AVIBRAS
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Re: AVIBRAS
Fica a curiosidade. O Astros III teria o interesse do EB?
Porque uma plataforma com até 12 SS-150 seria algo descomunal em poder de fogo.
Claro, se de fato o que for apresentado na LAAD tenha algo a ver aquele primeiro modelo.
Ou pode ser apenas a troca do chassi para um 8x8 e a modernização do container carregador da LMU.
A ver.
Porque uma plataforma com até 12 SS-150 seria algo descomunal em poder de fogo.
Claro, se de fato o que for apresentado na LAAD tenha algo a ver aquele primeiro modelo.
Ou pode ser apenas a troca do chassi para um 8x8 e a modernização do container carregador da LMU.
A ver.
Carpe Diem
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Re: AVIBRAS
Importante entrevista sobre a atual situação da Avibras:
Avibras, uma visão real
https://tecnodefesa.com.br/avibras-uma-visao-real/
Avibras, uma visão real
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- gabriel219
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Re: AVIBRAS
Receita simples para recuperação total da Avibrás:
Abre totalmente o capital da empresa, inclusive para trazer investimentos estrangeiros, mas o controle se mantém nacional. Nisso, a Avibrás cede as Golden Share para o GF, que não terá controle na empresa, apenas poder de veto em parcerias e proposta de compra. A Avibrás não se deve manter distante de parceria com Árabes pela quantidade grande de operadores naqueles países, inclusive oferecendo munições novas e modernizações que possam ser feitas localmente em tais países;
O GF libera uma verba para que o EB possa adquirir SS-150G, SS-80G e MTC-300, além de modernizar todos os GMFs com a nova proposta do Astros AFC. Nisso, a Viatura Diretora de Tiro seria convertida em uma Viatura Buscadora de Alvos e Controladora de Drone. Só nisso, a Avibrás deve conseguir uns R$ 200 milhões, ainda com a possibilidade do Exército adquirir mais um GMF dentro da proposta descrita anteriormente;
A Avibrás se associa com a Stella para oferecer o Atobá para o Exército e também para clientes externos, com esse VANT servindo como buscador de alvos e avaliador de danos, além de balizador para foguetes não guiados ou com guiagem terminal a laser, se caso no futuro surgir uma guiagem dual para os foguetes descritos anteriormente, o que seria muito bom, já que aumentaria drasticamente a precisão a um custo mais baixo do que um guiador terminal EO/IR; e
A Avibrás, após sua recuperação, se associar a alguma nacional ou desenvolver pequenos Drones FPV pra saltar para drones mais sofisticados em forma de munições vagantes, especialmente se for a Akaer, que já tem projeto em curso. A Avibrás tem maior penetração no mercado internacional e seria uma relação de ganha-ganha com a Akaer.
Isso garantiria a sobrevida que a Avibrás precisa, sem loucuras como estatização e ainda abriria um mercado de ganhos promissor a Avibrás. Deixaria versão 8x8 do Astros de lado totalmente e qualquer outro projeto que não tenha eco dentro do mercado.
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Isso garantiria a sobrevida que a Avibrás precisa, sem loucuras como estatização e ainda abriria um mercado de ganhos promissor a Avibrás. Deixaria versão 8x8 do Astros de lado totalmente e qualquer outro projeto que não tenha eco dentro do mercado.
- Viktor Reznov
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Re: AVIBRAS
Podem ter certeza que o Edge Group, a Rheinmetall e mais algumas outras estão entre as empresas querem comprar a Avibrás pra fechá-la.Aim For The Top escreveu: Sex Abr 14, 2023 3:10 pm Importante entrevista sobre a atual situação da Avibras:
Avibras, uma visão real
https://tecnodefesa.com.br/avibras-uma-visao-real/
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Re: AVIBRAS
Como já tinha dito aqui várias vezes, nada demais adaptar as LMU 6x6 e agora 8x8 para versões AAe e anti navio.
A capacidade de lançar 4 mísseis ao invés de 2 torna o vetor ideais para a defesa de costa.
