia desistido de adquirir a AAAe de média altura até 2027. A projeção orçamentária era daqueles R$15-16 milhões que vemos todos os anos que servem para a aquisiçao de sistemas de baixa altura. O que mudou foi a concorrência do KC-390 na India, aonde a Força conseguiu uma oportunidade de abrir para adquirir sistema desses.gabriel219 escreveu: Dom Dez 31, 2023 1:37 am
Nem a FAB e muito menos a MB, mas arranjaram um bom financiamento pra ambos.
O orçamento da AvEx já vai saltar a partir de 2025 dos costumeiros R$82-86 milhões ao ano para R$250-258 milhoes para a aquisição dos Black Hawks.
Acho que nem espaço para MBT financiado o EB teria.
A Hyundai teme que os Poloneses acabem não honrando as cartas de intenções, assim como a Rheinmetal desesperada pra vender o KF-51, bastaria uma oferta de investimento mínimo e pagamento no recebimento dos meios. O pagamento atual serviria para leasing de algo pra complementar e/ou dar baixa na maioria dos 1A5.
Sim, isso é possível, não trata-se de sonho de verão. Estamos vendo o EB torrar 1 e 1/2 Centauro II em EE-9 e ainda um programa que deverá custar USD 4-5 milhões cada 1A5, enquanto ao mesmo tempo estamos concluindo que não há espaço para financiamento semelhante ao Programa Gripen? Simplesmente não faz sentido, ainda mais com uma cultura altamente aberta a financiamento local (Coreanos) e outra desesperada que tenta até emplacar fábrica na Ucrânia do Panther.
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Re: Upgrades Factíveis - Leo1A5
Segundo notícias vinculadas na imprensa europeia, o governo húngaro estaria em negociações com a Rheinmetall para produzir o KF-51 no país, assim como irá produzir os KF-41 comprados junto à empresa. Não se sabe nada sobre quantidades e valores, e ambas as partes se negam a comentar o assunto.
Caso este negócio se realize, e tem boas perspectivas de sê-lo - a Hungria está em pleno processo de substituição de material soviético das suas ffaa's em ritmo bastante célere - talvez facilite a vida do EB em termos de custos, já que não mais se tratará de um bldo no papel, mas algo tangível e operacional. E para as quantidades pretendidas até o momento, não seria nada demais que fossem fornecidos a partir de uma linha de produção ativa na Hungria, que não por acaso tem custos bem menores que se fossem feitos na Alemanha. Idem para o KF-41.
Caso este negócio se realize, e tem boas perspectivas de sê-lo - a Hungria está em pleno processo de substituição de material soviético das suas ffaa's em ritmo bastante célere - talvez facilite a vida do EB em termos de custos, já que não mais se tratará de um bldo no papel, mas algo tangível e operacional. E para as quantidades pretendidas até o momento, não seria nada demais que fossem fornecidos a partir de uma linha de produção ativa na Hungria, que não por acaso tem custos bem menores que se fossem feitos na Alemanha. Idem para o KF-41.
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Re: Upgrades Factíveis - Leo1A5
E isso é uma possibilidade muito séria porque o partido PiS na Polônia perdeu o controle do governo e quem assumiu foram uns merdinhas globalistas que se moldam pelas políticas da Alemanha e sonham em entupir a Polônia de "refugiados" do Oriente Médio e África Subsaariana.gabriel219 escreveu: Dom Dez 31, 2023 3:22 pmRepito, assim como a MB.knigh7 escreveu: Dom Dez 31, 2023 1:24 pm
Pelo Plano Plurianual das FFAA enviado ao Congresso no fim do primeiro semestre deste ano, o EB havia desistido de adquirir a AAAe de média altura até 2027. A projeção orçamentária era daqueles R$15-16 milhões que vemos todos os anos que servem para a aquisiçao de sistemas de baixa altura. O que mudou foi a concorrência do KC-390 na India, aonde a Força conseguiu uma oportunidade de abrir para adquirir sistema desses.