Mísseis AAe existem por aí em diversos calibres, podendo ser usados nas LMU sem dificuldades como fora proposto pela Avibras.
A ver se o pessoal faz o óbvio e faz o dever de casa.
A capacidade de lançar 4 mísseis ao invés de 2 torna o vetor ideais para a defesa de costa.
Mísseis AAe existem por aí em diversos calibres, podendo ser usados nas LMU sem dificuldades como fora proposto pela Avibras.
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Re: AVIBRAS
AV-TCM AN, o míssil antinavio da Avibras, feito à base do AV-MTC-300. Mas com dois boosters laterais ao invés do booster tandem do míssil de cruzeiro original, o que o faz se assemelhar um pouco ao RBS-15 da SAAB.
Desconheço possíveis vantagens de um tipo de booster em relação ao outro, que façam merecer uma complicação extra no desenvolvimento do novo míssil. Se fosse para gastar um centavo a mais na implicação de novidades em termos de design, eu optaria por um refinamento na geometria da fuselagem e entrada de ar para algo mais evitativo a radar. Mas, para tudo deve haver uma razão.
Desconheço possíveis vantagens de um tipo de booster em relação ao outro, que façam merecer uma complicação extra no desenvolvimento do novo míssil. Se fosse para gastar um centavo a mais na implicação de novidades em termos de design, eu optaria por um refinamento na geometria da fuselagem e entrada de ar para algo mais evitativo a radar. Mas, para tudo deve haver uma razão.
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Re: AVIBRAS
Era isso que deveria estar existindo e não MANSUP. Vou procurar novamente quanto ao uso desses boosters laterais, mas a última vez que vi isso, lá em 2014, quando eu estudava o Otomat era a vantagem da diminuição da massa geral do míssil e também do seu tamanho para os lançadores. O Otomat, por exemplo, sem é do tamanho de um Exocet com booster, adotando um booster tandem nele faria com que ele tivesse um tamanho que poderia ser um impeditivo para a maioria dos navios.Brasileiro escreveu: Ter Abr 18, 2023 8:19 am AV-TCM AN, o míssil antinavio da Avibras, feito à base do AV-MTC-300. Mas com dois boosters laterais ao invés do booster tandem do míssil de cruzeiro original, o que o faz se assemelhar um pouco ao RBS-15 da SAAB.
Desconheço possíveis vantagens de um tipo de booster em relação ao outro, que façam merecer uma complicação extra no desenvolvimento do novo míssil. Se fosse para gastar um centavo a mais na implicação de novidades em termos de design, eu optaria por um refinamento na geometria da fuselagem e entrada de ar para algo mais evitativo a radar. Mas, para tudo deve haver uma razão.
Imagino que a ideia seja a mesma, já que o MTC padrão sem o booster já é quase do tamanho do Exocet, imagino que o booster faça ele ser maior e isso seria um impeditivo para operar nos navios que a MB pretende utilizar o Exocet a princípio, valendo para as FCTs.
O bom é que o vídeo mostra que somente cabem 2 SS-150 no Astros Mk6, o que indica que mantiveram o calibre de 450 mm nele, o que é ótimo.
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Re: AVIBRAS
As imagens esquemáticas que aparecem na internet do novo Astros 6x6 mostram a LMU com 6 lançadores de foguetes no calibre 300mm, caso do SS-60/80 e do SS-150, como argumentado nós vídeos do Caiafa e outros fontes.
O AV-MTC, continua 2 undes na LMU 6x6 e 4 na nova LMU 8x8.
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Re: AVIBRAS
Pela matéria, a situação da Avibrás é complicadíssima.pewdiepie escreveu: Qua Abr 19, 2023 5:59 pm Dívida de 1,2 bilhão
Fonte: https://www.defesanet.com.br/bid/notici ... evivencia/
Editado pela última vez por knigh7 em Qua Abr 19, 2023 7:39 pm, em um total de 1 vez.