O orçamento da AvEx já vai saltar a partir de 2025 dos costumeiros R$82-86 milhões ao ano para R$250-258 milhoes para a aquisição dos Black Hawks.
Acho que nem espaço para MBT financiado o EB teria.
A Hyundai teme que os Poloneses acabem não honrando as cartas de intenções, assim como a Rheinmetal desesperada pra vender o KF-51, bastaria uma oferta de investimento mínimo e pagamento no recebimento dos meios. O pagamento atual serviria para leasing de algo pra complementar e/ou dar baixa na maioria dos 1A5.
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Re: Upgrades Factíveis - Leo1A5
Eu fico querendo entender como que essa galera chegou ao poder, mas a verdade é que os Sul Coreanos estão realmente com receio de perder várias partes do MoU assinado com a Polônia. Dito isso, está ai a oportunidade para fecharmos um bom acordo para ambos, com um financiamento sendo pago a partir das entregas, o mesmo para o KF-51, esse em situação mais crítica para a Rheinmetal, que precisa vender o projeto - não estou falando que a Rheinmetal está má das pernas, o contrário, mas eles precisam vender esse projeto, tentam emplacar em tudo quanto é lugar.
Mas, pra isso ocorrer, o EB precisa assumir logo um programa de 400 VBC CCs e uns 500-600 VBCI/VBE-SL, pois nenhum financiamento no mundo irá cobrir dois programas que, juntos, não somam nem 200 viaturas, a não ser que seja M2A3 de fábrica e M1A2 via FMS. O contrário disso, teremos que ir atrás de estoque alheio.
Eu, como todos sabem, acredito que os Sul Coreanos são os mais adequados em todos os sentidos, talvez até abocanhar uns K1E1 (105 mm mesmo) via leasing e parte de suas munições, pra movimentar ao menos uma Bda Blind e um Esq CC em Roraima, o resto fica com 1A5 até onde puder.
Mas, pra isso ocorrer, o EB precisa assumir logo um programa de 400 VBC CCs e uns 500-600 VBCI/VBE-SL, pois nenhum financiamento no mundo irá cobrir dois programas que, juntos, não somam nem 200 viaturas, a não ser que seja M2A3 de fábrica e M1A2 via FMS. O contrário disso, teremos que ir atrás de estoque alheio.
Eu, como todos sabem, acredito que os Sul Coreanos são os mais adequados em todos os sentidos, talvez até abocanhar uns K1E1 (105 mm mesmo) via leasing e parte de suas munições, pra movimentar ao menos uma Bda Blind e um Esq CC em Roraima, o resto fica com 1A5 até onde puder.
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Re: Upgrades Factíveis - Leo1A5
Na remota hipótese da Venezuela invadir a Guiana, o EB poderia negociar com o governo o leasing e\ou compra de 65 K-1A1 e 78 K-21 da Coréia do Sul como pronta resposta aquele cenário em Roraima, sustentando o argumento, válido e nada fantasioso, de que a frota de Leo 1A5\M-113 não tem condições reais e efetivas de combate frente ao bldos venezuelanos. E que menos de 30% está disponível para uso operacional. O que também é fato reconhecido. O contrato envolveria o leasing\compra daquelas quantidades a fim de fazer frente ao potencial conflito perto de nossas fronteiras e, a partir dele, negociar os K-2 e AS-21 para modernização definitiva de toda a frota blindada do exército. Com financiamento sul coreano, claro.
Uma segunda proposta é fazer os alemães da Rheinmetall conseguirem um financiamento no estilo do Gripen E\F com direito a transferência de tecnologia e off set de todo tipo. Mas isto estaria atrelado à condição de que fossem substituídos todos os atuais CC em operação, além de definir que as VBE derivadas do KF-51 seriam desenvolvidas junto com a indústria e engenharia nacional. Até mesmo a compra de uma parte considerável do direito de propriedade do projeto poderia ser negociada, a fim de se aproximar o mais que possível das características que geraram o Guarani.
Não creio que o EB possa querer colocar a VBC Fuz nas mãos dos alemães também, uma vez que existem muitas opções no mercado, e fazer um processo licitatório seria bem mais vantajoso para nós do ponto de vista financeiro\econômico. E daria ao alemães a chance de tentar a sorte com o seus KF-31\41.
De qualquer forma, em questão de curto e médio prazo, só uma guerra para tirar a VBC CC e VBC Fuz do papel antes de 2027. E mesmo assim só depois de muita discussão e trocas de acusações entre caserna, imprensa e a politicagem de plantão.
Uma segunda proposta é fazer os alemães da Rheinmetall conseguirem um financiamento no estilo do Gripen E\F com direito a transferência de tecnologia e off set de todo tipo. Mas isto estaria atrelado à condição de que fossem substituídos todos os atuais CC em operação, além de definir que as VBE derivadas do KF-51 seriam desenvolvidas junto com a indústria e engenharia nacional. Até mesmo a compra de uma parte considerável do direito de propriedade do projeto poderia ser negociada, a fim de se aproximar o mais que possível das características que geraram o Guarani.
Não creio que o EB possa querer colocar a VBC Fuz nas mãos dos alemães também, uma vez que existem muitas opções no mercado, e fazer um processo licitatório seria bem mais vantajoso para nós do ponto de vista financeiro\econômico. E daria ao alemães a chance de tentar a sorte com o seus KF-31\41.
De qualquer forma, em questão de curto e médio prazo, só uma guerra para tirar a VBC CC e VBC Fuz do papel antes de 2027. E mesmo assim só depois de muita discussão e trocas de acusações entre caserna, imprensa e a politicagem de plantão.
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Re: Upgrades Factíveis - Leo1A5
Com certeza. O EB sabe muito bem que não tem como responder de pronto a uma hipotética invasão do nosso território em Roraima. O que podia fazer, o fez enviando para lá os LMV e Guarani, e os meios de apoio correspondentes, e mesmo assim levaram 1 mês para chegar no TO. Com os Leo 1A5 e M113 não seria diferente. Talvez fosse até pior.cabeça de martelo escreveu: Qua Jan 10, 2024 11:24 am Tudo isso levaria tempo e não estaria operacional em tempo útil.
Qualquer coisa além disto, vai depender da (in)capacidade de enviar mais tropas e bldos para a região, o que deve demorar mais ainda. Mas, aparentemente, o alto comando do exército em Brasília não se importa em perder terreno para depois ter de se dar o trabalho de retomá-lo, com todas as implicações que isto trás.
Fosse no sul\sudeste, admitir tal perda de território seria absolutamente inaceitável, mas como Roraima não é o Rio de Janeiro.
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Re: Upgrades Factíveis - Leo1A5
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Re: Upgrades Factíveis - Leo1A5
Se a intensão do EB é modernizar o leopard, então acho que deveriam pensar num bem bolado com esse projeto grego.Viktor Reznov escreveu: Qua Fev 07, 2024 6:24 pm EITA PORRA, já mandei email pro CECOMSEX
https://www.armyrecognition.com/defense ... staff.html
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Re: Upgrades Factíveis - Leo1A5
Na sessão da CREDN, no mês passado, com o MD e os comandantes militares, o Tomás disse que não há blindados disponíveis de 2ª mão, dando 2 informações sobre os nossos carros de combate: uma hora disse que serão repotencializados, noutra, modernizados.
Obs: eu até perdoo o comandante Tomás pela inexatidão. A sessão durou 5 horas e foi bastante tensa.
Obs: eu até perdoo o comandante Tomás pela inexatidão. A sessão durou 5 horas e foi bastante tensa.