- FCarvalho
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Re: AVIBRAS
É absurdo e lamentável, para não dizer vergonhoso, que o Estado brasileiro jamais assume o seu quinhão de responsabilidade em relação à situação em que as empresas da BIDS são colocadas, em primeiro lugar, por ele mesmo.
Sempre é mais fácil apontar o dedo sujo para o lado e para os outros.
Fosse de outra forma, e houvesse responsabilidade governamental, a Avibras não estaria nesta situação, e melhor, os produtos e projetos que ela empresta ao mercado não seriam soluções de última hora e nem meras tentativas de tirar a empresa da falência.
Mas Defesa segue segundo um assunto de segunda categoria nos corredores de Brasília, como sempre.
Quanto custa mesmo o EB organizar e equipar aquelas duas baterias dos GMF que até hoje só existem no papel?
Há tá, mas não tem dinheiro para isso. E o 16o GMF está completo segundo o pepê...
Sempre é mais fácil apontar o dedo sujo para o lado e para os outros.
Fosse de outra forma, e houvesse responsabilidade governamental, a Avibras não estaria nesta situação, e melhor, os produtos e projetos que ela empresta ao mercado não seriam soluções de última hora e nem meras tentativas de tirar a empresa da falência.
Mas Defesa segue segundo um assunto de segunda categoria nos corredores de Brasília, como sempre.
Quanto custa mesmo o EB organizar e equipar aquelas duas baterias dos GMF que até hoje só existem no papel?
Há tá, mas não tem dinheiro para isso. E o 16o GMF está completo segundo o pepê...
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Re: AVIBRAS
Dívida com a Receita Federal e FGTS não leva empresa a falência pq o Estado sempre deixa a empresa negociar de última hora e abater parcelas enormes desses valores. O que realmente preocupa são as dívidas com bancos e esse valor não chega a 1.2 bilhão, isso é sensacionalismo desencessário do Defesanet.
PS:
PS:
Podem dizer adeus à Avibrás, ela será comprada e desmantelada. Se o Lula tiver pelo menos dois neurônios encostados um no outro ele dá uma canetada tomando pro governo a propriedade industrial dos produtos da Avibrás se ela acabar sendo vendida pra algum grupo estrangeiro. Depois que essa suruba for resolvida no litígio, a Justiça vai acabar concendendo a propriedade industrial do ASTROS 2020 e o MTC ao Governo depois de indenizado o dono atual da Avibrás.Estas ações seriam a ampliação do programa de aquisição do Programa ASTROS 2020, que prevê a formação do 16º Grupo de Artilharia de Foguetes e Mísseis (praticamente completo), e um adiantamento relativo a compras futuras de munição. O ministro da Defesa acha difícil estatizar a empresa como querem os empregados:
— Não há clima político para isto — alegou. — A melhor solução é encontrar um parceiro que queira investir em novos projetos, mas, para isto, o maior acionista precisa ser mais aberto.
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- Marcelo Ponciano
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Re: AVIBRAS
Estatizar a Avibras não é uma opção na mesa. Se você estatiza tem que concursar os empregados e demitir todos que estão lá. Como os que estão lá têm o domínio intelectual de suas atividades seria um enorme prejuízo prejuízo para a empresa.
É diferente do caso da Petrobras, por exemplo, que já sendo estatal investiu para que seu corpo de funcionários concursados acumulassem o know-how necessário e hoje eles são objeto de cobiça no mercado privado.
Estatizar a Avibras provocaria o mesmo nível de dano que vender e fatiar para estrangeiros.
É diferente do caso da Petrobras, por exemplo, que já sendo estatal investiu para que seu corpo de funcionários concursados acumulassem o know-how necessário e hoje eles são objeto de cobiça no mercado privado.
Estatizar a Avibras provocaria o mesmo nível de dano que vender e fatiar para estrangeiros.
Tudo estaria perdido se o mesmo homem, ou o mesmo corpo dos principais, ou dos nobres, ou do povo exercesse os três poderes: o de fazer as leis, o de executar as resoluções públicas e o de julgar. (MONTESQUIEU. O Espírito das Leis. Livro XI, Cap. VI)